20 de fevereiro de 2017

Smilinguido: agenda do personagem infantil causa polêmica por abordar temas sexuais


O Smilinguido é um dos personagens infantis voltados ao público gospel mais conhecidos no Brasil. Há décadas, cartões, camisetas, livros e outros produtos são distribuídos em lojas voltadas ao público cristão. No entanto, uma agenda de 2017 vem causando polêmica nas redes sociais por causa da abordagem de temas ligados ao sexo.
Apesar de ser uma marca identificada com o público infantil – e de manter uma linha visual que continua atraindo a atenção de crianças – o Smilinguido não é mais exclusivo para crianças. Uma série de produtos é voltado, agora, ao público feminino adulto. E dessa abordagem não tão clara surgiu uma grande confusão.
A referência a questões sexuais em frases no rodapé da agenda e os devocionais sem a referência exata à Bíblia Sagrada foi motivo de protesto por parte de uma consumidora da marca, em sua página no Facebook.
“Amigos, não comprem para suas crianças a agenda 2017 do Smilingüido. Minha sobrinha ganhou uma de presente e tem um mês apenas sobre sexualidade. Não é agenda infantil, apesar do desenho ser ultra infantil. Fora isso, o devocional veio cheio de erros indicando capítulos e versículos que não existem”, protestou Leiliane Lopes.

Nos comentários, a reação à queixa de Leiliane foi de indignação. “Fundo do poço”, disse um dos internautas. “Que absurdo”, comentou outro. Em meio às reações de quem viu a publicação, houve quem ponderasse sobre os motivos da abordagem do tema: “As mensagens são totalmente necessárias. O erro está apenas na falta de uma indicação de faixa etária”.
Esse raciocínio foi confirmado por Leiliane: “Por isso falei para não comprarem para crianças… a menos que os pais estejam dispostos a responder as perguntas que minha sobrinha me fez… inclusive o que é Eros”, comentou. “Gente… faltou versículos tbm. A intenção foi boa, mas isso deve ser corrigido!”, respondeu uma das pessoas que interagiu na publicação.

Outro lado

Gospel+ procurou a assessoria de imprensa da Editora Luz e Vida para obter um posicionamento a respeito da polêmica. Em contato telefônico não foi possível esclarecer a questão. Dias depois, por e-mail, o superintendente da empresa, Samuel Eberle dos Santos, respondeu as perguntas, esclarecendo que o produto em questão é voltado ao público feminino adulto.
Questionado se houve preocupação com o efeito que a abordagem de questões sexuais no produto teria sobre crianças que tivessem contato com a agenda, Santos argumentou que a proposta é de alcançar clientes que cresceram com o Smilinguido e hoje seguem fiéis à marca.
“O portfolio de produtos do Smilinguido é constituido de mais de oitocentos itens tendo produtos destinados as crianças, a universitários e para o publico adulto, sobretudo o público feminino. O Smilinguido é um personagem evangélico que tem trinta e sete anos de existência. Muitos adultos e jovens que foram influenciados pelas mensagens do personagem enquanto crianças continuam adquirindo produtos com o personagem e assim demandando produções específicas. No caso da Agenda em particular, o conteúdo é direcionado para juniores adolescentes e adultos, não para crianças. Não foi abordado assuntos sexuais com crianças e também o público que adquire esse produto (agendas) não é propriamente crianças”, disse.
Sobre a alegação de que há, na agenda, devocionais sem referências bíblicas corretas, Santos foi incisivo: “Não confirmamos. São quase duzentos versiculos biblicos, se algum estiver com o endereço errado foi um lapso de revisão”, argumentou.
Diante do fato de que crianças acabam atraídas pelos produtos Smilinguido, mesmo quando são voltados a um público de maior idade, Santos foi questionado se há preocupação da parte da editora em transmitir alguma mensagem preventiva em relação à identidade de gênero, tema caro à maioria dos cristãos no país. A resposta foi ampla.
“No caso da agenda do Smilinguido 2017 o tema não é sexualidade, é Amor. As páginas lidas fora do contexto, podem denotar essa idéia, mas dentro do contexto está claro que a abordagem é sobre o amor, sendo a sexualidade uma das dimensões do amor”, pontuou o superintendente da Luz e Vida.
“Em outras edições da Agenda do Smi, inclusive por orientação de pedagogas cristãs, publicamos um Calendário Menstrual (já que o publico predominante era de adolescentes femininos), alguns pais reclamaram, nós eliminamos, mas continuamos recebendo pedidos para que volte a ser publicado, pois há um aspecto didático nessa publicação. Não estamos convencidos de que devemos publica-lo novamente exatamente por ser polêmico”, acrescentou Santos.
Ainda sobre a mesma questão, o superintendente levantou questões que tornam o tema ainda mais complexo: “A Bíblia não omite o amor e o sexo. Está claro em alguns episódios: o adultério de Davi; A Mulher adultera… o próprio livro de Cantares de Salomão; só para citar alguns, mas há outros talvez mais agudos como Incesto, o caso de Onã (Gn38.8), etc… se uma pessoa de doze anos está apta a fazer sua profissão de fé e receber o batismo, deve estar apta para ler a Bíblia toda; ou deveremos priva-la da leitura da Bíblia? Ou fazer uma edição censurada da Bíblia? Veja é um assunto muito delicado”, afirmou.
No entanto, nesse ponto, Santos não fez considerações sobre o fato de que, na cultura evangélica brasileira, a maioria das igrejas promove grupos de estudos da Bíblia para adolescentes com temas apropriados à idade, geralmente baseados na mensagem do Novo Testamento.
A proposta da editora, segundo frisou Santos, é abordar questões relevantes de uma forma que não promova conflitos com o método de educação escolhido por cada família e respeitando os princípios bíblicos.
“Nós, da Luz e Vida respeitamos a orientação que cada família tem para seus filhos, por isso não queremos que nossas publicações sejam polêmicas. Sexo e sexualidade são temas de difícil abordagem. Infelizmente fomos infelizes ao publicar em algumas páginas, textos, inclusive bíblicos, que fora do contexto pudessem ofender alguns. Já nos retratamos com a pessoa e assumimos o compromisso de cuidar ainda mais com o conteúdo de nossos produtos. Não somos favorável a polêmicas, somos a favor da unidade”, destacou.
Sobre a indicação de faixa etária – questionada pelos clientes da empresa na rede social -, Santos disse que “não há no mercado alguma agenda com indicação de faixa etária”, novamente desconsiderando a peculiaridade do produto em questão, que permanece associado às crianças.
Santos concluiu os esclarecimentos sobre o assunto reiterando que a Editora Luz e Vida tem como missão “aproximar as pessoas a Deus”, e que isso faz parte dos valores de “fidelidade aos princípios cristãos; honestidade, simplicidade, respeito ao cliente interno e externo”.
Via: Gospel Mais
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ONDA DURA: CONHEÇA A IGREJA DE JARAGUÁ QUE NÃO PARECE IGREJA

