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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18
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14 de agosto de 2015

Do lado de dentro do IV Salão Internacional Gospel e do Troféu de Ouro: o $how tem que parar!

culto1A semana passada foi especial. Recebemos, aqui em São Paulo, a visita dos irmãos do Ministério Restauração do Louvor, de Rio Branco (AC). Foram hospedados pelo Pr. Hector e sua esposa Pra. Raquel, da Igreja Paz. Vieram a princípio como convidados no Troféu de Ouro, mas participaram também do culto no IV Salão Internacional Gospel.
Mas vamos por partes:
O IV Salão Internacional Gospel, no Expo Center Norte (São Paulo SP), é uma feira de negócios evangélica. Começou privilegiando o ramo musical, mas com o passar dos anos se diversificou. Nesse ano, teve como expositores ministérios, editoras, grupos de louvor e artistas gospel e outros produtos.
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Um evento como o Salão Internacional Gospel deveria ser um dos últimos lugares a receber a faixa “Voltemos ao Evangelho puro e simples, o $how tem que parar” e permitir a distribuição de panfletos contrários a teologias como a da prosperidade. Sim, pois tal frase vai contra os interesses de muitos dos expositores, que pagam para ali divulgar seus produtos e serviços. É importante pontuar que não somos contra o mercado. Nós, como qualquer outro, compramos roupas, alimentos, livros. Compramos até a Bíblia. Porém, somos contra o comércio de Deus: venda de indulgências, de objetos “ungidos”, de “louvor” (cantores que dizem ter ministério de louvor, mas só se apresentam nas igrejas mediante pagamento de cachê), da Palavra (pregadores que só funcionam movidos a gordas e preestabelecidas ofertas), de bênçãos. E como há expositores, nas feiras gospel, ofertando esse tipo de (mau) produto!
culto3Porém, apesar da insatisfação de alguns dos expositores, os organizadores do Salão Internacional Gospel (Luciana Mazza e Marcelo Rabelo) sempre nos convidaram para abrir nossas faixas do lado de dentro da feira.
Nos anos anteriores, tivemos a oportunidade de palestrar sobre a necessidade da volta das igrejas à pregação e vivência da pureza e simplicidade do Evangelho. Desta vez, tivemos espaço para um culto a Deus. O louvor ficou a cargo da banda da Igreja Paz e do Ministério Restauração do Louvor. Na Palavra dividiram-se o irmão Marquinhos (abertura), o Pr. Hector e o Pr. Paulo Siqueira. O tema das mensagens: um avivamento é possível? Sim, se vivermos os Evangelhos!
culto4A Palavra de exortação foi lançada.
culto5Enfim, muitos dos que estavam na feira se aproximaram para tirar fotos segurando a faixa, demonstrando aprovação. A verdade é que são muitos os que estão cansados das falsas promessas que os falsos profetas têm trazido no nosso tempo. O Espírito Santo tem impulsionado os sinceros a buscar a Deus. Aos poucos, muitos têm tido seus olhos abertos para os enganos teológicos e a idolatria a pseudos homens e mulheres de Deus.
Realmente foi um sábado especial para todos.
Dois dias depois, na segunda, foi a entrega do Troféu de Ouro. Esse troféu tem substituído o antigo Troféu Promessas, que era entregue por uma empresa ligada à Rede Globo aos melhores “levitas” (como se escolhe o melhor adorador? Pelo número de almas que se convertem após ele cantar uma música?).
culto6A cerimônia do Troféu de Ouro aconteceu no Teatro Bradesco, e lá estava boa parte dos artistas gospel do momento, a grande parte disputando a estatueta irmã-gêmea do Oscar de Hollywood. E lá estava o Ministério Restauração do Louvor, que foi convidado a abrir a cerimônia. E os pastores Hector e família e Paulo, que foram acompanhar o grupo.
Foi um $how de horror. Claro que entre a grande maioria de artistas gospel havia cantores sinceros. Mas o ambiente era de espetáculo, de exibição. Um fato resumiu o espírito do lugar: uma fulana artista gospel, ao subir para pegar seu “Oscar”, disse: “gente, eu tenho um sonho, e vocês precisam realizar o meu sonho: todo mundo levanta e me aplaude!”. E mais: “esse troféu é tão lindo que, se eu não ganhasse, eu comprava um”.
11229284_395775810629036_4293697592006140405_nA coisa foi tamanha que em certa parte da cerimônia os organizadores perderam totalmente o controle. A multidão que pagou no mínimo R$ 50,00 para entrar ficou enlouquecida atrás dos artistas, de autógrafos, de fotos. Muitos gritos, muito alvoroço atrás de homens e mulheres. Deus ficou do lado de fora.
Enquanto os ânimos se exaltavam de glamour, os nossos estavam cabisbaixos, tristes, horrorizados com a situação. Afinal, os que ali estavam diziam estar para a glória de Deus. Em meio a tudo isso, alguém pegou uma das revistas que estavam espalhadas em todas as cadeiras do teatro. Era um exemplar da Revista Prisma, com cerca de 90% das páginas divulgando os artistas, uma espécie de Caras gospel. Ao folhear a revista, qual não foi a surpresa ao ver que havia uma reportagem falando do episódio em que Silas Malafaia chama os blogueiros cristãos de “filhos do diabo”, e contrapondo essa fala no mínimo infeliz trechos de um artigo do Paulo Siqueira em seu blog As Pedras Clamam!
10421485_396651273874823_6693406687005760287_nAbsurdo, não? O tipo de reportagem que poderia estar em qualquer lugar, menos ali, naquele lugar de exaltação ao ser humano e de valorização de artistas, através do troféu, para uma majoração na cobrança dos cachês.
Sim, as pedras clamam. E estão clamando em todo o lugar. Ninguém poderá, naquele dia, dizer que não ouviu, que não foi alertado da Verdade.
Quem estava ali gritando pelos artistas, e os próprios artistas que incentivam o culto à sua pessoa, se folhearam e leram a revista, leram também tal reportagem. Deus tem feito as pedras não apenas clamar, mas gritar aos quatro cantos. Até no meio de $how da vaidade gospel.
Sinceramente, estamos sem palavras. Apenas profundamente gratos a Deus, que faz além do que pedimos ou pensamos.
Glorifico a Deus pela vida de homens e mulheres que, mesmo diante das riquezas e dos benefícios que o “mundo gospel” pode lhes dar, ainda assim vêem o verdadeiro valor no tomar a sua cruz e seguir a Cristo.
Voltemos ao Evangelho puro e simples,
O $how tem que parar!
(abaixo alguns dos irmãos que estenderam a faixa)
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(reportagem da Revista Prisma, distribuída no Troféu de Ouro 2015):
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8 de junho de 2015

