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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18
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10 de fevereiro de 2014

Ritual macabro leva três irmãos a esquartejar mãe e devorar seus órgãos



Depois de terem sido detidos pela a polícia, os irmãos Amil negaram o crime

Um crime macabro chocou recentemente a vila de Ampatuan, nas Filipinas. A região, que foi palco do massacre de 58 pessoas em 2009, testemunhou o cruel assassinato de Musala Amil, de 56 anos, pelos próprios filhos: Dante, de 35 anos, Paroy, de 21, e Ibrahim, de 18 anos. 

De acordo com jornais locais, durante dias o moradores da vila escutaram gritos de dor e gargalhadas sinistras vindos da vizinhança onde está localizada a casa da família Amil.

Ao investigar o caso, a polícia local encontrou o cadáver de Musala Amil dentro de sua casa com um detalhe sórdido: ele estava mutilado e sem alguns órgãos. 

"Um dos parentes disse que os olhos da vítima haviam sido retirados, sua garganta foi cortada, e as entranhas estavam faltando", afirmou o chefe local, Bai Suraida Mamaluba, para a rede de notícias filipina TV5.

Os investigadores prenderam os três irmãos Amil, apesar de eles negarem o assassinato.

Entretanto, a polícia afirma que os irmãos confirmaram que tentaram afastar supostos espíritos maus da mãe, o que pode ter justificado o ritual macabro.

O chefe da polícia local, Ronald De Leon, declarou que os suspeitos devem passar por exames toxicológicos.

Após a investigação, constatou-se que o crime ocorreu no último dia 29. Também serão verificados os motivos que levaram a população a não denunciar o caso antes.

De acordo com o tabloide britânico Daily Mail, os três suspeitos vivem em uma fazenda da família em Purok Nabadtog, localizada em Barangay Kamasi, na região de Ampatuan.

Os líderes comunitários disseram que os três homens mataram a própria mãe e se deleitaram com partes de seu corpo, "como se fossem animais selvagens".




Fonte: R7

22 de maio de 2013

Pastor Marcos é flagrado pela polícia em escutas ‘picantes’ com fiéis de sua igreja


Em escutas autorizadas pela Justiça que já estão sendo investigadas pela polícia, o pastor Marcos Pereira é flagrado em conversas picantes com fiéis da Assembleia de Deus dos Últimos Dias.
Em uma das quatro conversas a que o EXTRA teve acesso com exclusividade, o pastor, antes de se despedir de uma fiel que falava com ele do seu celular de seu carro, avisa: "Tô com saudade do seu rabo". Marcos foi preso no último dia 8 acusado de dois estupros de fiéis. A polícia ainda investiga se o pastor estuprou outras 20 mulheres que moravam na igreja.

Em quatro conversas obtidas pelo EXTRA, pastor mostra intimidade com fiéisEm quatro conversas obtidas pelo EXTRA, pastor mostra intimidade com fiéis
Em outro diálogo, uma mulher insinua que "o pastor ia gostar" de uma lingerie que ela usou: "Ontem coloquei um negócio muito legal que o senhor ia amar, eu acho", ela diz. Marcos ri e avisa: "Fica ligada, fica ligada". A mulher tranquiliza o pastor: "Mas era por baixo". Em depoimentos à polícia, vítimas do pastor afirmaram que ele mandava que fiéis fossem a seu gabinete na igreja sem roupas íntimas.



O apartamento na Av. Atlântica, em Copacabana onde, segundo vítimas, o pastor realizava orgias com fiéis também é mencionado em uma das escutas. Na conversa com uma fiel, ele combina a ida dela para o local e diz que ela pode levar outra mulher, "aquela sem vergonha, a Fabiana".
Uma fiel também se oferece para ajudar o pastor a tomar banho: "Vem embora logo", responde ele.

