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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18
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7 de maio de 2018

Países da Ásia aprovam leis proibindo conversões ao cristianismo

Países da Ásia aprovam leis proibindo conversões ao cristianismo

Quatro países do sul e sudeste da Ásia agora têm leis que proíbem a conversão de seus cidadãos de religião majoritária, e outros dois países estão considerando a implementação da legislação, além de inúmeras outras nações da região que proíbem a blasfêmia e a apostasia, voltadas principalmente para missionários cristãos.
Na terça-feira (8), a ala internacional da Alliance Defending Freedom (Aliança em Defesa da Liberdade) apresentará um documento sobre as leis que regulam as conversões com o embaixador dos Estados Unidos, Samuel Brownback.
Comumente conhecidas como leis anticonversão, a legislação regula o ato de conversão para outra religião através de termos vagamente definidos de "indução", "força" ou "meios fraudulentos". Essas palavras poderiam incluir trabalho social, oração pelos enfermos ou mesmo evangelismo.
Essas leis estão em vigor em partes da Índia e em todo o Nepal, Mianmar e Butão, enquanto o Sri Lanka e uma província no Paquistão ainda precisam aprovar uma lei semelhante. Com exceção do projeto de lei no Paquistão, onde as religiões minoritárias estão supostamente sendo protegidas por meio da legislação, a lei é baseada na premissa de que a religião majoritária está sob ameaça.
"Nenhuma pessoa ou grupo deve viver com medo de ser morto, torturado ou oprimido por causa de suas crenças religiosas. O surgimento de leis anticonversão no mundo atesta a crescente crise da liberdade religiosa", disse Balakrishnan Baskaran, consultor jurídico da ADF International.

Índia
No mês passado, o estado indiano de Uttarakhand tornou-se o oitavo a aprovar a legislação, que é oficialmente chamada de "Lei da Liberdade Religiosa" na Índia, mas tem a pretensão de punir aqueles que facilitam conversões religiosas, especialmente conversões do hinduísmo ao cristianismo. Essa lei leva uma pena de prisão de até dois anos.
"Nacionalistas hindus" declararam a razão para as leis anticonversão é que cristãos e muçulmanos estão usando a coerção para converter hindus vulneráveis ​​nas castas mais baixas, também conhecidos como dalits ou intocáveis. Nacionalistas também citaram a necessidade de 'proteger a identidade cultural das comunidades tribais do país.
As leis anti-conversão surgiram pela primeira vez na década de 1930 nos estados onde a Grã-Bretanha não tinha regra direta na época. O parlamento indiano considerou vários projetos de lei anticonversão após a independência em 1947, mas todos foram eventualmente abandonados. No entanto, devido à estrutura federal da Índia, as legislaturas estaduais foram capazes de aprovar medidas anti conversões.

Via: Noticias Gospel

21 de fevereiro de 2017

Terrorista se infiltra em igreja como espião e se converte: “Este é o verdadeiro Deus”

Chegando na igreja do pastor Thomas, a fim de cumprir uma missão dada pelo grupo terrorista, Mohammed entrou em conflitos internos. (Foto: Reprodução)
Chegando na igreja do pastor Thomas, a fim de cumprir uma missão dada pelo grupo terrorista, Mohammed entrou em conflitos internos. (Foto: Reprodução)
Há alguns anos, o pastor Ghassan Thomas deixou a cidade de Bagdá, no Iraque, depois de receber ameaças de islamitas contra ele e sua família. Desde então, uma nova igreja foi construída na Turquia para ajudar refugiados, assim como eles eram.
"Eu era um refugiado e podia me colocar no lugar deles. Eu os entendia", disse Thomas ao site CBN News.
Certo dia, o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) enviou um espião para a igreja do pastor Thomas. Ao contrário do planejado, a visita conduziu o jihadista a tomar uma decisão que mudaria sua vida: a de se entregar a Jesus Cristo.
Desde então, o pastor Thomas passou a aprender um pouco mais sobre o EI. Depois que o grupo atacou uma família dentro de sua própria casa, Mohammed (nome fictício do militante) queria voltar para matar qualquer sobrevivente.
"Naquele tempo, eu pensava desta forma: eu deveria matar. Eu deveria fazer muitas coisas sangrentas apenas para estar mais perto de Alá", disse ele.
Mohammed conta que é a sede de sangue que motiva o Estado Islâmico. "Se você não é muçulmano, você precisa ser muçulmano ou então devemos te matar e tomar tudo o que é seu — dinheiro, mulheres e tudo. Está escrito no Alcorão."
Os combates frequentes entre muçulmanos sunitas (pertencentes também ao EI) e xiitas colocaram, muitas vezes, a própria vida de Mohammed em perigo. Pensando em sua segurança, sua família pediu para que o jihadista fugisse para a Turquia.
Conversão
Chegando na igreja do pastor Thomas, a fim de cumprir uma missão dada pelo grupo terrorista, Mohammed entrou em conflitos internos.
"Eu vi as pessoas, como eles me receberam mesmo sem me conhecer. Eu odeio essas pessoas e elas me mostram o amor", lembra Mohammed, que recebeu uma oração que mudou sua vida.
"Quando eles oraram por mim, eu comecei a chorar como uma criança. Eu senti como se algo muito pesado tivesse saído do meu corpo", disse ele. "Quando o culto terminou, fui para casa, mas havia uma pessoa andando comigo, e eu sentia que não estava na terra. Eu disse: 'Eu estou voando? Eu sinto que não estou andando. É como se alguém me levasse'", relembra.
Depois dessa experiência, Mohammed começou a estudar a Bíblia e compará-la com o Alcorão. "Eu descobriu que este é o Deus que eu estava tentando encontrar. Este é o verdadeiro Deus. Isso é o que eu quero para a minha vida", disse ele.
Segundo o pastor Thomas, a mudança no coração de Mohammed mostra o quanto a igreja precisa enviar mais missionários para a Europa. "Precisamos de mais pessoas vindo e servindo a Deus na Europa com os refugiados, para fazer o contrário do que o EI faz", disse ele.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CBN NEWS