Marcha supostamente para Jesus em São Paulo: o $how tem que parar!


by Estrangeira
1Vou começar com uma das cenas mais bizarras que presenciei durante a Marcha para Jesus em São Paulo, na última quinta-feira:
Uma moça e uma senhora me rodearam, ficando bem próximas a mim. Começaram a pular e a gritar palavras de amarração de demônios e expulsão de principados da minha pessoa, com as mãos levantadas sobre mim. Embora quase ensurdecida pelos gritos, fiquei imóvel, apenas fitando nos olhos das duas pessoas. Uns 5 minutos depois, que me pareceram intermináveis, as moças perceberam que daqui não teria manifestação alguma e foram embora, seguindo a multidão.
Um misto de sentimentos tomou conta de mim: tristeza, raiva desse falso Evangelho que lhes ensinaram, vontade de rir do inusitado da situação, vontade de chorar pela falta de discernimento espiritual deste povo.
Talvez esse fato resuma o "espírito" da Marcha para Jesus em São Paulo: muito pulo, muito grito, muito suposto poder, muita festa, mas pouca oração, pouco discernimento dos espíritos, pouco conhecimento da Palavra, pouco Evangelho.
2Como sempre, nos trios-elétricos estavam os líderes gospel, artistas gospel e políticos. No chão, a multidão de seguidores. Alguns sinceros, que ali estavam para, segundo o tema deste ano, "exaltar o Rei dos Reis". Outros nem tanto, apenas "convencidos" e não convertidos a Jesus.
Um grupo que veio debater conosco e quando se viu sem argumentos, começou a gritar "marcha pra Jesus". Se fossem convertidos, teriam argumentos e gritariam "glórias a Jesus". Mas pelo menos houve uma evolução de 2009 para cá. Em 2009, gritavam "espada pelo Apóstolo e pela Bispa" (lembrando que, naquele ano, eles voltaram de sua "estada" nos Estados Unidos e estavam bastante queimados pela imprensa).
Neste ano, talvez porque furou o pneu do trio-elétrico principal, talvez porque alguma personalidade gospel se atrasou (era grande o vai e vem de helicópteros), talvez porque estavam esperando juntar mais gente para fazer bonito nas tomadas aéreas, a Marcha em São Paulo demorou bastante para começar. Estava marcada para às 10h, mas no local onde estávamos o trio principal só foi passar às 12:30h (normalmente nesse horário a Marcha já está quase acabando). Porém, para nós foi uma grande bênção, pois sem barulho dos trios e a concorrência com as celebridades em cima deles, o povo teve todo o tempo do mundo para ler nossas faixas e conversar conosco. Nunca entregamos tantos folhetos como nesse dia.
3Uma de nossas faixas pedia uma "faxina ética", que deveria iniciar na igreja evangélica e em seus líderes. Não havia nenhuma outra faixa pedindo faxina ética. Porém, saiu na grande imprensa que havia faixas pedindo faxina ética para a política do país apenas. Enfim, o que esperar do mundo e de sua imprensa?
Desta vez estávamos em 7 pessoas. Essas 7 pessoas devem ter incomodado de montão, ao ponto de gente do alto do trio-elétrico e até pessoas na multidão virem discutir conosco e, vendo-se sem argumentos, demonstrar que eles estavam certos pois eram a maioria. Mal sabem - pois não leem a Bíblia - que foi a maioria que pediu para que Jesus fosse crucificado. E a maioria tem aceito, até hoje, toda a sorte de atrocidades e de injustiças. O mundo jaz no maligno pois a maioria segue os desejos do mundo, não de Deus.
Era interessante verificar os sinceros e os gospel durante a Marcha. Havia paradas para orações, e nelas muitos participavam, principalmente o povo
4Enfim, pela permissão de Deus pudemos pregar Sua Palavra para pessoas que, embora crentes, nem sabiam que existia um tal de livro de Amós (afinal só leem os versículos que seus líderes gospel pregam, que não saem muito de Malaquias 3.10). Muita gente rejeitou, muita gente ficou na dúvida, em reflexão, e muita gente nos deu apoio.
No final, o que a Marcha deixou para a sociedade? Apenas a imagem de um evento com intenções políticas e de manipulação de massas (tinha até gente pedindo intervenção militar!!!).
Lembro-me de, pequena, participar das procissões de Corpus Christ - a Marcha para Jesus dos católicos. Quanta diferença!!! Andávamos pelas ruas do bairro orando, orando e entoando pequenos cânticos. Os padres, bispos, andavam junto à multidão, não havendo diferenciação entre as pessoas. Está certo que a oração era do tipo vã, repetitiva. Está certo que carregávamos andores com imagens de santos, quando o único intermediário entre Deus e os homens é Jesus Cristo. Porém, sinto muitas saudades do clima de contrição, arrependimento, busca de Deus sem interesses de participação em $hows, discursos políticos, pregações de vitórias baseadas na riqueza dos crentes (em detrimento do resto da sociedade).
5Já pensou se a Marcha para Jesus fosse assim: sem $hows, sem espetáculos humanos, apenas orando e pedindo perdão a Deus por nossa iniquidade? Mas aí não haveria milhares marchando. Se nem reunião de oração as igrejas conseguem lotar...
O fato é que há muitos cristãos sinceros. Mas há muito mais crentes convencidos de que são salvos, conquanto que tenha show do Thalles no evento. Mas a culpa não é só deles: o evangelho que lhes foi apresentado pretendia agradar aos homens, não a Deus.
Que possamos pregar - até para nós mesmos - as verdades do Evangelho de Jesus. Pois é conhecendo a Verdade que seremos libertos.
6Voltemos ao Evangelho puro e simples,
O $how tem que parar!


