Blogroll

"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18
Mostrando postagens com marcador Devocionais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Devocionais. Mostrar todas as postagens

12 de julho de 2013

Um Pai gracioso que corre ao encontro de um filho arrependido



Olá,

Um erro comum de interpretação das parábolas de Jesus é tirar o foco da pessoa principal da parábola. Algumas vezes essa pessoa parece estar “oculta”, outras a identificamos com maior facilidade. Seja como for, as parábolas de Jesus sempre apontam para Deus. Sempre mostram alguma maneira do Pai agir ou como ele considera diversos assuntos.

No livro de Lucas, capítulo 15, temos uma das mais famosas parábolas do Reino (clique aqui para ler na bíblia online.), a do Filho Pródigo.
Esta parábola está localizada próximo a uma grande série de parábolas e discursos de Jesus acerca de como Deus lidava com os pecadores que se arrependiam ou eram por Ele encontrados.

É muito interessante percebermos que a história do filho mais novo é muito semelhante ao pecado original cometido no Éden. Assim como no primeiro jardim, o filho clamava por independência, por emancipação. O filho acreditava que poderia viver à parte de seu Pai. Acreditava que era digno de sua parte nos bens de seu pai, e então partiu para viver a vida à sua maneira. No entanto, tanto o filho da parábola, quanto o primeiro casal humano, aprenderam a duras penas que este não era o melhor caminho.

Esta história, contudo, também é a minha e a sua! Nascemos debaixo da mesma perspectiva do filho mais novo da história. Achamos que a vida é nossa e temos todo o direito de lidarmos com ela como bem entendermos. E assim que nossa capacidade mental nos permite, fazemos o mesmo: Nos emancipamos de Deus (ou pelo menos assim pensamos) e vamos cuidar da “nossa” vida.

E como Deus reage a tudo isso? Como Ele reagiu no Éden? Como Ele reagiu com o filho, na história? Como ele reage conosco?

Ele permite. Ele simplesmente permite. E veja que isso não fere a Sua soberania, pois foi Ele quem escolheu permitir. Aliás, vejo nessa permissão para partir, o casamento perfeito entre a soberania e o amor de Deus. Pois o Deus da bíblia se revela como sendo Amor, mas ainda sim se apresenta também como Senhor da história.

O amor que Deus espera de suas criaturas precisa ser livre. Não pode haver coerção. Imagine um homem que, com uma arma na mão, tenta obrigar uma mulher a amá-lo. A mulher, pelo medo de morrer, certamente dirá que o ama, mas saberá no fundo de seu coração que só fez isso por sua própria sobrevivência.

Não enxergo um Deus que coage suas criaturas para o amarem. Também não enxergo, através dessa parábola, um Deus que cria seres autômatos que simplesmente cumprem um roteiro pré-estabelecido. De fato, vejo um Pai que deixa partir, pois se não for de livre vontade, de nada vale. Vejo um Pai que, embora tenha deixado seu filho ir, não desistiu de revê-lo. Vejo um Deus que não desistiu de suas criaturas, que tanto ama.

Vemos, nessa história, também o regresso do filho. Vemos que o caminho de retorno é precedido por uma percepção da realidade. O filho que outrora altivo exigia sua parte da herança para viver como quisesse, percebe que está em terrível situação. Ele enxergou o lamaçal existencial em que se encontrava. Sua dignidade já não existia. Ele deseja comer com os porcos.
Esse é um princípio simples até. Só podemos regressar ao caminho correto, quando percebemos que estamos no caminho errado. As esposas sabem muito bem do que estou falando. Principalmente quando o seu marido insiste em continuar dirigindo, ao invés de perguntar o caminho correto a alguém. E na grande maioria das vezes o marido faz isso para não dar o braço a torcer. Para não assumir que errou.
C. S. Lewis em seu livro “Cristianismo Puro e Simples” diz que aquele que progride mais rapidamente é aquele que mais cedo percebe o caminho errado em que está e dá meia-volta.

Assim foi com aquele jovem. Ele percebeu o caminho terrível em que se metera e ARREPENDEU-SE. E seu arrependimento foi tão genuíno que ele decidiu voltar para seu Pai, só que desta vez como um simples empregado.

Mas aí está a beleza de um Deus que é amor. O Pai não deixa nem o filho terminar seu discurso. O importante é que ele voltou. O que importa é que ele voltou dos mortos. Ele finalmente voltou!
O Pai nem sequer espera o filho em casa, mas sai correndo ao seu encontro pelo caminho.