Carcereiro sonha com Jesus e liberta pastores da prisão, no Oriente Médio

A situação mudou depois que Jesus apareceu em sonho ao carcereiro. (Foto: iStock)
A situação mudou depois que Jesus apareceu em sonho ao carcereiro. (Foto: iStock)
Dois pastores foram levados a uma prisão secreta no Oriente Médio por serem pegos conduzindo um estudo bíblico numa igreja subterrânea. No entanto, a situação mudou milagrosamente depois que Jesus Cristo apareceu em sonho a um carcereiro.
Durante os primeiros dias na prisão, os pastores receberam um tratamento severo. "Os guardas da prisão nos espancaram brutalmente e nos perseguiram", contou o pastor Irshad à organização Bibles 4 Mideast. "Eles amarraram nossas mãos no buraco de uma barra de aço e nos forçaram a ficar numa posição difícil, enquanto nos espancavam".
Após se passarem os dois primeiros meses, eles ficaram desanimados e clamaram a Deus e oraram: "Se tivermos cometido algum pecado e iniquidade, nos perdoe e nos purifique pelo teu precioso sangue. Nos salve desta situação".
Os pastores repetiram continuamente: "O sangue de Jesus é a nossa vitória!”. Embora eles fossem torturados e recebessem apenas uma refeição por dia, eles meditaram sobre os sofrimentos de Jesus e encontraram paz.
Aparição de Cristo
Três dias depois de seu clamor, um oficial responsável pelos cárceres os visitou. "Ele pediu aos guardas para desamarrarem nossas mãos, mas a gente não conseguia ficar de pé”, um dos pastores conta.
O oficial ordenou que os guardas dessem mais porções de comida aos pastores e voltou para seu escritório. "Estávamos certos de que nossas vidas estavam prestes a ter fim, e que seu tratamento aparentemente amável era apenas um aviso disso", observou o pastor.
Eles ficaram surpresos quando viram o oficial voltar sozinho naquela noite, entrar em sua cela e se sentar no chão, ao lado deles. Ele fez algo ainda mais surpreendente — pediu uma oração. "Nós olhamos para ele com apreensão e medo", disse o pastor Irshad.
O oficial explicou teve um sonho em que viu Jesus Cristo sentado num trono com uma incrível esfera de luz girando ao seu redor. Milhões de anjos obedeciam às suas ordens. Então, Jesus ergueu as mãos e mostrou suas cicatrizes ao carcereiro.
Nas duas noites seguintes, o oficial teve o mesmo sonho. Ele começou a pensar mais sobre Jesus e pesquisou na internet algumas informações sobre ele.
Depois de três dias, o carcereiro teve outro sonho. Jesus apareceu diante dele e disse: "Meus filhos estão sendo torturados em sua prisão. Eu os libertei antes de você. Meus filhos são a menina dos meus olhos".
Resposta ao sonho
Então, o oficial rapidamente cancelou outros compromissos e correu para a prisão. Durante três dias ele permaneceu em seu escritório, mas passou a maior parte do tempo com os pastores — orando e aprendendo mais sobre Jesus e a Bíblia.
Até que, finalmente, ele aceitou Jesus como seu Salvador e Senhor.
"Nesse período, o oficial preparou nossos papéis de liberação para encaminhar à corte. Inicialmente, os documentos foram rejeitados pelo tribunal. Ele continuou defendendo fortemente o nosso caso e dentro de dois dias fomos libertados", conta o pastor.
"O oficial nos tirou da cadeia e nos levou para sua casa, onde celebramos e oramos juntos. Quando terminamos de orar, ele pediu para ser batizado", Irshad relata. O oficial foi batizado junto com outros dois detentos, evangelizados na prisão.
Antes que o oficial se separasse dos pastores, ele fez um aviso. "Continuem sua grande obra para o Senhor. Mas vocês devem ter cuidado de manter tudo o que fazem no ministério em secreto. As autoridades governamentais, as autoridades religiosas, os tribunais e a polícia não aceitarão vocês e suas obras. Mas o Reino de Deus está próximo e nós temos toda uma eternidade. Então continuem seus esforços".
O pastor Irshad está profundamente grato pelo cuidado de Deus. "Nosso Senhor Jesus Cristo é digno de ser louvado. Toda glória e honra a Ele!”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE GOD REPORTS

20 de janeiro de 2017

Polícia invade estudo bíblico para prender e espancar pastores, no Oriente Médio

Cristãos participam de culto em meio à destruição da guerra civil, no Oriente Médio. (Foto: BCNN2)
Cristãos participam de culto em meio à destruição da guerra civil, no Oriente Médio. (Foto: BCNN2)
Na última quinta-feira (19), a polícia prendeu quatro cristãos, ligados ao Ministério "Bíblias para o Oriente Médio", no Oriente Médio. Entre os que foram detidos, há dois pastores.
A ação aconteceu quando os pastores estavam ministran um estudo bíblico para outros dois cristãos. A política interrompeu invadiu a sala onde estava acontecendo a reunião e prendeu as quatro pessoas.
Os dois cristãos que estavam sendo ministrados começaram a frequentar os cultos de uma igreja subterrânea há apenas dois meses. Apesar do pouco tempo, eles haviam se tornado cristãos fiéis e se preparavam para serem batizados.
Antes de efetuar a prisão, a polícia os espancou brutalmente. Um dos pastores tentou falar alguma coisa, mas a polícia bateu no rosto dele, quebrou alguns de seus dentes e seu nariz e boca começaram a sangrar.
Após ser agredido, o pastor caiu no chão e um policial começou a chutar sua barriga. O outros três homens também foram brutalmente espancados.
Após a ação truculenta, os policiais levaram os quatro cristãos para serem julgados em um tribunal da lei Sharia. A Corte os enviou para um presídio administrado pela polícia secreta, onde os prisioneiros são frequentemente agredidos.
Em um comunicado publicado em seu site, o ministério "Bíblias para o Oriente Médio" convocou uma campanha de 100 horas de oração para clamar pela libertação destes homens e de todos os cristãos que estão sofrendo perseguição no Oriente Médio.
"Pedimos que a toda a Igreja junte-se a nós em orações. Orem pelos ministérios, ministros e cristãos do Oriente Médio", destacou.
Em outro trecho do comunicado, a organização reafirmou que acredita no poder e na fidelidade de Jesus Cristo.
"Caros amigos cristãos, o nosso Senhor salvador Jesus Cristo está conosco. Ele é poderoso e poderoso. A Igreja é o Seu corpo e Ele não permitirá que o Seu corpo seja destruído. Ele sofreu, foi crucificado, morreu por nós e ressuscitou dos mortos. Ele está conosco. Estamos sob suas asas poderosas e temos um futuro brilhante, pois a batalha é do Senhor. Confie nEle, pois Ele fará com que tudo coopere para o bem", finalizou.

