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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18
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23 de fevereiro de 2017

Andressa Urach evangeliza prostitutas e travestis, no Rio: “Ganhar almas é nossa missão”

Andressa Urach evangelizando prostitutas, travestis e moradores de rua. (Foto: Allan Andrade)
Andressa Urach evangelizando prostitutas, travestis e moradores de rua. (Foto: Allan Andrade)
Com seu testemunho de cura, renúncias e transformações, a ex-modelo Andressa Urach tem investido parte de seu tempo para evangelizar garotas de programa, travestis e moradores de rua na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Em sua conta no Instagram, Urach tem publicado diversas fotos onde aparece conversando com algumas pessoas na rua. A ação faz parte do projeto Anjos da Madrugada, um trabalho social promovido pela Igreja Universal do Reino de Deus por todo o Brasil.
“Distribuímos marmitas para os moradores de rua, levamos alguns livros meus para garotas de programas que estavam nas ruas da Barra da Tijuca e, principalmente, o alimento para alma: uma palavra de fé”, Andressa contou nas redes sociais na última quarta-feira (15).

Andressa Urach evangelizando prostitutas, travestis e moradores de rua. (Foto: Allan Andrade)
“Me emociono ao lembrar do fundo do poço onde Deus me tirou”, disse ela em outro post. “Ganhar almas essa é nossa missão”.
O projeto Anjos da Madrugada foi criado em 2011 com o objetivo de suprir as necessidades físicas, sociais e espirituais de pessoas que vivem em situação de rua. Dentre as ações do grupo, estão as doações, intermediação entre abrigos da prefeitura, prestação de serviços de higiene e recolocação no mercado de trabalho.
Em 2015, poucos meses depois de sua conversão, Andressa também decidiu sair do templo da igreja para levar o Evangelho às pessoas que estão fora dela. A apresentadora visitou alguns presídios femininos em Santa Catarina, onde contou seu testemunho e levou uma mensagem de fé.

Andressa Urach evangelizando prostitutas, travestis e moradores de rua. (Foto: Allan Andrade)
Além de pregar seu testemunho de transformação, Andressa também acompanhou o batismo de algumas mulheres detentas. "Essas mulheres são discriminadas e abandonadas pela própria família. Mas não são todos os presídios que se pode levar a piscina. Muitos têm regras rígidas. Mas tenho a certeza que só com a palestra a semente de recomeçar está sendo plantará", disse Urach.
Feliz com o trabalho junto aos presídios, Andressa se mantém esperançosa. "Minha história começou a ser escrita esse ano. Muitas pessoas duvidam ainda da minha mudança mas o tempo vai mostrar. Muitas almas estão em jogo e eu não vou cair. Eu sei de onde sai e não quero voltar pra lá”, disse ela, na época.



Andressa Urach evangelizando prostitutas, travestis e moradores de rua. (Foto: Allan Andrade


FONTE: GUIAME, LUANA NOVAES

15 de fevereiro de 2017

Enfermeira pede demissão para se dedicar a missões: "Deus superou minhas expectativas"

A jovem começou a desenvolver uma nova atividade: ajudante de pedreiro. (Foto: ASN).
A jovem começou a desenvolver uma nova atividade: ajudante de pedreiro. (Foto: ASN).
O Brasil passa por um grave período de crise econômica. Aquele que tem seu emprego deve cuidar para não abrir mão dele. Mas, e quando Deus convida para um passo maior na fé? Por mais que pareça loucura, foi exatamente o que Deisielen Gomes fez. A jovem de 22 anos abandonou seu emprego para se engajar em missões.
Ela vê nas ações e palavras um meio importante para compartilhar o amor de Cristo. Ela já havia descontado das férias os dias para participar da Missão Calebe (uma iniciativa da Igreja Adventista) em 2016. Mas, agora, em 2017, ela não pôde repetir o ato e resolveu pedir demissão. A jovem liderou a equipe de voluntários que atuou em São Pedro do Ivaí, interior do Paraná.
Em sua nova jornada, a jovem começou a desenvolver uma nova atividade: ajudante de pedreiro. Ela descobriu uma família que precisava de ajuda assim que entrou em contato com a assistência social do município. A família que foi auxiliada havia perdido quase todos os bens ao sofrer um incêndio.
Então, os jovens voluntários que se disponibilizaram a estar nessa nova temporada dos “Calebes” se dispuseram a ajudar a reformar a casa, carregando tijolos todos os dias, terra, materiais de construção, além de fazer amizade com os beneficiados.
“Confesso que estava com medo, preocupada, mas Deus mais uma vez superou minhas expectativas! Hoje tenho certeza que São Pedro do Ivaí não é mais a mesma, e que deixamos a nossa marca”, conta a enfermeira recém-formada.
Jovens voluntários que se disponibilizaram a reformar a casa. (Foto: ASN).
Diversas ações
Além de Deisielen, outras 1.500 pessoas se engajaram na sétima edição da Missão Calebe no norte do Paraná. Foram ao todo 39 equipes e elas realizaram as mais diversas ações para fazer o bem às pessoas: levaram alegria aos doentes com o projeto Doutores da Esperança; reformaram e limparam casas, escolas, praças, Apaes e outras instituições.
Além disso, as equipes também promoveram a Escola Cristã de Férias para crianças das comunidades; visitaram asilos; organizaram feiras de saúde; visitaram autoridades; doaram alimentos; doaram sangue; fizeram mutirão contra a dengue; e, é claro, estudaram a Bíblia com muitas pessoas, das quais 70 se decidiram se batizar.
No projeto cristão, cada jovem que resolve se dedicar a obra acaba se tornando como Jesus, pois aprende a ser um discípulo. “Ele cresce porque coloca em prática o que aprende e tem a oportunidade de reproduzir aquilo que ele sabe na vida de outras pessoas. De tudo o que eles fizeram, as sementes que eles plantaram, o resultado final são vidas transformadas”, afirma o coordenador da iniciativa no norte do Paraná, pastor Giliard Ferreira, que é líder dos jovens adventistas na região.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO SITE NOTÍCIAS ADVENTISTAS