Esse é o Deus da bíblia, o Emanuel (Deus conosco). O Deus que encarnou em Jesus e veio até nós, encontrar conosco pelo caminho.

Deus está de braços abertos para receber seus filhos que entendem o lamaçal em que se encontram e decidem dar meia-volta, e irem de encontro ao seu criador.

E aos que desse modo procedem, recebem, assim como o filho, o anel da reconciliação, cravejado das pedras preciosíssimas que vemos em Romanos 5.1-5

"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;
Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.
E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,
E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.
E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado."



Que bom que existe um Deus que está esperando pelo pecador de braços abertos, pronto para dar uma festa!

Deus te abençoe!

5 de outubro de 2012

Frases de Paul Washer em sua primeira mensagem na Conferência da Editora Fiel


Por Renato Vargens
Segue abaixo algumas das frases faladas por Paul Washer hoje a tarde em sua primeira palestra da Conferência da Editora Fiel:
"Você é realmente um cristão ou apenas faz parte do circo chamado igreja evangélica moderna?"
"O pastores carnais que usam meios carnais para trazer homens carnais pra suas igrejas, continuarão a usar meios carnais para manter estes homens carnais em sua igreja carnal."
"Jesus não é o suficiente a ponto de você ao pregar ter que complementar a Cristo com coisas mundanas?"
‎"É preferível ficar no inferno com Cristo do que prosperar no Céu sem ele".
‎"Jesus Cristo não é a "cereja do bolo"… Ele é tudo ou nada"
"O nosso problema não é a fraqueza, mas é a falta de consciência da nossa fraqueza".
"Você sabia que a maioria do evangélicos no mundo não são salvos"?
"homens de Deus nascem de joelhos" "Precisamos de eruditos. Mas precisamos de eruditos que pegam fogo"
"A maioria do cristianismo exportado dos Estados Unidos para o Brasil tem sido nada mais que heresia. Deveria ter sido colocado em quarentena, não exportado"
"Não quero que vocês se entreguem a algo pequeno como a verdade ou a missões. Devotem-se a algo muito mais importante, devotem-se a Jesus"
"Não busque ser um missionário, não busque ser um ministro. Busque conhecer a Ele!"
"Na eternidade buscaremos para sempre conhecer o que Jesus fez e o que Ele é"
"O que nos manterá durante toda uma eternidade alegres? Não será prosperidade material ou uma vida fácil. Será Cristo e o Seu evangelho"
"A nossa ideia de salvação é muito limitada. O evangelho é o poder de Deus, por meio do qual um homem pode ser justificado. É também santificação. É poder de Deus para nos santificar"
"Faça um compromisso de guiar a sua vida pelas Escrituras e comparar você mesmo com o velho cristianismo, para ver se está certo"
"Os homens que tem andando no velho caminho tem aumentado o meu pequeno fogo e tornado um fogaréu"
"Como sabemos que estamos certos? Paulo disse aos corintios que eles se comparavam a eles mesmos e não eram sábios" "É necessário estudar as Escrituras no contexto da história da igreja"
"Não somos uma Ilha. Precisamos voltar às Escrituras e comparar com o velho Cristianismo. Existem 2000 anos de história por traz de nós."
"Precisamos de homens que vão pregar o Evangelho… mas que façam isso em dependendo totalmente de Cristo em oração"
"Você repetiu as palavras de um pregador ou verdadeiramente recebeu a Jesus como Salvador e Senhor, de forma que desde desse dia esse relacionamento tem crescido?"
"A evidência de que um dia recebeu a salvação é que continua se arrependendo e crescendo em Cristo"
"Precisamos de uma visão de Deus mais limpa, mais alta e mais clara."
"Você precisa de uma visão alta de Deus, uma visão baixa do homem e uma visão gloriosa do Evangelho."
Aleluia! Deus seja glorificado pela mensagem pregada nessa tarde!

2 de julho de 2012

Quando confundimos devotamento com religiosidade

Os fariseus surgiram entre o 3° e 2° século antes de Cristo, tendo durado possivelmente até 70 d.C, com a destruição de Jerusalém, embora acredita-se que pequenos núcleos tenham permanecido com o tempo, já mesclados a seita dos ebionitas e dos gnósticos, portanto sem as características originais da seita farisaica.