*O local exato onde o fato ocorreu e os nomes dos envolvidos não foram informados pela organização, para preservar a segurança desta e outras igrejas subterrâneas existentes no Oriente Médio.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA BÍBLIAS PARA O ORIENTE MÉDIO

12 de janeiro de 2017

Veja a lista dos 50 países onde os cristãos sofrem mais perseguição

Manifestante queima uma cruz durante um protesto em Lahore, no Paquistão. (Foto: Adrees Hassain/Reuters)
Manifestante queima uma cruz durante um protesto em Lahore, no Paquistão. (Foto: Adrees Hassain/Reuters)
Embora o cristianismo seja uma religião popular pelo mundo, é também a mais perseguida, conforme comprovam os dados da organização Portas Abertas.
Atualmente, mais de 215 milhões de pessoas são perseguidas em todo mundo por causa de sua fé, com diferentes graus de violência e pressão. Os números parecem exagerados, mas fazem parte de uma minuciosa pesquisa auditada pelas principais universidades da Europa.
Todos os anos, a Portas Abertas publica uma lista com os 50 países que mais perseguem cristãos no mundo. Em 2017, a Lista Mundial da Perseguição apresenta números expressivos e que merecem atenção da Igreja.
Pelo 15º ano consecutivo, a Coreia do Norte ocupa o topo da lista, sendo que 100% dos cerca de 300 mil cristãos do país são perseguidos por sua fé. Destes, mais de 200 mil estão presos em campos de trabalhos forçados, em péssimas condições de vida e saúde, com pouca alimentação, submetidos a torturas e severas tarefas diárias.
Por fatores de perseguição diferentes, mas não menos hostis, novos países retornam este ano ao Mapa de Perseguição: Sri Lanka, que ocupa o 45º lugar e Mauritânia, com a 47ª colocação.
A Mauritânia é governada há 30 anos por um sistema ditatorial e foi declarada um país islâmico diante do movimento de extremismo religioso. Já o Sri Lanka tem como principal meio de perseguição os grupos radicais budistas, que têm sido fatores de perseguição em diversos países do mundo.
Há 25 anos, a Lista Mundial da Perseguição é a única pesquisa que lista os países que perseguem cristãos. Confira na íntegra:
 Coreia do Norte
 Somália
 Afeganistão
 Paquistão
 Sudão
 Síria
 Iraque
 Irã
9º Iêmen
10º Eritreia
11º Líbia
12º Nigéria
13º Maldivas
14º Arábia Saudita
15º Índia
16º Uzbequistão
17º Vietnã
18º Quênia
19º Turcomenistão
20º Catar
21º Egito
22º Etiópia
23º Territórios Palestinos
24º Laos
25º Brunei

Criança síria. O Líbano abriga milhares de cristãos da Síria, expulsos pelo Estado Islâmico. (Foto: Portas Abertas)
26º Bangladesh
27º Jordânia
28º Mianmar
29º Tunísia
30º Butão
31º Malásia
32º Mali
33º Tanzânia
34º República Centro-Africana
35º Tajiquistão
36º Argélia
37º Turquia
38º Kuwait
39º China
40º Djibuti
41º México
42º Comores
43º Cazaquistão
44º Emirados Árabes Unidos
45º Sri Lanka
46º Indonésia
47º Mauritânia
48º Bahrein
49º Omã
50º Colômbia

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE PORTAS ABERTAS

5 de janeiro de 2017

Cristãos são acusados de “feitiçaria” e presos após oração por cura

Quatro cristãos foram considerados culpados de “feitiçaria” por um tribunal do Nepal. Cada um deles deverá passar cinco anos na prisão. A acusação veio após eles orarem publicamente por uma mulher que tinha comportamento típico de uma grave doença mental.
Cristãos são acusados de “feitiçaria” e presos após oração por cura
De acordo com o Gospel Herald, Seti Pariyar foi enviada por um membro de sua família a uma igreja local e instruída para que pedisse oração por cura. De acordo com testemunhas, ela entrou na igreja, mas saiu antes do final do culto. Momentos depois, foi encontrada gritando e se autoflagelando em uma floresta nas proximidades.
A história acabou sendo divulgada pela imprensa e um homem chamado Bhisma Pariyar prestou queixa contra os líderes da igreja, acusando-os de forçar a conversão da mulher, o que é proibido no país. Cinco cristãos foram presos pela polícia e interrogados sobre sua tentativa de converter Seti.
Chamados pela corte distrital, a mulher e o esposo testemunharam que os cinco acusados não agiram com violência contra ela. Na verdade, conta, as orações dos cristãos a tinham curado  completamente de sua doença naquela noite.
Por causa disso, os cinco cristãos passaram também a ser acusados de bruxaria, uma grave acusação no país. Apesar de alegarem inocência, acabaram condenados a 5 anos de prisão.

Crescimento recorde do cristianismo

Com uma população beirando os 28 milhões de habitantes, o Nepal experimenta um crescimento recorde no número de cristãos. No censo de 1951, a contagem oficial era zero. Uma década depois, apenas 458. No início do século 21, contabilizava 102 mil cristãos. Na última contagem oficial, em 2011, eram 375 mil seguidores de Jesus.
Segundo um relatório do Instituto Internacional de Liberdade Religiosa, os líderes cristãos nepaleses acreditam que, por causa das leis anticonversão, o governo está escondendo os fatos. O número atual de crentes é estimado em mais de 2 milhões. Mas o Hinduísmo continua sendo a religião principal.
Em 2007, o antigo reino do Nepal tornou-se um Estado laico. Desde então, grupos nacionalistas lutam pelo restabelecimento da “religião oficial”. Em setembro de 2016, um movimento extremista advertiu que todos os missionários cristãos estrangeiros deveriam deixar o país, acusando-os de “corromper” a nação.
Dyann Romeijn, da missão Vision Beyond Borders, afirma que grande parte da perseguição  contra os cristãos mistura questões históricas e sociais. “Eles estão tentando silenciar a voz dos cristãos. [Se] as pessoas não a ouvirem, não terão a oportunidade de conhecer a verdade”, sublinha.
VIa: GospelPrime

