28 de setembro de 2016

Acríticos conformados: uma forte tendência na igreja brasileira

Um perigoso bloqueio intelectual está sendo inserido na mente dos cristãos da igreja brasileira. Trata-se de uma onda de conformismo acrítico, ou seja, a aceitação cômoda de não criticar as palavras e atitudes das pessoas no ambiente eclesiástico, impossibilitando o crente de provar pensamentos e atitudes de maneira biblicamente racional.
O apóstolo Paulo adverte que a nossa fé não deve ser irracional: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm 12:1, negrito meu)[1]. O reformador Calvino alertou que “a fé não consiste na ignorância, senão no conhecimento; e este conhecimento há de ser não somente de Deus, senão também de sua divina vontade.”[2] Excluindo o senso racional, o cristão ficará intelectualmente enfraquecido e mais propício a aceitar os enganos dos falsos profetas que Cristo nos alertou: “levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos” (Mt 24:11).
Em primeira análise, percebemos que este bloqueio intelectual é resultante dos famosos terrorismos espirituais, causados por clichês como “não toqueis nos ungidos de Deus” e “não devemos julgar”, que infelizmente são ensinados e defendidos por muitos líderes. Porém, é importante salientar que na verdade trata-se de conceitos teológicos errôneos, dos quais tem como objetivo impossibilitar a pessoa de desenvolver suas faculdades mentais de raciocínio lógico, facilitando o falso líder a ter um controle manipulável dos membros de sua respectiva comunidade.
Aqueles que são resignados a esta condição acrítica, acomodam-se na posição irracional de “crente manipulado”, bloqueando qualquer ação iniciativa e inibindo o desejo de evoluir teologicamente. Ou seja, o crente estará sujeito à restrição de qualquer questão doutrinária e/ou moral, aprisionando sua mente ao ponto de não conseguir discernir mais o certo do errado. Neste caso, as verdades absolutas estão enganosamente contidas nas palavras de seus respectivos líderes e não na Bíblia. Com isso, não há entendimento bíblico correto dos textos sagrados, fazendo com que nos ambientes eclesiais os falsos conceitos ensinados sejam tidos como verdades espirituais absolutas e inquestionáveis.
Para as pessoas nessas condições, uma exortação vinda de alguém sobre o perigo eminente decorrente de algum erro teológico, praticamente não possui efeito, pois a comodidade e a cegueira espiritual é um impedimento para tais pessoas crescerem e se aprofundarem nas verdades bíblicas, bem como desenvolver a verdadeira fé cristã com discernimento e senso crítico. Afinal, a mentira dita várias vezes pelo falso líder torna-se verdade absoluta e a ideia apócrifa do “ungido de Deus incriticável” é facilmente implantada.
Na verdade, seguir este conceito é um tremendo engano, pois a Bíblia mostra exatamente o contrário! Um exemplo claro está em Atos 17:11, onde narra que os crentes de Beréia eram pessoas nobres, porque conferiram nas Escrituras o que ouviram de Paulo, para ver se, de fato, era verdade. Caro leitor, seja sincero! Você tem o costume de conferir na Bíblia tudo o que ouve e vê? Se a resposta for não, você pode estar vivendo algo parecido com o que descrevi acima.
Neste caso, é necessário uma atitude urgente, voltando-se para a Bíblia antes que seja tarde, pois se a mesma é a nossa única regra de fé e conduta, devemos tê-la como bússola para todas as nossas atitudes. Caso contrário, estaremos inconscientemente negando a Bíblia e depositando a nossa esperança em homens. O primeiro passo é desmistificar os dois pontos principais que causam o comodismo acrítico, citados no começo desse artigo.
1 – Não toqueis nos ungidos de Deus!
As passagens bíblicas utilizadas para defender que não devemos “tocar nos ungidos de Deus” são 1Sm 24:6 “E disse [Davi] aos seus homens: o Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele, pois é o ungido do Senhor. Dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas.” e Sl 105:15 “Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas”.
Baseado nesses dois versículos, muitos líderes tendenciosos criaram uma classe especial de crentes que, segundo eles, seriam absolutamente incriticáveis ou inquestionáveis, como se fossem mediadores exclusivos entre o homem e Deus. Isso é um tremendo engano, pois o nosso único mediador é Jesus Cristo (1Tm 2:5).
Biblicamente, ungir significa “derramar óleo sobre”. Na cultura judaica antiga, era a forma de oficializar um ofício de sacerdote, ou de reis, para credenciá-los a serem mediadores entre Deus e a humanidade. Por esta razão, Jesus é chamado de Cristo ou Messias, palavras que significam “ungido”.
Em 1Sm 24:6, Davi está falando exclusivamente de Saul, que era ungido como rei. Em Sl 105:15, o salmista fala dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó. Em ambos os casos, o sentido de “tocar”, segundo o contexto, significa utilizar de violência física, maltratar, estender a mão contra. Em momento algum estas passagens são direcionadas contra questionamentos e/ou críticas. Se fosse assim, invalidaria a repreensão do profeta Natan a Davi (2 Sm 12:1-15), a crítica e repreensão de Paulo para com Pedro em seu erro doutrinário (Gl. 2:11-16) e até mesmo o próprio Jesus em várias críticas e repreensões que o mesmo fez aos fariseus (Mateus 23:23 e Lucas 11:23).
No Novo Testamento, o termo “unção” (grego=chrisma) aparece apenas três vezes, dentro de uma mesma passagem, 1 Jo 2:20 e 27, na qual afirma que todos nós recebemos e temos conhecimento da “unção que vem do Santo“, ou seja, todos nós somos capacitados pelo Espírito Santo (2Co 1:21-22). Em comparação, a palavra “ungido” (grego=Christos) é direcionada exclusivamente para Cristo, nunca para os líderes da igreja, nem mesmo aos apóstolos.[3]
Portanto, não existe qualquer possibilidade exegética que dê margem para aplicar as passagens veterotestamentárias em questão aos líderes da igreja, tornando-os incriticáveis e imunes a repreensões.
2 – Não devemos julgar!