Em conversa, pastor marca encontro com fiéis no apartamento de R$ 8 milhões na Av. Atlântica

Em conversa, pastor marca encontro com fiéis no apartamento de R$ 8 milhões na Av. Atlântica
Fonte: Globo

Pastor irmão de Marcos Pereira está sendo acusado de injúria e difamação por publicar imagens das supostas vítimas de estupro no Facebook

Pastor irmão de Marcos Pereira está sendo acusado de injúria e difamação por publicar imagens das supostas vítimas de estupro no Facebook
O pastor Allan Pereira, irmão de Marcos Pereira, está sendo acusado de difamação pelas supostas vítimas de estupro do pastor da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD).
Allan Pereira teria publicado em seu perfil no Facebook, fotos das mulheres que são mencionadas no inquérito como vítimas de Marcos Pereira.
Na mesma página, o pastor Allan Pereira teria se referido ao delegado Márcio Mendonça, responsável pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), como “delegado do diabo”.
Segundo informações do G1, as quatro mulheres mencionadas por Allan em suas publicações na rede social prestarão queixa de difamação e injúria na 64ª Delegacia de Polícia, que atende a região onde a ADUD está situada.
O delegado Márcio Mendonça também registrou queixa na mesma delegacia, por ter sido ofendido por Allan Pereira, que agora, deverá explicar as fotos e as ofensas publicadas.
Publicações do pastor Allan Pereira que renderam acusações de difamação e injúria
Publicações do pastor Allan Pereira que renderam acusações de difamação e injúria
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Pastor irmão de Marcos Pereira está sendo acusado de injúria e difamação por publicar imagens das supostas vítimas de estupro no Facebook

Pastor irmão de Marcos Pereira está sendo acusado de injúria e difamação por publicar imagens das supostas vítimas de estupro no Facebook
O pastor Allan Pereira, irmão de Marcos Pereira, está sendo acusado de difamação pelas supostas vítimas de estupro do pastor da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD).
Allan Pereira teria publicado em seu perfil no Facebook, fotos das mulheres que são mencionadas no inquérito como vítimas de Marcos Pereira.
Na mesma página, o pastor Allan Pereira teria se referido ao delegado Márcio Mendonça, responsável pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), como “delegado do diabo”.
Segundo informações do G1, as quatro mulheres mencionadas por Allan em suas publicações na rede social prestarão queixa de difamação e injúria na 64ª Delegacia de Polícia, que atende a região onde a ADUD está situada.
O delegado Márcio Mendonça também registrou queixa na mesma delegacia, por ter sido ofendido por Allan Pereira, que agora, deverá explicar as fotos e as ofensas publicadas.
Publicações do pastor Allan Pereira que renderam acusações de difamação e injúria
Publicações do pastor Allan Pereira que renderam acusações de difamação e injúria
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