Quem vê a cabeça raspada, os alargadores nas orelhas e as tatuagens que cobrem o corpo de Filipe Falcão, o Lipão, não imagina que ele seja o pastor presidente de uma igreja que já atraiu mais de três mil jovens em cerca de 12 cidades do país. A Onda Dura, ou apenas a Onda, é uma igreja que, mesmo não querendo ser igreja, busca a evangelização da juventude brasileira.
Fundada por Lipão há pouco mais de uma década em Joinville, a Onda Dura surpreende pela quebra de alguns paradigmas religiosos e pela conexão com o jovem da atualidade.
A presença de tatuagens, alargadores, piercings e cabelos coloridos são apenas algumas das inovações que diferenciam os encontros da Onda de outros cultos de igrejas evangélicas.
    Visual descolado e ideias progressistas diferenciam Lipão dos pastores tradicionais
Visual descolado e ideias progressistas diferenciam Lipão dos pastores tradicionais
A Onda Dura nasceu como um braço da Comunidade Cristã Siloé, igreja evangélica pentecostal de Joinville fundada por Evaldo Duque Estrada, pai de Lipão.
Mesmo seguindo os passos do pai, Filipe decidiu que seria o pastor e líder espiritual de um público diferente das igrejas tradicionais: a Onda é composta majoritariamente por jovens na faixa dos 20 anos.
Focada na Geração Y, aquela que nasceu entre as décadas de 1980 e 1990, a igreja trata com certa naturalidade temas considerados tabus em outras organizações religiosas.
A Onda Dura em Jaraguá do Sul
Depois de muitas viagens para apreciar os encontros da Onda Dura em Joinville, o pastor Tom Joner, ao lado de outros amigos, decidiu que era hora de Jaraguá do Sul ganhar uma unidade da igreja. Há pouco mais de 5 anos, a Onda Dura chegou no município com o sonho de crescer.
Os pequenos encontros no apartamento dos pais de Tom se transformaram em grandes celebrações que hoje reúnem, em média, 250 pessoas. “Antes, nossos encontros aconteciam na sala dos meus pais, depois em galpões, mas eles também já não comportavam mais o número de membros”, conta o pastor Tom Joner.
Pastor Tom Joner participou da fundação da Onda Dura em Jaraguá
Pastor Tom Joner participou da fundação da Onda Dura em Jaraguá
Recentemente, a Onda encontrou o lugar ideal para realizar as celebrações dominicais conhecidas como “Somma”: uma balada. A escolha pode causar estranhamento, mas segundo o pastor, o local tem tudo que a igreja precisa.
“A balada tem estrutura de som, iluminação, possui palco e ar-condicionado”, explica. “Tudo isso para que a gente possa receber o pessoal bem e para que todos fiquem confortáveis enquanto escutam a palavra”, completa Tom.
Porém, o pastor da Onda de Jaraguá não esconde a vontade de conquistar um endereço próprio para a igreja. “Seria muito bom para que outros serviços como o atendimento pastoral e aconselhamento de casais pudessem acontecer com mais facilidade”, comenta.
O encontro que acontece todos os domingos tem o nome de “Somma”, pois representa a união de todos os pequenos grupos, os GPs, formados pelos integrantes da igreja.
Os GPs são grupos de 7 a 14 pessoas que se encontram durante a semana para sair, jantar e praticar atividades coletivas. “Este é o momento de integração da Onda, onde as pessoas se conhecem melhor e convivem verdadeiramente umas com as outras”, afirma Tom.
O "Soma" é o grande encontro dos GPs da Onda Dura
O “Somma” é o grande encontro dos GPs da Onda Dura
Segundo Tom, o principal desafio como pastor é conversar de igual para igualcom uma juventude que está o tempo todo conectada e tem acesso a muita informação. “Os jovens veem e leem muita coisa que às vezes pode distorcer o que se vive dentro da Onda”, comenta.
Para ele, casos de corrupção associados à outras igrejas acabam afastando muitas pessoas. “O que queremos mostrar é que a vida na igreja pode ser repleta de liberdade”, garante.
O pastor garante que os interessados em acompanhar um dos encontros do “Somma” podem se sentir à vontade para participar.
“Costumo dizer que a nossa igreja é cheia não porque tem a porta larga, mas sim porque ela está sempre aberta”, brinca.
Quem surfa nessa onda?
Gabriela Perico estava desanimada com a vida religiosa quando encontrou a Onda Dura. Ela andava insatisfeita com a maneira como sua crença havia se tornado uma rotina. “Para mim, tudo parecia muito superficial, cheguei a ficar seis meses sem frequentar nenhuma igreja”, conta.