A primeira passagem Bíblica que devemos analisar, talvez seja a mais usada para afirmar que não devemos julgar aqueles que ensinam conceitos contrários as Escrituras. Trata-se de Mateus 7:1 “Não julgueis, para que não sejais julgados.” Pegando este versículo isolado, de fato, a interpretação será absoluta para “não julgar”. Porém, jamais devemos interpretar textos bíblicos de maneira isolada, retirando as passagens de seus respectivos contextos. E o contexto direto da passagem nos diz claramente que Jesus não proibiu o julgamento em si, mas um tipo de julgamento específico. Vejamos: “Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.” (Mt 7:2-5)
No versículo 1, Jesus disse aos judeus que eles não deveriam julgar. Já do versículo 2 em diante, Cristo dá a razão pela qual eles não poderiam julgar: o julgamento hipócrita! Os judeus estavam condenando os pecados dos irmãos, porém eles próprios estavam praticando as mesmas coisas (e até piores). Imagine como exemplo, uma mulher que abortou uma criança criticando um bandido que matou alguém em um assalto! Por fim, no versículo 5, Cristo diz que devemos primeiramente corrigir os nossos próprios pecados, para somente depois ajudar o nosso irmão, corrigindo-o de seu erro.
Outra passagem bastante utilizada pelos líderes manipuladores é Romanos 14:10, onde diz: “Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo“. Da mesma forma que Jesus, Paulo não está condenando o julgamento em si, mas sim um julgamento específico. Segundo o contexto, alguns irmãos recém convertidos eram legalistas, com isto os cristãos mais experientes estavam ficando impacientes. Paulo faz uma exortação para que os mesmos sejam mais tolerantes e não julguem os débeis (fracos) na fé, acolhendo-os com aceitação, pois com o tempo o amadurecimento viria naturalmente. Vale lembrar que, o que estava em questão não eram assuntos que comprometiam a ortodoxia cristã, mas sim pontos secundários da fé. Se fosse algo que comprometesse a fé cristã, Paulo com certeza teria outra atitude (Gl 1:6-7, 3:1-5, Fp 3:2, 18-19).
A Bíblia claramente instrui os cristãos a julgar todas as coisas. Prova disto está em João 7:24: “Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça”. No contexto da passagem, Cristo está confrontando os judeus que questionaram sua doutrina, e tinham-no acusado de ter um diabo (vs 20) e de quebrar o dia do Sábado curando um homem (Jo 5:1-16). A questão colocada por Jesus é o ato de julgar de maneira exterior e superficial, ou seja, sem conhecer realmente os fatos, tornando o julgamento injusto. O ato de julgar “pela reta justiça” tem como premissa a lei de Deus como padrão pelo qual discernimos as coisas, pois a Bíblia é a nossa única regra de fé e prática.
1ª Coríntios 5 também é uma base bíblica importante a respeito do nosso dever de julgar. No versículo 3 Paulo declara, sob a inspiração do Espírito, que ele tinha julgado um membro da igreja em Corinto que estava vivendo no pecado de fornicação. Seu julgamento a tal pessoa foi “seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no Dia do Senhor Jesus”. Já nos versículos 9 a 13, Paulo lembra aos santos do seu dever de julgar as pessoas que estão dentro da igreja, se elas estão ou não obedecendo à lei de Deus. Aqueles que alegam ser cristãos e são membros da igreja, mas que são julgados como sendo desobedientes a qualquer mandamento da lei de Deus (vs 9-10), devem ser excluídos da comunhão da Igreja. Paulo, sob a inspiração do Espírito, diz para a igreja não tolerar pecadores impertinentes.
Outras passagens bíblicas também indicam que é de nossa responsabilidade julgar. Jesus pergunta às pessoas em Lucas 12:57: “E por que não julgais também por vós mesmos o que é justo?”. Paulo orou para que o amor dos crentes em Filipos “aumentasse mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção” (Fl 1:9). Ele disse aos Corintos: “Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo” (1 Co 1:15).
Os cristãos são solicitados a examinar tudo e reter o bem (1 Ts 5:21). Eles também são obrigados a provar se os espíritos são de Deus: “Irmãos, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas tem saído pelo mundo afora” (1 Jo 4:1). Mesmo nas reuniões cristãs eles devem “julgar” o que ouvem: “Tratando-se de profetas, falem apenas dois ou três, e os outros julguem” (1 Co 14:29). Os Crentes de Corinto receberam ordens para julgar imediatamente a imoralidade existente entre os seus membros (1 Co 5:1-8). Mesmo o estrangeiro de passagem não deve ser hospedado se for verificado que não se trata de uma pessoa alicerçada na verdadeira fé ( 2Jo 10,11). Deve ser considerado como anátema (maldição) àqueles que apresentarem algum tipo diferente de evangelho (Gl 1:9).
Portanto, concluímos que biblicamente é dever de todo Cristão Julgar, fazendo juízo através de suas faculdades mentais de raciocínio. Se alguém ensinar algo em desacordo com as Escrituras – mesmo partindo do líder de sua igreja, esta pessoa deve ser confrontada com a Bíblia, obviamente com respeito e submissão. Ninguém, absolutamente, é intocável ou incriticável, pois não há respaldo bíblico para afirmar que exista um nível de “unção especial” que anule o raciocínio para o entendimento de qualquer coisa falada, ensinada e praticada. Tudo deve ser conferido na Bíblia.
Por fim, alerto que este ato de julgar não significa fazer injúrias ou calúnias, com comportamentos de sarcasmo e desprezo sobre a pessoa que está no erro, mas sim deve ser feito com linguagem sadia e irrepreensível, no âmbito teológico e moral (Tito 2:7-8, 1Pe 3:15-16). Se alguém está desviando-se do Evangelho e pregando heresias, a nossa obrigação é alertar, repreender, exortar e conduzir o pecador ao entendimento bíblico (2Tm 4:2-4). Caso a disciplina seja indispensável, a mesma deve ser aplicada com seriedade, amor e tristeza, sempre objetivando o arrependimento, e não a condenação eterna do pecador, algo que cabe exclusivamente a Deus.
Soli Deo Gloria!
NOTAS:
[1] A tradução bíblica utilizada no artigo é a Almeida Revista e Atualizada – SBB.
[2] CALVINO, João. As Institutas Vol. 3. Casa Ed. Presbiteriana. São Paulo, 1985. P. 25.
[3] Concordância Fiel do Novo Testamento Grego-Português, Vol 2. – Editora Fiel
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Colaboradores da Portas Abertas são presos em Laos

