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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18
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24 de dezembro de 2013

SOS: Chuvas no Espírito Santo


Pois é pessoal, hoje é véspera de natal, mas infelizmente muita gente do estado do Espírito Santo não vai poder celebrar esta data em suas casas, pois foram destruídas pelas chuvas e enchentes.
No vídeo abaixo falo rapidamente da ajuda que você pode prestar para este pessoal.



Lista dos postos de ajuda:
Vitória
Praça do Papa
Enseada do Suá

Arquidiocese de Vitória
Rua Soldado Abílio dos Santos, 47, Cidade Alta.
Telefone: (27) 3223-6711

Igreja Batista da Mata da Praia
Av. Des. Dermeval Lyrio, 501
Telefone (27) 3325-7566

1º Batalhão da Polícia Militar
Av. Maruípe, 2115, Maruípe
Telefone: (27) 3636-7306

Shopping Jardins
Rua Carlos Monteiro de Lemos, 262 - Jardim da Penha
Telefone: (27) 3314-5000

Loja bebedouros e Cia
Shopping Vitória, Próximo à Centauro
Telefone: (27) 3345-2548

DPJ de Vitória
Endereço: Rua Construtor Camilo Gianórdoli, nº 553 – Horto
Telefone: (27) 3137-9025

Edifício Fábio Ruschi
Avenida Governador Bley, 236, Centro

IBEF
Rua Almirante Soido, n° 53, apto 702, Ed. Charles Bitran
(rua da praça do Cauê, sentido Terceira Ponte, prédio azul e branco)

Cariacica
Padaria Ebenezer
Rua Fernando de Sá, Bairro Itaquari 

Portaria da Unidade de Internação Socioeducativa (Unis)
Rodovia Governador José Sette, s/n, Cariacica Sede

Vila Velha
Ginásio Tartarugão
Av. Perimetral, Coqueiral de Itaparica

Escola de Formação do Iases
Rua Lourdes dos Santos, número 108, bairro Ibes, Vila Velha.
Telefone: (27) 3219-5810.

4º Batalhão da Polícia Militar
Av Nossa Senhora da Penha, 118, Ibes, Vila Velha.
Telefone: (27) 3636-0400

Loja Bebedouros e Cia - Shopping Praia da Costa
Ao lado das Lojas Americanas.
Telefone: (27) 3020-2611

Serra
Primeira Igreja Batista em Laranjeiras
Telefone: (27) 3328-5150

Mimoso do Sul
Sede da Defesa Civil
Térreo da Prefeitura Municipal, Centro
Telefone: (28) 99976-5052

Rio Bananal
Creche Municipal Tia Rita
Na entrada do município

Colatina
Escola Honório Fraga
Rua Nossa Senhora Aparecida, 204 – São Silvano
Telefone: (27) 3722-3247

Linhares
12º Batalhão da Polícia Militar
Rua Washington Luiz, 599 – Bairro José Rodrigues Maciel
Telefone: (27) 3372-7853

Primeira Igreja Presbiteriana de Linhares
Av. Vitória, 1048, Centro, Linhares.
Telefone: (27) 3371-1901.

Farmácia Auxiliadora
Em frente ao Mercado Municipal - Telefone: 3371-2115

Nova Venécia
2º Batalhão da Polícia Militar
Av Guanabara, 40, Bairro Iolanda – Telefone: (27) 3752-4200

Barra de São Francisco
11º Batalhão da Polícia Militar
Rua Vereador Antonio Roas Ruebra, 293. Centro. Telefone: (27) 3756-8400


20 de setembro de 2013

Robocop Gay, Feliciano e Outras Bibas - Refletindo a Graça 15



Neste episódio dou minha visão sobre o assédio que Felciano sofreu por um grupo de pessoas durante um vôo, onde cantaram Robocop Gay em sua homenagem.





Link do vídeo do ocorrido:
http://www.youtube.com/watch?v=10o1G51Hoek

Canal do Sérgio Carmo (Receita de Pai para Filha):
http://www.youtube.com/user/depaiprafilha

8 de agosto de 2013

Resenha: O que é Missão Integral - Refletindo a Graça Ep 14

Olá,
Neste episódio faço uma breve análise do livro "O que é Missão Integral" do René Padilla.


31 de julho de 2013

Gente que enxerga o Diabo em tudo - Refletindo a Graça Ep 13


Nesse vídeo dou minha opinião sobre alguns cristãos que vêem o Diabo em todo canto, e como entendo que ele de fato atua nas nossas vidas.