Na Onda Dura, Gabriela aprendeu a se envolver mais profundamente com as questões religiosas. “A Onda se trata de relacionamento, tanto com Cristo quanto com as outras pessoas”, explica.
Hoje, ela é líder de um dos GPs da Onda de Jaraguá do Sul. “Meu grupo se encontra sempre no fim de tarde do sábado”, afirma. “Saímos para conversar ou tomar um sorvete. Estamos sempre fazendo algo diferente”, completa.
Gabriela acredita que a pegada jovem da Onda Dura é necessária para alcançar mais pessoas. “Não adianta a gente ser tradicional se o restante das pessoas não é”, explica. “Na Onda, nós nos ajudamos, nos aconselhamos e cuidamos uns dos outros”.
Gabriela (ao centro) durante um dos encontros da Onda em Jaraguá do Sul
Gabriela (ao centro) durante um dos encontros da Onda em Jaraguá do Sul
Para a Andressa Sett, a Onda Dura também representou uma mudança na maneira de enxergar a religiosidade. “Eu já não frequentava mais a igreja na qual fui criada porque não via sentido naquilo”, recorda. “Depois que conheci a Onda entendi como é viver a minha fé de maneira plena”, garante.
Antes de frequentar um “Somma”, Andressa já conhecia a Onda Dura, mas tinha uma opinião diferente sobre o estilo da igreja. “Eu passava na frente do lugar antigo onde os encontros aconteciam e estranhava o perfil dos adeptos”, conta.
Porém, a curiosidade dela falou mais alto e, para entender melhor os conceitos da Onda, Andressa assistiu algumas pregações disponíveis no Youtube. “Foi ali que comecei a me identificar com o que a Onda Dura representa”.
Andressa (no canto esquerdo) acompanhada das colegas de GP
Andressa (no canto esquerdo) acompanhada das colegas de GP
Acompanhada do noivo, ela visitou a onda em julho do ano passado e sentiu que a transformação aconteceu no momento em que chegou no local do encontro.
“Eu estava passando por um momento muito difícil e já nesse primeiro encontro fui muito bem recebida e me senti muito amada”, lembra emocionada.
Desde então, ela e o futuro marido não deixaram mais de frequentar as reuniões dominicais e também se integraram aos GPs. “No meu grupo falamos sobre tudo e ajudamos umas as outras”, explica. Elas normalmente se reúnem em casa e dividem o que irão comer e beber. “É algo bem comunitário”, brinca.
O contato com a Onda Dura transformou a vida de Andressa. “Hoje tenho uma fé ativa e consigo aplicar na prática os conceitos da Bíblia”, afirma. “Consigo colocar os ensinamentos em todos os  momentos da minha vida como meu relacionamento, meu trabalho, minha família e minhas amizades”.
Um mar que não é só calmaria
Apesar do perfil discreto da igreja, a Onda também é alvo de algumas polêmicas. Em 2015, uma ação interna promovida pela igreja alimentou a curiosidade e gerou críticas de quem olhava de fora.
Os integrantes da Onda Dura passaram a carregar uma cruz de madeira com meio metro de comprimento junto ao corpo.
Ação onde deptos da igreja carregaram cruz de meio metro gerou polêmica
Ação onde deptos da igreja carregaram cruz de meio metro gerou polêmica
A ação, que chegou a ser caracterizada como “marketing de guerrilha”, a prática de gerar publicidade gratuita por meio de ações de impacto, foi defendida pelo pastor presidente Lipão.
“A intenção da cruz é conscientizar quem está disposto a seguir a Cristo de que é preciso carregar uma cruz que não é material, mas uma cruz de consciência”, disse o pastor para a reportagem do jornal A Notícia na época.
Lipão também foi o centro de controvérsias por conta de publicações em redes sociais que, conforme denunciantes, incitavam comportamentos machistas, homofóbicos e até transfóbicos.
Em 2014, ele respondeu a um processo onde era acusado de apologia ao crimeou ao ato criminoso envolvendo a relação sexual entre jovens menores de idade. Na decisão, favorável para Lipão, o juiz considerou a acusação infundada.
Saiba mais sobre a Onda Dura
Para conhecer melhor a Onda Dura, você pode visitar o site oficial da igreja ou conversar com algum membro ou pastor.
Em Jaraguá do Sul, os grandes encontros da Onda acontecem todos os domingos, a partir das 19h na Rua Reinoldo Rau, nº 256 – Centro (London Pub).
Veja mais fotos da Onda Dura de Jaraguá do Sul acessando o perfil deles no Flickr
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19 de fevereiro de 2017