Eles estavam transportando hinários tribais no Sudeste Asiático, quando foram detidos pela polícia do Vietnã e enviados para uma prisão em Laos, onde permanecem até hoje


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Recentemente, dois colaboradores da Portas Abertas estavam numa viagem de campo, pelo Sudeste Asiático, quando foram presos por autoridades vietnamitas por transportarem hinários tribais. Os policiais confiscaram a moto de Hian* e Phung* (veículo fornecido pela Portas Abertas) e, em seguida, eles foram enviados do Vietnã para uma prisão no Sul de Laos, onde permanecem presos até hoje.

O ocorrido apresenta graves violações aos direitos humanos e o governo não parece interessado em resolver questões dessa natureza. Sabe-se que a verdade tem sido distorcida pelos veículos de comunicação do país e, de certa forma, controlada e até mesmo silenciada. Laos é o 29º país na atual Classificação da Perseguição Religiosa, onde aqueles que compartilham o evangelho são expulsos de suas aldeias e também ameaçados de serem presos e mortos.

O governo tem pressionado muito a igreja no país, que tem o budismo como religião oficial do Estado. Cristãos que se recusam a participar dos rituais budistas são muito hostilizados pela sociedade e acusados de ameaçar a cultura tradicional. Bíblias e livros cristãos não podem ser publicados. As reuniões não registradas costumam ser invadidas e todos os materiais de evangelização são confiscados. A maioria dos fieis vive em áreas rurais e não possuem acesso à formação bíblica. Mesmo assim, a igreja permanece viva nesse país.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

Pedidos de oração
● Ore pelos irmãos Hian e Phung, por proteção durante o período em que estiverem presos e pela libertação deles o mais breve possível.
● Interceda pela igreja em Laos, peça ao Senhor para sustentar os cristãos perseguidos através do Espírito Santo.
● Ore também pelas autoridades laosianas, de forma que o amor de Jesus possa alcançar seus corações.
VIa: Portas Abertas
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Youtuber cristã relata que já sofreu abuso na infância



Youtuber cristã relata que já sofreu abuso na infânciaYoutuber cristã relata que já sofreu abuso na infância