16 de janeiro de 2017

Pastores trabalham com Uber e aproveitam para evangelizar: “É uma oportunidade”

Pastores estão dividindo sua jornada entre o púlpito da igreja e as ruas da cidade. (Foto: Reprodução)
Pastores estão dividindo sua jornada entre o púlpito da igreja e as ruas da cidade. (Foto: Reprodução)
Alguns pastores norte-americanos estão dividindo sua jornada entre o púlpito da igreja e as ruas da cidade, como motoristas do Uber. Esse é o caso da pastora de jovens Rhoda Nazanin, que tem como principal fonte de renda seu trabalho como motorista do Uber pelas ruas de Los Angeles.
"É como qualquer outro trabalho, com dias bons e dias ruins", disse Nazanin ao site PE News. "Eu tive oportunidades de fazer serviços para cristãos e nós tivemos profundas conversas, nos encorajando. Eu tive oportunidades de ouvir as pessoas”.
Ocasionalmente, Rhoda transporta pessoas famosas e tem oportunidade de orar com clientes que estão lidando com desafios em sua vida.
O pastor Joe Pierce, que começou a dirigir à serviço do Uber em maio de 2016, recentemente se casou com Rachel, que também é motorista do Uber. Ela sugeriu que poderia ser um bom ajuste para ele também. Entre as viagens mais comuns para Pierce, estão aeroportos, metrôs, restaurantes e residências. Nas sextas-feiras, ele transporta pessoas que saíram de bares e clubes noturnos.
Mais do que uma fonte de renda, ele encara sua profissão como um segundo ministério. "Posso oferecer passeios e conversar com as pessoas. Elas acabam me perguntando o que eu faço, e a conversa acaba me levando ao ministério. E eu consigo compartilhar minha fé com as pessoas", ele explica.
Joe conta que recebeu um grande aprendizado como motorista do Uber. "Eu nunca sei quem eu estou pegando. Isso me desafia a estar aberto para ouvir as pessoas”, avalia.
Oportunidade de evangelismo
O pastor John Ware começou a dirigir para o Uber em fevereiro de 2016, mas se aprofundou no trabalho em julho. "Conhecer as pessoas é a parte divertida. O trabalho me permitiu ver a cidade, partes que eu normalmente não veria. Sempre que estou dirigindo, vou orando pela cidade".
Entre as lembranças do pastor John, está o dia em que ele transportou um jogador da equipe de futebol americano “Washington Redskins”. O atleta estava ao lado de quatro amigos, a caminho de uma boate. Durante o trajeto, os rapazes planejavam o que eles fariam no clube. Então o jogador perguntou a John o que ele fazia para ganhar a vida - “sou pastor”, ele respondeu. O atleta ficou surpreso e envergonhado com os comentários que fez dentro do carro.
Na manhã seguinte, o jogador ligou para John, pois tinha esquecido suas chaves no carro. Na ocasião, ele não conseguia entregar as chaves, mas pediu para o jogador retirá-las no estacionamento da Igreja Betel, onde John era pastor.
Durante o encontro, o atleta disse que viu esta situação como um sinal de que Deus queria alcançá-lo. John compartilhou com ele o amor de Cristo e orou pelo atleta.