5 de junho de 2015

MEEB proclama que o Brasil precisa de uma faxina ética na Marcha para Jesus em São Paulo

Jesus, em João 8.32, declara “e conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará”.
Nesse texto, Jesus, em um confronto direto com os fariseus, declara que a única forma haver liberdade em meio ao sistema religioso é se essa liberdade acontecer Nele.
O que vimos hoje em mais uma Marcha que deveria ser para Jesus foi que muitos ainda estão presos nas garras de um sistema religioso que cega o entendimento das pessoas para que não vejam as verdades que estão em Cristo. Assim como na Marcha no Rio, fica totalmente evidente que a estratégia das principais lideranças é unir mídia, política e religião em prol da conquista do poder a todo custo.
marchaPara isso, é preciso fazer uso do povo, pois o povo é o meio de se conseguir o voto, e o mesmo povo é a moeda de barganha para partidos e políticos, e para muitos que de certa forma dominam a sociedade em geral.
Os evangélicos são a moeda da vez, pois são um grupo crescente e facilmente manipulável por suas lideranças. Dentro do conceito evangélico, os fiéis não podem contestar suas lideranças. Por conta disso, é crescente o voto do cabresto, onde os fiéis, acreditando estar ouvindo a voz de Deus, votam nos candidatos escolhidos pelas instituições e lideranças evangélicas.
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Com o slogan “o Brasil será do Senhor Jesus” a Marcha ganha a cada ano conotações muito mais políticas do que puramente espirituais. Porém, é preciso dizer que a infiltração de inúmeros políticos da bancada evangélica é tendenciosa, interesseira e com um único objetivo: conquistar o poder a todo custo.
Diante desses fatos, o Movimento pela Ética Evangélica Brasileira (MEEB) mais uma vez esteve presente na Marcha, proclamando como sempre a volta ao Evangelho puro e simples de Jesus, e chamando a todos à consciência de que o $how tem que parar.
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Neste ano, também estendemos uma faixa que dizia: “o Brasil precisa de uma faxina ética, e isso precisa iniciar na igreja evangélica e em seus líderes”. Interessante que as fontes de mídia que cobriram o evento fizeram questão de tomar para si o slogan de “faxina ética”, porém em momento algum citaram a frase por completo e nem deram a fonte de tal frase.
Achamos interessante essa relação da mídia com esses grupos evangélicos e suas relações políticas.
Enfim, nós do MEEB continuaremos a anunciar o Evangelho que não é fundamentado em poderes humanos e nem se fundamenta no lucro, que enriquece e sustenta as vaidades e a soberba de lobos em pele de ovelhas, que lamentavelmente é o perfil de muitos líderes evangélicos.
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Sabemos que a tarefa não será fácil, pois hoje sentimos o peso da falta de conhecimento de muitos evangélicos, que nos xingavam, nos hostilizavam, nos jogavam coisas simplesmente pelo fato de exibirmos um versículo bíblico que não é do agrado da maioria.
É preciso que muitos saibam que Deus não falta aquilo que nós queremos ouvir, mas sim o que nós precisamos ouvir. Em meio a essa secularização, a essa busca desenfreada de poder por parte das lideranças, as pregações se tornaram superficiais, fazendo o gosto do “cliente”.
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Com isso, lamentavelmente a igreja evangélica brasileira se tornou uma fonte única de entretenimento, e não mais de uma espiritualidade profunda e verdadeira.
Muitos nos indagaram se éramos contra a Marcha, e nós mais uma vez enfatizamos não sermos contra. O que queremos é uma Marcha realmente para Jesus, onde Cristo seja exaltado e reconhecido. O contrário do que vemos hoje, onde, para começar, a Marcha tem um dono, pois é uma patente reconhecida, ou seja, não há liberdade, ponto esse que faz com que muitos ministérios e lideranças se afastem de um evento que poderia ser um meio de realmente propagar o Reino de Deus.
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Voltemos ao Evangelho puro e simples,
O $how tem que parar!