16 de abril de 2013

A covardia da criminalização juvenil





O Brasil registrou nos dados consolidados de 2010 um número impressionante de homicídios, 49.932 – um aumento de 259% em relação a 1980. O Brasil é – qual a novidade? – um país violento.
presidio
E quem são as maiores vítimas? Pobres, negros/pardos e… jovens.
O aumento das taxas de homicídio no país aumentaram quase que linearmente até 2003, quando começaram a apresentar eventuais quedas, como a notável queda entre os anos de 2003 e 2007, porém apresentando igualmente número que fazem inveja a qualquer país em conflito civil.
Para se ter uma ideia, a ONU calcula que, somente dentro da Síria, devido a uma guerra declarada, já morreram mais de 70 mil pessoas em dois anos. No Brasil morreram mais de 100 mil, no mesmo período, sem que nenhuma milícia tenha contestado a autoridade do poder central. Em 2010, por exemplo, morreram 137 pessoas por dia, em média – número superior ao do massacre do Carandiru (111). E todos os dias.
Os números absolutos são assustadores – e também o são percentualmente.
Entre 1980 e 2010 – 31anos portanto – o país perdeu 1 milhão de pessoas para a violência, com cerca de 70% deles por decorrência do uso de alguma arma de fogo. Em quase 20 anos de guerra na Somália (1982-2000), foram 30 mil mortos. A guerra civil na Colômbia deixou 45 mil vítimas em 36 anos. A guerra civil de Angola meio milhão de pessoas em 27 anos. A guerra civil na Guatemala fez 400 mil vítimas em 24 anos.
As perdas humanas somente no Brasil equivalem, em média, às perdas humanas nos 12 principais conflitos armados pelo mundo – incluindo alguns dos mais sangrentos, como Iraque, Sudão, Afeganistão, Paquistão e República Democrática do Congo.
Alguém tem dúvida de que trata-se – não de uma guerra, mas – de uma tragédia humanitária absolutamente bárbara e desumana? Eu não.
E não adianta tentar argumentar que o Brasil é um país de dimensões continentais. Trata-se de um notável falso argumento. O país tem taxas de homicídios por armas de fogo quatro vezes superiores aos da China, que tem sete vezes mais população que o Brasil. A Índia, com 6 vezes mais habitantes que o Brasil, tem 12 vezes menos assassinatos com armas de fogo.
E quem são as maiores vítimas por aqui? Pobres, negros/pardos e… jovens.
Enquanto 73,2% dos jovens brasileiros – 15 a 24 anos – morrem por “causas externas”, entre os não-jovens essa proporção não chega a 10%. Enquanto 38,6% dos jovens morrem por homicídios no país, entre os não-jovens essa proporção é de 2,9%.
Os dados do ‘Mapa da Violência’ de 2012, por exemplo – para deixar evidenciado para os que ainda não entenderam – mostram que entre 1980 e 2010 morreram no Brasil, segundo os registros do Ministério da Saúde, um total de 799.226 cidadãos vítimas de armas de fogo. Sendo que 450.255 mil deles eram jovens entre 15 e 29 anos de idade.
Dois em cada três vítimas fatais das armas de fogo são jovens. Quase meio milhão, e contando. E – na outra ponta – dos cerca de 26 milhões de jovens e adolescentes entre 12 a 18 anos, menos de 0,2% estão em conflito com a lei.
O Brasil segue um padrão às avessas quando se trata de encerrar – por comparação – um conflito civil de grandes proporções.
Segundo os órgãos internacionais mais experientes neste tema, você encerra uma tragédia como esta com três medidas nada simples, porém essenciais: (1) Fim da facilidade de acesso a armas de fogo; (2) o fim da cultura da violência e do discurso do ódio; (3) exemplar punição por meio de um processo justo e idôneo e a reconciliação “entre as partes”, inclusive com a adoção de conhecidos métodos de ressocialização e entendimento mútuo.
Quando a sociedade brasileira se depara com um assassinato bárbaro ou uma chacina, entra em pânico. Morrem 137 pessoas por dia, mas somente quando algo “aparentemente” grave acontece, queremos resposta.
A tática generalizada é muito simples: elencam-se estes e outros problemas – falta de controle das mais de 15 milhões de armas de fogo (registradas e não registradas), a cultura da violência que dá origem aos motivos fúteis ou aos impulsos, o baixíssimo grau de resolução dos inquéritos policiais – para, então, relacioná-los diretamente a qualquer outro motivo menor para tais crimes.
Como – por exemplo – à maioridade penal de 18 anos.
E o motivo é mais do que óbvio: é mais fácil criminalizar uma parte vulnerável da população do que enfrentar as causas do problema já devidamente constatadas. O lobby da indústria bélica é notavelmente maior do que o lobby a favor das crianças e adolescentes.
É como se um país em meio a uma guerra civil sugerisse que as suas crianças-soldado paguem pelos terríveis crimes contra a humanidade que cometeram, após terem sido arrancados de suas famílias, escolas, comunidades. Quer dizer, é a mesma coisa.
Conhecemos muito bem o desafio: a posição de que devemos ser mais “duros” com as crianças e adolescentes é um fruto inequívoco desta mesma cultura da violência que, em um ciclo perverso, mantem reféns pessoas ingênuas, numa espiral de medo e pânico. O desafio é conhecido, porém nada simples.
___________________
Artigo de opinião, com dados de arquivo pessoal e do mapadaviolencia.org.br. Por Gustavo Barreto, membro do Conselho Editorial da Vírus Planetário.