Eles surgiram possivelmente dos hassidim, grupo que lutou na revolta dos Macabeus (168-142 a.C.)  contra Antíoco IV Epifanes. Eram sérios, buscavam a santidade, a pureza, o conhecimento da Palavra de Deus e da revelação do Espírito de Deus, em detrimento dos contemporâneos saduceus, que eram contra qualquer tradição oral e eram simpatizantes das filosofias helenistas dentro da religião judaica. 


Seu patriotismo e pureza eram notáveis, mas em certo ponto da jornada começaram a se desvirtuar, a se colocarem numa posição "superior" ao povo, de não mais ensinarem a Palavra de Deus sem inserirem diversas tradições sem sentido e ainda por cima muitos não viviam o que eles mesmos ensinavam, o que tornava aquilo que diziam pura hipocrisia. Jesus mesmo disse acerca deles que eles "não entram (no reino dos céus), nem deixam entrar aqueles que gostariam de fazê-lo." (Mateus 23:13).


O grande perigo nos dias de hoje é de nós todos, combatentes da fé, que estudamos, buscamos um Evangelho sério, sem manchas nem adições contrárias à Palavra de Deus, de em nossa busca começarmos a ignorar outros cristãos e os perdidos, vivendo numa hipocrisia de vida, o devotamento virando pura e simples religiosidade.


O que levou os fariseus à queda, entre outras coisas, foi perderem o contato com Deus, tal acontecera com o sacerdote Eli mais de 1000 anos antes. Esse é o perigo que corremos, se vivermos numa busca pela santidade e pela integridade do Evangelho SEM o controle do Senhor.

Que aprendamos a buscar mais e mais ao Senhor Deus, para que nunca percamos de vista a Sua Soberania e nunca deixemos de ser devotos dele para tornarmos tolos religiosos...  

3 de novembro de 2011

Moisés e o seu chamado.


Gosto muito do livro de Êxodo, sempre que leio costumo comparar com a minha vida na maneira como Moises e povo hebreu se comportavam.
Na minha ultima leitura meditei bastante sobre a vida de Moisés desde nascimento até o seu chamado para tirar o povo do Egito. Moisés nasceu em um momento conturbado onde o Faraó havia decretado que todo homem nascido dos hebreus fossem mortos (Ex. 1, 15-16), ou seja, ele nasceu condenado a morrer. Depois teve que ser largado pela sua parentela para não ser morto (Ex. 2, 3-4), foi adotado pela família do faraó (Ex. 2, 4-10) e quando jovem cometeu um homicídio (Ex. 2, 11-12) tendo que sair foragido, observemos como a morte rondava sua via.
Passado algum tempo casou e teve filhos e quando trabalhava foi chamado por Deus para libertar o seu povo da escravidão do Egito (Ex. 3,10). O que me chamou foi à reação de Moisés diante do chamado de Deus para sua vida. Moisés não sabia quem ele era nem muito menos quem era Deus na sua vida (Ex. 3,11 & Ex. 3, 13-15), mesmo Deus afirmando que seria com ele (Ex. 3,12) Moisés relutava até ao ponto de negligenciar propondo que Deus passasse para outro acendendo a ira de Deus (Ex. 4,10-14).
Realmente Deus tem chamado a muitos, mas que como Moises negligenciam esse chamado levando em consideração as circunstancias e as limitações pessoais esquecendo que Deus é sempre conosco. Amados, não consideramos o chamado de Deus apenas no caráter ministerial eclesiásticos, Deus nos chama para sermos homens e mulheres plenos, pais e mães, profissionais, sacerdotes do nosso lar e devemos exercer o nosso chamado com autoridade assim como Moises exerceu quando esteve diante do mar vermelho conforme Deus o orientou (Ex.14,15-16) .

E você, tem negligenciado seu chamado?

Pense nisso!

Ronivaldo Brandão
Tentando não negligenciar o meu chamado

10 de setembro de 2010

Um remédio para aqueles que se sentem fracos e desanimados.