VIa: Guiame

4 de novembro de 2016

Avivamento chega a tribo que antes adorava o diabo



Pela primeira vez em séculos, as tribos africanas remotas da etnia Batwa estão ouvindo o nome de Jesus Cristo. Eles são pigmeus e vivem no extremo sul de Uganda, na reserva florestal de Bwindi. O povo era chamado de os “guardiões da floresta”, por manterem distância da vida nas cidades. Tradicionalmente eles viviam em cavernas e árvores, sobrevivendo a partir da caça e da coleta de frutas.
Tudo mudou em 1992, quando o governo ugandês decidiu transformar a região em um parque nacional. Logo em seguida, recebeu o título de Patrimônio da Humanidade, por causa dos gorilas ameaçados de extinção que vivem ali. Por causa disso, os batwa foram expulsos, tornando-se assim os primeiros “refugiados ambientais” que se tem notícia.
Sem direito à terra, sem comida, sem roupas e sem abrigo, eles tentaram se adaptar ao mundo moderno, mas não conseguiram. Sofriam muito preconceito por causa de sua baixa estatura e cultura rudimentar. “As pessoas não queriam dar emprego a eles pois pensavam que esses pigmeus eram animais”, explicou o missionário Tugume Gerald. Ele e sua esposa, Barbara, decidiram intervir e ajudar alguns desses batwa.
O casal se mudou da capital Kamapala, onde viviam, para a pequena aldeia de Kisoro, localizada na fronteira com a parte da selva equatorial que foi transformada em reserva. Ali,  iniciaram seu ministério entre os pigmeus.
“Comecei pregando a mensagem de esperança a quem não tinha qualquer esperança”, lembra  Gerald. Aos poucos ele foi conquistando a confiança e pregava para um número cada vez maior de batwas.
Povo Batwa.
Povo Batwa.
Jovanis Nyirakayanje foi uma das primeiras convertidas. “Foi a primeira vez que alguém nos falou sobre Jesus”, disse a anciã à CBN News. “Nós fumávamos, bebíamos, fazíamos bruxaria”, lembra. “Éramos adoradores do diabo. Éramos servos do diabo, mas então ouvimos Cristo morreu por nossos pecados, e isso mudou nossas vidas!”, comemora.
Ela logo se tornou um evangelista entre os pigmeus.
Em pouco tempo foi inaugurada a primeira igreja batwa conhecida. No último batismo foram 36 pessoas. “Às vezes chegamos a ter 1.000 pigmeus que vêm para os cultos”, ressalta o missionário.
Tugume e Barbara dizem que milagres estão acontecendo entre os Batwa. Pessoas que foram diagnosticadas com HIV/Aids foram curadas. Uma jovem pigmeia, que estava à beira da morte, recebeu orações, aceitou a Jesus e logo levantou-se da cama para uma nova vida.
Barbara explica que foi um grande testemunho. “Eles oraram e oraram. Na verdade, fizeram isso por umas cinco horas. Eu estava lá, quase não podia acreditar! A menina foi curada, e eu disse glória a Deus!”
Agora os missionários estão se dedicando a cuidar de uma escola para crianças pigmeus. Os pais, antes caçadores, estão aprendendo a ser agricultores. A pobreza e as dificuldades enfrentadas por eles ainda são enormes.
Tino Qahoush, um cineasta cristão sueco, foi até a Uganda para produzir um documentário sobre o avivamento entre o povo Batwa. Ele acabou se envolvendo no ministério entre os pigmeus. Ele contatou igrejas na Suécia para ajudar e conseguiu comprar material escolar, sapatos e roupas para as crianças. Agora estão com um projeto para construir mais casas para os pigmeus.
“O que eu gosto neste ministério é que ele é dirigido pelos próprios batwa. Eles formaram um conselho e estão cuidando de seu próprio povo”, disse Qahoush à CBN News. “E nós só queremos capacitá-los e dar-lhes alguns recursos para que continuem em frente.”
Ninguém sabe ao certo, mas estima-se que ainda existem dezenas de milhares de Batwa que ainda não ouviram o nome de Jesus Cristo. “Assim como Cristo me transformou, creio que Sua mensagem de salvação irá mudar a vida da minha tribo”, disse Nyirakayanje.
Enquanto isso, Tugume pede que cristãos de todo o mundo se juntem a ele em oração pelo trabalho entre um dos grupos étnicos mais inacessíveis do mundo.
Assista:

13 de outubro de 2016

Missões: líder de aldeia que era visto como divindade por fiéis se converte ao Evangelho


Um homem que foi separado desde a infância para o sacerdócio da religião predominante em sua aldeia, na Ásia, cresceu e tornou-se o líder espiritual e social de aproximadamente 500 famílias, e era tratado como uma divindade. Até o dia em que ouviu falar de Jesus Cristo.
O testemunho de Htin Khin é um dos mais impressionantes que chega através dos missionários que atuam na Ásia. Aos cinco anos de idade, ele foi enviado por seus pais para estudar em uma instituição religiosa, onde cresceu aprendendo os rituais e conceitos de sua crença.
Aos 20 anos de idade, ele se tornou o líder espiritual de sua aldeia, que tinha 500 famílias. Com a influência da religião, era obedecido por todos, e viveu cercado de fartura, itens preciosos e outros privilégios, todos ofertados pelos aldeões, que aos poucos, passaram a vê-lo como um deus.
Em pouco mais de duas décadas, Khin discipulou 400 jovens nos moldes do que aprendera na infância. Tornou-se influente, construiu 20 instituições religiosas para treinar milhares de crianças em sua fé, ao longo dos anos.
Porém, Khin nunca tinha ouvido falar de Jesus Cristo, de acordo com informações da Gospel For Asia, até o dia em que um missionário o abordou e apresentou o Evangelho a ele. “Você conhece Jesus Cristo?”, questionou o pastor Tamkinat. “Eu não sei quem é Jesus Cristo”, respondeu Khin.
Esse encontro aconteceu quando Khin já tinha 41 anos de idade. O missionário explicou quem era Jesus e as diferenças entre o Evangelho e a religião de Khin, afinal, ele havia sido criado naquela mesma tradição e conhecia os detalhes da crença.
Pouco a pouco, ajudou Khin a descobrir a verdade sobre Jesus Cristo. O que havia começado como encontros entre dois líderes religiosos de tradições distintas, transformou-se em amizade, e o pastor Tamkinat compartilhou tudo o que sabia sobre a Palavra de Deus.
Certo dia, Khin foi participar de um congresso cristão de quatro dias, onde pôde compreender mais a fundo o que era o plano de salvação. Lá, resolveu entregar sua vida a Jesus e disse que estava abandonando seu status de líder religioso na aldeia onde vivia.
Hoje, Khin segue a Jesus Cristo e é obrigado a conviver com a insatisfação de seus vizinhos, mas permanece firma no Evangelho.
Via: Gospel+