SEGUE ENTREVISTA:
Para falar sobre o assunto, a Fórum entrevistou o advogado Ariel de Castro Alves,especialista em Políticas de Segurança Pública pela PUC- SP e ex- conselheiro do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). Para ele, “reduzir a idade penal seria como reconhecer a incapacidade do Estado brasileiro em garantir oportunidades e atendimento adequado à juventude. Seria como um atestado de falência do sistema de proteção social do País”. Confira abaixo a entrevista da RevistaFórum:
Revista Fórum – Por que o debate sobre a redução da maioridade penal sempre vem à tona após crimes contra jovens de classe média como o assassinato de Victor Deppman?
Ariel de Castro Alves - Os familiares das vítimas têm todo o direito de se manifestar e provavelmente se eu estivesse no lugar deles, após ter perdido um ente querido, também pediria a redução da idade penal ou até pena de morte. Mas temos que diferenciar a emoção da razão. Racionalmente entendo que esta não é a solução para a questão da criminalidade infanto-juvenil no País.
Às vezes também parece que só a vida de jovens de classe média ou alta tem valor na sociedade brasileira. Milhares de jovens são assassinados todos os dias nas periferias e poucos tratam do assunto ou se revoltam e exigem soluções para os casos. Existe muito oportunismo e demagogia nessas discussões.
Há 17 anos venho me posicionando a atuando contra a redução da idade penal. Entendo que se trata de medida ilusória já que o que inibe o criminoso não é o tamanho da pena e sim a certeza de punição. No Brasil existe a certeza de impunidade já que apenas 8% dos homicídios são esclarecidos. Precisamos de reestruturação das polícias brasileiras e melhoria na atuação e estruturação do Judiciário.
As propostas de redução da idade penal também são inconstitucionais, só poderiam prosperar através de uma nova Assembléia Nacional Constituinte. Além disso a reincidência no Sistema Prisional brasileiro, conforme dados oficiais do Ministério da Justiça, é de 60%. No sistema de internação de adolescentes, por mais crítico que seja, estima-se a reincidência em 30%. A Fundação Casa de São Paulo tem apresentado índices de 13%, mas não levam em conta os jovens que completam 18 e vão para as cadeias pela prática de novos crimes.
Essa medida é enganosa, só vai gerar mais crimes e violência. Teremos criminosos profissionais, formados nas cadeias, dentro de um Sistema Prisional arcaico e falido, cada vez mais precoces.
Revista Fórum – De acordo com a legislação atual, quanto tempo o adolescente que atirou em Victor pode ficar preso?
Ariel de Castro Alves - O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece até 3 anos de internação (privação de liberdade). Se o autor do crime sofrer transtornos psiquiátricos e ficar demonstrada a sua periculosidade através de laudos e relatórios após os 3 anos, a lei que criou o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo, que entrou em vigor em abril de 2012, prevê a ampliação do tempo por prazo indeterminado, transformando a internação socioeducativa em internação psiquiátrica.
Revista Fórum – O governador Geraldo Alckmin anunciou que seu partido (PSDB) vai enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei para tornar o Estatuto da Criança e do Adolescente mais rígido, com penas maiores para menores. O que o sr. acha disso? Deve-se punir com mais rigor?
 
Ariel de Castro Alves - Ele já anunciou essa proposta em 2003 e 2012, após momentos de clamor social diante de crimes graves e rebeliões na Fundação Casa, mas ele mesmo não deu sequência. Vejo certo oportunismo e demagogia nesta atitude.
A questão da ampliação do tempo de internação é passível de discussão, cabe ao Congresso Nacional criar uma Comissão Especial e tratar do tema com vários especialistas. Toda lei pode ser atualizada ou reavaliada, o Estatuto da Criança e do Adolescente neste item também pode ser, se o congresso e os especialistas assim entenderem. O que não podemos é ter legislações com base na emoção e sim pela razão. O clamor popular após esses casos gravíssimos não contribui com o processo legislativo e abre espaços para oportunismos. Porém, se o tempo de internação ao invés de até 3 anos, fosse de 6 anos, possivelmente a Fundação Casa teria 18 mil internos, ao invés dos 9 mil que tem hoje, tendo mais superlotação e sendo necessários mais investimentos do Estado.
Já a proposta do governador de transferir os jovens da Fundação Casa para presídios é totalmente inadequada. O Sistema Prisional Paulista está com a superlotação acima dos 100%. Além disso a reincidência passa dos 60% e muitas prisões são dominadas por facções criminosas. Já a Fundação Casa tem anunciado a reincidência em torno de 13%. Colocar os jovens num sistema prisional falido e superlotado só vai aumentar a criminalidade no Estado.
Ao invés de transferir os maiores de 18 para presídios, é pertinente que existam unidades de internação específicas aos jovens com idades entre 18 anos até completarem os 21 anos. É uma obrigação do Estado já prevista na lei. Eles não podem ser transferidos  para presídios comuns, já que a medida socioeducativa deve ser cumprida em unidade de internação e não em presídios comuns. Apesar dos jovens já terem 18 anos de idade, eles cometeram o ato infracional quando tinham menos de 18 anos e podem cumprir até 3 anos de internação, ou até completarem os 21 anos.
Revista Fórum – Quais medidas seriam efetivas para conter a violência que atinge níveis absurdos em São Paulo, com altos índices de homicídios por arma de fogo principalmente nas periferias?
 