Refugiado se ajoelha para agradecer a Deus ao reencontrar sua família; assista




O vídeo de um refugiado sudanês reencontrando sua família em um aeroporto do Texas (EUA) está emocionando muitos internautas e já foi visto por mais 1 milhão de pessoas.
A história começou em 2012, quando uma mulher sudanesa apareceu chegou ao aeroporto da cidade de Forth Worth (Texas, EUA), grávida e com seus dois filhos pequenos. O marido dela não conseguiu fazer a viagem, porque foi impedido de sair do campo de refugiados onde estava, após o casal havia perdido seus papéis matrimoniais enquanto fugia da guerra.
O casal tinha que encontrar uma maneira de provar que eles eram casados ​​e que aquelas crianças eram realmente os filhos dele. Após sua esposa conseguir embarcar com os filhos para os Estados Unidos, o homem chamado Dyan, temia nunca mais ver sua família novamente.
Após quatro longos anos, Dyan finalmente resolveu o problema e foi autorizado a viajar para os Estados Unidos e rever sua esposa e filhos - incluindo o bebê que ainda não tinha nascido quando a família foi separada. Agora o caçula está com três anos de idade.
No vídeo, o editor das imagens, Robert Fuqua, compartilhou algumas informações que ajudam a entender melhor a história. Segundo ele, sua igreja se comoveu com a situação da esposa de Dyan e se mobilizou para a ajudar a família a se reencontrar.
"Este vídeo representa o próximo capítulo da história de quase quatro anos do ministério da nossa igreja para os refugiados em um complexo da região norte de Fort Worth. Um ministério que começou com duas de nossas esposas mais velhas, Mary Claire e Molly, que acompanham a mulher sudanesa neste vídeo", contou.
"Agora temos mais de cem voluntários servindo aos refugiados em nossa região. Centenas de outras pessoas participam anualmente, recolhendo doações de casacos, mochilas e muitas oportunidades surgem ao longo do ano para nos envolvermos com essas famílias em jantares e outros encontros", acrescentou.
Robert destacou que o vídeo representa uma prova do que a Igreja pode fazer, apoiando aqueles que necessitam de ajuda e demonstrando o amor de Cristo desta forma.
"Para mim, este vídeo é um testemunho do que pode acontecer quando o povo de Deus responde em obediência simples e sacrificial ao chamado de Deus à Igreja, Sua Noiva, para envolver e abraçar pessoas de todas as línguas e tribos", disse.

Detalhes
Fuqua chamou a atenção para alguns detalhes no vídeo, que talvez passem despercebidos para algumas pessoas, mas que para ele foram tocantes.
"Há detalhes neste vídeo que talvez a maioria das pessoas não, perceba, mas isso para mim sinaliza a 'impressão digital de Deus", afirmou. "Um deles [aos 2 minutos e 33 segundos] é a exibição de um anúncio acima da esteira de bagagens, ao fundo da imagem, quando Dyan abraça sua esposa pela primeira vez em quatro anos".
"Embora muitos anúncios tenha aparecido naquele monitor, naquele momento o anúncio dizia: 'onde os sonhos tomam seu curso", disse.
Falando sobre outro detalhe emocionante no vídeo, Robert destacou a cena na qual Dyan não resiste à emoção e cai de joelhos no chão do aeroporto para agradecer por aquele reencontro.
"Outro momento especial para mim foi quando Dyan caiu para o chão sobrecarregado em gratidão para com Deus, e minha câmera inadvertidamente tornou-se o ponto de vista de seus três filhos. Ao fundo desta cena, você pode ver os maridos de Mary Claire e de Molly, com seus quatro filhos, amigos americanos dos filhos de Dyan, maravilhados diante do milagre pelo qual eles mesmos oraram durante quatro anos", finalizou.
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"Falta recurso para a saúde, mas sobra para a farra do carnaval", diz deputado evangélico

Deputado Ezequiel Teixeira (PTN - RJ) é pastor e fundador do Projeto Vida Nova. (Foto: Divulgação)
Deputado Ezequiel Teixeira (PTN - RJ) é pastor e fundador do Projeto Vida Nova. (Foto: Divulgação)
deputado federal Ezequiel Teixeira (PTN) confirmou que irá pedir ao Ministério Público que seja aberto um inquérito contra os blocos de carnaval de Paquetá (RJ). Segundo o parlamentar, o fluxo de pessoas que se forma em razão da festividade é maior que a capacidade da ilha.
No último sábado, aconteceu um desfile do bloco 'Pérola da Guanabara' e, segundo a CCR Barcas (empresa de balsas), 12 mil pessoas fizeram o trajeto Praça XV-Paquetá. Esta quantidade é o triplo do número de habitantes da ilha.
Ao comentar sua iniciativa, o parlamentar, que também é pastor e fundador do Projeto Vida Nova destacou os danos que a mobilização dos blocos de carnaval tem causado à ilha e também criticou que recursos sejam destinados para a realização da festividade.
"Verdadeiramente lamento os danos ambientais e os transtornos suportados pelos moradores da Ilha de Paquetá. Precisamos identificar e responsabilizar aqueles que permitiram a realização do bloco de carnaval que levou o caos para a tranquila ilha. Falta recurso para a saúde e para o pagamento de salários dos servidores, mas sobra para a farra do canaval", afirmou o deputado.
Atualmente, o bloco 'Pérola da Guanabara' é o principal dos cinco autorizados pela Prefeitura a desfilar na ilha.
Este ano, as barcas realizaram três viagens a mais do que o previsto para um sábado comum. Mesmo com maior disponibilidade de barcas, teve confusão no embarque, porque muitos começaram a pular as catracas.
Nas redes sociais, diversos moradores da ilha reclamaram da espera na fila gigantesca que se formou para embarcar e chegar a Paquetá.

