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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18
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3 de maio de 2017

03 razões porque não vejo base bíblica para cultos ecumênicos

Num tempo onde o que conta é ser politicamente correto, tornou-se comum encontrarmos entre os evangélicos  a defesa de cultos inter religiosos. Digo mais, devido ao desejo de uma sociedade mais inclusiva,  pastores e líderes de denominações distintas tem defendido a relativização de algumas doutrinas bíblicas, cedendo assim a pressão de parte da sociedade, que em nome do amor tem defendido o ecumenismo. 

Diante disso, gostaria de elencar três motivos básicos porque não considero correto a celebração de cultos ecumênicos entre adeptos do protestantismo e outras religiões:

1- As Escrituras afirmam que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida e que ninguém pode chegar a Deus, senão por Ele.(João 14:06). Em outras Palavras isso significa dizer que não  existe possibilidade de que ninguém se aproxime de Deus a não por Cristo. Um culto ecumênico se contrapõem a essa verdade, considerando como mediador outro que não seja Cristo, (I Timóteo 2:05) colocando, portanto, em check a afirmação bíblica de que não existe salvação em nenhum outro nome. (Atos 4;12) 

2-  Não existe unidade espiritual entre a verdade que é Cristo e outras divindades. Assim como luz e trevas não podem coexistir no mesmo ambiente, não é possível um culto  com aqueles que negam a salvação exclusivamente pela graça de Cristo Jesus. (Efésios 2:1-10)

3-  A participação de um culto  numa espécie de convivência cobeligerante em favor de Deus, contribui para que o não cristão acredite que toda religião é boa e qualquer que seja a sua crença, no final das contas o levará a presença de Deus, o que do ponto de vista bíblico é uma falácia. As Escrituras nos ensinam que a única possibilidade do homem ser salvo é mediante Cristo. (Atos 16:31)

Para terminar essa breve reflexão, afirmo que lamentavelmente a teologia liberal e seus teólogos relativistas tem contribuído com a frouxidão doutrinária de boa parte da igreja brasileira. Infelizmente o número de evangélicos que tem relativizado as Sagradas Escrituras em detrimento de uma teologia extremamente equivocada se multiplica a olhos vistos. Sem sombra de dúvidas os conceitos liberais têm adoecido e sufocado o Corpo de Cristo, injetando no coração dos cristãos, valores que se contrapõem aos ensinos bíblicos.

Em tempos difíceis como o nosso precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento, até porque, somente assim conseguiremos corrigir as distorções provocadas pelo liberalismo teológico que tantos males tem feio a igreja de Cristo.

Pense nisso!

Renato Vargens

31 de outubro de 2016

07 motivos básicos porque a Igreja Evangélica precisa resgatar os valores apregoados pelos reformadores


Há exatos 499 anos, em 31 de outubro de 1517, o monge alemão, Martinho Lutero afixou às portas do Castelo de Wittenberg, as suas 95 teses denunciando as indulgências e os excessos da Igreja Católica, dando inicio a Reforma Protestante. 

Quase quinhentos anos depois, a igreja dita evangélica, experimenta em seus arraiais as mais estranhas doutrinas, o que com absoluta certeza faria com que o reformador alemão ficasse de rosto ruborizado. 

Diante do exposto escrevo sete motivos porque a Igreja Evangélica Brasileira precisa resgatar os valores apregoados e defendidos pelos reformadores: 

Igreja Evangélica Brasileira precisa resgatar os valores apregoados e defendidos pelos reformadores:

