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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18
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14 de maio de 2015

Dinheiro: cristãos devem vigiar para não fazer dele um deus

Aprenda a atrair dinheiro
Visto como uma bênção de Deus por muitos e demonizado por alguns, o dinheiro sempre foi objeto de controvérsia no meio cristão. “O dinheiro traz uma sensação de poder, ele compra os caminhos em que passa. É necessária a experiência do que significa ter ou não ter para avaliar a questão”, avalia o pastor Newton Carpintero, pregador de igrejas protestantes nos EUA e Brasil.
“O dinheiro é bênção quando você não entrega sua vida por ele e não baseia sua força nele”, completa Carpintero. O líder religioso também diz que valores financeiros podem se tornar uma bênção quando quem os possui os utilizam para abençoar as pessoas. “A palavra de Deus diz: é melhor dar do que receber”, lembra o pastor.
Por outro lado, o dinheiro pode se tornar uma maldição quando a pessoa que o possui o vê como um deus, explica o pregador. Para ele, os valores materiais modificam a estrutura do coração do homem por ser um dos maiores motivos de disputa na vida de quem quer que seja.
Ele recomenda a vigilância quanto à manutenção e necessidades de valores e posses.
Contrário ao que prega a Teologia da Prosperidade, hoje praticada por diversas denominações, Carpintero lembra que essa linha teológica, que considera “uma grande aramadilha” não é exclusividade do Brasil.
“Os EUA, devido à sua prosperidade material, acabou dando muita ênfase na questão dos valores materiais, deixando os espirituais de lado”, diz.
Ele avalia que a igreja tem se distanciado de Deus pela orgia da preocupação com valores e menos com as vidas. “As vidas tornaram-se um grande motivo para se produzir dinheiro. Os valores estão distantes dos valores de Deus”, observa.
Ele finaliza dizendo que o cristão deve ter outras preocupações além dos bens materiais. “Além de obedecermos a Deus e sermos bons mordomos dos bens deixados por Ele, devemos obedecer a Deus em sua ordenança de evangelizar e fazer discípulos entre as nações”, conclui.
Pastor Newton escreve periodicamente sobre assuntos teológicos no blog www.pastornewton.com.
Fonte: Gospel prime

16 de janeiro de 2013

Transparência na Igreja: exija!


Transparência na Igreja: exija! A apatia do brasileiro com relação as circunstâncias que lhe são impostas é um dos principais motivos pelos quais pastores estelionatários se dão tão bem por estas bandas. O discurso infundado de que “devemos orar ao invés de reclamar” virou um coro uníssono. Por falta de conhecimento, o corpo padece. Neste caso, o corpo de Cristo.
Depois de quase 500 anos de reforma, há coisas óbvias que todo aquele que congrega em algum tipo de Igreja já deveria saber que é natural exigir. Omitir-se, além de ser muito prejudicial, acaba colaborando com a corrupção do sistema.

PRESTAÇÃO DE CONTAS

Sua Igreja possui transparência financeira? Ou as finanças são tratas de maneira secreta e esotérica? Cuidado! Pode haver pastores que estão determinando os valores dos próprios salários. É perfeitamente justo exigir um detalhamento de entradas e saídas, para que fique explícito o quanto custam as estruturas e o quanto custam os pastores e obreiros. Também torna-se natural criar um piso salarial RACIONAL e compatível com a realidade da localidade. Se o salário do pastor aumenta, todos os que são remunerados pela comunidade também deveriam receber aumento proporcional. Além de que é preciso avaliar bem o quanto cada um precisa desta remuneração, visto que pode haver pessoas no ministério que possuem outros negócios que já os remunerem de modo mais que suficiente.  Será justo que o pastor titular receba 10x o salário de um diácono? Quem realmente trabalha mais? Pense.

DECISÕES DE GABINETE

Tornou-se comum a liderança das Igrejas trazerem novidades prontas. Tomam decisões em gabinetes fechados, sem que haja uma correta representação de pessoas da comunidade. Para fazer com que as medidas adotadas se tornem populares, basta revesti-las com um ar espiritual. Ou seja, “a visão de Deus pra este período é”. Ou “Deus falou que…”. Questionar COMO foi discernido este tipo de coisa é perfeitamente justo. Exigir que uma assembléia seja convocada para orar e debater à luz da Palavra as decisões mais drásticas, é mais do que necessário.

CARGOS E ORDENAÇÕES

Por que o filho do pastor foi ordenado pastor? Por que o líder do louvor é o primo do pastor? Por que o tesoureiro da Igreja é amigo de longa data do pastor? Lembre-se: a Igreja não é um covil de amigos reunidos segundo a conveniência. É mais do que importante que haja entre a liderança pessoas que pensem diferente. Praticar nepotismo é um absurdo, além de ser pecado também.
E sua Igreja? É transparente?

Por

 

Fonte:http://colunas.gospelmais.com.br/transparencia-na-igreja-exija_4007.html