As redes sociais estão servindo para levantar temas poucos debatidos na grande imprensa e feito com que muitas pessoas tenham força para denunciar problemas como o abuso sexual.
Para falar sobre o tema, a jornalista e youtuber Fabiana Bertotti gravou um vídeo em seu canal do Youtube contando uma conversa que teve com suas amigas de escola.
Uma delas relatou que foi estuprada por um irmão dez anos mais velho. Ela tinha de cinco a seis anos de idade e o irmão, 16 anos. O estupro durou até ela completar 12 anos.
Fabiana Bertotti estudou em um colégio interno e naquela noite 11 meninas conversaram e nove delas relataram que também foram abusadas sexualmente, por parentes ou pessoas próximas da família.
“Qualquer maneira que toquem o seu corpo sem que você tenha pedido ou queira, isso é um abuso. E muitas descobriram naquele momento que o que elas viveram era um abuso”, explicou a jornalista.
Ela também foi uma das meninas que entendeu que tinha sido vítima de um abuso sexual. Foi um vizinho, pai de uma de suas amigas, tentou abusar sexualmente dela.
“Numa das vezes que eu fui na casa dessa menina, o pai dela disse que ela estava dormindo, me puxou pelo braço, pediu para que eu tirasse a roupa e fizesse algumas coisas”, lembra.
O homem chegou a tentar convencê-la, dizendo que uma outra amiga dela já tinha feito aquilo com ele. “Mas eu achei aquilo muito errado”, relembra Fabiana.
“Eu fiquei paralisada”, conta ela que na época tinha apenas 10 anos. “Descobri que muitas crianças ficam paralisadas. Porque é um adulto dizendo pra gente fazer uma coisa que no fundo a gente sente que não é pra fazer, mas que a gente tem que obedecer aos adultos”.
A única reação dela foi pedir socorro à Deus e então uma vizinha bateu na porta. “Então eu sai correndo e sai daquela situação. Felizmente eu tive sorte ou uma providência que me libertou daquele momento”, disse ela que passou a ter medo do vizinho.
Ela guardou aquela história por muitos anos e só quando estava maior teve coragem de dizer para sua mãe o que tinha acontecido.
Os sentimentos que ela passou a ter é semelhante ao de todas as meninas que sofrem abuso: medo e vergonha.
“A criança não tem culpa se um adulto, maníaco, louco, vê nela um objeto sexual”, explica Fabiana. “Ele é que está errado”.
O vídeo serve para mostrar que a culpa não é da vítima e que não há razões para ter vergonha ou medo. “Isso não é culpa sua, uma pessoa muito má fez isso com você”, completa.
Assista:
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Pastor se suicida após enviar fotos íntimas para grupo da igreja no WhatsApp

Um pastor cometeu suicídio ao tornar público, por engano, seu caso de adultério. Ele reuniu algumas fotos íntimas – os populares nudes – e enviou para um grupo de sua igreja, ao invés de selecionar apenas o contato de sua amante no WhatsApp.
O caso foi registrado na cidade de Limpopo, na África do Sul, e segundo as informações iniciais obtidas por portais cristãos internacionais, a amante do pastor seria membro da mesma igreja, a Christ Embassy.
O pastor, identificado apenas como Letsego, suicidou-se através de enforcamento, quando percebeu que as fotos de seus órgãos genitais haviam sido enviadas para os membros da igreja.
Na mensagem que acompanhava as fotos íntimas, o pastor convidou a amante para uma noite juntos: “A esposa está longe, é toda sua essa noite”, disse ele.
O erro, no entanto, só foi percebido após ele apertar o botão de envio. Os membros da igreja receberam as fotos e reagiram com choque e indignação. Diversos deles tentaram ligar para o pastor, que não atendeu aos chamados e, instantes depois, saiu do grupo.
Segundo informações do Live Monitor, o pastor foi encontrado enforcado na casa pastoral: “A conduta do pastor sempre foi motivo de preocupação. Ele sempre era visto na companhia da diaconisa Miriam, e nós suspeitamos que havia mais que a amizade”, disse um dos membros, que preferiu o anonimato.
“Questionado por sua esposa e os fiéis, ele minimizava as alegações dizendo que, como um pastor, era um pai para todos e Miriam era sua filha favorita”, acrescentou o fiel.
Não foram divulgadas informações sobre como a esposa e os filhos do pastor reagiram ao escândalo.
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27 de setembro de 2016

FAMÍLIA "EVANGÉLICA" PRESA POR TRÁFICO DE DROGAS FAZ ORAÇÃO NA DELEGACIA PEDINDO LIBERTAÇÃO.

Sete membros de uma família, que vendia drogas e ameaçava a vizinhança no bairro Novo
 Israel,Zona Norte, foram presos na manhã desta sexta-feira (9) pelo 18º Departamento
Integrado de Polícia  (DIP). A polícia apreendeu cocaína, cerca de meio quilo de maconha
 e uma pistola com seis munições. Os integrantes alegaram inocência e disseram
que moram na casa há cerca de uma  semana.

Denúncias foram formalizadas desde maio relatando ameaças dos suspeitos e a prática
 de tráfico. A justiça concedeu mandado de prisão da família em junho e, desde então,
 a polícia passou a monitorar a residência.