    1-) Porque ela abandonou as Escrituras preferindo fundamentar sua fé em experiências empíricas, místicas bem como desprovida de embasamento bíblico.
      2-) Porque ela comercializa indulgências, oferecendo a graça de Deus em troca de contribuições financeiras.
        3-) Porque promove de forma desenvergonhada a funesta prática da simonia.
          4-) Porque ela relativizou a salvação pela graça mediante a fé em Jesus Cristo, ensinando aos seus fiéis que o Eterno abençoa e salva quando fazemos alguma coisa em troca.
            5-) Porque o foco da mensagem de sua pregação não é a glória de Deus, e sim a satisfação humana.
              6-) Porque ela anuncia um falso evangelho, que é  humanista, antropocêntrico e ensimesmado deixando de lado a maravilhosa mensagem da cruz.
                7-) Porque ela deixou de pregar Cristo como Salvador, preferindo anunciá-lo como galardoador e abençoador de todo aquele que dele se aproxima, negando assim a doutrina FUNDAMENTAL de que a salvação é pela graça, mediante a fé em Cristo Jesus.
                  Prezado amigo, diante do exposto afirmo sem a menor sombra de dúvidas que mais do que nunca necessitamos resgatar  os conceitos, ensinos e doutrinas pregado pelos reformadores até porque, somente assim, poderemos sair deste momento preocupante e patológico que tem adoecido parte da Igreja evangélica.

                  Por um reforma AGORA!

                  Soli Deo Gloria,

                  Renato Vargens


                  30 de agosto de 2016

                  Qual é a principal razão das invenções neopentecostais sobre batalha espiritual?

                  Quase todos os dias eu fico sabendo de uma nova doutrina relacionado à batalha espiritual. Na verdade, é impressionante a quantidade de bobagens, heresias e esquisitices fabricadas por alguns  líderes evangélicos.

                  Nessa semana eu fiquei pensando sobre os reais motivos que levam pastores e "apóstolos" a inventarem tantas doutrinas relacionadas a batalha espiritual, e cheguei a conclusão que em parte  isso deve a um parco entendimento sobre a doutrina da suficiência de Cristo.

                  Isso mesmo! Tanto os pastores como os apóstolos modernos demonstram desconhecer que a morte e ressurreição de Cristo foi suficiente para livrar e libertar o homem de qualquer tipo de maldição, mesmo porque, se conhecessem essa verdade não inventariam tantas estapafúrdias doutrinas. Senão bastasse isso a supremacia e a suficiência de Cristo têm sido negadas pelos mais variados tipos de pastores cujos ensinos não encontram respaldo nas Escrituras. 

                  Contrapondo-se a visão destes pastores e apóstolos de que além de Cristo é preciso  mais alguma coisa, para libertar o pecador das maldições provenientes das trevas,  afirmo sem titubeios que Cristo é tudo, e que sua obra na cruz foi plena, completa e que nada nem ninguém, nem tampouco nenhuma estratégia de batalha espiritual pode contribuir com a libertação do pecador. (João 8:36; Colossenses 1:13)

                  Isto posto, afirmo sem titubeios que Cristo é suficiente e que tentar inserir doutrinas, mandingas, achismos ou percepções espirituais no cotidiano do cristão afirmando ser isso armas de uma batalha espiritual é pecar contra Cristo, bem como as verdades reveladas pelas Escrituras.

                  Pense nisso!

                  17 de junho de 2015

                  Respostas àqueles que pregam o amor e omitem a verdade

                  Por Renato Vargens
                  Ultimamente tenho visto inúmeras manifestações de pastores, bispos e afins, cujo foco é o amor.

                  Nessa perspectiva alguns destes participaram da marcha gay, lavaram os pés de ateus e  religiosos, promoveram abraços coletivos pedindo perdão ao mundo pela ausência de amor e compaixão por parte da igreja evangélica.

                  De fato a Igreja de Cristo foi chamada a amar e não odiar; a acolher e não apedrejar; a perdoar e não ofender, contudo, aqueles que anunciam o amor sem proclamar a verdade do evangelho cometem um grave erro em sua proclamação, até porque, as Boas Novas de Cristo são precedidas pela notícia de que os homens em virtude de seus delitos e pecados estão condenados a morte eterna e que a única maneira de serem salvos, é arrependendo-se de suas transgressões  confessando Cristo como seu único e exclusivo Salvador.

                  Caro leitor, por favor pare e pense, como é possível amar aos perdidos sem lhes pregar a verdade?  JESUS CRISTO, a expressão máxima do AMOR, é, antes de tudo, A VERDADE (João 14:6) e ainda que ele demonstrasse amor e compaixão pelos pecadores, ele jamais lhes deixou de anunciar a verdade.