VIa: Guiame

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Evangélica, Ângela Bismarchi vende suas fantasias de carnaval: "Quero me livrar de tudo"

Ângela Bismarchi está se desfazendo de suas fantasias de carnaval, após se converter ao Evangelho. (Foto: Instagram)
Ângela Bismarchi está se desfazendo de suas fantasias de carnaval, após se converter ao Evangelho. (Foto: Instagram)
Após ter desfilado em 17 carnavais com escolas de samba do Rio de Janeiro e de São Paulo, Ângela Bismarchi assegurou que está vivendo uma nova fase em sua vida. Ela relatou sua conversão ao Evangelho em janeiro deste ano (2017) e se batizou no final do mesmo mês, em um município do Rio de Janeiro.
Agora, a modelo decidiu se desafazer de coisas que ainda possam lhe trazer lembranças de seus tempos carnavalescos. Ela irá vender todas as fantasias que usou nos desfiles e os vestidos dos ensaios técnicos. Três peças já foram vendidas e ela pretende doar o valor total arrecadado.
"Quero me livrar de tudo isso, não há motivos para manter tudo guardado, ocupando espaço”, disse a modelo em depoimento ao jornal 'Extra' (Globo).
Bismarchi explicou que após sua conversão, mudou muitos conceitos e não quer mais ter qualquer relação com a festa popular.
"Estou vendendo tudo. Não quero mais, minha cabeça é outra. Não pretendo mais desfilar e nem pisar na avenida", afirmou. "Estou seguindo os caminhos de Jesus, não me prendo a religião, estou voltando a estudar a Palavra. Tudo isso mudou a minha maneira de pensar. Graças a Deus eu alcancei o Evangelho e comecei a ver as coisas de outra maneira".
A modelo também assegurou que não irá simplesmente deixar de desfilar nos carnavais, mas também não tem a menor vontade de assistir aos desfiles.
"Esse Carnaval vou para os Estados Unidos com meu marido. Nos próximos anos não quero ir para a Avenida, nem para assistir... vou ficar bem longe", destacou.

Via: Guiame
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17 de fevereiro de 2017

Vergonha: Novas imagens provam que AD de Joinville mentiu sobre Edilson Turato



Edilson Turato, é o nome do pastor que foi preso quando chegava no estacionamento da igrejana última Terça-Feira ,14. 
O homem estava foragido da justiça e era procurado por crime de homicídio.
Ao ser abordado pela polícia, Edilson Turato apresentou documentos falsos e também foi enquadrado pelo crime de falsidade ideológica.
Essa notícia foi publicada e repercutida em diversos sites de noticias gospel e pela mídia nacional.

Em paralelo a toda essa situação, um posicionamento da IEADJO (Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Joinville, chamou a atenção dos internautas.
Momentos após a prisão de Edilson Turato, a igreja emitiu um comunicado negando qualquer vínculo com o pastor.

Essa observação já havia sido feita pelo FX, no entanto, novas informações sobre o caso surgiram.
Uma fonte informou a este portal, que Edilson Turato de fato não era pastor da IEADJO, no entanto, a igreja havia o acolhido desde sua chegada de São Paulo.
Turato pregava constantemente nos cultos da igreja sede, como é possível comprovar nas fotos abaixo.
Pastor Edilson Turato, pregando na IEADJO com as mãos erguidas
Pastor Edilson Turato, pregando na IEADJO 
Pastor Edilson Turato, pregando na IEADJO
Pastor Edilson Turato, pregando na IEADJO
Pastor Edilson Turato, pregando na IEADJO em Joinville
Pastor Edilson Turato, pregando na IEADJO em Joinville
Pastor Edilson Turato, pregando na IEADJO
Pastor Edilson Turato, pregando na IEADJO 
A IEADJO tomou uma atitude que lembra a de Pedro, quando em um momento de desespero e com medo de ter seu nome associado ao de um criminoso, decidiu instintivamente negar que o conhecia.
O comunicado que foi assinado pela assessoria de comunicação da igreja, recebeu o aval do presidente, pastor Sérgio Melfior.
Apesar de inúmeras pessoas rebaterem o comunicado da igreja, a IEADJO ainda não se pronunciou sobre o caso.

Via: FX
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Após perder a fala, pastor com doença terminal consegue pregar seu último sermão