"Quando nos certificamos que eles estavam com certa quantia de drogas e munição,
cumprimos o mandado de prisão", explicou o delegado Jone Clei Rodrigues.
Meio quilo de maconha tipo skunk, 190 trouxinhas de cocaína, duas balanças de
precisão, uma pistola e munições foram  apreendidos,além de aparelhos eletrônicos
 diversos. Um celular com conversas sobre  venda de drogas também foi apreendido.
Foram detidos Antônio  Lucivaldo Soares Picanço, 53 anos, pai dos presos  Ailson
Sarmento Picanço, 22; Aderson Sarmento Picanço; 26 e Adilson Sarmento Picanço,
24.
As mulheres dos rapazes também  foram para a delegacia: Maria da Silva Ferreira,
19; Katiusia Batista de  Souza, 22 e Karen Elis  Pereira dos Santos, 20. Houve resistência
de todos para  serem conduzidos  até a delegacia, segundo o delegado. Alguns
tentaram fugir. Todos os suspeitos negaram ser donos dos objetos e que
comercializavam entorpecentes, mas  a polícia nega a versão. Segundo o delegado Jone
 Clei, um membro da família chegou a ser morto por conflitos envolvendo tráfico.

Ailson Sarmento, que chorou na delegacia, alegou inocência. "Essas drogas estavam
dentro  da casa. Somos inocentes. Estávamos há uma semana de aluguel
na residência.  Essa casa pertence ao  traficante. Tudo isso vai cair por terra",
 se defendeu. Estando na delegacia, na hora do "pega pra capar", a família se reuniu e
juntos fizeram uma oração pedindo libertação, veja no vídeo


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26 de setembro de 2016

Cristãos são crucificados, queimados e esmagados na Coreia do Norte


Cristãos são crucificados, queimados e esmagados na Coreia do Norte

Os cristãos na Coreia do Norte enfrentam estupros, torturas, escravidão e são mortos simplesmente por causa da sua fé, comprova um novo e contundente relatório da Christian Solidarity Worldwide (CSW).
A CSW, ONG inglesa que luta pela liberdade publicou este mês o relatório “Total Negação: Violações de Liberdade de Religião ou Crença na Coreia do Norte”, que mostra como não existe liberdade de religião ou crença no país liderado pelo ditador Kim Jong-Un.
“As crenças religiosas são vistas como uma ameaça à fidelidade exigida pelo Líder Supremo, então qualquer pessoa que mantenha a fé acaba sendo severamente perseguida”, afirma o documento. “Os cristãos sofrem de modo significativo por que o partido comunista que lidera o país os rotula como antirrevolucionários e imperialistas.”
Entre os casos documentados de violência contra os cristãos há casos de pessoas “colocadas em uma cruz com uma fogueira embaixo, esmagados por um rolo compressor, jogados de cima de pontes e pisoteados até a morte”.
Outros crimes bárbaros incluem “execuções sem julgamento, extermínio, escravidão/trabalho forçado, transferência forçada de população, prisões arbitrárias, torturas, perseguição, sequestros, estupro e violência sexual, entre outros atos similares”.
Existe uma política de “culpa por associação”, em muitos casos, fazendo com que os parentes dos cristãos também sejam presos, mesmo que não professem a fé cristã, ressalta o relatório.
Embora oficialmente sejam conhecidos apenas 13.000 cristãos na Coreia do Norte, acredita-se que o número real seja muito maior. Existem 121 locais de culto religioso na Coreia do Norte, afirma o Centro de Dados dobre Direitos Humanos da Coreia do Norte, incluindo 64 templos budistas, 52 templos Cheondoista, três igrejas protestantes, uma catedral católica e uma igreja ortodoxa russa.
As cinco igrejas ficam na capital, Pyongyang, no entanto, analistas acreditam que elas servem apenas para tentar mostrar uma boa imagem da Coreia do Norte diante da comunidade internacional, pois não há cultos.
Segundo informações de missões, existem 500 igrejas domésticas na Coreia do Norte, formadas principalmente por pessoas cujas famílias eram cristãos antes de 1950 – início da Guerra da Coreia que dividiu o país. No entanto, eles não poderão estabelecer líderes nem usar materiais religiosos.
O ministério Cornerstone International, que trabalha com os cristãos naquela região, estima que existam entre 200 e 300 mil cristãos norte-coreanos vivendo no país, que não são reconhecidos pelo governo, a verdadeira igreja subterrânea.
Eles são obrigados a praticar sua fé em segredo, pois se forem pegos, serão enviados para campos de trabalhos forçados, bastante conhecidos pela população. Um homem que conseguiu fugir de um deles explicou à CSW que conheceu um prisioneiro que foi enviado para o campo simplesmente porque tinha passado um mês na China estudando a Bíblia.