                  O problema é que num mundo politicamente correto onde o importante é estar bem com todos, alguns pastores tem aberto mão da verdade em detrimento a unidade religiosa. Nessa perspectiva, unem-se  aos homens ministrando-lhes "amor" excluindo destes a verdade inexequível de que fora de Cristo não salvação. (Atos 4:12)

                  Prezado amigo, a história nos mostra que quem sacrifica a verdade em detrimento do amor, comete o pecado do ecumenismo e geralmente o ecumenismo está fundamentado na nefasta doutrina do universalismo. 

                  Para os ecumenistas,  os adeptos das mais diferentes religiões e matizes também poderão experimentar o livramento da condenação eterna, desde que por exemplo, sejam pessoas de bem ou caridosas, até porque, Deus é a personificação do amor e como ser amoroso que é jamais condenará alguém por seus pecados.

                  Sim Deus é amor, no entanto, ele também é justo e governa soberanamente sobre tudo e todos. Nosso Senhor estabeleceu que os homens estão perdidos e que a salvação se dá exclusivamente por Cristo. Se assim não fosse, por que então evangelizarmos? Por que fazermos missões? Por que obedecer as ordens da grande comissão? Ora, por favor, pare e pense comigo se o homem será salvo sem os méritos da cruz, por que razão Deus enviou seu filho para morrer por nós? 

                  Quero ressaltar que acredito que o Senhor nos chamou a amar. Discordar dessa premissa seria loucura. Todavia, isso não significa dizer que devemos omitir a verdade aos que se perdem.

                  Isto posto, amemos, mas, preguemos exclusivamente Cristo, ainda que com isso, não tenhamos a simpatia daqueles que nos ouvem.


                  Nele que é a única e absoluta verdade!

                  Soli Deo Gloria!

                  Renato Vargens

                  Razões porque discordo do lava pés protagonizado @hermesfernandes

                  Antes de qualquer coisa gostaria de ressaltar que este texto não visa atacar o Bispo Hermes Fernandes, o qual respeito. Ressalto também que a proposta deste artigo não é produzir ataques "ad hominem" a quem quer que seja, e sim à luz das Escrituras, manifestar a minha discordância quanto ao lava pés protagonizado pelo bispo da Igreja Reina.

                  Isto posto, penso que Hermes tenha até tido boa intenção em lavar os pés de pessoas de matizes, crenças e percepções diferentes, todavia, isso não o exime de erros crassos como:

                  1-) O lava pés protagonizado por Jesus foi destinado exclusivamente aos seus discípulos. Vale a pena ressaltar que Jesus não lavou os pés dos religiosos da época. Na  noite da última ceia, nosso Senhor não convocou à mesa da comunhão ninguém de toda Israel a não ser é claro, os seus discípulos.

                  2)  O Senhor Jesus ao lavar os pés dos discípulos o fez no intuito de que estes entendessem que entre eles não deveria existir conflitos, brigas ou discussões pela primazia "apostólica." Na última ceia nosso Senhor disse aos seus seguidores    de que assim como ele havia lavado seus  pés, eles deveriam  também lavar os pés uns aos outros. 

                  3-) Se Jesus achasse que a melhor forma de evangelizar e pregar o evangelho era lavar os pés dos pecadores, por que ele não o fez? Ora, como bem disse o pastor Ciro Zibordi, (leiaaqui)  o Senhor Jesus não saiu pelo mundo lavando os pés de todos os tipos de pecadores para demonstrar que os amava. Ele só lavou os pés de pessoas em uma única ocasião (Jo 13.1-15), e foram os pés dos discipulos.