31 de dezembro de 2016

Eletrocutado e amarrado com arame farpado, homem não nega a Cristo

Eletrocutado e amarrado com arame farpado, homem não nega a Cristo
Um cristão iraquiano que vive na cidade de Mossul foi barbaramente torturado por causa da sua fé em Jesus. Numa tentativa de fazê-lo converter-se ao Islã, soldados do Estado Islâmico o penduraram de cabeça para baixo e o agrediram com pregos, além de o amarrarem com arame farpado.
Carlos (nome mudado por questões de segurança), estava na cela de uma prisão do grupo extremista.  Apesar de tudo o que passou, recusou-se a negar a Jesus. Atualmente ele está  refugiado na Jordânia, onde recebeu apoio da missão Christian Aid.
Ele conta que, quando o EI invadiu Mossul, dois anos atrás, os cristãos que viviam ali tinham quatro opções: abandonar a cidade, conversão ao islamismo, pagar a taxa de proteção (jiyza) ou ser morto.
Quando Carlos disse que não obedeceria às exigências do EI, os jihadistas o levaram para um local desconhecido. Ficou pendurado de cabeça para baixo, preso por apenas uma das pernas.
“Eu recebi choques elétricos, eles me bateram com paus cheios de pregos e me amarraram com arame farpado”, conta. “Eles passaram sal em minhas feridas. Fiquei gritando por causa da dor intensa”.
A rotina de tortura continuou até que o cristão foi levado a um tribunal islâmico, onde um juiz disse que ele teria que se tornar muçulmano para continuar vivo. “Eu recusei e afirmei: ‘Se eu morrer, morrerei orgulhoso, pois sou cristão”, lembra Carlos. A resposta do juiz foi “Você será  executado a tiros dia 26 de setembro'”.
Naquela data, em 2014, Carlos foi levado para um lugar afastado, na periferia de Mossul. Contudo, antes de ser executado, o líder do grupo de soldados afirmou que recebeu novas ordens. Deveriam deixar o cristão lá. Após ser espancado, Carlos foi jogado para fora do carro que o conduzia.
Carlos acabou desmaiando e só recuperou a consciência horas depois em um hospital da cidade vizinha de Kirkuk, que fica a cerca de 150 km de distância. Ele não sabe dizer quem o levou para lá.
“Os médicos do Iraque disseram que não poderiam tratar minha perna e que ela precisaria ser amputada”, afirma. “Mas eu consegui ir para a Espanha e lá minha perna foi tratada. Graças a Deus eu posso andar agora, embora não tenha nada aqui na Jordânia”, explica.
Até 2003, estima-se que o Iraque tinha mais de 1,5 milhões de cristãos. O país enfrentou uma série de guerras. Cerca de 80% dos cristãos iraquianos fugiram ou foram mortos. Restam menos de 275 mil seguidores de Jesus.
Apesar das denúncias constantes, a Organização das Nações Unidas, recusa-se a reconhecer que um genocídio de cristãos está em curso na regiãoCom informações de Gospel Herald
Via: GospelMais

22 de dezembro de 2016

Pastor preso no Vietnã é forçado a comer comida misturada com vidro quebrado e chumbo

Antes de sua prisão, Nguyen Cong Chinh era um pastor protestante sincero e ativista da liberdade religiosa. (Foto: Reprodução).
Antes de sua prisão, Nguyen Cong Chinh era um pastor protestante sincero e ativista da liberdade religiosa. (Foto: Reprodução).
Nguyen Cong Chinh, um pastor vietnamita, teria recebido comida misturada com vidro quebrado e chumbo, relata o site Persecution.org. Sua água cheirava como inseticida e sua comida muitas vezes tinha moscas mortas. O pastor fez uma greve de fome depois que não lhe foi permitido sua chamada de cinco minutos por mês a sua família.
Ele já foi transferido para várias prisões e está cumprindo uma sentença por lutar pelos direitos religiosos de grupos nas terras altas. Ele foi transferido para outro campo de prisioneiros onde foi colocado em isolamento por supostamente liderar o protesto.
Sua família não foi informada sobre a transferência, e sua esposa, Tran Thi Hong, só descobriu quando ela o visitou no dia 12 de dezembro. As autoridades da prisão lhe disseram que Chinh foi transferido para a prisão de Xuan Loc, na província de Dong Nai.
Maus tratos e humilhações
Membros do Congresso dos Estados Unidos e 14 líderes religiosos vietnamitas pediram o fim do assédio e dos ataques físicos contra o Pastor Chinh, que cumpre pena de 11 anos. Depois que ele emitiu uma queixa por escrito no dia 23 de março de 2014, detalhando as ocasiões em 2012 e 2013 em que os guardas da prisão o agrediram fisicamente, as autoridades penitenciárias o forçaram a ficar na frente de outros prisioneiros enquanto ele era humilhado.
No dia 29 de maio, 14 membros do Conselho Inter-Religioso do Vietnã - que inclui líderes religiosos protestantes, católicos, budistas, Cao Dai e Hoa Hao - enviaram uma carta ao primeiro-ministro vietnamita, Nguyen Tan Dung, pedindo o fim do "terrorismo mental e físico de prisioneiros que enfrentam a injustiça".
Membros do Congresso dos Estados Unidos, incluindo o senador Marco Rubio, que concorreu a presidência dos EUA neste ano, e o representante Bill Posey, também expressaram preocupações sobre o tratamento do pastor Chinh e pediram sua liberação imediata.
Quem é Chinh?
Antes de sua prisão, Nguyen Cong Chinh era um pastor protestante sincero, ativista de liberdade religiosa e militante da democracia. Ele teve uma longa história de conflito com autoridades locais.
Natural de Quang Nam, desde 1985 vive nas províncias de Kon Tum e Gia Lai, nas Terras Altas Centrais, onde foca seu ministério em minorias étnicas. Em janeiro e setembro de 2004 a polícia usou escavadeiras para destruir a capela menonita não registrada do pastor Chinh em Kon Tum.
Em 2006, o Pastor Chinh fundou a Sociedade Evangélica do Povo Vietnamita (VPEF), que se concentra no trabalho de caridade, bem como na assistência aos prisioneiros minoritários e suas famílias. Em 2008, a polícia convocou o pastor Chinh para sessões diárias de interrogatório por mais de 50 dias.
Em 28 de abril de 2011, ele foi preso em sua casa em Plei Ku, Gia Lai sob acusações de sabotagem da política de unidade sob o Artigo 87. Um artigo no jornal da Polícia Popular no dia seguinte declarou que a agência provincial de investigação de segurança da polícia havia recolhido centenas de arquivos através da "inspeção administrativa" do "autoproclamado" Pastor Chinh desde 2003, que mostrou ter supostamente relação com reacionários estrangeiros, incluindo membros exilados do ex-grupo de resistência Montagnard conhecido como FULRO, para conduzir atividades anti-governo.
Em particular, o artigo afirmou que ele havia coletado informações de sites de organizações como a Human Rights Watch e grupos democráticos baseados no exterior, entrevistas concedidas a meios de comunicação estrangeiros e parceria com ativistas anti-governo para acusar falsamente o Vietnã de suprimir a liberdade religiosa e apelar sua re-designação como “País de Preocupação Particular” por violações da liberdade religiosa.
Em 2009, Pastor Chinh recebeu o Prêmio dos Direitos Humanos do Vietnã da Rede de Direitos Humanos do Vietnã, nos Estados Unidos