Pr. Renato Vargens

A vida nos reserva altos e baixos, montes e vales, sombras e luzes. São em momentos como estes  que naturalmente nos sentimos abatidos e desanimados.
A luz desta afirmação gostaria de contar três pequenas histórias que poderão servir como remédio para a alma cansada.
1ª História:
O famoso pregador britânico, Charles Spurgeon, estava voltando para casa, após um duro dia de trabalho, sentindo-se cansado e abatido. De repente a frase "a minha graça te basta" entrou em sua mente. Ele, então, começou a pensar no peixe que, nadando em um rio quase seco poderia temer ficar sem água para beber, mas que ouve a palavra tranquilizante: "Beba o quanto quiser, pequeno peixe, minha água é suficiente para você". Spurgeon também pensou a respeito de um alpinista, escalando uma montanha, temendo não ter mais oxigênio e ouvindo: "Respire, jovem, encha todo o seu pulmão, a minha atmosfera é suficiente para você". Spurgeon, naquele momento, disse pela primeira vez: "Eu experimentei a alegria que Abraão sentiu quando ele se regozijou com a provisão de Deus". É verdade. Não importa o quão grande seja a nossa necessidade, o poder de Deus é muito maior que ela. Se as nossas tentativas foram todas frustradas, se a escuridão que nos envolve não permite que vejamos uma luz no fim do túnel, se as nossas esperanças parecem desaparecer, é hora de levantar a cabeça, de respirar fundo o oxigênio da graça de Deus 
2ª História
Durante a Segunda Guerra Mundial, um soldado alemão foi recrutado para o exército. Ele era um ex-cristão. Durante uma batalha, ele e outros soldados foram feridos por uma granada ao tentar atravessar um campo. Quando recobrou a consciência, ele descobriu que todos os seus companheiros estavam mortos. Ele mesmo estava bastante ferido. Procurou se arrastar até um grande buraco produzido por uma bomba, e ali ficou enquanto as balas passavam por sobre sua cabeça. Não havia esperanças de viver muito tempo naquela situação. Estava sozinho e ferido. Então, ele se lembrou de Jesus e da religião que abandonara. Havia aprendido na igreja que Deus nunca abandona Seus filhos e, de alguma forma, isso trouxe conforto ao seu coração. Sozinho em meio à guerra, ele sentiu vontade de orar. Tentou ajoelhar-se, mas não conseguia. Então, ele prometeu a Deus que se fosse salvo O serviria pelo resto da vida. Na manhã seguinte, sentia muita dor por causa dos ferimentos. Sentia fome também. De repente, viu uma galinha caminhando pelo campo de batalha. Ela veio na direção dele e botou um ovo a menos de um metro de distância. O ovo foi uma bela refeição para o soldado, que permaneceu por mais cinco dias naquele buraco. Durante todo esse tempo, a galinha caminhava até o mesmo lugar e punha um ovo. No sexto dia, a batalha acabou e o soldado foi resgatado pela Cruz Vermelha. Foi levado para um hospital do exército e logo se recuperou do ferimento. Aquele soldado cumpriu sua promessa e dedicou a vida a Deus. Ele sabia por experiência própria que Deus está ao nosso lado em todos os instantes. Você também possui essa confiança?
3ª História
Ao ser cumprimentado pelos seus saborosos biscoitos caseiros, o cozinheiro de um popular Centro de Conferências Cristãs falou ao Dr. Harry Ironside: -- Considere apenas os ingredientes utilizados para se fazer esses biscoitos. A farinha por si só não tem bom sabor, nem o fermento em pó, nem a manteiga, nem os demais. Porém, quando eu os misturo e coloco no forno, ao sair tudo está muito bom. Muitas situações por que passamos parecem insípidas e até ruins, mas Deus pode misturá-las numa perfeita combinação e, transformar tudo em um perfeito banquete. Bem-aventurados  somos quando aprendemos a colocar cada área de nossas vidas no altar de Deus. Ele tem o melhor para nós e, certamente, fará de tudo para que a nossa felicidade seja completa. Cada  passo que damos, cada investida na busca de um grande propósito, cada esforço dispendido na concretização de um sonho, nada será inútil se a nossa confiança estiver alicerçada no Senhor. Mesmo que as etapas percorridas pareçam infrutíferas, sabemos que o Senhor juntará tudo e o resultado será um banquete de alegria e bênçãos. Muitas vezes nos inquietamos com insucessos passageiros. Deixamo-nos abater pela circunstância momentânea e queixamo-nos por não alcançar o tão sonhado objetivo. O que não percebemos é que aquele minúsculo fracasso nada mais é do que um ingrediente para a construção do bolo de nossa felicidade. A vida não é constituída apenas de vitórias, aplausos ou honrarias. Para se chegar a um lugar determinado, muitas vezes, além dos pastos verdejantes, precisamos molhar os pés em pântanos e esforçarmo-nos atravessando montes. Mas, o que nos motiva em todo o percurso é saber que, com perseverança e fé, mesmo diante das dificuldades do caminho, nós chegaremos lá.
Soli Deo Gloria.