12 de julho de 2013

Um Pai gracioso que corre ao encontro de um filho arrependido



Olá,

Um erro comum de interpretação das parábolas de Jesus é tirar o foco da pessoa principal da parábola. Algumas vezes essa pessoa parece estar “oculta”, outras a identificamos com maior facilidade. Seja como for, as parábolas de Jesus sempre apontam para Deus. Sempre mostram alguma maneira do Pai agir ou como ele considera diversos assuntos.

No livro de Lucas, capítulo 15, temos uma das mais famosas parábolas do Reino (clique aqui para ler na bíblia online.), a do Filho Pródigo.
Esta parábola está localizada próximo a uma grande série de parábolas e discursos de Jesus acerca de como Deus lidava com os pecadores que se arrependiam ou eram por Ele encontrados.

É muito interessante percebermos que a história do filho mais novo é muito semelhante ao pecado original cometido no Éden. Assim como no primeiro jardim, o filho clamava por independência, por emancipação. O filho acreditava que poderia viver à parte de seu Pai. Acreditava que era digno de sua parte nos bens de seu pai, e então partiu para viver a vida à sua maneira. No entanto, tanto o filho da parábola, quanto o primeiro casal humano, aprenderam a duras penas que este não era o melhor caminho.

Esta história, contudo, também é a minha e a sua! Nascemos debaixo da mesma perspectiva do filho mais novo da história. Achamos que a vida é nossa e temos todo o direito de lidarmos com ela como bem entendermos. E assim que nossa capacidade mental nos permite, fazemos o mesmo: Nos emancipamos de Deus (ou pelo menos assim pensamos) e vamos cuidar da “nossa” vida.

E como Deus reage a tudo isso? Como Ele reagiu no Éden? Como Ele reagiu com o filho, na história? Como ele reage conosco?

Ele permite. Ele simplesmente permite. E veja que isso não fere a Sua soberania, pois foi Ele quem escolheu permitir. Aliás, vejo nessa permissão para partir, o casamento perfeito entre a soberania e o amor de Deus. Pois o Deus da bíblia se revela como sendo Amor, mas ainda sim se apresenta também como Senhor da história.

O amor que Deus espera de suas criaturas precisa ser livre. Não pode haver coerção. Imagine um homem que, com uma arma na mão, tenta obrigar uma mulher a amá-lo. A mulher, pelo medo de morrer, certamente dirá que o ama, mas saberá no fundo de seu coração que só fez isso por sua própria sobrevivência.

Não enxergo um Deus que coage suas criaturas para o amarem. Também não enxergo, através dessa parábola, um Deus que cria seres autômatos que simplesmente cumprem um roteiro pré-estabelecido. De fato, vejo um Pai que deixa partir, pois se não for de livre vontade, de nada vale. Vejo um Pai que, embora tenha deixado seu filho ir, não desistiu de revê-lo. Vejo um Deus que não desistiu de suas criaturas, que tanto ama.

Vemos, nessa história, também o regresso do filho. Vemos que o caminho de retorno é precedido por uma percepção da realidade. O filho que outrora altivo exigia sua parte da herança para viver como quisesse, percebe que está em terrível situação. Ele enxergou o lamaçal existencial em que se encontrava. Sua dignidade já não existia. Ele deseja comer com os porcos.
Esse é um princípio simples até. Só podemos regressar ao caminho correto, quando percebemos que estamos no caminho errado. As esposas sabem muito bem do que estou falando. Principalmente quando o seu marido insiste em continuar dirigindo, ao invés de perguntar o caminho correto a alguém. E na grande maioria das vezes o marido faz isso para não dar o braço a torcer. Para não assumir que errou.
C. S. Lewis em seu livro “Cristianismo Puro e Simples” diz que aquele que progride mais rapidamente é aquele que mais cedo percebe o caminho errado em que está e dá meia-volta.

Assim foi com aquele jovem. Ele percebeu o caminho terrível em que se metera e ARREPENDEU-SE. E seu arrependimento foi tão genuíno que ele decidiu voltar para seu Pai, só que desta vez como um simples empregado.

Mas aí está a beleza de um Deus que é amor. O Pai não deixa nem o filho terminar seu discurso. O importante é que ele voltou. O que importa é que ele voltou dos mortos. Ele finalmente voltou!
O Pai nem sequer espera o filho em casa, mas sai correndo ao seu encontro pelo caminho.

Esse é o Deus da bíblia, o Emanuel (Deus conosco). O Deus que encarnou em Jesus e veio até nós, encontrar conosco pelo caminho.

Deus está de braços abertos para receber seus filhos que entendem o lamaçal em que se encontram e decidem dar meia-volta, e irem de encontro ao seu criador.