Via: GUiame

16 de dezembro de 2016

O que a igreja no mundo pode fazer pelos cristãos na Síria? #Aleppo

“Não orem por nós, orem conosco, pois é isso o que nos dá força; orem pela paz em nosso país e orem com muita fé, pois temos esperança de que tudo vai melhorar”
13-siria-parque-aleppo#
Atualmente, a Igreja em Aleppo, na Síria, enfrenta muitos desafios. “Há cada vez menos cristãos por aqui, muitos foram embora para proteger suas famílias. A igreja está menor”, disse Sarah* que tem apensas 21 anos e já enfrenta a perseguição religiosa. Ao ser questionada sobre o motivo que a mantém na cidade, sendo tão jovem e com muitas possibilidades de um futuro melhor em outro país, ela responde: “Eu amo viver em Aleppo, nasci aqui e sei que devo permanecer aqui. Esse lugar será melhor um dia e eu quero fazer parte dessa reconstrução”, disse.
Segundo a jovem “Aleppo era a cidade mais linda do mundo” e ela quer reconstruir essa beleza. “Não acho justo partir e deixar esse lugar numa situação tão precária. Eu tenho a convicção de que a cidade será ainda melhor do que era se os cristãos permanecerem aqui para lutar. Não dá para imaginar nossa terra sem uma igreja”, afirma. 
Um dos colaboradores da Portas Abertas fez a seguinte pergunta à jovem: “O que a igreja no mundo pode fazer pelos cristãos na Síria?”. Ela claramente responde: “Não orem por nós, orem conosco, pois é isso o que nos dá força. Orem pela paz em nosso país e orem com muita fé, pois temos esperança de que tudo vai melhorar”, explica e finaliza: “Um dia, eu estava com tanto medo, que fui à igreja orar, pois eu não entendia mais nada. Perguntei a Deus ‘por quê?’ e então ele respondeu: ‘Tudo ficará bem, confie em mim’ e então eu senti muita paz em meu coração. Eu sei que Deus não vai falhar”, conclui.
*Nome alterado por motivos de segurança.
Dezembro na Siria
Enquanto todos se preparam para o Natal, jovens sírios se preparam para servir a Cristo em meio à guerra. Um grupo que concluiu recentemente um curso de “formação de líderes” está entusiasmado para compartilhar suas experiências. “O treinamento foi excelente e abordou todos os tópicos importantes para o nosso fortalecimento nesse tempo difícil que estamos vivendo”, comentou um deles. 
Outra jovem disse: “Realmente senti que como igreja somos uma verdadeira família. Durante o curso houve uma atmosfera de amor. Nossos treinadores foram transparentes e espontâneos, além de bastante práticos. Eles trataram das nossas mentes e corações ao mesmo tempo, mostrando que as pessoas são mais importantes do que as nossas metas”, destacou. Agora a expectativa deles é colocar em prática tudo aquilo o que aprenderam. 
Há um grande campo de trabalho na Síria, muitos refugiados e pessoas deslocadas que estão vivendo momentos difíceis com a chegada do inverno no país. Muitos foram encorajados a permanecer onde estão para fortalecer a igreja e dar esperança a todos os que pensavam que era o fim. Mais um Natal será comemorado por eles e a guerra ainda não terminou. Os sírios buscam a paz enquanto enfrentam os ataques do Estado Islâmico, e também oram pelos perseguidores para que sejam impactados pelo amor de Jesus nessa época tão propícia. Ore por eles, para que se sintam renovados e encorajados a seguir em frente.
Ore pela igreja da Siria
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O governo sírio tem se mostrado disposto a recuperar todas as regiões que foram tomadas pelos extremistas islâmicos, nos últimos anos, e pretende restaurar a segurança no país. O exército sírio confirmou que aceita o cessar-fogo, mas declarou que vai "usar todos os tipos de munição contra qualquer violação" por parte dos rebeldes. Esse clima é positivo para todos os sírios, em especial os cristãos.
Mas, existem também algumas consequências a serem enfrentadas. A Analista Internacional de Liberdade Religiosa e também advogada, Elizabeth Kendal, disse o seguinte em seu blog: "Uma coalizão jihadista levou o grupo Al-Qaeda a lançar uma campanha para capturar o Oeste de Alepo, que está em poder do governo, onde vivem mais de 1 milhão pessoas, incluindo cerca de 40 mil cristãos.
Além disso, a situação humanitária está se deteriorando a cada dia. A eletricidade é limitada e a principal fonte de abastecimento de água foi cortada. Alimentos, combustível e medicamentos são escassos. Mesmo assim, as igrejas em Alepo continuam a atender milhares de famílias que estão deslocadas, tanto cristãs quanto muçulmanas, fornecendo inclusive refeições diárias por toda a cidade. A situação é ameaçadora, mas a igreja permanece firme em seus propósitos. Para que continuem firmes na fé, os cristãos sírios perseguidos precisam das nossas orações. Interceda por eles
Fonte: Portas Abertas

23 de novembro de 2016

Crucificação, tortura e abuso sexual: o custo de ser cristão sob domínio do Estado Islâmico