Pastor John Hogenson. (Imagem: Youtube)
Pastor John Hogenson. (Imagem: Youtube)
Ele liderou algumas das maiores congregações evangélicas luteranas do país, ministrando a cada semana para milhares de fiéis das Cidades Gêmeas (Minneapolis–Saint Paul) e, inesperadamente, o pastor John Hogenson foi silenciado.
John literalmente perdeu sua capacidade de falar, mas ele sabia que ainda tinha muito mais a dizer e estava determinado a fazer com que sua voz e mensagem do Evangelho por ele pregada fosse ouvida de alguma forma, pelo menos mais uma vez.
Em 2015, John, um conhecido pastor evangélico luterano via seu ministério prosperar na Igreja Luterana Mount Olivet, em Minneapolis, quando repentinamente, ele começou a ter fortes dores de cabeça e dificuldades para falar.
"Ele disse: 'Acho que o que quer que seja isto [doença], está progredindo muito rápido', e aquele foi o dia em que o nosso mundo mudou", disse Ruth, a esposa de John.
Pastor John foi diagnosticado com um câncer no cérebro, que não poderia ser retirado com um processo cirúrgico. Em seu diagnóstico, os médicos lhe deram apenas alguns meses de vida. Sua família decidiu levá-lo para casa, para que ele viva o resto de seus dias em seu "lugar de paz" - um quarto em sua casa que foi adaptado no dia em que ele chegou.
"Nós simplesmente cuidamos dele. As coisas ficaram muito difíceis para ele, um homem que passara a vida pregando para milhares de pessoas agora não podia mais falar, não podia comer e nem mesmo se mover, a não ser seu polegar direito", disse Kate, filha de John.
Não querendo aceitar as limitações de sua enfermidade, John foi motivado pelo pouco que tinha deixado. E ele colocou o seu polegar para trabalhar. A esposa do pastor contou sobre uma conversa encorajadora que ambos tiveram.
"Eu disse: 'Ok, o que estamos fazendo?'. E ele olhou para mim, incapaz de falar, e eu continuei: 'Estamos vivendo ou morrendo?'. E ele posicionou o seu polegar para cima, indicando que está vivo", contou Ruth.
Com a ajuda da família e dos amigos, John compartilhou seu testemunho e - que também se transformou em pregações - em uma página criada no site 'CaringBridge' (que reúne histórias de pessoas que estão lutando contra enfermidades graves). Dentro de semanas, quase 300.000 pessoas já estavam se conectando a cada noite de domingo para assistir a um dos sermões de John.
"Ele foi capaz de dar essa mesma emoção e essa mesma afirmação de sua crença e confiança e esperança e fé em Deus", contou Steve, um dos amigos de John. "Ele foi capaz de fazer isso de uma maneira diferente. Mas, foi muito poderoso".
"Isso devolveu a ele sua voz quando ele literalmente não a tinha mais", disse Nicole, outra amiga de John.
Com apenas breves menções de sua doença, John decidiu se focar na missão de encorajar as pessoas que estão enfretando tempos difíceis.
"Ele continuou tendo uma história de esperança, amor e graça para com os outros", disse Kurt Kalland, outro pastor do monte Olivet. "Quero dizer, isso nos faz pensar: 'Uau!".
Pastor John Hogenson (esquerda) e sua família. (Foto: Twitter)

Superando expectativas
John conseguiu viver muito mais tempo que os poucos meses de vida que os médicos tinha previsto para ele. Ainda assim, ele decidiu aproveitar ao máximo esse tempo. Ele havia dado nova vida ao seu ministério online. E então, contra todas as probabilidades, sua voz fala começou a voltar aos poucos.
Os amigos de John aproveitaram a oportunidade e começaram a documentar sua jornada.
"Ele vê as pessoas como indivíduos e trata-os dessa forma", disse um amigo no vídeo. "Ele vai encontrar as pessoas onde elas estão. Não onde ele gostaria que elas fossem".
"Olhe para cima, não para baixo... insista... não desista", diz John em um de seus vídeos, ainda com a fala um pouco lenta.
Em outra vídeo, John diz aos espectadores: "Desculpe, eu ainda parece um bebê grande. Quando chegar o fim da minha vida, quero poder olhar para trás e dizer que fiz tudo o que podia para viver da maneira mais plena possível. Estou muito mais interessado no processo da viver que no processo de morrer".

A partida
Semanas depois, o processo de vida suavemente começou a dar lugar ao processo de morrer. John sabia que era hora de ir para casa..
"Quando ele declarou que estava pronto para o partir, nenhum de nós discutiu", disse Ruth. "Sabíamos que seu corpo estava evidenciando isso e também que fomos abençoados por ter este tempo final com ele".
Em suas horas finais, ele ainda conseguiu compartilhar seu último sermão.
"Ele ainda estava ciente naquela manhã e eu gravei para ele. Ele ficou com lágrimas nos olhos e nós conversamos sobre isso", disse Ruth. "Eu queria que ele ouvisse como ficou e eu acho que significaria muito para ele que essa mensagem fosse publicada, fazendo a diferença entre tantas pessoas".
Agora, 20 meses depois que o câncer tentou silenciar o pastor John Hogenson, suas mensagens continuam sendo ouvidas. Um legado de fé e esperança e uma vida vivida com intensidade.
"John sempre disse que uma boa vida tem a ver com chegar bem ao fim dela", disse Ruth. "Para nós, não sabemos se isso acontecerá amanhã ou quando estivermos com 80 anos de idade. John certamente não sabia que iria morrer aos 58 anos. Mas Ele sempre viveu bem e com certeza chegou bem ao final de sua vida aqui na Terra".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA FOX NEWS
ATUALIZADO: QUINTA-FEIRA, 16 FEVEREIRO DE 2017 AS 12:07
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Mulher é curada do câncer após ter visão de Deus: “Aprendi a adorar em meio a dor”