1 de junho de 2015

Marcha dos políticos supostamente para Jesus no Rio de Janeiro: o $how tem que parar!

marchario2Ontem, dia 30/05, houve a Marcha para Jesus no Rio de Janeiro. Como sempre, muita música, muita dança, muito grito, muita festa. E muitos políticos também.
O tema da marcha do Malafaia (pois ele é quem manda na organização do evento carioca) foi “Pela família, pelo Brasil e contra a corrupção”. Um tema muito bonito, mas…
Como em todo ano, no trio-elétrico do Malafaia desfilaram alguns pastores e muitos políticos: o Senador Magno Malta, o presidenciável Pr. Everaldo, o Presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, o Deputado Federal Jair Bolsonaro (católico, mas sempre presente), entre outros. Sentimos a falta do Senador Lindbergh Farias, presente em outras edições da Marcha, sempre sendo bastante honrado pelo Malafaia, com direito a se apresentar no palco principal e tudo o mais.
Marcha pela família, pelo Brasil e contra a corrupção…
Vamos começar pelo Deputado Eduardo Cunha, grande aliado de Malafaia. Segundo arevista Veja:
“Embora não tivesse muita afinidade política com Garotinho, foi nomeado para a presidência da Companhia Estadual de Habitação (Cehab), que controla as verbas destinadas à construção de casas populares. Foi acusado de favorecer uma empreiteira vencedora de concorrências consideradas irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Assim como Garotinho, hoje é deputado federal eleito pelo PMDB. Ambos são inimigos declarados e, no começo de 2011, trocaram uma série de insultos via Twitter. Cunha é alvo de inquérito no STF por crimes contra a ordem tributária. Também responde a ações por crime de improbidade administrativa. Em 2014, concorre novamente a uma vaga na Câmara.”
Selfie dos homens de Jenezio
Selfie dos homens de Jenezio
Hummm… e que tal o Pr. Everaldo? Segundo o jornalista Lauro Jardim:
“O pastor Everaldo Dias (PSC), o quarto colocado entre os candidatos a presidente, de acordo com todas as pesquisas, escolheu o tema família como mote de sua campanha. É justamente de casa, contudo, que surge uma acusação grave contra o candidato evangélico.
No ano passado, a ex-mulher de Everaldo, Katia Maia, levou ao STJ um processo em que o acusa de agressão física, seguida de ameaça de morte. Na ação, há relatos de “chutes e socos, o que causou a perfuração da membrana timpânica” de Katia.
Everaldo diz que agiu em legítima defesa depois de uma perseguição de carro pelas ruas do Rio de Janeiro.
Em 2012, o pastor foi condenado na primeira instância a pagar para a ex-mulher uma indenização de 84 450 reais por danos morais e materiais. Everaldo reverteu a decisão no Tribunal de Justiça do Rio e agora o caso está em Brasília.”
Sobre o Senador Magno Malta, consta acusação de envolvimento no Escândalo dos Sanguessugas:
“Segundo os Vedoin, combinou a apresentação de emendas favoráveis à Planam no valor de 1 milhão de reais e recebeu como adiantamento um Fiat Ducato, que usou entre 2003 e 2005.
marchario3O que aconteceu
Malta foi reeleito senador pelo PR do Espírito Santo em 2006. O Conselho de Ética arquivou a acusação naquele ano, mas o senador ainda é alvo de inquérito no STF, que corre sob segredo de Justiça.”
E o que dizer do Deputado Jair Bolsonaro? Apesar de se dizer cristão católico, além de ser a favor da pena de morte, ainda é favorável à tortura:
“(…) A uma emissora de TV, Bolsonaro disse também que ‘a situação do país seria melhor hoje se a ditadura tivesse matado mais gente’.
Entre os que deveriam ser eliminados, ele incluiu o presidente Fernando Henrique Cardoso.