28 de maio de 2015

Evangelismo criativo alcança milhões pelas redes sociais

Evangelismo criativo alcança milhões pelas redes sociaisEvangelismo criativo alcança milhões pelas redes sociais
O Ministração Criativa, ministério que aposta em ações criativas e inusitadas para levar a palavra de Deus a todos os lugares está comemorando um ano de seu primeiro e mais conhecido vídeo; “Acharam que seria mais um pedido de esmola”. O vídeo, lançado em 24 de maio de 2014 se tornou viral e atingiu milhares de pessoas, sendo compartilhado inúmeras vezes pelas redes sociais.
“Perdemos a conta de quantos canais no YouTube baixaram e reproduziram nosso vídeo. Sem falar nos compartilhamentos no Facebook e do próprio WhatsApp, pois este é o meio preferido dos jovens hoje em dia”, conta Nonay Foralskelse, codinome de Aellionay Sousa Andrade, líder do ministério.
Ele explica que o foco do ministério é o evangelismo: “A mensagem é para fazer as pessoas refletirem e impactar seja com vídeos ou ministrações”, explica Nonay. “Queremos que esse conteúdo atinja o maior número de pessoas possível – nos lugares onde não podemos ir, a mensagem chega virtualmente”, conclui.
Os números do vídeo são realmente impressionantes para um ministério iniciante. Somente em um canal do YouTube do pastor e deputado federal Marco Feliciano, uma reportagem sobre o vídeo feita pela Rede Fonte TV alcançou 17 milhões de visualizações. No canal do Ministrarão Criativa, foram mais 600 mil visualizações, mas isso é só a ponta do iceberg de um fenômeno que se tronou impossível de ser quantificado.
O vídeo “Acharam que seria mais um pedido de esmola” atravessou fronteiras alcançando diversos países, como Itália, Havaí, Estados Unidos e Reino Unido. Nesses locais, foram colocadas legendas no idioma correspondente e houve exibição nas igrejas locais. “Vidas foram salvas, libertas e transformadas pela mensagem que o vídeo transmitiu. E mesmo após um ano, muitas vidas continuam sendo impactadas pela mensagem de amor e esperança que só Cristo traz”, destaca Nonay.

Impacto

O ministério possui 15 vídeos produzidos, todos de cunho evangelístico. O mais recente foi o audiovisual produzido dentro de um coletivo de nome “Você aceita?”. Na ação criativa, bombons foram oferecidos aos passageiros, em seguida uma mensagem evangelística era falada.
Segundo Nonay, o processo de criação do conteúdo das mensagens e mesmo o roteiro é desenvolvido debaixo de muita oração e segundo a vontade de Deus. “Fico um tempo em oração e meditando na Palavra e peço a Deus de que forma Ele quer que eu faça, aí me vem a ideia. Já houve ocasiões em que eu tive a ideia e quis montar, já estava tudo preparado, mas Deus me deu um dia antes outra visão e mudou tudo”, conta.
Apesar de novo, o ministério tem planos de grande alcance. “Queremos nos tornar referência em evangelismo criativo”, diz Nonay. O ministério já realizou cerca de 100 ministrações em todo o país, e sua próxima empreitada é uma missão evangelística junto aos ribeirinhos da região amazônica.
Reveja o vídeo “Acharam que seria mais um pedido de esmola”:
Veja o making of (partes 1 e 2) sobre o processo de elaboração do vídeo:


VIa: Gospel Prime

22 de abril de 2015

Porque a Igreja Brasileira ignora o genocídio de Cristãos no Oriente Médio?

Porque a Igreja Brasileira ignora o genocídio de Cristãos no Oriente Médio?
Por que uma igreja que movimenta mais de 15 bilhões de reais por ano em produtos Gospel e que demonstra poder midiático e político suficientes para provocar mudanças “sociais” quando há interesse, simplesmente ignora o genocídio de cristãos e minorias que estão acontecendo neste momento no Oriente Médio?
——
De riqueza milenar e histórica, o Oriente Médio é considerado sagrado para as 3 maiores religiões monoteístas do mundo. Para os que procuram entender as Escrituras de forma prática, a importância desta região é ainda maior, pois aponta para acontecimentos futuros e novos modelos de mundo.
É aliás, por esta “nova ordem mundial” que a fachada da luta contra o terrorismo tem funcionado bem. Hoje as riquezas petrolíferas de nações como Iraque e Líbia estão nas mãos da elite mundial. Nestes países a ação dos aliados foi rápida, certeira e destruidora. Entretanto, quando se trata de países onde a riqueza é a localização estratégica (no caso da Síria), deixar que civis sejam sacrificados e exterminados, parece bem cômodo.
Um dia, um pai sírio me perguntou:
- Rahil (Raquel) por que o mundo não faz nada para parar isto?
Como pessoas de consciência não se importam conosco?