                  4-) Pregar o evangelho é anunciar a verdade que o homem independente da nacionalidade, sexo, cor e raça é pecador, e que em virtude disso está condenado ao inferno, a não que Cristo o salve do engano dando-lhe vida Eterna. Ao lavar os pés de pessoas de fé e percepções diferentes, Hermes, relativizou a mensagem do Evangelho proclamando um cristianismo politicamente correto, bem como desprovido das verdades  como a necessidade do homem arrepender-se de seus pecados.  vale a pena ressaltar que o nosso Senhor não nos ensinou que devemos abrir mão da verdade para pregar uma mensagem suave, que agrade os pecadores. Ao lavar os pés de seus convidados o bispo da Igreja Reina em nome do "amor" omitiu verdades inquestionáveis a fé cristã.  Nosso redentor  foi claro em afirmar que a porta para a salvação é estreita (Mt 7.13,14) e que a salvação só é possível por intermédio dele, o que nos leva ao entendimento que é impossível evangelizar sem que estes pontos sejam proclamados.

                  5-) Ao lavar os pés de seus convidados Hermes promove um ato ecumênico. Ora, bem sei que todas as religiões devem ser respeitadas, não estou com isso fazendo apologia ao desrespeito religioso, todavia, cabe aos cristãos anunciar aos homens o Evangelho como ele é, convidando os pecadores ao arrependimento de seus pecados. Ao lavar os pés de seus convidados sem proclamar Cristo como Salvador, Hermes, fracassa na proclamação do Evangelho.

                  Por fim, rogo ao Senhor que abençoe o irmão Hermes trazendo sobre ele graça e sabedoria.

                  Renato Vargens

                  28 de maio de 2015

                  06 razões básicas porque não acredito no evangelho do entretenimento



                  Uma das ações que tem delineado a agenda da igreja é o pragmatismo. Nessa perspectiva não se faz o que é certo, mas sim o que dá certo. Nesse contexto, em nome da evangelização, parte da Igreja brasileira aderiu ao evangelho do entretenimento cujo objetivo final é a comunicação do evangelho de uma forma leve e descontraída. 

                  Diante disto, alguns pastores tem esbanjado criatividade, criando métodos de evangelismo fundamentados no lazer, na festa e no entretenimento. Para exemplificar isso basta mencionar as boates, as raves, as festas variadas elucubradas por ministros das mais variadas denominações. 

                  Ora, eu bem sei que muitos destes pastores amam a Cristo e a evangelização, contudo, por desconhecerem a sã doutrina, bem como os conceitos elementares a fé cristã, tem propagado um evangelho diferente do ensinado pelas Escrituras. 

                  Isto posto, visando ajudar a estes pastores bem como parte da igreja de Cristo, resolvi elencar neste post seis razões básicas porque não acredito no evangelho do entretenimento:

                  1-) A Palavra de  Deus em nenhum momento nos incentiva a promover entretenimento com vistas a ganhar o perdido. Spurgeon costuma afirmar que “Em nenhuma parte das Escrituras se diz que prover entretenimento às pessoas é uma função da Igreja.”  Ele também afirmou que o diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo."

                  2-) Entretenimento não produz arrependimento. Entretenimento produz diversão.

                  3-) Entretenimento produz emocionalismo. E o fato de uma pessoa se sentir emocionada por uma música, peça, ou dança, não significa dizer que ela teve uma experiência genuína de salvação.

                  4-) Dificilmente através do entretenimento é possível comunicar as verdades essenciais do evangelho. Como falar da depravação total, do pecado original, da vinda de Cristo, da condenação eterna ou salvação pela graça sem a exposição da Palavra de Deus? Acredito que muitos daqueles que frequentam nossas igrejas nunca entenderam o evangelho da Cruz o que justifica em parte uma vida rasa e sem frutos do Espírito.

                  5-) Entretenimento produz ajuntamento em torno de algo e não de Cristo.

                  6-) Entretenimento promove a imagem de um Cristo lúdico, um tipo de profeta   "paz e amor", sem contudo, anunciar a gravidade do pecado.

                  Caro leitor, a melhor maneira de evangelizar é através de relacionamentos pessoais. Isto posto, que tal treinar seus jovens, ensinando-os as Escrituras, capacitando-os a pregar o evangelho em suas faculdades, escolas, trabalho e etc? Tenha certeza que agindo assim, além de Deus ser glorificado, vidas ouvirão a genuína mensagem do evangelho o que resultará na salvação dos perdidos.