E aos que desse modo procedem, recebem, assim como o filho, o anel da reconciliação, cravejado das pedras preciosíssimas que vemos em Romanos 5.1-5

"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;
Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.
E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,
E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.
E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado."



Que bom que existe um Deus que está esperando pelo pecador de braços abertos, pronto para dar uma festa!

Deus te abençoe!

18 de junho de 2013

Drops #protestosp - Vinicius Morais



20 de maio de 2013

Refletindo a Graça - Ep 09 - Dinheiro, Consumismo e Você com isso...


Neste episódio falo um pouco sobre como funciona (de verdade) o sistema financeiro, o mecanismo do consumismo e o que VOCÊ tem a ver com tudo isso.





Eu:
http://about.me/viniciusmorais


Links:
Pesquisa Revista Super Interessante: http://super.abril.com.br/ciencia/neuro-propaganda-621679.shtml
Bíblia FreeStyle: www.bibliafreestyle.com.br
Crentassos: http://www.crentassos.com.br




9 de maio de 2013

Dinheiro como Dívida e a Teologia da Prosperidade


Olá!

Gostaria que você assistisse o vídeo abaixo. É um pouco longo, mas explica de maneira detalhada como aconteceu a formação do atual modelo econômico mundial.




Assistiu?
Talvez sua reação tenha sido parecida com a minha. A sensação de ter sido enganado. A sensação de ser marionete de um sistema insustentável e injusto.

Pois bem, agora pense na Teologia da Prosperidade e em todos aqueles tele-pastores pedindo e o seu dinheiro. Dizendo que Deus lhe dará mais dinheiro ainda. Soou parecido?

Na verdade, a Teologia da Prosperidade é apenas uma das ferramentas deste sistema escravizador. Querem fazer com que você se torne cada dia mais escravo do dinheiro. Querem fazer com que o seu valor seja medido pela contribuição que você dá ao sistema monetário.

As palavras de Jesus nunca fizeram tanto sentido para mim:
"Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro. " - Mateus 6:24

Aliás, a continuação deste texto, à luz da revelação do nosso sistema econômico, soa como um manifesto de Jesus contra essa escravização do "ter". Continue lendo o restante do capítulo 6 de Mateus.

A grande questão a se responder, aliás, a se resgatar, é: Como temos nos posicionado, enquanto Igreja, ao sistema do presente século?

Minha oração é para que, a cada dia, sejamos libertos dessa roda maldita.
Que encontremos novas e justas maneiras de mantermos a economia.
Que encontremos formas de fazer com que o dinheiro (valor) vá para quem de direito: àqueles que produzem. Mas não os grandes produtores, donos do monopólio, e sim ao povo, que trabalha e produz.
Que sejamos uma igreja que denuncia o sistema, ao invés de nos aliciarmos a ele.

29 de abril de 2013

Redução da Maioridade Penal #SQN



Neste episódio dou minha opinião sobre a redução da maioridade penal no Brasil.

Texto do Vinicius Bocato:
http://vinibocato.wordpress.com/2013/04/14/especial-razoes-para-nao-reduzir-a-maioridade-penal/





9 de abril de 2013

Através da Cruz 2 - O Pecado


Neste segundo episódio, falo sobre o pecado, sua universalidade e como o homem é incapaz de salvar-se a si mesmo. Deixe seu comentário e sua opinião.


4 de abril de 2013

Atravéz da Cruz 01 - A Crucificação



Olá!

Acompanhe neste primeiro episódio da série Através da Cruz, como era aplicada a execução por crucificação, o pano de fundo político da execução de Jesus e o que Ele sofreu durante sua paixão.


26 de fevereiro de 2012

[Audio] Onde adorar a Deus?




18 de agosto de 2011

Jesus, o Filho de Deus (Criação x Geração)



Graça e Paz!

Em João 10.30-33 lemos: "Eu e o Pai somos um. Os judeus pegaram então outra vez em pedras para o apedrejar.Respondeu-lhes Jesus: Tenho-vos mostrado muitas obras boas procedentes de meu Pai; por qual destas obras me apedrejais? Os judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo."

A chave deste texto é a palavra blasfêmia, que significa, ofender a divindade.
Mas, por que os judeus diziam que Jesus blasfemava ao se dizer Filho de Deus?


Em nossa cultura contemporânea e ocidental, estas palavras de Jesus, com efeito, não causariam o estardalhaço que criaram na mente daqueles homens, naquela época.
Para os judeus, havia uma grande diferença entre o ser criado e o ser gerado.

Por exemplo, um artista mistura tintas, forma cores, escolhe a tela, e executa suas pinceladas de acordo com a imagem que existe em sua mente. Este é o processo de criação. De modo que, o artista criou a pintura, mas a pintura não é o artista e nem dele compartilha a mesma matéria.