Ariel de Castro Alves - O Estatuto da Criança e do Adolescente gerou muitos avanços nos últimos anos com relação ao atendimento às crianças, mas, ainda, no atendimento aos adolescentes deixa muito a desejar, principalmente nas áreas de educação, saúde e profissionalização. A prevenção, através de políticas sociais, custa muito menos que a repressão. O futuro do Brasil não pode ser condenado à cadeia.
São necessários programas de inclusão e oportunidades visando à emancipação social dos jovens. Sempre digo que só com conselhos e atendimentos esporádicos não temos como convencer o jovem a deixar o envolvimento com o crime. Temos que ter programas capazes de criar um novo projeto de vida para os adolescentes, que envolvam suas famílias. Programas com subsídio financeiro, que ofereçam bolsa-formação, oportunidades de estágios, aprendizagem, cursos técnicos, empregos, com ações dos órgãos públicos e também da iniciativa privada.
Quando o Estado exclui, o crime inclui. Se o jovem procura trabalho no comércio e não consegue, vaga na escola ou num curso profissionalizante e não consegue, na boca de fumo ele vai ser incluído. O Estatuto da Criança e do Adolescente tem o caráter mais preventivo do que repressivo. Se o ECA fosse realmente cumprido sequer teríamos adolescentes cometendo crimes. É exatamente pela falta de cumprimento do Estatuto e pelo alijamento  de muitas crianças e adolescentes dos seus direitos fundamentais previstos no ECA é que temos adolescentes envolvidos com a criminalidade.
A ausência de políticas públicas, programas e serviços de atendimento, conforme prevê a lei, e a fragilidade do sistema de proteção social do País favorecem o atual quadro de violência que envolve adolescentes como vítimas e protagonistas. Isso só será revertido quando realmente for cumprido o princípio Constitucional da Prioridade Absoluta com relação às crianças e adolescentes, o que atualmente ainda é uma utopia. Quem nunca teve sua vida valorizada, não vai valorizar a vida do próximo. O que esperar de crianças e adolescentes que nunca tiveram acesso à saúde, educação, assistência social, entre outros direitos. Muitas vezes não tiveram sequer uma família efetivamente. E sempre viveram submetidos a uma rotina de negligência e violência. A negligência, a exclusão e a violência só podem gerar pessoas violentas.
Em abril de 2012, entrou em vigor a Lei que criou  o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo, o cumprimento desta lei também resultaria num atendimento mais adequado aos adolescentes infratores no País, com ações qualificadas por parte dos municípios, dos estados e do governo federal. Mas, ainda, o poder público tem se omitido no cumprimento desta lei, mantendo unidades de internação ou programas de atendimento em meio aberto totalmente inadequado.
Fonte: http://www.hilarioesevero.com/2013/04/a-covardia-da-criminalizacao-juvenil.html

2 de abril de 2013

Pistoleiro foi contratado para matar Magno Malta


O Senador Magno Malta (PR-ES) registrou um boletim de ocorrência nesta quarta-feira no Espírito Santo. Segundo a própria policia, já foi contratado um pistoleiro para sua execução.

A informação foi divulgada por sua assessoria de imprensa em seu site.