Este senhor havia atravessado a fronteira, escapado a pé com sua família e sobrevivido as crueldades do deserto. Sua casa não mais existia. Além do bombardeio, tinha testemunhado a morte de crianças e mulheres de forma maligna. Enquanto falava comigo, podia sentir sua indignação. Mas sua indignação também era a minha. Eu, no entanto, já sabia a resposta.
Como missionária no Oriente, tenho me assustado (ou talvez nada mais me assuste) com a indiferença que grandes ministérios demonstram com a causa entre as nações e da perseguição histórica contra cristãos. Falo dos grandes “ministérios” porque são estes que tem o poder de influenciar, mas que a cada dia demonstram ganância, alienação e arrogância que só afastam o povo do verdadeiro sentido do Evangelho.
Eternas campanhas “proféticas”, guerras midiáticas pela moral da família, vendas de amuletos e muita extorsão financeira é o que recheiam as programações evangélicas. Falta Palavra, falta Evangelho, falta doação, falta compaixão…
A verdade é que não pode existir uma comunidade saudável ou uma igreja saudável sem que haja doação e sacrifício pelos que estão perto e pelos que estão longe. Entretanto, falar da atuação missionária para uma Igreja doente é perder tempo.
A verdade é que há muito marketing até mesmo entre os chamados ministérios missionários. Postar fotos, ter um dia de oração ou menções em shows (quase não existem) não são suficientes para provocar uma reação compatível com a força da igreja brasileira pelo Oriente Médio. Digo pelo Oriente porque nossa missão não é somente pelos Cristãos perseguidos, mas pelos muçulmanos e todos que estão padecendo.
Um tempo de vergonha
Vergonha e tristeza é o que eu sinto ao lembrar do descaso que nossa igreja demonstra à Missão e aos missionários. Países onde a igreja é menor, chegam a enviar 100% a mais de missionários e contribuições pelo mundo.
O pior é que este quadro não deve mudar, a menos que haja uma conversão no coração destes que se apostataram e se venderam a Mamon (e o fizeram em Nome de Deus).
Mas você enquanto lê este artigo pode fazer a sua parte! Comece orando e pedindo a Deus como se envolver na salvação das nações!
Que o Senhor tenha misericórdia dos povos do Oriente e salve muitos. Que os missionários sejam encorajados e fortalecidos pois nossa esperança está posta em Deus.

Profile photo of Raquel Elana

Por 

Raquel Elana, formada em Teologia, Pós Graduação em Jornalismo Político/ (Jornalista – MTb 15.280/MG) e Ministérios Criativos pelo IBIOL de Londres, é autora de 3 livros, entre eles: Anjos no Deserto - uma coletânea de testemunhos dos seus quase 10 anos de trabalho no Oriente Médio. Desde o ano passado está envolvida com o trabalho de atendimento aos refugiados da guerra civil da Síria. Veja este vídeo de divulgação para conhecer mais sobre nossas famílias e como desenvolvemos o serviço.

12 de outubro de 2013

Neste Dia das Crianças, lembre-se das crianças da Igreja Perseguida:

As crianças de países onde há perseguição precisam crescer em coragem e sabedoria para que o evangelho permaneça, e elas não desistam de Jesus quando forem adultos e enfrentarem muitas pressões. Ore por elas! 


Crianças da Igreja Perseguida - Fé que permanece


Fonte: Portas Abertas

8 de outubro de 2013

Igreja na Europa só sobreviverá com evangelização, diz bispo




Clemente disse que pregação
tem de começar na família

O bispo Manuel Clemente (foto), do Porto (Portugal), disse que a secularização em conjunto com a globalização ameaça extinguir o catolicismo europeu, que, para sobreviver, terá de ser “declaradamente evangelizador e missionário”.

Ao falar durante um seminário, dom Clemente afirmou que existe uma urgência em anunciar a mensagem de Cristo, “começando no próprio bairro, escola ou hospital, quando não na própria casa e família de cada um”.

Ele admitiu, contudo, que essa evangelização, para ter êxito, vai depender da capacidade da Igreja Católica de “compreender a metamorfose social e cultural” que está ocorrendo em todo o mundo. Mas isso não significa, segundo ele, que a Igreja tenha de se negar. "Ela precisa ser uma Igreja una, santa, católica e apostólica.”

Em Portugal, que é um dos países mais atrasados da Europa, a secularização ainda caminha devagar, diferentemente do que ocorre no Reino Unido, França e Alemanha.
Até a Irlanda, um país de forte tradição católica, a religião está sendo afastada do cotidiano das pessoas. Uma recente pesquisa revelou que, em uma lista de 119 itens sobre o que os irlandeses consideram importante para sua vida, a religião está em último lugar.