De modo semelhante, eu, que sou um analista de sistemas, reúno informações, necessidades e processos e crio um sistema tendo como base a solução que planejei. O sistema não tem a minha natureza, mas apenas o criei.

No entanto, tanto eu quanto o artista de que falamos, somos seres humanos e em nossa forma de reprodução GERAMOS novos seres humanos. Só conseguimos gerar o que é igual a nós mesmos, ou com outras palavras, só podemos gerar algo igual à nossa própria natureza, um ser que divide conosco a nossa natureza.
Veja que, um cachorro não pode gerar um gatinho, ou, uma rosa não pode gerar uma macieira.

Exatamente por este motivo, os judeus acusavam Jesus de "se fazer Deus", pois quando ele afirmava que Deus era seu próprio Pai, dizia, implicitamente, que havia sido gerado de Deus.
Ou seja, dizia que compartilhava da mesma matéria, essência e natureza de Deus.
Note que, mesmo a palavra Trindade não aparecendo na Bíblia, é com base neste raciocínio que entendemos a existência de Deus em três pessoas de mesma essência e atributos.

Para os judeus essa era uma grande afronta, pois em sua religião, Deus é único. E eles estavam certos! Mal sabiam eles que era o próprio Deus quem lhes falava.
Mas pudera, eles de fato eram "odres velhos". Não eram capazes de entender e aceitar um nó teológico que, ainda hoje, ferve a mente de muitos estudiosos do tema:

"De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;" (FP 2.5-7)

Que o Deus trino e abundante em amor, revelado como homem em Cristo Jesus, lhe abençoe!

17 de maio de 2011

Salmo 25


Graça e Paz!

Podemos notar, neste salmo, que Davi está angustiado. Ele está sendo perseguido por seus inimigos. Que diferença linda no homem que é segundo o coração de Deus. Nos seus momentos de angústia ele clama: "A ti, Senhor, elevo minha alma. Em ti confio ó meu Deus" (Sl 25.1.2 - NVI)

Então ele começa a declarar os benefícios daquele que deposita sua confiança no Senhor. Dizendo que nãos nos envergonharemos ao confiar no Deus vivo.
Contudo, logo após esta afirmação ele pede para que o Senhor mostre o Seu caminho. Davi pede para que Deus o ensine a verdade, pois Ele é o seu Salvador. A blíblia é um livro maravilhoso! Note bem que no mesmo verso 25.5 ele une as palavras "verdade" e "salvador". Vemos algo muito parecido na afirmação de Jesus em João 8.32: "E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará". Veja como Davi já entendia que a verdade vinda de Deus é capaz de salvar/libertar.

Em seguida, mais uma vez, Davi demonstra sua intimidade no seu relacionamento com Deus, pois pede que o Senhor se lembre de Sua misericórdia e que esqueça dos pecados de sua juventude. Hoje, nos é relativamente fácil entender que Deus é misericordioso, que ele perdoa nossos pecados. Mas na época de Davi, na época da Lei, era algo extremamente difícil de se "enxergar". Somente mesmo com a unção do Espírito Santo e com um relacionamento de amizade com o Pai de amor.

Continuando, Davi começa a louvar a Deus. Lembrem-se de que no começo do Salmo ele estava de sobremaneira angustiado, aflito e perseguido. Contudo, do verso oito até o verso quinze, Davi exalta e engrandece o nome do seu Deus. Esta é a fé que eu quero ter! No meio de uma oração cheia de angústia, os problemas mais graves perdem o sentido e se dissipam como neblina, quando entram em contraste com a majestade, o amor e a misericórdia do nosso Deus. Que salmo lindo!

Davi, novamente, diz ao Senhor o motivo de suas angústias e termina com um exemplo a ser seguido. Pede que Israel seja liberto de suas aflições. Quão difícil é pensar no problema dos outros quando estamos no meio de uma crise! Quantas vezes já oramos pela nossa pátria? Quantas vezes oramos pelos nossos líderes políticos? Temos orado pelos nossos líderes espirituais? Todavia, Davi, em meio à sua aflição, não se esqueceu de que, além dele, outros também sofriam.

Este salmo é muito bonito, um cântico maravilhoso que demonstra uma vida de intimidade com Deus. Mostra-nos como é caminhar com Deus, conhecendo Sua natureza e Seu caráter!

E sobretudo, como é bom pertencer a um Deus compassivo, misericordioso e que está com os seus ouvidos inclinados à nossa oração. Toda a honra e toda a glória sejam dele e para ele. Amém!

Que Deus lhe abençoe!