Ana Pedrosa passou por uma intensa luta contra o câncer, mas foi milagrosamente curada. (Foto: Arquivo Pessoal)
Ana Pedrosa passou por uma intensa luta contra o câncer, mas foi milagrosamente curada. (Foto: Arquivo Pessoal)
Uma forte dor no abdômen levou Ana Pedrosa ao Hospital Regional do Cariri, em Juazeiro do Norte, no Ceará. Após um rápido atendimento médico, ela voltou para casa diagnosticada com uma doença inflamatória pélvica, em agosto de 2015.
Ela retornou ao médico, se submeteu a novos exames e foi diagnosticada com fecaloma. Mesmo com novos medicamentos, consultas e exames, sua dor persistia. Em outubro de 2015, Ana foi submetida a uma cirurgia para retirada do fecaloma e foi descoberto um tumor. Na internação, ela sofreu complicações, uma infecção generalizada e teve uma parte de seu intestino retirada, mas recebeu alta em novembro.
“Foi difícil assimilar tudo aquilo que estava acontecendo comigo. Eu não sabia como lidar dar com aquilo”, disse Ana ao Guiame. “Mas em meio a isso, meu coração era grato a Deus, pois eu estava viva”.
Em casa, Ana não conseguia se alimentar, ingerir líquidos e sofreu com a imunidade baixa.  “Nesses dias, Deus usou pessoas para cuidarem de mim, com os curativos e soro com vitaminas aplicadas em casa. Dessa forma eu consegui me recuperar. Aos poucos, fui voltando a andar, a me alimentar e a ficar de pé, para a glória de Deus”, ela relata.
Quando tudo parecia bem, o resultado de um novo exame trouxe a inesperada notícia do câncer. “Meu chão se foi, minhas forças também. A palavra ‘câncer’ abala com o emocional do paciente e de todos os envolvidos em sua vida. Eu corri para a presença de Deus cheia de questionamentos, mesmo não me achando no direito de questionar tudo aquilo”, ela lembra.
Transformação
Depois de um diálogo com Deus, Ana percebeu que sua transformação seria intensa e seu caráter seria tratado. “Ele me respondeu de forma simples: ‘Filha, eu sei o que faço. Irei te revelar o meu amor de verdade, o amor que você não conhece e nem vive. O câncer é a oportunidade de uma transformação completa. Você não sabe o que é amor e, para saber, precisa vivenciar o meu. Confie, estou com você’”.
Naquele momento, Ana tomou uma decisão diante de Deus. “Senhor, eu passo por tudo se o Senhor estiver comigo e, se nesse processo, me fazer viver experiências que eu nunca vivi contigo”.
Ana foi encaminhada para um hospital no município de Barbalha, no Ceará para iniciar seu tratamento. Ela estava prestes a se submeter a uma cirurgia de reconstrução do intestino, mas a operação não tinha cobertura do SUS (Sistema Único de Saúde). No entanto, o valor de 12 mil reais foi arrecadado em uma campanha promovida por seus pastores, familiares e amigos no Facebook.

Eduardo Pedrosa ao lado de sua esposa, Ana, curada do câncer. (Foto: Arquivo Pessoal)
Revelação
Três dias antes de sua cirurgia, Ana estava adorando a Deus em seu quarto, quando sentiu algo em seu coração: “Silêncio!”. Surpresa, ela se calou. “Abri meus olhos e foi como se eu estivesse em outro lugar. Estava numa varanda enorme, atrás de mim havia uma ponte e acima de mim um céu estrelado. Ao meu lado estava meu esposo, Eduardo, e um anjo, com a semelhança de um homem”, ela relata.
“Ele chegou perto de nós e disse: ‘No dia 12 de dezembro, haverá uma guerra nos céus por sua vida. Todos irão receber uma notícia e poderão se desesperar, mas Deus manda dizer para que não se entreguem ao desespero. Adorem! Enquanto vocês adorarem, Deus vencerá essa guerra por vocês e tudo mudará’”.
Em sua visão, o homem continuou: “‘Ana, quando você não conseguir adorar com seus lábios, o seu coração continuará adorando. Eduardo, quando quiser chorar, diga a eles que adorem’. Meu esposo perguntou: ‘Eles quem?’ E ele respondeu: ‘Olhe para trás’. Ao olharmos para trás, vimos pastores, amigos e pessoas da igreja”, Ana lembra.
“Então ouvimos uma única voz cantando: ‘Então louve, simplesmente louve’. Aquela única voz começou a ser seguida por todas as outras. Uma espada começou a brilhar e veio na minha direção. A dor cessou e eu levantei juntamente com meu esposo, sem dor alguma”, continua Ana.
Cinco horas depois de sua cirurgia, o médico procurou Ana, dizendo: “Infelizmente eu não consegui fazer nada por você. A doença se espalhou e seu tratamento será paliativo, não servirá para cura — apenas para que seu pouco tempo seja com vivido com qualidade”.
Naquele momento, Ana se lembrou da visão e passou a adorar a Deus com todas as suas forças. “Deus tirou todos os preconceitos acerca de algumas canções, me fez olhar para dentro de mim e me mostrou o que é adorar em meio a dor”, afirma.
Dias depois da cirurgia, o resultado dos exames não conseguiu detectar o câncer e Ana foi curada de sua enfermidade.

FONTE: GUIAME, LUANA NOVAES
ATUALIZADO: QUINTA-FEIRA, 16 FEVEREIRO DE 2017 AS 4:35
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"Ser preso por causa de Jesus foi um presente”, diz pastor libertado de prisão no Irã

Pastor Benham Irani passou seis anos preso no Irã. (Foto: Portas Abertas)
Pastor Benham Irani passou seis anos preso no Irã. (Foto: Portas Abertas)
"A vida na prisão não é fácil, mas ser preso por causa de Jesus foi um presente para mim". A declaração impactante e comovente veio do pastor Benham Irani, que passou seis anos preso no Irã, por não aceitar abandonar seu ministério e não negar sua fé em Cristo.
Recentemente, a equipe da Missão Portas Abertas visitou Irani e conversou com o pastor. Embora ele assuma ter enfrentado momentos realmente difíceis, reconhece que não o fez sozinho, pois Deus nunca o abandonou.
Behnam Irani foi libertado pela justiça do Irã em outubro de 2016, após passar seis anos preso. Durante todo esse período, a sequência de maus tratos, espancamentos e torturas físicas que ele sofreu acabaram lhe causando sérios problemas de saúde.
Os colaboradores da Missão Portas Abertas tiveram a oportunidade de visitar Irani em sua casa, e ver a alegria de sua família em estar reunida novamente. O pequeno Adriel, de 9 anos (filho do pastor) sempre corria em direção ao pai para lhe dar um beijo e abraçá-lo. A reação de Benham ao ganhar as demonstrações de carinho do garoto parecia ser um misto de alívio e contentamento.
Atualmente, Irani, sua esposa e os dois filhos (Adriel e Rebeca, de 14 anos) vivem como refugiados na Turquia. Antes de ser preso, o pastor liderava uma denominação de igrejas domésticas no Irã, mas não conseguiu dar continuidade ao trabalho, já que foi preso e pode voltar a ser condenado como "criminoso" se continuar evangelizando as pessoas na nação.
Sua esposa, Kristina comentou a felicidade de ter o marido novamente em casa e confessou que às vezes tudo ainda parece um sonho.
“Às vezes, tenho que tocá-lo novamente para me certificar de que não é um sonho e que ele realmente está sentado novamente no sofá da sala”, diz ela sorrindo.