Posteriormente, Bolsonaro defendeu novamente a tortura. Referindo-se ao ex-padre José Antônio Monteiro, que denunciou o ex-diretor-geral do PF João Batista Campelo por tortura, afirmou: ‘É o que dá torturar e não matar’.”
Antes do envolvimento na Operação Lava-Jato, Lindbergh Farias estava em todas com o Malafaia.
Antes do envolvimento na Operação Lava-Jato, Lindbergh Farias estava em todas com o Malafaia.
E, apesar de não estar presente neste ano, como podemos nos esquecer do Senador Lindbergh Farias, que conseguiu se eleger graças ao apoio dos evangélicos, por “indicação” e influência de Silas Malafaia?
“A base da investigação são dois depoimentos prestados ao Ministério Público Estadual (MPE) pela ex-chefe de gabinete da Secretaria de Finanças de Nova Iguaçu Elza Elena Barbosa Araújo. ÉPOCA obteve cópias das declarações, prestadas em fevereiro de 2007 e até aqui mantidas sob sigilo. Elza disse que, logo no início do mandato de prefeito, em 2005, Lindbergh montou um esquema de captação de propina entre empresas contratadas pelo município. O valor podia chegar a R$ 500 mil por contrato. O dinheiro sujo, segundo Elza, chegava à sala da secretaria em bolsas e maletas trazidas por empresários. Depois as quantias eram usadas, conforme ela disse, para quitar despesas pessoais de Lindbergh.
Pregação no Largo da Carioca
Pregação no Largo da Carioca
Segundo os depoimentos, o esquema ainda bancava as prestações de um apartamento da mãe de Lindbergh, Ana Maria, num edifício em Brasília. Elza relatou que numa das ocasiões, em 11 de julho de 2005, ela saiu da prefeitura com R$ 15 mil em dinheiro para pagar uma das prestações do imóvel. Sobraram R$ 4.380, que Elza disse ter depositado na conta de Lindbergh. Ela também afirmou que a propina abastecia a conta da empresa Bougainville Urbanismo, que pertence a Carlos Frederico Farias, irmão de Lindbergh que mora na Paraíba, terra natal de Lindbergh. A empresa recebeu, ainda conforme a acusação, quatro depósitos que totalizaram R$ 250 mil.
O MPE considerou os depoimentos “homogêneos e ricos em detalhes”. Os procuradores disseram que receberam documentos de Elza, incluindo uma planilha, chamada “pendências para Chico”, uma referência ao nome do então secretário de Finanças de Nova Iguaçu, Francisco José de Souza. A lista traz “diversos números de contas bancárias, valores de dívidas e pagamentos que deveriam ser efetuados por Chico em favor do prefeito e seus familiares”, diz o MPE. Com base no material, os procuradores abriram uma investigação e pediram, em julho de 2008, a quebra de sigilo bancário e fiscal de Lindbergh, sua mulher, sua mãe, dois irmãos e sete empresas da família, incluindo a Bougainville.
marchario6O Tribunal de Justiça (TJ) autorizou a quebra de sigilos relativa ao período de junho de 2004 a junho de 2008. Exatamente um ano depois, em 2009, o TJ estendeu a medida aos cartões de crédito e aplicações em Bolsas de Valores. ÉPOCA obteve cópias das duas decisões relativas às quebras de sigilo, que também permaneciam inéditas. De acordo com o desembargador Alexandre Varella, os extratos dão sustentação às acusações de Elza. Varella afirmou que o pedido do MPE não tinha como base apenas os depoimentos da ex-funcionária. “Foram inquiridas testemunhas que confirmaram a presença de pessoas por ela mencionadas na referida prefeitura”, como os portadores de malas com dinheiro.”
E então? Você ainda concorda com o slogan que o Malafaia escolheu para sua Marcha de 2015? Ou concorda com a manchete do jornal O Dia?