Renato Vargens

2 de setembro de 2010

Meditações para o dia a dia do Crente



Provérbios 30:

5 Toda palavra de Deus é pura; ele é um escudo para os que nele confiam.
6 Nada acrescentes às suas palavras, para que ele não te repreenda e tu sejas achado mentiroso.

* Cuidado com as revelações que não tenham embasamento bíblico.

Provérbios 30

7 Duas coisas te peço; não me negues, antes que morra:
8 Alonga de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza: dá-me só o pão que me é necessário;
9 para que eu de farto não te negue, e diga: Quem é o Senhor? ou, empobrecendo, não venha a furtar, e profane o nome de Deus.

* Um rei falando contra a teologia da prosperidade, imagina...

Eclesiastes 5

10 Quem ama o dinheiro não se fartará de dinheiro; nem o que ama a riqueza se fartará do ganho; também isso é vaidade.

* Precisa comentar?

Eclesiastes 7

1 Melhor é o bom nome do que o melhor ungüento, e o dia da morte do que o dia do nascimento.
2 Melhor é ir à casa onde há luto do que ir a casa onde há banquete; porque naquela se vê o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.
3 Melhor é a mágoa do que o riso, porque a tristeza do rosto torna melhor o coração.
4 O coração dos sábios está na casa do luto, mas o coração dos tolos na casa da alegria.

* Pense no seu nome, qual a sua fama, pense em sua vida e o que tem feito dela, pense no porque do luto ser primordial para pensar nisso, pense no porque da tristeza mudar tanto o coração.

Eclesiastes 12

14 Porque Deus há de trazer a juízo toda obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.

* Vai fundo.

II Coríntios 3

2 Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens,
3 sendo manifestos como carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne do coração.

* O bom testemunho não é dispensável.

I Timóteo 6

3 Se alguém ensina alguma doutrina diversa, e não se conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade,
4 é soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, injúrias, suspeitas maliciosas,
5 disputas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade é fonte de lucro;
6 e, de fato, é grande fonte de lucro a piedade com o contentamento.
7 Porque nada trouxe para este mundo, e nada podemos daqui levar;
8 tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isso contentes.
9 Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição.
10 Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
11 Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão.
12 Peleja a boa peleja da fé, apodera-te da vida eterna, para a qual foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.

* Após este texto se você insistir em teologias estranhas as palavras de Cristo ou Paulo, você estará condenando a si mesmo.