Fé inabalável
Irani destacou que, mesmo diante dos momentos difíceis na prisão, nunca se sentiu desamparado por Deus.
“O Senhor esteve comigo todos os dias. A vida na prisão não é fácil, mas ser preso por Jesus foi para mim um presente. Ele me deu oportunidades de compartilhar seu amor por lá, nos lugares mais escuros e sombrios”, contou.
Se tem algo que o pastor lamenta por ter passado seis anos na prisão foi a perda um período significativo do crescimento de seus filhos.
“Adriel era muito pequeno quando fui preso e começou a se esquecer de mim. Ele só podia me visitar de vez em quando”, contou o pastor.
Pastor Behnam Irani se encontra com sua família após passar seis anos preso, no Irã. (Foto: Causes)

Agora, Behnam está aproveitando para, de alguma forma, compensar o tempo perdido com a família.
“Eu fui privado de seis anos dos abraços deles. Muitas coisas mudaram. Minha filha cresceu alegremente, mas depois dessa situação, ela ainda se assusta até com o som da campainha, com medo de que eles [policiais] me levem embora novamente”, comentou.

Vida que segue
Apesar da alegria de seu retorno para casa, as batalhas da vida de Benham ainda parece não ter acabado. O pastor tem uma lesão grave em seu pé que não foi tratada, e isso dificulta sua procura por um emprego. A família também ainda sonha em retornar para o Irã.
“Confiamos que Deus continuará fazendo o melhor para nós. Temos apenas que segui-Lo”, concluiu o pastor.
Em 2014, mais de 3 mil pessoas de todo o mundo escreveram enviaram mensagem de apoio ao pastor Behnam na prisão. Ele chegou a saber das cartas, mas foi impedido de recebê-las pelas autoridades iranianas.
Durante a visita, os colaboradores da Portas Abertas puderam entregar grande parte dessas cartas. Ao recebê-las o pastor sorriu emocionado e abriu os envelopes. Em seguida, mostrou à esposa e filhos.
“Ficamos felizes por saber que irmãos do mundo inteiro oraram por nós”, afirmou.

Via: Guia-me
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16 de fevereiro de 2017

Assembleia de Deus de Joinville "Mente" e nega vínculo com pastor Edilson Turato que foi preso

A Igreja Assembleia de Deus de Joinville-SC, IEADJO, iniciou uma campanha para desvincular o nome da instituição ao do pastor Edilson Turato, preso na última terça-Feira por homicídio e falsidade ideológica.

Vários sites de noticias gospel e policial, publicaram sobre a prisão do pastor, e naturalmente informaram de que igreja ele supostamente era membro.
A assessoria da igreja divulgou uma nota de esclarecimento sobre o caso, onde nega abertamente qualquer envolvimento de Edilson Turato com a igreja evangélica Assembleia de Deus de Joinville.

Leia:

"Diante do fato do envolvimento do nome da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Joinville, quando da prisão do Sr Edilson Turato, dizendo ser pastor da mesma, queremos esclarecer que: “O Sr Edilson Turato não é membro e nem tem vínculo nenhum com a IEADJO."
Outro porque, se tenta vincular é, pelo fato dele estar no estacionamento da IEADJO na hora de sua prisão, quando o mesmo chegava para assistir ao culto, assim como fazem centenas de pessoas todos os dias.
A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Joinville está isenta de qualquer responsabilidade sobre o ocorrido com Sr Edilson Turato.

Ilze Moreira
Assessora de Comunicação - IEADJO"


O FX teve acesso a uma foto recente, em que o pastor Edilson Turato aparece no altar da igreja sede, da Assembleia de Deus em Joinville.
Ele está ao lado de outros pastores, em um lugar especifico para pastores.

Pastor Edilson Turato na assembleia de deus
Pastor Edilson Turato na assembleia de Deus em Joinville
Como todos sabem, a Assembleia de Deus é bem metódica nesse quesito, não é qualquer pessoa que pode subir e sentar no altar durante os cultos.

Sendo assim, algumas perguntas precisam ser feitas.
Como a IEADJO diz que Edilson Turato não tem nenhum vínculo com a igreja, e permite que ele fique no altar?
Possível argumento: Talvez ele tenha sido convidado apenas aquele dia para pregar.

Sendo assim, por que na nota sequer o citam pelo título de pastor, usando apenas o pronome de tratamento "Senhor"?.
Teria a IEADJO mentido sobre isso, apenas para não ter o nome envolvido no escândalo do pastor preso?

Muitos fiéis comentaram na página da igreja, que ele era pastor "SIM", contrariando a declaração oficial.




O que você acha da atitude da igreja? Comente.

Via: FX
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