                  Pense nisso!

                  Renato Vargens



                  Pense nisso!

                  Renato Vargens

                  20 de abril de 2015

                  O que penso sobre o vídeo contendo uma "maldição" preferida por Agenor Duque

                  Por Renato Vargens


                  Ontem eu fui surpreendido por um vídeo onde um "apóstolo" amaldiçoava em nome de Deus seus desafetos. (veja abaixo) 

                  Pois é, era o que faltava, crentes em Jesus absortos em ódio proferindo pragas evangélicas contra aqueles que deles discordam.

                  Infelizmente não são poucos os líderes que ao se sentirem incomodados com os questionamentos doutrinários amaldiçoam os que lhes questionam. Em nome de Deus, tais pessoas rogam “pragas e desgraças” para aqueles que em algum momento da vida se contrapuseram a seus desejos e vontades. É nesta perspectiva, que tem emergido em nossas comunidades o toma-la-dá-cá evangélico. Basta por exemplo alguém cogitar mudar de igreja que lá vem maldição.

                  Em certas igrejas discordar do ensino do pastor significa "tocar no ungido do Senhor" e quem o faz, comete rebeldia. Aliás, a palavra “rebeldia” tem sido usada para todo aquele que foge dos caprichos fúteis de uma liderança enfatuada. Em tais comunidades, discordar do apóstolo ou profeta quase que implica com que o discordante tenha o seu nome  colocado na “boca gospel do sapo”. Senão bastasse isso os adeptos da maldição, partem do pressuposto que o pastor em nome de Deus tem o poder de amaldiçoar outras pessoas através da oração positiva e determinante. Em outras palavras, os caras ensinam que o pastor pode  rogar ao Senhor da glória o aparecimento de desgraças e frustrações na vida de seus desafetos, determinando assim a desventura alheia. 

                  Caro leitor, isso não é, não foi e nunca será o evangelho de Cristo.

                  À luz das Escrituras  não tenho a menor dúvida em afirmar que comportamentos como estes afrontam os ensinos de Jesus e dos apóstolos. Todavia, a igreja evangélica devido a ignorância bíblica e teológica, dá ouvidos a apedeutas da fé mergulhando assim no buraco da sincretização, deixando pra trás valores, virtudes e princípios onde a afetividade e o amor deveriam ser marcas indeléveis de uma comunidade que conhece a Cristo. 

                  Isto, posto, afirmo sem titubeios que as maldições proferidas pelo pseudo apóstolo  não possuem poder algum sobre os crentes em Jesus. Somos de Deus, pertencemos a Deus, e ninguém, absolutamente ninguém, pode amaldiçoar aqueles que Deus pela sua graça abençoou.

                  Ao contrário dos que se dizem apóstolos, os apóstolos verdadeiros ensinavam o perdão aos adversários. Paulo por exemplo escreveu aos Romanos: "abençoai os que vos perseguem; abençoai, e não amaldiçoeis" (Rm 12:14). Nosso Senhor também ensinou " Eu, porém, vos digo: "Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus."(Mateus 5:44).

                  Bem diferente do que vimos no vídeo abaixo.

                  Pense nisso!

                  Renato Vargens


                  31 de março de 2015

                  A tragédia do voo alemão e uma resposta aos que defendem o teísmo aberto



                  O voo da companhia aérea alemã Germanwings, que caiu nos Alpes franceses vitimando 150 pessoas despertou nos adeptos do teísmo aberto a velha de história de que essa terrível tragédia pegou Deus de "calças arriadas". 

                  Segundo os "Emos" de plantão (clique aqui e entenda o significado de deus emo)  Deus ficou tão transtonado que chorou copiosamente diante tamanha dor. 

                  Pois é, para algumas pessoas   afirmar que Deus é soberano  e que Ele reina sobre céus e terra, controlando onipotentemente todas as coisas, é um verdadeiro assinte.