Postado por Alan orenegado

26 de maio de 2010

Quando a Bíblia faz mal

Preletor: Caio Fábio






E a pregação só é Palavra se o Espírito estiver soprando. Do contrário, é só prega-ação!
Sempre que se obedece à Escritura por causa dela mesma, se está cedendo à tentação do Diabo!
Não é de estranhar, portanto, que o pai da fé, Abraão, tenha vivido pela fé na Palavra antes de haver Escritura, mostrando-nos assim, que a Palavra precede a Escritura.
A fé vem pelo ouvir-escutar-crer-render-se à Palavra.
E a pregação só é Palavra se o Espírito estiver soprando. Do contrário, é só prega-ação!
E a pregação que não é Palavra é apenas estudo bíblico, podendo gerar mais doença do que libertação.
A grande tentação é fazer a Escritura se passar por Palavra. As Escrituras se iluminam como a Palavra somente quando aquele que a busca tem como motivação o encontro com a Palavra de Deus. Ou quando o Deus da Palavra fala antes ao coração!
A Bíblia é o Livro.
A Escritura é o Texto.
A Palavra É!
“Escritura” sem Deus é apenas um texto religioso aberto à toda sorte de manipulações!
No genuíno encontro com Deus e com a Palavra, a Escritura vem depois.
Sim! A Escritura vem bem depois!
O processo começa com a testificação do Espírito — pelo testemunho da Palavra de que somos filhos de Deus (Atos 16:14; Romanos 8:14-17; 10:17).
Depois, nos aproximamos da Escritura, pela Palavra. Então, salvos da “Escritura” pela Palavra, estudamo-la buscando não o seu poder ou o seu saber, mas a “revelação” imponderável acerca da natureza e da vontade de Deus, que daquele “encontro”—entre a Escritura, a Palavra e o Espírito — pode proceder.
Para tanto, veja João 5:39-40, onde o exame das Escrituras só se atualiza como vida se acontecer em Cristo.
Um exemplo do que digo é a tentação de pular do Pináculo do Templo. Tinha uma “base bíblica”— se levarmos em conta a Escritura como sendo a Palavra. Mas o que Jesus identificou ali foi a Escritura sem a Palavra.
Um ser pré-disposto ao sucesso teria pulado do Pináculo em “obediência” à Escritura e à sua literalidade, violando, para sua própria morte, a Palavra.
Sim! Estava escrito.
Porém, não estava dito!
Ora, é em cima do que está escrito mas não está dito, que não só cometemos “suicídios”, mas também “matamos” aqueles que se fazem “discípulos” de nossa arrogância, os quais, motivados pelas nossas falsas promessas, atiram-se do Pináculo do Templo abaixo.
E é também por causa desse tipo de obediência à letra da Escritura que nós morremos.
A letra mata!
Olhamos em volta e vemos o Livro de Deus em todas as prate-Lei-ras. Vemos o povo carregando-o sob o braço e percebemos que eles são apenas “consumidores de Bíblias”.
Vemos seus lideres e os percebemos, muitas vezes, apenas como “mercadejadores” de Bíblias e dos “esquemas” e “programas” que se derivam do marketing que oferece e vende sucesso em “pacotes em nome de Jesus”.
Sim! E isso tudo não porque nos faltem Bíblias e muito menos acesso à Palavra.
O que nos falta é buscar a Deus por Deus.
O que nos falta é sermos filhos amados de Deus não porque isto nos dá status Moral sobre uma sociedade que não é mais perdida que a própria “igreja”, coletivamente falando, é claro!
O que nos falta é a alegria da salvação, sendo essa alegria apenas fruto de gratidão.
É somente na Graça que a leitura da Bíblia tem a Palavra para o coração humano. Sem a iluminação do Espírito a Bíblia é apenas o mais fascinantes de todos os best-sellers.

Via: Site Creio

21 de maio de 2010

Motivo para levarmos a Cruz - João Calvino



.
1. Nosso Senhor não foi obrigado a levar a cruz exceto para provar a obediência a Seu Pai. Porém há muitas razões pelas quais nós devemos viver sob a contínua influência da cruz.

Primeiro, posto que somos inclinados por natureza a depositar total confiança em nossas próprias capacidades, a menos que aprendamos lições de nossa própria estupidez, formaríamos uma noção exagerada de nossa força, dando por certo que, passemos o que passarmos, seguiremos permanecendo invencíveis.

Com este tipo de atitude, nos encheríamos, como estúpidos, de uma confiança carnal e vã insuflando-nos de orgulho contra Deus, como se nosso poder fosse suficiente e pudéssemos prescindir de Sua graça.

Não há nenhuma maneira melhor de reprimir esta vaidade do que provando o quanto somos estúpidos e o quanto é frágil e vulnerável nossa natureza humana. Neste caso, é necessário passar pela experiência da aflição. Portanto, Ele nos aflige com humilhação, pobreza, perda de entes queridos, enfermidades ou outras provações.

2. Os mais santos, sabendo que somente podem ser fortes na graça do Senhor, têm um conhecimento mais profundo de si mesmos uma vez que têm passado por muitas provas e dificuldades na vida. O mesmo Davi teve que dizer: "Eu dizia na minha prosperidade: não vacilarei jamais." ( Sal. 30.6.)

Davi afirma que a prosperidade havia obnubilado de tal forma seus sentidos, que deixou de pôr seus olhos na graça de Deus, da qual deveria depender continuamente. Em vez disso, creu que poderia andar por suas próprias forças e imaginou que não cairia jamais.

3. Se isto ocorreu a este grande profeta, qual de nós não deveria ser cuidadoso e temeroso?

Se em meio à prosperidade muitos santos foram congratulados com perseverança e paciência, quando a adversidade quebrou suas resistências, viram que se enganaram a si mesmos.

Advertidos de tais debilidades por tantas evidências, os crentes recebem uma grande bênção por meio da humilhação.

Despojados assim de sua estúpida confiança na carne, se refugiam em Deus, e uma vez que o têm feito, experimentam a presença e a comunhão da divina proteção, que lhes é uma fortaleza inexpugnável.

Fonte: [ O Calvinismo ]
Via: [ 
Tome a sua Cruz ]
Vi no: [ Bereianos ]