Karlus foi informado de que ele seria morto a tiros, mas no dia em que sua execução deveria acontecer, ele foi libertado. (Foto: Reuters).
Karlus foi informado de que ele seria morto a tiros, mas no dia em que sua execução deveria acontecer, ele foi libertado. (Foto: Reuters).
Depois que o grupo extremista Estado Islâmico tomou o controle do território iraquiano, em 2014, e a resistência do Iraque entrou em colapso, os cristãos foram informados que deveriam sair da região, a não ser que eles se convertessem ao Islã ou pagassem um imposto especial. A maioria fugiu, mas de acordo com os testemunhos dos refugiados na Jordânia, aqueles que foram deixados para trás tiveram de se submeter à tortura, conversão forçada, escravidão sexual e até mesmo a crucificação.
O “World Watch Monitor” conta a história de Karlus, um cozinheiro de 29 anos que não conseguiu deixar sua casa em Batnaya, uma aldeia fora de Mosul, porque ele tinha que cuidar de seu pai com deficiência. Quando os terroristas chegaram a sua casa, destruíram uma cruz e uma foto de Jesus.
Ele foi levado para uma delegacia de polícia e ficou lá por sete semanas. Os jihadistas retaliaram seu rosto. Durante sua detenção, ele ficou pendurado no teto por uma corda anexada ao seu pé esquerdo. Ele foi espancado e chutado. Também esfregavam sal em suas feridas. Ele diz que também foi abusado sexualmente por três mulheres.
Karlus foi informado de que ele seria morto a tiros, mas no dia em que sua execução deveria acontecer, ele foi libertado. Ele fugiu para o Curdistão, foi tratado na Espanha e procurou asilo na Jordânia.
O cozinheiro Karlus, de 29 anos, foi preso e torturdo pelo Estado Islâmico. (Foto: ADF International).
Outros relatos
Outra vítima cristã do Estado Islâmico foi Esam, pai de três filhos. Ele disse que dois parentes de sua esposa não conseguiram fugir antes que os extremistas chegassem e foram raptados. O marido não foi mais visto desde então e a esposa "vive forçada com um dos líderes do EI".
Relatos têm surgido de milhares de mulheres Yazidi sendo levadas para a escravidão sexual, depois que o grupo extremista invadiu a região de Sinjar em agosto de 2014. Mas o relato de Esam sugere que mulheres e meninas cristãs também foram alvo dos abusos.
"Ouvimos falar de 12 meninas cristãs que estão com os líderes do EI", disse ele. "Nosso bispo disse às pessoas para não informarem que elas perderam suas filhas, porque isso é uma vergonha para a família", pontuou.
Apesar dos progressos realizados contra o Estado Islâmico, em Mosul e sua inevitável recaptura, muitos refugiados estão muito traumatizados para contemplar o retorno à região. Aqueles que podem ter pedido de asilo nos países ocidentais, entre eles a família do cunhado de Esam, estão se recuperando na Suécia.
“O irmão de minha mulher foi crucificado pelo EI”, disse Esam. "Ele foi crucificado e torturado na frente de sua esposa e filhos, que foram obrigados a assistir e disseram que se ele amasse a Jesus, ele morreria como Jesus".
Esam disse que os combatentes torturaram seu parente por cinco horas, cortando seu estômago e deixando ele aberto. Depois o penduraram numa cruz.

Via: Guia-me

9 de novembro de 2016

Crianças cristãs são espancadas e expulsas da escola por não recitarem o Alcorão

Crianças cristãs são espancadas e expulsas da escola por não recitarem o Alcorão
Alunos cristãos estão sendo privados do acesso à educação no Egito por se recusarem a recitar o Alcorão. No caso das meninas, elas são obrigadas a usar o hijab, lenço que cobre toda a cabeça, mesmo contra sua vontade. Além de serem agredidos caso não concordem, os estudantes não muçulmanos podem inclusive ser expulsos das escolas.
Os casos não são isolados, ocorrem em quase todo o Egito, enquanto o governo ignora mais essa forma de discriminação, sobretudo contra a minoria copta. Durante séculos os adeptos deste que é um dos mais antigos ramos do cristianismo, viveram em relativa paz com seus vizinhos islâmicos. Contudo, desde a chamada Primavera Árabe, a perseguição religiosa no país vem crescendo continuamente.
Rahman Salem, 12 anos, foi expulsa da sala de aula e proibida de participar de qualquer atividade em sua escola em Delta, no norte do Egito. “Fui obrigada a ficar sozinha no pátio da escola. A diretora mais tarde veio até mim e disse: ‘Aqui na escola, você coloca o lenço. Lá fora, faça o que quiser. Nenhuma menina pode mostrar seu cabelo. Todas têm que usar o hijab”, contou.
Por ser cristã ela não tem o hábito de usar a indumentária e diz que a maioria das colegas cristãs foram forçadas a ceder para não perderam aulas.
A mãe de Salem conta que foi criticada pelas outras mães que aguardavam lado a lado a saída das filhas. Conta que ouviu várias vezes frases como: “Pare de ser idiota! Você não quer que sua filha seja decente?”. “Fiquei chocada quando outras mães me agrediram no portão.”, reclama.
No mês passado, a escola al-Nassiriya, localizada na província de Sharqia decretou que todas as alunas seriam obrigadas a usar o hijab. O diretor da escola afixou um grande cartaz dizendo que o vestido do Islã agora faz parte do uniforme das meninas. Quem desobedecer pode ser expulsa.
Viola Samir, 7 anos, contou que seu professor de estudos religiosos islâmicos agrediu os oito alunos cristãos em sua turma de 35 crianças. Aqueles que não sabiam recitar o Alcorão apanhavam na frente dos demais.
Pelas leis do país, os estudantes cristãos podem usar uma sala de aula diferente durante aulas de estudos religiosos. Lá eles aprenderiam sobre o cristianismo, enquanto os muçulmanos – por serem maioria, ficam e aprendem sobre o Islã.
O pai de Viola lamentou o sofrimento da menina: “Quando minha filha disse ao professor que os textos que ele exigia não faziam parte do currículo, foi severamente punida por ele. Ao saber o que estava acontecendo, o professor de estudos religiosos cristãos queixou-se ao diretor, mas ele não tomou ação disciplinar contra o professor muçulmano”.
Numa escola da cidade de Samalout, a 155 milhas da capital Cairo, outro pai reclama do tratamento dado ao filho de 11 anos de idade foi humilhado por não saber recitar versos do Alcorão. O menino, cujo nome não foi revelado, foi forçado a ficar por muito tempo em um canto da sala com o rosto contra a parede e os dois braços abertos, numa posição que lembra a crucificação de Jesus.
Outro caso relatado foi o de Christian Kyrellos Shafiq, 9 anos, que recebeu um “zero” nas lições somente por ser cristão. Seu pai conta que “O professor fez com que os outros alunos batessem no meu filho. Somente os cristãos sofrem estas punições. Na turma do meu filho eles são minoria, apenas 12 contra mais de 30 crianças muçulmanas.
A maioria dos pais cristãos está preocupada pois seus filhos dizem não querer mais ir à escola, por causa do bullying infligido a eles por professores e colegas. Com informações Christian Daily