Com informação da Agência Ecclesia, entre outras fontes.



Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2013/02/igreja-so-sobrevivera-na-europa-com-evangelizacao-diz-bispo.html#ixzz2h64Av9X4

9 de setembro de 2013

Como evangelizar os adeptos das seitas?


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Por Luciano Sena


Não podemos fechar os nossos olhos para o mundo das seitas. Os seus seguidores não são inimigos apenas, mas são vítimas, tal como o é um pecador moral. Ele é um perdido também. Porém, se o fato evangelístico é uma raridade na Igreja hoje, o que dizer do apologético?

Primeiro, falarei dos desafios e perigos de evangelizar pessoas seguidoras de alguma seita. Depois apresentaremos um caminho viável para tal necessidade.

Os Perigos

Os seguidores das seitas, não raro, são mais envolvidos com as suas crenças do que os crentes em Cristo. Embora olhamos isso como um fato negativo, mas na verdade não é. O ponto é que eles precisam saber mais, pois muitos deles acham que serão salvos pelo tanto que sabem das suas doutrinas, ou, pelo quanto propagam bem a sua religião. Mas, isso coloca-nos em desvantagens quando iniciamos uma conversa com alguns deles. É muito comum membros de igrejas evangélicas tornarem-se fervorosos seguidores de seitas. Pois tentaram ‘evangelizar’ um adepto de alguma seita, e acabou sendo ele o alcançado.

Um outro aspecto desafiador, é que os seguidores das seitas investigam as nossas crenças. Não apenas a deles. Eles estudam o que os crentes sabem sobre alma, trindade, céu, inferno, volta de Cristo, profecias, etc. E então formulam questionamentos que os crentes medianos não estão prontos para responder.

Sugestões

Os crentes que conhecem a Fé Reformada, não estão em apuros quando for confrontado por um adepto de alguma seita. Isso mesmo. Se você ter um conhecimento básico dos princípios de fé protestantes, o membro da seita não terá muito chão para caminhar. Estude um livro de Teologia Sistemática. Dedique-se em estudar de modo sério. Logo perceberá que as “fortalezas” heréticas são frágeis.

Outro fator importante é que quando eles criticam nossas crenças, não é comum ver que seus ataques são contra caricaturas de nossas doutrinas, não elas como de fato são definidas. Por isso, a dica acima é mais necessária do que imaginamos.

Como evangelizá-los?

Pelo que sabemos, a especialização na área apologética é um caminho cansativo, não tem muitos resultados, mas é o mais viável na evangelização de seitas. O que queremos dizer com especialização? Você terá que ler livros sobre seitas, os livros das seitas, acompanhar o andamento histórico deles, enfim, se dedicar nessa área de forma completa. Isso demora anos. Mas na Igreja é necessário que alguns irmãos se engajem nessa empreitada.

Depois de se especializar em grupos hereges e contraditórios (pelo menos os principais), você deverá procurar ocasiões e oportunidades para evangelizá-los. Preparar folhetos, com ajuda de pastores e livros, e procurá-los tal como evangelizamos qualquer pessoa.

Siga esse roteiro, pelo menos inicialmente:

1) Mostre os erros da religião que ele defende: Isso para nós talvez não seria grande coisa, visto que nossa religião também tem defeitos. Mas é muito diferente. Para ele, a religião é o caminho da salvação. Um erro desabonará essa pretensão.
2) Sempre peça para ele procurar saber se o que você está mostrando é verdadeiro ou falso: geralmente os seguidores de seitas acreditam cegamente nos líderes. Ele acha que sua acusação é uma perseguição contra ‘os profetas de Deus’. Mas se você conseguir colocá-lo na busca de informações, os fatos revelaram a verdade.
3) Evite acusá-lo de propagar a mentira: Por enquanto ele não pode perceber isso. Caso ele se sinta acusado disso, o assunto pode não lograr êxito. Para ele, por enquanto, aquela é a verdade ‘de Deus’.
4) Se coloque no lugar dele: Pense em tudo que ele perderá ou sofrerá, caso saiba da verdade. Por isso, tenha um amor cristão, para que você tenha uma paciência infindável.

Muitas outras sugestões poderiam ser dadas. Mas  você também desenvolver um roteiro. Pode ser que dependendo da seita, o método mude.

Tenha sempre em mente o texto bíblico:

"Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediencia de Cristo."II Co 10.4,5

***
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27 de abril de 2013

Angola proíbe operação de igrejas evangélicas do Brasil.