A denúncia foi feita na Superintendência de Polícia Especializada, na capital Vitória. Segundo o site do deputado, há dez dias um pistoleiro prepara armadilhas para assassiná-lo. O policial civil Josimar Alberto Pereira Sarti disse ter informações sobre o suposto mandante do crime, e assim Magno levou o caso para a polícia.

“Nenhum policial inventaria algo tão grave sem qualquer comprovação. Minhas diversas bandeiras são contra legalização das drogas, em defesa das crianças abusadas e vou fundo para apurar denúncias de mortes em hospitais de vários estados”, comentou Magno Malta.

O caso começou a menos de 20 dias, de acordo com informações oficiais. O senador Magno Malta denunciou nos programas de TV do Partido da República (PR) o nível alto de violência no Espírito Santo. Ele já participou de diversas investigações e responsável pela prisão de traficantes, assassinos, sequestradores e pedófilos, e foi informado pela própria polícia que há um pistoleiro contratado para executá-lo a qualquer momento.

A Polícia Civil informou ao G1 que o registro foi feito e o caso está sendo investigado pelo delegado José Monteiro Junior. O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, já foi comunicado a respeito das ameaças contra o senador Magno Malta.

Em seu depoimento ele disse para a polícia “que já foi ameaçado durante a CPI do Narcotráfico e da CPI da Pedofilia e que agora vai presidir a nova CPI sobre Violação ao Direito Humano à Saúde que vai apurar erros médicos em instituições públicas e privadas no Brasil. Sou homem público que tem coragem para combater a criminalidade e não tenho medo de pistoleiros”.

José Monteiro, Superintendente de Polícia Judiciária, escutou o senador Malta por aproximadamente duas horas. “É uma ameaça de morte séria e já vamos investigar todos os pontos”, informou o delegado.

Magno Malta é além de político, pastor evangélico e músico.

Fonte: Christian Post, divulgação notícias gospel internautas de Cristo.

1 de março de 2013

Maranhenses são presas no México suspeitas de fazer parte de seita


Suspeita é que seita praticava abusos sexuais e tráfico de pessoas.
Embaixada brasileira confirmou a prisão das irmãs.
Mulheres maranhenses são presas no México suspeitas de pertencer a uma seita religiosa que praticava crimes de abuso sexual e de tráfico de pessoas. A mãe das irmãs mora em Amarante do Maranhão, a 115 km de Imperatriz e soube da notícia da prisão por uma outra mulher, que se diz esposa do suspeito de ser o líder da seita, o espanhol Ignácio Gonzales.
Maria Rosilene perdeu o contato com as duas filhas, que estão morando no México, e acabou sabendo que Roseane Ribeiro Alves, de 28 anos, e a irmã, Camila Ribeiro Alves, de 19 anos, estão presas.
Roseane é mulher do espanhol Ignacio Gonzales e Camila mantinha um relacionamento amoroso com o amigo dele, Tito Mernissi. Eles passaram uma temporada no Brasil, quando foram apresentados à família de Roseane e Camila e os casais foram morar no México há quase dois anos. A mãe de Roseane e Camila recebeu a notícia da prisão das filhas por telefone. Uma mulher, identificada apenas como Paulina, que segundo ela, também vive como esposa de Gonzalez, foi quem comunicou à família. 
Gonzales e Tito teriam sido presos dia 25 de janeiro sob suspeita de abuso sexual e tráfico de pessoas. Gonzales é apontado como líder da seita Defensores de Cristo e dizia ser a reencarnação de Jesus Cristo, mas a favor da poligamia. Gonzalez oferecia cursos de bioprogramação e poderes mentais em um site próprio e prometia milagres a quem declarasse amor por Cristo, o que seria uma forma de conseguir seguidores e mulheres para a prostituição. 
A assessora jurídica do município de Amarante, Maiara Nascimento acredita que Roseane e Camila foram presas com os maridos, por estarem morando no México de forma ilegal. Ignácio Gonzales morou por mais de um ano em Amarante na companhia de Roseane, longe de qualquer suspeita. Ele não tinha um emprego fixo na cidade e dizia para a família dela que trabalhava ofertando cursos à distância, pela internet.
A assessora jurídica entrou em contato com a embaixada brasileira no México e confirmou, também, a prisão das jovens, mas ainda aguarda esclarecimentos. A mãe espera ansiosa por novas informações, pra saber, também, dos dois netos, filhos de Roseane e Camila.