Templos abertos, mas vazios

Os cristãos não são o único grupo religioso a sofrer sob o regime comunista. Budistas e Cheonistas [crença tradicional coreana] também são tratados como inimigos da revolução, embora a CSW acredite que “o regime pode ter um maior grau de tolerância com as crenças consideradas nativas da Ásia ou da península coreana”. Um dos principais argumentos contra as igrejas é que elas fariam parte de uma tentativa de dominação estrangeira.
Segundo o extenso relatório do CSW, os templos abertos parecem mais com museus que com   prédios de atividades religiosas. “Estas instalações, organizações e instituições permanecem abertas para mostrar a existência de pluralismo religioso e aceitação, mas a realidade é outra”, sublinha o material.
A CSW pede que a comunidade internacional apoie o encaminhamento da Coreia do Norte para o Tribunal Penal Internacional, onde será investigada todas as suas violações de direitos humanos.
Sua petição diz que “Muitos norte-coreanos estão sofrendo por causa de sua fé, e a comunidade internacional precisa agir urgentemente para acabar com a impunidade e garantir a prestação de contas… Todo esforço deve ser feito para buscar a responsabilização e justiça para o povo da Coreia do Norte, que sofre abusos dos direitos humanos em uma escala sem paralelo no mundo moderno”.Com informações de Christian Today
Via: GospelPrime
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Como Manter a Igreja Viva

image from google

Uma das passagens mais dramáticas da Bíblia é Isaías 1:10-20, em que o profeta repreende a Igreja do A. T., chamando seus líderes de príncipes de Sodoma e Gomorra, cidades famosas pela iniquidade. O povo de Deus havia se corrompido ao ponto de Deus não mais ter prazer em receber o culto dele.

Infelizmente, esse quadro de decadência da Igreja de Deus neste mundo se repetiu por muitas vezes. O povo de Deus esfria em sua fé, endurece o coração, persevera no pecado e serve de péssimo testemunho ao mundo. Devemos evitar que a decadência espiritual entre em nossa vida. Existem quatro coisas que podemos fazer para evitar o declínio espiritual da Igreja, com a graça de Deus:

(1) Tratar o pecado com seriedade. Nada arruína mais depressa a vida espiritual de uma comunidade do que permitir que os pecados dos seus membros permaneçam sem ser tratados como deveriam. Lemos na Bíblia que, quando Acã desobedeceu a Deus, toda a comunidade sofreu as consequências. Nossos pecados ocultos, escondidos, não confessados e arrependidos constituem-se num tropeço espiritual que entristece o Espírito de Deus, e acaba se espalhando pela Igreja e envenenando os bons costumes e a fé.

(2) Zelar pela sã doutrina. A verdade salva e edifica a Igreja, mas a mentira é a sua ruína. O erro religioso envenena as almas e desvia o povo dos retos caminhos de Deus. O Senhor Jesus criticou severamente a Igreja de Pérgamo por ser tolerante para com os falsos mestres que a infestavam com falsos ensinos (Ap 2.14-15). Da mesma forma, repreendeu a Igreja de Tiatira por tolerar uma mulher chamada Jezabel, que se chamava profetiza, e que ensinava os membros da Igreja a praticarem a imoralidade (Ap 2:20). Devemos ser pacientes e tolerantes, mas nunca ao preço de comprometermos o ensino claro do Evangelho.

(3) Andar perto do Senhor da Igreja. É Deus quem nos mantém firmes e puros. A Bíblia diz que, se nós nos achegarmos a Deus, ele se achegará a nós. A Bíblia também nos ensina que Deus estabeleceu os meios pelos quais podemos estar em contínua comunhão com Ele. Estes meios são: os cultos públicos, as orações e devoções em particular, a leitura e a meditação nas Escrituras, a participação regular na Ceia do Senhor. Cristãos que deixam de usar estes meios acabam por decair espiritualmente. A negligência destes meios de graça abre a porta para a acelerada decadência espiritual e moral de uma Igreja.

(4) Estar aberta para reformar-se. A Igreja deve sempre estar aberta para ser corrigida por Deus, arrepender-se de seus pecados e reformar-se em conformidade com o ensino das Escrituras. Nas cartas que mandou às igrejas da Ásia Menor através de João, Jesus determinou às que estavam erradas a que se arrependessem (Ap 2.5,16,21; 3.3,19). Elas precisavam ser reformadas e mudar o que estava errado. Estas medidas devem também ser aplicadas a nós, individualmente. Deveríamos procurar evitar a decadência espiritual da nossa prática religiosa, mantendo a chama da fé pela frequência regular aos cultos, pela leitura diária da Bíblia, por uma vida de oração e comunhão.

Queira nosso Deus dar-nos vigor para mantermo-nos e à nossa igreja sempre vivos espiritualmente.

***
Autor: Rev. Augustus Nicodemus Lopes
Fonte: Boletim Informativo PIPG - Ano XX - Nº 39
Via: Bereianos 
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Pastora anuncia ter descoberto que o fim do mundo acontece em 2017; Veja a teoria