O governo de Angola baniu a maioria das igrejas evangélicas brasileiras do país.
Segundo o governo, elas praticam "propaganda enganosa" e "se aproveitam das fragilidades do povo angolano", além de não terem reconhecimento do Estado.
Medida do governo angolano assegura 'monopólio' à Universal
"O que mais existe aqui em Angola são igrejas de origem brasileira, e isso é um problema, elas brincam com as fragilidades do povo angolano e fazem propaganda enganosa", disse à Folha Rui Falcão, secretário do birô político do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e porta-voz do partido, que está no poder desde a independência de Angola, em 1975.
Cerca de 15% da população angolana é evangélica, fatia que tem crescido, segundo o governo.
Em 31 de dezembro do ano passado, morreram 16 pessoas por asfixia e esmagamento durante um culto da Igreja Universal do Reino de Deus em Luanda. O culto reuniu 150 mil pessoas, muito acima da lotação permitida no estádio da Cidadela.
O mote do culto era "O Dia do Fim", e a igreja conclamava os fiéis a dar "um fim a todos os problemas que estão na sua vida: doença, miséria, desemprego, feitiçaria, inveja, problemas na família, separação, dívidas."
O governo abriu uma investigação. Em fevereiro, a Universal e outras igrejas evangélicas brasileiras no país -- Mundial do Poder de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém-- foram fechadas.

Editoria de Arte/Folhapress
No dia 31 de março deste ano, o governo levantou a interdição da Universal, única reconhecida pelo Estado.
Mas a igreja só pode funcionar com fiscalização dos ministérios do Interior, Cultura, Direitos Humanos e Procuradoria Geral da Justiça. As outras igrejas brasileiras continuam proibidas por "falta de reconhecimento oficial do Estado angolano". Antes, elas funcionavam com autorização provisória.
As igrejas aguardam um reconhecimento para voltar a funcionar, mas muitas podem não recebê-lo. "Essas igrejas não obterão reconhecimento do Estado, principalmente as que são dissidências, e vão continuar impedidas de funcionar no país", disse Falcão. "Elas são apenas um negócio."
Segundo Falcão, a força das igrejas evangélicas brasileiras em Angola desperta preocupação. "Elas ficam a enganar as pessoas, é um negócio, isto está mais do que óbvio, ficam a vender milagres."
Em relação à Universal, a principal preocupação é a segurança, disse Falcão.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/04/1269733-angola-proibe-operacao-de-igrejas-evangelicas-do-brasil.shtml

25 de março de 2013

A carta que eu não queria escrever…


A carta que eu não queria escrever…
Preciosa é à vista do Senhor a morte dos Seus santos (Salmos 116:15). Glória Elisama Maia De Oliveira (1971 - 2013)
Queridos amigos e intercessores:
Espero que esta os encontre na Paz do Senhor!
Esta carta escrevo da casa de minha mãe, já no Brasil. Viajei em caráter de urgência devido ao falecimento inesperado de minha querida irmã. Depois de passar este tempo assistindo ao sofrimento das famílias Sírias, a tragédia também alcança o meu lar. A diferença, entretanto, é que minha irmã foi chamada por nosso Pai, deixando para trás um testemunho de serviço e alegria que serviu de despertamento para os que estavam longe do Reino.  No entanto, só quem já passou por esta experiência no Senhor, sabe da dor, da saudade e do consolo que o Espírito Santo dá.
Mais de 2 anos passados da guerra, percebo o quanto o mundo e o Brasil ignoram o apelo da Síria. Por ocasião da “entronização” do novo Papa, assistia-se líderes de Estado preocupados cada um com suas questões internas e conflitos de interesse, desta Instituição que detém a maior concentração de poder e corrupção do mundo – a Igreja Católica Romana.
A pequena equipe da fronteira continua servindo dentro de um contexto de demanda emocional muito grande. Além de ter de lidar com a passagem de minha irmã, preciso ser restaurada e fortalecida depois deste tempo tão intenso. Ao sair, não tive tempo de me despedir nem dos colegas e nem das mais de 100 famílias que atendemos.
O povo continua atravessando a fronteira, faminto e desesperado. Nas visitas, ao mesmo tempo em que víamos o sofrimento e as histórias de dor era lindo ver como nossa presença enchia seus corações de alegria.  Em nenhuma das visitas deixamos de orar, testemunhar ou entregar-lhes os folhetos preparados para eles. Contudo, o que mais falava aos seus corações era o amor de Jesus revelado em nós e nossas ações. No meio disto, alguns nos disseram: “Sim, eu amo Yasuu9a” (Jesus em árabe). “Eu creio n’Ele; quero ser cristão”. Para estes começa um tempo que pode ser perigoso. Há ainda muita confusão com questões teológicas que para nós parecem simples. Porém, para o que nasceu dentro do sistema islâmico, pode representar até risco de morte. Outra questão crucial é a falta de obreiros, o que impede que haja um seguimento nas visitas. Alguns estão na fase de ouvir pela primeira vez, outros já estão lendo a Bíblia, outros só recebem oração e ainda há os milhares que só podemos orar de longe. Este é sem dúvida um trabalho delicado de semeadura numa época sensível. Mas seja encorajado pela realidade de que a semente que está sendo plantada brotará. Muitas em seu devido tempo frutificarão.  Esta é minha certeza e minha paz.
Foto: Alguns dos 14 filhos de Mariam Mutaib. A comida básica das crianças e do povo em geral é o pão e no caso destes pequeninos, o pão com 1 espécie de mingau de leite. Uma das visitas da semana passada.
Foto: Alguns dos 14 filhos de Mariam Mutaib. A comida básica das crianças e do povo em geral é o pão e no caso destes pequeninos, o pão com 1 espécie de mingau de leite. Uma das visitas da semana passada.
No momento estou num tempo de luto em família. Um tempo necessário de restauração para quem acaba de chegar da “zona de guerra” e que perdeu um ente amado. Para trás, deixei amigos e equipe que aguardam ansiosos por minha volta e por novos obreiros. Como mantenho contato, vou continuar relatando da situação e dos testemunhos. Especialmente, porém, quero continuar enviando pedidos de oração. Em breve, terei mais detalhes do meu trabalho de campo. Espero que tenha tempo de visitar algumas igrejas e irmãos que me apoiaram neste tempo. Mais ainda espero poder contar com este apoio nestes dias que me seguirão até que tenha uma definição mais clara do trabalho.
Foto: A mãe do pequeno X. acima, atravessou a fronteira grávida. Sem o marido, deu à luz a criança que nasceu sem esperança de vida, com sérios problemas de coração. Levamos alguns medicamentos mas que não serão bastante para o tratamento. Situações como essa só ampliam o sofrimento da guerra.
Foto: A mãe do pequeno X. acima, atravessou a fronteira grávida. Sem o marido, deu à luz a criança que nasceu sem esperança de vida, com sérios problemas de coração. Levamos alguns medicamentos mas que não serão bastante para o tratamento. Situações como essa só ampliam o sofrimento da guerra.
Queridos, fiquem à vontade para me escrever e pedir qualquer notícia sobre o trabalho com os Refugiados. O Projeto continua e para os que ficaram os desafios são a cada dia, maiores.  Meu conselho é que mantenha seus olhos nas coisas do Alto e naquilo que a terra não poderá destruir. Nossa esperança é na Eternidade. Lembre-se disso seja qual for a circunstância que estiver passando.
Se desejar me acompanhe no facebook: www.facebook.com/raquelelana
Não deixe de ver o vídeo do trabalho e interceder pela salvação dos povos Sírios:
Ore pelo fim da guerra! Ore para que Deus supra as necessidades físicas e espirituais das famílias que deixei para trás!
De todo o coração agradeço por sua oração e apoio neste momento.
Sua irmã em Cristo,
Raquel Elana
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Trabalhando com refugiados da guerra civil na Síria. Veja este vídeo de divulgação para conhecer mais sobre nossas famílias e como desenvolvemos o serviço. Conheça também meu Facebook. Para contribuições: Bradesco: Ag. 2465-1 C/C 0027504-2 | PAYPAL: worshipfree@gmail.com