Marcha para Jesus ganha tom político

Deputados da bancada evangélica, além do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, participam de evento

marchario4Infelizmente, essa marcha não foi para Jesus. Também não foi pela família, pelo Brasil e contra a corrupção. Essa marcha, como infelizmente todas as demais, têm um único objetivo: mostrar ao mundo que meia dúzia de lideranças evangélicas têm poder sobre uma multidão de milhares de fiéis. Esse poder se manifesta sob a forma de influência em todos os assuntos: nos valores morais, no investimento de suas finanças e até na escolha de políticos que venham a governar o Brasil. Não à toa, tantos políticos se aliam aos religiosos. E tantos religiosos buscam se infiltrar na política.
Mas como influenciar multidões e fazê-las concordar com nossos pensamentos, com nossas escolhas, com nossos candidatos ao poder? Dando-lhes aquilo que elas mais gostam: música, dança, festa, alegria, entretenimento – e tudo isso sob uma falsa aura de espiritualidade. Afinal, não estão numa rave. Estão numa autointitulada Marcha para Jesus.
Porém, é tudo tão diferente de Jesus…
Jesus não estaria no alto de um trio-elétrico, estaria caminhando entre o povo. Seria tão disponível que até uma mulher conseguiria tocar Suas vestes em meio à multidão.
marchario7Jesus não estaria rodeado de políticos. Estaria rodeado de pecadores e marginalizados, pois os sãos não precisam de médico, e sim os doentes.
Jesus não estaria cantando e dançando funk e afins para Deus. Estaria de joelhos, em oração, vertendo lágrimas de sangue por essa nossa geração perversa.
Mas ainda tem quem diga que a Marcha é para Jesus…
Horas antes da Marcha, um pequeno grupo foi pregar – gratuitamente – no Largo da Carioca, no Rio de Janeiro. Não se pregou sobre a vitória do crente, sobre teologia da prosperidade, sobre plantar dez e colher mil. Pregou-se sobre a Boa-Nova do Reino, e apesar de não haver métodos de entretenimento, algumas pessoas se aproximaram e puderam ouvir a Palavra.
Sim, a Palavra de Deus ainda atrai as pessoas, sem a necessidade de métodos humanos.
À tarde, os integrantes do MEEB (Movimento pela Ética Evangélica Brasileira) estenderam suas faixas com os versículos bíblicos que muitos líderes gospel arrancaram de suas bíblias (por serem contrários às intenções de seus ministérios). Como sempre, muitos olhares de desaprovação e outros muitos de apoio e reflexão.
É um trabalho como o da andorinha que tentava apagar o incêndio na floresta. Se uma única pessoa na multidão se permitir ouvir a voz do Espírito Santo, deixando assim de ser parte da massa de manobra de líderes gananciosos, grande será a festa no céu.
A maior corrupção não é a cometida pelos políticos. A maior corrupção é a que envolve o nome Santo Santo Santo de Deus. Quem se utiliza do Seu nome, seja para batizar uma marcha com fins políticos, seja para arrecadar dinheiro dos fiéis e enriquecer, melhor seria se amarrasse uma pedra no pescoço e se lançasse no fundo de um rio.
Que possamos nos arrepender enquanto é tempo.
Voltemos ao Evangelho puro e simples,
O $how tem que parar!
P.S.: Dia 4/6 (quinta) haverá a Marcha para Jesus em São Paulo. Se Deus permitir, estaremos lá. E se você puder, esteja lá também para nos ajudar a estender as faixas (a seara é grande, mas poucos os trabalhadores).
Paulo Siqueira

13 de abril de 2015

O $how do Thalles Roberto tem que parar!!!