                  Os adeptos do teísmo aberto, advogam a causa de que Deus  não conhece o futuro completamente, e que pode mudar de idéia conforme as circunstâncias. Os defensores desta sutil heresia baseiam suas crenças  em textos  que descrevem Deus “mudando de opinião”, ou “sendo surpreendido”, ou “parecendo adquirir conhecimento.  Além disso  a chamada teologia relacional considera a concepção tradicional de Deus como inadequada, ultrapassada e insuficiente para explicar a realidade, especialmente acidentes como a do Airbus 320, que fazia a rota entre Barcelona e Düsseldorf.

                  Caro leitor, os defensores do teísmo aberto fabricaram uma teologia do tipo deus fraco(clique aqui e entenda o significado de deus fraco)  acreditam que Deus é sensível e que se comove com os dramas de suas criaturas, sem contudo, ter poder suficiente para intervir nas tragégias que os envolvem . Para piorar a situação, os teístas abertos se contrapoem veeementemente a afirmação bíblica de que Deus é Soberano simplesmente pelo fato de que acreditam que o Criador abriu mão de sua soberania em prol do relacionamento com suas criaturas.

                  Prezado amigo, diante de tamanha aberração, julgo oportuno reproduzir na integra uma bela e precisa  afirmação de Charlles H. Spurgeon sobre a Soberania Divina:

                  “Não existe atributo de Deus que ofereça mais conforto aos seus filhos do que a doutrina da Soberania Divina. Nas circunstâncias mais adversas, nas mais severas inquietações, eles crêem que a Soberania ordenou as suas aflições, acreditam que ela as governa e os santificará completamente. Não existe outra coisa pela qual os filhos de Deus devam mais ardentemente contender do pelo assunto referente ao domínio de seu Mestre sobre toda a criação – a majestade de Deus sobre todas as obras de suas próprias mãos – e pelo assunto referente ao trono de Deus, e ao Seu direito de assentar-se sobre esse trono. Por outro lado, não há doutrina mais odiada pelos mundanos, nem uma verdade com a qual eles mais brincam do que a grande e estupenda, mas todavia mui certa, doutrina da Soberania do infinito Jeová. Os homens permitem que Deus esteja em qualquer lugar, exceto em Seu trono. Permitem que Ele esteja em Sua oficina, moldando os mundos e criando as estrelas. Permitem que Ele esteja em Sua entidade filantrópica para dispensar Suas esmolas e conceder Suas generosidades. Permitem que Ele mantenha firme a terra e sustenha os pilares dela, ou que ilumine as lâmpadas do céu, ou governo as ondas do oceano inquieto; porém, quando Deus ascende ao Seu trono, Suas criaturas então rangem os dentes; e, quando proclamamos um Deus entronizado , e Seus direitos de fazer o que quiser com o que é Seu, de dispor de Suas criaturas como considerar melhor, sem consultá-las a respeito do assunto, então, nesse momento somos vaiados e execrados, e os homens tapam os ouvidos para nós, porque o Deus que está em Seu trono não é o Deus que eles amam. Eles O amam em qualquer lugar, exceto quando Ele se assenta no trono, com Seu cetro em Suas mãos e Sua coroa sobre a cabeça. Mas é um Deus entronizado que amamos pregar. É Deus sobre o Seu trono em quem confiamos. É Deus sobre o Seu trono de quem temos cantado esta manhã; e é Deus sobre o Seu trono de quem falaremos neste discurso. Tratarei somente, contudo, sobre a parte da Soberania de Deus, isto é, a Soberania de Deus na distribuição de Seus dons. Neste respeito creio que, Ele não somente tem o direito de fazer o que Ele quiser com o que é Seu, mas que, na realidade, exerce esse direito.”

                  Como é confortante e explendoroso saber que o Senhor é Soberano e que governa triunfalmente! Que maravilha é saber que o planeta que vivemos está debaixo de seu cetro e de que tudo  aquilo que nele acontece está de acordo com seus decretos eternos. Ora, como já escrevi anteriormente, as tragédias da vida não fogem ao controle e domínio do Criador. Os desastres naturais, não podem em hipótese alguma surpreender ao Todo-Poderoso. Como Senhor, Ele rege os acontecimentos, fazendo dos dramas da existência um profícuoinstrumento de amplificação, cujo propósito é falar ao coração dos homens sobre a brevidade da vida e a sandice de viver sem Cristo.