20 de março de 2013

Grupo extremista islâmico faz novo atentado em bairro cristão e deixa 41 mortos


Autoridades da Nigéria informaram ontem sobre um atentado suicida em um bairro onde a maioria dos moradores é cristã. Um grupo extremista islâmico é acusado da violência contra os cristãos no país. Esse já não é o primeiro ato de violência em 2013. A Nigéria é um dos quinze países com mais perseguição ao Cristianismo no mundo.

  • nigéria
    (Foto: Reuters)
    Oficiais transportam corpo de vítimas depois de ataque a atendentes de uma igreja por um atirador em Kano.
Esse foi o ataque mais violento e que deixou mais mortes nos últimos nove meses no país. O grupo extremista islâmico Boko Haram, que significa ‘Educação ocidental é um pecado’, é acusado pelos ataques.Ataques do Boko Haram, somente em Kano, fizeram mais de 150 vítimas no ano passado.Segundo ‘O Estado de São Paulo’, pelo menos 41 pessoas morreram e mais de 40 ficaram feridas. O atentado suicida aconteceu no Estado de Kano, maior centro comercial local situado no norte da Nigéria.
A polícia informou que dois homens em um carro cheio de explosivos se dirigiram até um ponto de ônibus. O lugar estava cheio de passageiros que aguardavam para ir à cidade de Lagos quando o material foi detonado.
Em janeiro desse ano, 23 nigerianos foram mortos por militantes islâmicos. Ainda, atiradores islâmicos do Boko Haram mataram 18 cristãos no Estado de Borno. "Homens armados, suspeitos de serem membros do grupo islâmico Boko Haram, vieram ao mercado da cidade e mataram 13 caçadores da região, enquanto outras cinco pessoas morreram em consequência dos ferimentos no hospital", disse Alhaji Abba Ahmed a Portas Abertas.
No fim de 2012, dois ataques contra cristãos também foram registrados na Nigéria. No domingo, 30 de dezembro, quinze cristãos morreram quando homens armados invadiram um culto. O incidente ocorreu na aldeia de Kyachi, cidade de Chibok, localizada no nordeste nigeriano. No dia anterior, quinze cristãos já tinham sido assassinados em outro atentado. Atiradores invadiram casas e atiraram enquanto as vítimas dormiam.
"Sem dúvida alguma, as vítimas foram selecionadas porque eram todas cristãs, algumas das quais haviam se mudado para o bairro vindas de outras partes da cidade, atingidas por ataques do Boko Haram”, disse um oficial que prestou socorro às famílias.
Fonte: Christian Post