por
 

Parte da biografia do Thalles Roberto. Ainda bem que ele deixou os holofotes do glamour e da fama para seguir a Jesus!!!
Parte da biografia do Thalles Roberto. Ainda bem que ele deixou os holofotes do glamour e da fama para seguir a Jesus!!!
Há uns 4 anos atrás surgiu, na cena gospel brasileira, um novo astro: Thalles Roberto. Chegou chegando, emplacando sucessos, ganhando troféus em premiações gospel (como se fosse possível premiar alguém por ser melhor ministro de louvor a Deus), fazendo shows e mais shows Brasil afora. E claro, ganhando muito por tudo isso.
Na biografia disponibilizada em seu site, temos:
“Eu nasci num lar financeiramente pobre, mas rico em amor e cultura musical. Meus irmãos, todos mais velhos, respiravam música e naturalmente, aos 5 anos, eu já figurava entre os solistas do coral da igreja dirigido pelo meu pai. Assim, desde muito cedo, a música se tornou parte de mim” afirma Thalles, que faz questão de salientar suas raízes e dizer que, não fosse a graça e a infinita misericórdia de Deus, talvez nem estivesse aqui para contar as maravilhas que Cristo tem feito através de sua vida.
No final da adolescência, Thalles recebeu um convite para fazer backing vocal na banda Jota Quest. “Abandonei meu trabalho como Ministro de Louvor e durante 7 anos viajei o Brasil, cantando com Jota Quest, Jamil e Uma Noites, e fazendo algumas participações especiais em shows de Ivete, Roberto Carlos, entre outros. Infelizmente, me perdi nos holofotes do glamour e da fama e acabei me afastando para caminhos bem distantes daqueles que Deus havia traçado para mim”. Thalles confessa que, apesar de ter vivido distante dos caminhos do Senhor, a semente do evangelho plantada em seu coração lá na infância, em casa e na escola dominical, permanecia viva e lhe provocava o desejo de retornar.” (Site Thalles Roberto, disponível em: <http://thallesroberto.com.br/bio>, acesso em 11 Abr. 2015 – grifo nosso)
O discurso é bonito, mas fica claro que apenas metade dele é verdade. Sim, Thalles Roberto deixou de cantar música secular com o Jota Quest, o Jamil e Uma Noites, a Ivete Sangalo, o Roberto Carlos. Porém, manteve o amor àquilo que ele disse ter sido motivo de sua perdição: os holofotes do glamour e da fama, agora não mais secular, não mais pecaminosa, mas sim gospel, santificada pela bênção apostólica (?) dos grandes e nababescos líderes evangélicos brasileiros.
Thalles e Naldo, dois que deixaram a fama e o sucesso do mundão, em busca da fama e do sucesso no mundão gospel.
Thalles e Naldo, dois que deixaram a fama e o sucesso do mundão, em busca da fama e do sucesso no mundão gospel.
Epa!!! Eu disse que metade do discurso era verdade? Permita-me aqui uma correção. Thalles Roberto deixou de cantar com os cantores citados acima, mas agora canta com um tal de Naldo Benny, outro que se diz vindo de lar evangélico e que descobriu as benesses que uma voz mais ou menos afinada, aliada a um corpo sarado e insinuante pode trazer no mundo do show business. O Thalles propagandeou aos quatro ventos ter “convertido” o Naldo, este concordou e disse que até abandonaria o funk mundano, porém a decisão durou pouquíssimo tempo. Em resumo, cantaram e gravaram juntos, ficaram na boca do povo (e estando em evidência, os artistas conseguem vender mais shows e cd’s), iludiram o povo evangélico mas isso não é problema, afinal evangélico é brasileiro e brasileiro tem memória curta mesmo.
Thalles Roberto é ungido pastor (???)
Thalles Roberto é ungido pastor (???)
Para quem não sabe, o cantor Thalles Roberto é também pastor. Sim, num certo dia o Apóstolo (?) Estevam Hernandes, da Igreja Renascer, o ungiu pastor. Agora só não me pergunte qual a igreja que o Thalles pastoreia, pois ao que parece, para ele, é muito mais importante o investimento na carreira de cantor. Pelo menos por enquanto, nela está ganhando mais. Porém, quando a fama passar e a indústria fonográfica encontrar alguém para substituí-lo, não tem problema: basta tirar do armário o terninho de pastor e continuar ganhando dinheiro vendendo a palavra de deus (em minúsculas mesmo, não foi erro de digitação, infelizmente).
Batinha do Thalles por módicos R$ 87,50. O crente tem que pagar o preço!!!
Batinha do Thalles por módicos R$ 87,50. O crente tem que pagar o preço!!!
O bom de ser ídolo é que podemos ganhar muito com isso. Um ídolo tem poder, tem influência sobre as massas, e pode, com isso, induzi-la a comprar seus produtos, a lhe dar mimos, agrados e benefícios. Não a toa, logo que começou a fazer sucesso no mundo gospel (pois, como já visto em sua biografia, no mundo musical secular ele nunca deixaria de ser um simples backing vocal de cantores famosos) Thalles Roberto se decidiu por abrir sua lojinha, onde vende produtos com sua marca, sua própria grife. Na lojinha do Thallestemos vestuário, bonés, tênis, capinhas de celular (obviamente, apenas de Galaxy SII pra cima e Iphone – crente gospel é cabeça e não cauda), óculos iguais aos que o cantor usa e claro, bonecos do Thalles. O “thalleco” é uma imitação do original, para os(as) fãs que gostariam de dormir agarradinhos ao seu ídolo, mas que não têm essa oportunidade.
Boneco do Thalleco, para colocar no lugar da boneca da Aparecida.
Boneco do Thalleco, para colocar no lugar da boneca da Aparecida.