8 de novembro de 2016

30 policiais invadem igreja na China: “parem de adorar a Cristo”

Autoridades chinesas cercaram uma igreja doméstica em Pequim, invadindo posteriormente o local e ordenando que os membros da congregação parassem com a adoração a Jesus Cristo. Se desobedecessem, enfrentariam consequências legais, incluindo a prisão.
30 policiais invadem igreja na China: “parem de adorar a Cristo”
De acordo com a missão China Aid, que defende a liberdade religiosa e a garantia dos direitos humanos na China, o cristão Xu Yonghai reunia em sua casa um grupo de pessoas, numa igreja subterrânea – não reconhecida pelo governo. Eles estavam no meio de um culto quando algum vizinho os denunciou para a polícia, que imediatamente deslocou cerca de 30 oficiais para lá.
Nos últimos dois anos, centenas de cristãos, pastores e defensores dos direitos humanos foram presos pelo Partido Comunista por protestarem contra a repressão nacional contra as igrejas. Nunca na história tantas igrejas foram fechadas e demolidas.
Citando violações do código de construção, funcionários do governo vem removendo à força as cruzes do alto das igrejas registradas. No entanto, a China Aid vem divulgando que se trata de uma campanha premeditada que visa travar o crescimento do cristianismo no país.
Recentemente, um documento oficial vazou para a imprensa. Ele descreve o plano organizado do governo chinês para controlar e fechar todas as igrejas na chamada “Zona de Desenvolvimento”. O roteiro inclui registrar apenas as igrejas oficiais, que se submetem a intervenção do governo. Depois, colocam todas as outras sob “supervisão temporária” e, por fim, proíbem os encontros dos grupos que se recusam a cooperar.
Zhang Mingxuan, pastor e presidente da Aliança de Igrejas nos Lares da China, disse à China Aid que essas restrições são sintomáticas e crescentes.  Estima-se que, na última década, a perseguição aumentou em 700%.
No mês passado, o governo implementou a Revisão de Regulamentos sobre Assuntos Religiosos. Isso inclui proibições de que cidadãos participem de qualquer reunião religiosa organizada em solo chinês, incluindo conferências e atividades no estrangeiro. Também restringe a pregação pela internet.
A justificativa para as novas regras é um “combate ao terrorismo e a influência de potências estrangeiras”. No entanto, não há notícias de que o governo venha agindo contra islâmicos, preferindo coibir apenas o culto cristão. Com informações Gospel Herald
VIa: Gospel Prime

21 de outubro de 2016

Pastor é ameaçado de morte no Oriente Médio e responde: "Viver é Cristo e morrer é lucro"

Pastores realizam batismo em mar do Egito. (Foto: HeartCry Missionary Society)
Pastores realizam batismo em mar do Egito. (Foto: HeartCry Missionary Society)
O pastor Paul (que integra o Ministério 'Bibles 4 Middle East' ('Bíblias para o Oriente Médio') e sua equipe estão corajosamente trabalhando para pregar Evangelho em países do sul da Ásia e Oriente Médio, onde o cristianismo tem fortes restrições. Recentemente, uma séria ameaça de morte dire ele recebeu o levou a pedir que os cristãos em todo o mundo intensifiquem suas orações por sua família e seu ministério.
A ameaça foi recebida por escrito pelo pastor, no dia 15 de outubro e dizia o seguinte:
"Ei, Paul, filho de Kafir [infiel],
Você não é o pastor Paul. Você está o 'bastardo Paul'. Você traiu sua mãe, negou o Islã. Nós sabemos onde você está e o que você está fazendo. Nós faremos qualquer coisa para impedirmos que você vá mais longe.
Você está atraindo e desorientando pessoas inocentes para o inferno, para a odiada e amaldiçoada religião cristã, com magias e truques vulgares. Você não é mais digno de viver. Já é hora lançar a sua carne para porcos e cães.
Seus dias estão contados. Sua cabeça e seu corpo serão pendurados, ao lado de sua cabeça em um portão, dentro de pouco tempo. Sua família não será poupada. O mundo vai ver e rir com o fim de um homem amaldiçoado, com sua família.
Sem dúvida, vamos matar todo mundo que seguiu sua religião repugnante, a menos que eles voltem para o Islã. Você vai ver o mar de sangue do seu povo esta semana, antes de sua execução. Pense nisso".
Mesmo com a gravidade desta ameaça de morte, o pastor Paul não se curvou diante do medo.
"Eu não me importo se alguma coisa acontecer comigo", diz ele. "Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro (Fp. 1:21)".
No entanto, ele está preocupado com o futuro de seu ministério.
"Mais de 1.200 pessoas estão se preparando para o batismo", observa ele. "Na própria Arábia Saudita nossas equipes evangélicas e igrejas clandestinas selecionaram cerca de 70 lugares para os cultos de batismo. Rogamos a Deus que nenhum candidato ao batismo ou membro das equipes devem enfrentar qualquer dano de qualquer lugar".
"Peço ao Senhor que tire a minha própria vida, mas salve as vidas de todos eles".
O pastor Paul pede que os cristãos orem pela proteção, apoio e disposição em atender as necessidades dos novos crentes e os trabalhos em curso.
"Nosso Senhor mesmo irá fornecer tudo", diz ele.

*Fotos do pastor Paul e de sua família não estão sendo expostas para que o líder cristão, sua família e seu ministério se mantenham em segurança.