                  Tenho plena convicção de que o meu Redentor governa sobre tudo e todos. Tragédias acontecem diariamente no mundo e em hipótese alguma podem surpreender ao Senhor. As Escrituras nos revelam um Deus que sustenta e governa o universo SOBERANAMENTE e que nada foge ao seu controle.

                  Renato Vargens

                  26 de março de 2014

                  PASTOR, TENHO MEDO DE TER BLASFEMADO CONTRA O ESPÍRITO SANTO, SE O FIZ PORVENTURA, ESTOU CONDENADO?



                  Antes de responder essa pergunta torna-se necessário que entendamos  à luz das Escrituras o que é "blasfemar contra o Espírito Santo".

                  Primeiramente precisamos entender que blasfêmia é um pecado que só pode ser feito com palavras, isto é, blasfemar contra o Espírito Santo não é cometer um pecado como por exemplo assassinato, adultério ou coisas do tipo.

                  A Blasfêmia relaciona-se a aquilo que falamos, portanto, o que blasfema contra o Espírito Santo, o faz através de expressões verbais. Ora, os fariseus e saduceus eram os que constantemente se mostravam hostis contrapondo-se ao ensinamento de Jesus. Constantemente eles planejaram matar Jesus e estavam sempre o atacando e o acusando de pecados distintos. Certa feita, eles disseram que o Senhor expulsava Satanás pelo poder de Satanás. Ao ouvir isso, nosso Redentor os repreendeu dizendo: “Parem, vocês foram longe demais! A acusação de vocês extrapolou os limites" (paráfrase minha). Diante tamanha sandice Cristo afirmou que qualquer pecado contra o Filho do Homem pode ser perdoado, mas se você blasfemar contra o Espírito Santo (atribuindo a ação do Espírito de Deus  a Satanás, ou igualando-as), você está perdido.

                  Isto posto e esclarecido, deixe-me responder a pergunta:

                  Não. Você não corre o risco de ser condenado, mesmo porque, se você tem a preocupação de ter ofendido o Espirito Santo, isso significa, que você não cometeu tal pecado.  Na minha perspectiva  aquele que possui sinais de arrependimento de seus pecados em seu coração, crendo em Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador,  não pode ter cometido o pecado imperdoável, até porque,  arrependimento, contrissão e confissão são sinais claros de que a pessoa não cometeu esse pecado.

                  É o que penso, é o que digo.

                  Renato Vargens

                  24 de janeiro de 2014

                  A MÚSICA EVANGÉLICA CHEGOU AO FUNDO DO POÇO

                  O vídeo abaixo aponta de forma clara e efetiva de que parte da igreja brasileira está completamente perdida. Os louvores entoados em nossas congregações apontam não somente para o despreparo doutrinário dos pastores como também da incapacidade dos compositores escreverem músicas que glorificam a Deus.
                  Lamentavelmente boa parte das músicas evangélicas tem pecado pela propagação de heresias e mensagens totalmente contrárias aos ensinamentos bíblicos. Infelizmente muitos hinos e cânticos populares têm ensinado aos cristãos valores e conceitos absolutamente antagônicos as Sagradas Escrituras. Na verdade, nosso cancioneiro está cheio de graves erros teológicos como podemos testemunhar no vídeo abaixo. Se não bastasse isso, algumas destas canções fazem apologia a teologia da prosperidade, confissão positiva ou vingança pessoal.
                  Pois é, como já escrevi anteriormente parece que nos últimos anos, a igreja se perdeu no caminho em direção ao trono do Altíssimo, Isto porque, as letras de canções como estas, são empobrecidas teologicamente, simplistas e sem graça. Além disso, ouso afirmar que aos compositores falta oração, busca de Deus, consagração e compromisso com a Palavra.
                  Definitivamente a coisa está feia! Minha oração é que o Senhor nosso Deus nos reconduza a sala do trono e que lá possamos adorá-lo integralmente entendendo assim, que a glória, o louvor, a soberania pertence exclusivamente a Ele.
                  Com lágrimas nos olhos,
                  Renato Vargens

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                  Fonte: Blog do Renato Vargens.