E falando em fãs, o Thalles Roberto tem muitos. E incentiva isso, afinal são os fãs que gastam parte do seu ordenado se vestindo com a grife do cantor/(im)pastor, que compra seus cd’s e dvd’s, que vai a seus $hows (com a desculpa de que vão para louvar a Deus, mas na verdade vão mesmo é pular e suar). Como os jovens crentes não podem saracotear no show da Ivete, pois isso é pecado, o jeito é dar um rebolado gospel ungido no show do Thalles e de outros do mesmo tipo. E como os jovens (e principalmente as jovens) não podem mais gritar “Thiaguinho eu te amo” (pois esse é um cantor de pagode do mundão), num $how gospel elas podem gritar “Thalles eu te amo”, afinal o amor aqui implícito é o amor cristão, puro, casto, fraternal. Ou não?
Para o fã crente que é cabeça e não é cauda.
Para o fã crente que é cabeça e não é cauda.
Para agradar e chamar a atenção dos fãs, em certa ocasião esse Thalles participou de uma promoção, onde o ganhador iria a um dos seus shows de limousine. A coisa pegou tão mal que, aparentemente, a promoção foi cancelada. Em suma, o cantor queria transmitir a seus seguidores o gosto pelo glamour, que ele disse ter perdido em sua biografia. Só que não, é claro.
Não basta ser bíblia. Tem que ser do Thalles, e ser apostólica.
Não basta ser bíblia. Tem que ser do Thalles, e ser apostólica.
A última do Thalles é que ele, não contente em ser um ídolo gospel, resolveu também ser glorificado em uma bíblia que traz o seu nome. Na verdade, não apenas seu nome: traz, logo nas páginas iniciais, em papel especial e colorido, fotos gigantes do cantor dividindo espaço com sua biografia e coisas do tipo. Os comentários da tal bíblia são do Apóstolo (?) Estevam Hernandes. A desculpa é que é uma forma de atrair os jovens que vão pular no show dele, porém a verdade é que é mais uma forma do tal se promover (em cima do nome Santo Santo Santo de Deus), além de ganhar um bom dinheiro. Tal bíblia direcionada aos jovens, ou seja, a um público que majoritariamente não tem dinheiro, já que muitos dependem dos pais ou, quando muito, trabalham em seus primeiros empregos, ganhando muito pouco, custa módicos R$ 110,00 (!!!).
O mais triste de tudo é vermos a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) envolvida nesse tipo de coisa, nesse claro comércio da Palavra de Deus. Essa Bíblia não é para evangelizar, mas para enaltecer e enriquecer seu “dono”. Nos bastidores fala-se dos graves problemas financeiros que a SBB enfrenta, porém nada é justificativa para que se venda a Deus e à Sua Palavra. De tudo um dia daremos conta, e poderá ser tarde demais.
Enfim, quer pular, gritar, saracotear, remexer os quadris? Faça, se quiser. Só não envolva Deus nesse negócio da alma, da carne.
Exigências de camarim do Thalles. A prova de que ele canta apenas para glorificar a Deus.
Exigências de camarim do Thalles. A prova de que ele canta apenas para glorificar a Deus.
Muitos líderes evangélicos (pregadores e cantores) não têm o menor temor de Deus. Se tivessem, não usariam o Seu Santo Nome em vão, e muito menos em negociatas.
Não troque a adoração a Deus em Espírito e em Verdade por adoração a ídolos. Os ídolos perecem, e nós com eles.
Teve um aí que vendeu Jesus por 33 moedas de prata. Como teve inflação após 2000 anos, o Thalles tá vendendo por bem mais que 42 mil.
Teve um aí que vendeu Jesus por 33 moedas de prata. Como teve inflação após 2000 anos, o Thalles tá vendendo por bem mais que 42 mil.
Se fossem verdadeiramente convertidos a Deus, a Seu Evangelho, os cantores que deixam a música do mundo cantariam para Deus – só que de graça. E para se manter, arranjariam um trabalho – mesmo como músico. Porém jamais louvariam a Deus apenas em troca de gordos cachês e regalias em camarins exclusivos.
De Deus não se zomba. O tempo destes está bem próximo.
Voltemos ao Evangelho puro e simples,
O $how tem que parar!!!
Por quanto você está comprando Jesus? (pois, se há quem o venda, é porque há quem o compre - a corrupção é uma via de mão dupla).
Por quanto você está comprando Jesus? (pois, se há quem o venda, é porque há quem o compre – a corrupção é uma via de mão dupla).
“Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar.
E não nos forniquemos, como alguns deles fizeram; e caíram num dia vinte e três mil.
E não tentemos a Cristo, como alguns deles também tentaram, e pereceram pelas serpentes.
E não murmureis, como também alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor.
Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos.
Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia.
Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.
Portanto, meus amados, fugi da idolatria.” – 1 Coríntios 10:7-14
“Homens irmãos, convinha que se cumprisse a Escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam a Jesus;
Porque foi contado conosco e alcançou sorte neste ministério.
Ora, este adquiriu um campo com o galardão da iniquidade; e, precipitando-se, rebentou pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram.
E foi notório a todos os que habitam em Jerusalém; de maneira que na sua própria língua esse campo se chama Aceldama, isto é, Campo de Sangue.
Porque no livro dos Salmos está escrito: Fique deserta a sua habitação, E não haja quem nela habite, e: Tome outro o seu bispado.” – Atos 1:16-20