Via: Portal Guiame

18 de outubro de 2016

Adolescente cristãs são presas e comemoram: “O sofrimento é uma honra para nós”

Adolescente cristãs são presas e comemoram: “O sofrimento é uma honra para nós”Cristãs são presas e comemoram: "O sofrimento é uma honra"
Na Etiópia, três adolescentes cristãs foram presas após a distribuição de literatura bíblica em Babile, que fica na região da histórica cidade murada de Harar, de grande importância para os muçulmanos.
As três meninas – Eden, 15, Gifti, 14 e Mihiret, 14 – comparecem ao tribunal acompanhadas de uma mulher de 18 anos, conhecida como Deborah. Pelas leis do país, menores de idade não podem ser julgados pelo mesmo tribunal. Seu caso foi transferido para a cidade de Harar.
A acusação contra elas é por terem distribuído o livro cristão “Vamos falar a verdade em amor”, que responde a várias acusações feitas por um líder conhecido imã muçulmano contra o cristianismo. Contudo, líderes muçulmanos locais classificaram o material como “um insulto ao Islã”. Eles decidiram atacar a igreja evangélica Meserete Kristos em Babile, quebrando suas portas e janelas.
Lideranças políticas da cidade criticaram aqueles que tentam “incitar confrontos religiosos” e avisou que iriam tomar medidas drásticas. Na mesma noite outra igreja evangélica da cidade foi vandalizada. Ameaças contra os líderes cristãos continuaram e um grupo de cerca de 20 jovens muçulmanos foi até a casa do pastor da Meserete Kristos e o mandou abandonar a cidade, caso contrário perderia sua vida e propriedade.
As três adolescentes foram presas e relatam que apanharam na cadeia. Membros do ministério World Watch Monitor foram visitá-las e ficaram surpreendidos pelas declarações.
Eden e Deborah dizem que sua fé é inabalável. “O sofrimento é uma honra para nós. Devemos esperar perseguição. Não temos medo. Estamos cantando e orando aqui na prisão”, assegurou Eden. Deborah acrescentou que “É uma honra ser presa pelo Reino de Deus”.
Etiópia é uma das nações mais antigas do mundo, sendo inclusive citada na Bíblia. É o único país no norte da África que nunca foi dominado pelo islamismo, professado hoje por cerca de 30% da população.
Contudo, a pressão política vem crescendo nos últimos anos e os casos de perseguição aumentaram. A Etiópia ocupa a 18ª posição na lista anual da Portas Abertas que revela os 50 países mais difíceis para ser cristão no mund
Via: Gospel Prime

26 de setembro de 2016

Cristãos são crucificados, queimados e esmagados na Coreia do Norte


Cristãos são crucificados, queimados e esmagados na Coreia do Norte

Os cristãos na Coreia do Norte enfrentam estupros, torturas, escravidão e são mortos simplesmente por causa da sua fé, comprova um novo e contundente relatório da Christian Solidarity Worldwide (CSW).
A CSW, ONG inglesa que luta pela liberdade publicou este mês o relatório “Total Negação: Violações de Liberdade de Religião ou Crença na Coreia do Norte”, que mostra como não existe liberdade de religião ou crença no país liderado pelo ditador Kim Jong-Un.
“As crenças religiosas são vistas como uma ameaça à fidelidade exigida pelo Líder Supremo, então qualquer pessoa que mantenha a fé acaba sendo severamente perseguida”, afirma o documento. “Os cristãos sofrem de modo significativo por que o partido comunista que lidera o país os rotula como antirrevolucionários e imperialistas.”
Entre os casos documentados de violência contra os cristãos há casos de pessoas “colocadas em uma cruz com uma fogueira embaixo, esmagados por um rolo compressor, jogados de cima de pontes e pisoteados até a morte”.
Outros crimes bárbaros incluem “execuções sem julgamento, extermínio, escravidão/trabalho forçado, transferência forçada de população, prisões arbitrárias, torturas, perseguição, sequestros, estupro e violência sexual, entre outros atos similares”.
Existe uma política de “culpa por associação”, em muitos casos, fazendo com que os parentes dos cristãos também sejam presos, mesmo que não professem a fé cristã, ressalta o relatório.
Embora oficialmente sejam conhecidos apenas 13.000 cristãos na Coreia do Norte, acredita-se que o número real seja muito maior. Existem 121 locais de culto religioso na Coreia do Norte, afirma o Centro de Dados dobre Direitos Humanos da Coreia do Norte, incluindo 64 templos budistas, 52 templos Cheondoista, três igrejas protestantes, uma catedral católica e uma igreja ortodoxa russa.
As cinco igrejas ficam na capital, Pyongyang, no entanto, analistas acreditam que elas servem apenas para tentar mostrar uma boa imagem da Coreia do Norte diante da comunidade internacional, pois não há cultos.
Segundo informações de missões, existem 500 igrejas domésticas na Coreia do Norte, formadas principalmente por pessoas cujas famílias eram cristãos antes de 1950 – início da Guerra da Coreia que dividiu o país. No entanto, eles não poderão estabelecer líderes nem usar materiais religiosos.
O ministério Cornerstone International, que trabalha com os cristãos naquela região, estima que existam entre 200 e 300 mil cristãos norte-coreanos vivendo no país, que não são reconhecidos pelo governo, a verdadeira igreja subterrânea.
Eles são obrigados a praticar sua fé em segredo, pois se forem pegos, serão enviados para campos de trabalhos forçados, bastante conhecidos pela população. Um homem que conseguiu fugir de um deles explicou à CSW que conheceu um prisioneiro que foi enviado para o campo simplesmente porque tinha passado um mês na China estudando a Bíblia.

Templos abertos, mas vazios

Os cristãos não são o único grupo religioso a sofrer sob o regime comunista. Budistas e Cheonistas [crença tradicional coreana] também são tratados como inimigos da revolução, embora a CSW acredite que “o regime pode ter um maior grau de tolerância com as crenças consideradas nativas da Ásia ou da península coreana”. Um dos principais argumentos contra as igrejas é que elas fariam parte de uma tentativa de dominação estrangeira.
Segundo o extenso relatório do CSW, os templos abertos parecem mais com museus que com   prédios de atividades religiosas. “Estas instalações, organizações e instituições permanecem abertas para mostrar a existência de pluralismo religioso e aceitação, mas a realidade é outra”, sublinha o material.
A CSW pede que a comunidade internacional apoie o encaminhamento da Coreia do Norte para o Tribunal Penal Internacional, onde será investigada todas as suas violações de direitos humanos.
Sua petição diz que “Muitos norte-coreanos estão sofrendo por causa de sua fé, e a comunidade internacional precisa agir urgentemente para acabar com a impunidade e garantir a prestação de contas… Todo esforço deve ser feito para buscar a responsabilização e justiça para o povo da Coreia do Norte, que sofre abusos dos direitos humanos em uma escala sem paralelo no mundo moderno”.Com informações de Christian Today
Via: GospelPrime