 
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O fim do mundo é um dos assuntos que mais geram especulações e constrangimentos para certos líderes religiosos que resolvem apostar na previsão de uma data exata. O caso mais recente é o da pastora Donna Larson, que garante que o fim está próximo e acontece ano que vem.
Segundo Donna, chegar à conclusão de que 2017 marcará o fim do mundo como conhecemos é muito simples, apesar de não poder afirmar com certeza a data do evento.
De acordo com informações do tabloide Sun, Donna interpreta as passagens bíblicas sob a influência de uma linha sincrética com o judaísmo, que afirma que que os homens dominariam o planeta Terra por seis mil anos. Em seus cálculos, Adão teria sido criado por Deus no ano 3983 antes de Cristo (a.C.), e como estamos às vésperas do ano 2017 depois de Cristo (d.C.), o fim do mundo é logo ali.
Uma coincidência, segundo ela, estaria no fato de que no próximo ano se comemora os 70 anos da fundação de Israel e 50 anos da unificação de Jerusalém: “Todos esses números têm um significado bíblico: 50 é o número da unificação entre a Páscoa Judaica e o Pentecostes e 70 é o número da execução, segundo o livro de Daniel, capítulo 9”, afirmou Donna.
Sem saber afirmar a data exata, Donna afirma que existem duas correntes principais: uma aponta o dia 21 de agosto, quando haverá um eclipse solar; outra aposta em 23 de setembro, dia que será marcado por um alinhamento de planetas e estrelas.
“Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos no céu, nem o Filho, senão somente o Pai. Fiquem atentos! Vigiem! Vocês não sabem quando virá esse tempo” -Marcos 13:32,33.

Negócios

O medo de catástrofes naturais, profecias apocalípticas e mesmo guerras mundiais tem levado muitos a procurarem alternativas que os protejam de uma possível hecatombe.
Cientes disso, algumas empresas desenvolveram produtos voltado ao público mais “prevenido”, por assim dizer, como abrigos para a sobrevivência em situações extremas. Um exemplo é a empresa norte-americana Atlas, que oferece diversos modelos de bunkerspara famílias de vários tamanhos e finalidades diferentes, como tornados e mesmo guerras.
A um preço que varia entre US$ 18 e 78 mil, a oferta já tem despertado grande interesse por oferecer diversas utilizações e configurações, da mais simples à mais luxuosa. Alguns chegam a conter banheira de hidromassagem, móveis de última linha, detectores de radioatividade e baterias solares
Via: Gospel+
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23 de setembro de 2016

Pai de santo apoia Crivella e desagrada entidades afro-brasileiras

Pai de santo apoia Crivella e desagrada entidades afro-brasileiras
Uma imagem do candidato à prefeitura do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (PRB) ao lado de um pai de santo durante passeata política, no início de setembro, gerou protestos de entidades religiosas.
Em nota oficial, 13 organizações que defendem e estudam religiões de matriz africana repudiaram o apoio de pais de santo à campanha do bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus. Assinada por pessoas de vários estados, como Maranhão, Acre e Rio, dizem lamentar “a postura do religioso, que resolveu postar-se ao lado do seu algoz”. Também o acusam de “equívoco e má-fé”.
Marcos Rezende, coordenador nacional do Coletivo de Entidades Negras, um dos autores da nota, asseverou: “Quando um pai de santo se junta com fundamentalistas acendemos nosso sinal de alerta. As crenças do bispo e a forma como a Universal se porta vão na contramão das religiões de matriz africana”.
Dentro do “vale tudo” eleitoral, o “Mídia Ninja”, perfil de Facebook que diz fazer jornalismo “independente”, publicou recentemente um antigo vídeo de Crivella dizendo que “os negros gostam de cachaça, prostituição e macumba”.
Contudo, a edição grosseira, que tirava a frase de seu contexto foi condenada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio. Para a justiça, o propósito era prejudicar o candidato. O perfil precisou apagar o vídeo e depois admitiu o erro.
Tentando se desvincular de “candidato da Universal”, igreja fundada por seu tio Edir Macedo, Crivella tem se aproximado de babalorixás e umbandistas. Durante passeata na região de Madureira, caminhou ao lado do pai de santo Douglas de Iansã.
Em um vídeo postado no Facebook semana passada, um jovem identificado como Vinícius Oliveira, declarou: “Sou umbandista, mas a fé é uma coisa e a política é outra”. Afirmou que vota em Crivella.

Compromisso com a liberdade religiosa

No próximo domingo, os candidatos a prefeito do Rio serão convidados a assinar um documento onde se comprometem a garantir a liberdade religiosa na cidade. O encontro acontecerá antes da marcha pela liberdade religiosa na praia.
O babalaô Ivanir dos Santos, da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, já provocou Crivella. “Falar é fácil, vamos ver se o candidato vai assinar a carta-compromisso no domingo”. Também questiona o apoio do pai de santo que declarou apoio a Crivella: “Não conheço esse sacerdote. Só posso falar que é estranho ele não ser conhecido por ninguém no nosso meio. Também causa espanto ele estar sempre sozinho, sem os filhos de santo”. Com informações de Extra
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Justiça Federal ordena que Valdemiro Santiago e sua esposa devolvam passaporte diplomático


O líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago, deverá devolver o passaporte diplomático ao Ministério das Relações Exteriores em até 10 dias, a contar da última terça-feira, 20 de setembro. A decisão foi tomada pela Justiça Federal em São Paulo em uma ação popular movida pelo advogado Ricardo Amin Abrahão Nacle.
O passaporte diplomático que era usado pelo autointitulado “apóstolo” foi concedido pelo ex-ministro Antonio Patriota, durante o governo Dilma Rousseff (PT). A ordem de devolução do documento – que prevê certos privilégios em aeroportos de países com quem o Brasil mantém relações diplomáticas – foi dada pelo juiz Hong Kou Ren, da 24ª Vara Federal Cível de São Paulo.
Kou Ren entendeu que “o ministro das Relações Exteriores não apresentou a necessária justificativa, vinculada ao atendimento do interesse do País, quando da expedição da portaria”, segundo informações do jornalista Fausto Macedo, do Estadão. A decisão alcança também o passaporte concedido à mulher de Santiago, Franciléia de Castro Gomes de Oliveira.
“A defesa do ‘interesse do País’ é uma das justificativas previstas na lei para a concessão dos passaportes diplomáticos, que, na prática, permite aos seus beneficiários entrarem e saírem de alguns países com relação diplomática com o Brasil sem a necessidade de visto ou qualquer outra burocracia”, contextualizou Macedo.

Não às regalias

Essa decisão contra Valdemiro Santiago e sua esposa é a segunda que atinge um líder evangélico apenas esse ano. O primeiro foi o missionário R. R. Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus, após o juiz Tiago Bologna Dias, da 7ª Vara Cível, ordenar a devolução do passaporte diplomático, apenas um mês após a renovação do documento.
Outro que enfrenta uma ação popular para seu recém-concedido passaporte diplomático é o pastor Samuel Ferreira, líder da Assembleia de Deus no Brás, em São Paulo, ligada ao Ministério de Madureira. Nesse caso, inicialmente a Justiça Federal negou a liminar e o caso agora tramita no Tribunal Regional Federal da 3ª Região.
Samuel Ferreira é investigado na Operação Lava-Jato por suspeita de lavagem de dinheiro de propina para o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), através de doações feitas a uma das congregações do Ministério de Madureira em Campinas (SP).
Via:GospelMais
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22 de setembro de 2016

Pastor Mario denuncia abuso sexual e homossexualismo do Ap. Fernando Luiz Pinto

O líder da Igreja Pentecostal Shallom em Portugal, Apóstolo Fernando Luiz Pinto, é o vilão em uma história de abuso sexual e homossexual, denunciada por ex-membros do seu ministério.
Fernando é um dos grandes nomes do evangelho na Europa, conhecido e respeitado por todos, inclusive por pastores e cantores brasileiros, que frequentemente são convidados para eventos e congressos, e até pequenas turnês orquestradas pelo apostolo.
As denuncias de que ele seria homossexual, ou até mesmo de que ele teria tentado abusar de outros homens são antigas, porém, desde o inicio desse mês, alguns depoimentos começaram a ser publicados em vídeos no Youtube. Alguns homens que passaram pela liderança do apostolo, começaram a relatar que já foram vítimas dele.
Um dos exemplos, é o pastor Mario, que foi braço direito do apostolo Fernando Luiz Pinto por muitos anos. Em seu depoimento de quase 30 minutos, ele conta detalhadamente como tudo aconteceu.


Assista o depoimento na integra:






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Pastor da Igreja Universal é filmado pedindo votos para bispo candidato a vereador; Assista


A cidade de Campinas (SP) vem ocupando espaço na mídia pelos flagrantes, em vídeo, de líderes evangélicos pedindo votos de maneira explícita durante cultos nos templos. O caso mais recente envolveu um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus.

O vídeo, obtido pelo jornal Correio, mostra um pastor pedindo votos para o bispo Fernando Mendes (PRB), candidato a vereador na cidade do interior paulista, nos momentos finais de uma reunião.

O pastor exalta o bispo dizendo que ele é “homem de uma mulher só” e os orienta a pegar os panfletos que serão distribuídos na entrada da igreja e repassar a amigos, vizinhos e familiares.

“Você sabe o que o gabinete dele vai ser? Não? Pelo menos você sabe que ele nunca entrou. Pelo menos você sabe que ele é marido de uma mulher só e pai de dois filhos. Pelo menos você sabe que ele tem temor e professa luta. Então quando alguém disser para você: ‘ah, mas quem garante?’ Senhora, ninguém tem estrela na testa”, disse o pastor.

Ao final, a orientação sobre como os fiéis devem agir: “Você pega o panfletinho, pega dois, pega três e fala assim: ‘eu vou levar’. Chama lá, convida, fala, transmite o que a gente está passando para você, que Deus vai colocar ele lá e vai cuidar da gente, vai cobrar da obra de Deus. Amém?”.

O jornal conversou com um dos frequentadores da Universal sob condição de anonimato por temer vingança, e ouviu o relato de que a propaganda política na denominação é feita de maneira sistemática, não apenas com pedidos de votos, mas com a manipulação da pregação, usando textos bíblicos que façam referência ao número usado pelo candidato e também com a imagem de Fernando Mendes nos telões da igreja. “Toda vez é desta forma”, disse o frequentador.

A Igreja Universal se posicionou em nota e afirmou que orienta todos os seus sacerdotes a obedecerem de forma rigorosa a legislação, e que desconhece a ocorrência dos fatos relatados: “A igreja apurará se tal episódio realmente aconteceu como descrito”, resumiu.
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