G1

6 de fevereiro de 2013

Polícia divulga fotos de pastora suspeita de tráfico segurando armas


A Polícia Civil divulgou, nesta terça-feira (5), fotos de uma pastora evangélica de Foz do Iguaçu e do marido dela segurando armas. Segundo a polícia, ela é suspeita de fazer parte de uma quadrilha de tráfico de drogas.
As imagens foram conseguidas em um pendrive, que foi apreendido pela polícia, durante buscas. No dia 31 de janeiro, ela e outros três homens foram presos dentro de uma igreja, que segundo os policiais, era usada como ponto de venda de drogas. Outros dois adolescentes foram apreendidos na ação policial.
Além da igreja, também funcionava no local uma casa de apoio a dependentes químicos. A polícia investiga se os internos da casa de apoio eram usados para vender as drogas.Segundo a polícia, também foi encontrada a placa do veículo roubado do casal que ficou oito dias acampado na Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, para tentar recuperá-lo. Os documentos da dona do carro, levados no dia do assalto, também foram recuperados.
A pastora e o marido negam envolvimento com a quadrilha de traficantes. Para a polícia as fotos devem ajudar nas investigações.
Fonte: G1

29 de janeiro de 2013

Pastor pedófilo ungia crianças com óleo antes de estupro. Veja o vídeo com depoimento da criança



Polícia afirma que líder era acobertado por irmãos da igreja e outros pastores.


















A desembargadora Ivanira Feitosa julgou improcedente o pedido de habeas corpus que pedia a soltura do pastor pentecostal Alcindo Cristóvão Miranda, preso desde o dia 25 de abril do ano passado, acusado do estupro de dois menores, no bairro Cidade do Lobo, zona Sul de Porto Velho-RO.

De acordo com a desembargadora, em que pese o pastor ser primário, residência fixa e bons antecedentes não bastam para que seja solto. Alcindo teve a prisão preventiva decretada pelo Juizado da Infância e encontra-se preso no presido Pandinha, em Porto Velho, aguardando julgamento.

O crime 

Segundo informações da Polícia, dois meninos sendo um 16 e outro de 05 anos de idade teriam sido estuprados pelo pastor missionário pentecostal no dia 22 de abril de 2012.

O acusado aliciava as crianças passando óleo no corpo das vítimas antes de realizar o ato sexual. Conforme relatos da Tia do menor de 5 anos de idade, no sábado após o culto, o pastor ofereceu carona para levar a criança na moto.

Segundo relatos apurados na DEPCA (Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente) o pastor teria vindo de Manaus (AM) para fazer algumas pregações em diversas igrejas em Porto Velho. 

Em um domingo, depois do culto ministrado, uma irmã da igreja ofereceu dormida e comida para o evangélico.

Na casa da mulher o maníaco dormiu e por volta de 3h da madrugada tentou atacar um menino de 12 que acordou e se trancou no banheiro. Não contente, porém ensandecido, o pastor foi até o quarto do irmão da primeira vítima, onde consumou o abuso sexual.

De acordo com o boletim da delegada, o pastor teria passado um óleo corporal na criança e em seguida introduziu algo duro em seu ânus. No dia seguinte ao abuso o pastor foi embora antes que a família percebesse algo. A família se deslocou até uma delegacia e fez o registro do fato. Diversas guarnições policiais se uniram porem não conseguiram capturar o pedófilo.

Informações de agentes de policia apontam que o pastor estava sendo acobertado por “irmãos” de várias igrejas, que lhe forneciam carro, casa e dinheiro para ele se esconder. Vendo o circo fechar, o evangélico se apresentou na Delegacia de Menores, na companhia de advogados, onde foi algemado e ouvido pela autoridade.

Outras quatro pessoas foram indiciadas por favorecimento pessoal e terão de se entender com a Justiça.

Veja vídeo com depoimento da criança e familiares







Com informações Rede TV Rondonia/Rondoniadinamica