                  17 de janeiro de 2014

                  DEUS AINDA CURA HOJE?


                  a-cura-do-cegoPor Renato Vargens
                  Eu creio que o Deus Eterno continua curando. O Deus revelado pelas Escrituras cura quem ele quer mediante o seu Eterno Poder. Eu creio num Deus poderoso! Eu acredito piamente naquele que sustenta o universo mediante a sua Palavra. Eu creio num Deus de milagres, aliás, eu creio em milagres.
                  Os Puritanos costumavam dizer que que o Senhor possui duas formas distintas de curar o doente, a primeira é intervindo sobrenaturalmente extirpando a enfermidade do moribundo, e a segunda é através da medicina e dos médicos.
                  Caro leitor, as Escrituras afirmam que o Senhor Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e o será sempre. (Hebreus 13:08) Além disso, a Palavra de Deus nos mostra que o Eterno é imutável. (Êxodo 3:14; Tiago 1:17; Malaquias 3:06)
                  Creio com todas as minhas forças que o Senhor cura hoje em resposta às orações de seu povo. Ora, na minha caminhada ministerial posso testemunhar inúmeras experiências onde depois da oração, Deus respondeu curando os enfermos. Eu mesmo já orei por pessoas doentes que ficaram boas, entretanto, sou obrigado a confessar que houveram situações de irmãos queridos que mesmo depois de intensa oração não foram curados de suas enfermidades.
                  Para ilustrar essas afirmações relato dois episódios distintos:
                  O primeiro aconteceu há aproximadamente dois anos quando fui convidado a orar por uma adolescente que em virtude de um câncer no intestino encontrava-se à beira da morte. Lembro que os médicos a haviam desenganado, afirmando que ela não teria mais de uma semana de vida. Recordo-me que depois de expor o evangelho àquela família, bem como anunciar Cristo a jovem, oramos a Deus pedindo que ele a curasse de seu mal. Para nossa alegria, alguns meses depois recebi a noticia que a menina, tinha levantado da cama, engordado 30 quilos e estava completamente curada de sua enfermidade. Aleluia! Coube a Deus pela sua misericórdia salvar aquela moça.
                  Doutra feita, fui convidado a orar por um querido amigo que se encontrava a beira da morte em virtude de um câncer no esôfago. Lembro que juntamente com a Igreja nos humilhamos perante o Senhor rogando que Ele o curasse de sua doença, todavia, coube ao Eterno não responder as nossas orações, levando o meu amigo para a Eternidade.
                  As Escrituras estão repletas de histórias de pessoas que pela graça e bondade de Deus foram curadas de suas enfermidades, como também de outras tantas que não tiveram as suas orações atendidas.
                  Diante disso talvez você esteja dizendo consigo mesmo: o que fazer diante da enfermidade? Devo orar clamando a Deus que cure o enfermo, ou devo me calar, entregando o destino do doente nas mãos do Senhor?
                  Veja bem, o poder de curar não está em nossas mãos, muito pelo contrário, o poder da cura está nas mãos do Poderoso Deus. Isto posto, julgo que o nosso papel é clamar a Deus para que Ele cure os enfermos, que opere milagres e faça com que o sobrenatural se manifeste na vida do moribundo, no entanto, vale a pena ressaltar que o fato de orarmos, não significa dizer que Deus seja obrigado a curar todos aqueles que tem sido alvos da nossa intercessão.
                  As Escrituras nos ensinam que Deus é Soberano e que independente da cura ou não de uma enfermidade Ele continua sendo Deus e portanto deve ser glorificado.
                  Isto posto, oremos com fé, clamemos com intrepidez, mais nos resignemos a vontade de Deus que sempre será boa, perfeita e agradável.
                  Naquele que tem todo poder,
                  Renato Vargens.
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                  Renato é colunista do Púlpito Cristão e escreve em seu blog pessoal. Divulgação: Púlpito Cristão.