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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18
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4 de fevereiro de 2014

Estamos vivendo no tempo da Grande Apostasia



Creio que estamos vivendo no tempo da Grande Apostasia. Se estamos no primeiro estágio ou próximos do final, só podemos prever. Mas, está claro que estamos a caminho da maior apostasia que a igreja jamais experimentou.
Jesus informou os Seus discípulos que o reino dos céus  (Sua presença na Terra, através da igreja) seria infiltrado pelos inimigos de Deus (Ver Mateus 13:24-30,36-43). Ele profetizou que, enquanto nós estivéssemos dormindo, um inimigo (o diabo) iria chegar para semear sementes de joio em lugar do trigo. O trigo (isto é, os crentes) e as sementes de joio  (os filhos do maligno)  cresceriam juntos no mundo.  No final dos tempos,   Jesus enviará anjos para colher as sementes do maligno, queimando-as: “Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniquidade”. (Mateus 13:41).
Em Mateus 24:10-11, Jesus admoestou sobre o tempo em que “muitos se escandalizarão”  e  “surgirão muitos falso profetas e enganarão a muitos” (verso 11). Temos visto esta profecia se cumprir através da história, e, também, o que vemos acontecer, hoje em dia, na igreja, aconteceu nos dias dos Bórgias e dos papas da família Médici. 
Os aspectos da “Grande Apostasia” do fim são mostrados em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21.  E, conforme muitas profecias,  parece haver um cumprimento inicial, dentro de uma geração da profecia; talvez cumprimentos múltiplos, ou parciais, à medida em que a história progride  enquanto um cumprimento final e completo estará aguardando a humanidade, nos últimos dias. 
Em Atos 20:29-31, após ter aconselhado os presbíteros, na Igreja em Éfeso, a velar cuidadosamente sobre o rebanho, Paulo admoesta:  "Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si. Portanto, vigiai, lembrando-vos de que durante três anos, não cessei, noite e dia, de admoestar com lágrimas a cada um de vós”. (Atos 20:29-31)
A Bíblia admoesta sobre dias como os nossos, quando o mundo terá se tornado tão corrompido que até os “assim chamados” crentes apostatarão.  A separação destes dos verdadeiros cristãos vai mostrar que eles não fazem parte deles.  (Ver a 1 João 2:19).
Estamos vendo estas Escrituras se cumprindo hoje, quando as denominações, líderes e outros crentes se afastam do Senhor, para servirem a si mesmos e ao reino das trevas. 
Apostasia Aqui e Agora -  Não era desconhecida à igreja primitiva a existência de joio, no meio do trigo. Na 1 Timothy 1:19-20, vemos o caso de Himeneu e Alexandre, os quais Paulo afirma que "fizeram naufrágio na fé”, ao rejeitar tanto a fé como a boa consciência.  Paulo os entrega a Satanás,  a fim de que “aprendam a não blasfemar”; e, mais tarde, ele admoesta:  “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência” (1 Timóteo 4:1-2).
Em seguida, ele diz, na 2 Tim. 4:3-4: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas”.
Nos primeiros séculos da igreja, podemos ver as predições de Paulo sobre os  judaizantes, os Arianos e os Gnósticos, os quais se misturavam, continuamente, à igreja dos que professavam ser ”crentes”.  De certo modo, eles estavam preparando as ferramentas nas mãos do diabo, confirmando as profecias divinas.  Em séculos mais recentes, vimos o prosseguimento da apostasia, no surgimento de várias seitas, como osMórmons e as Testemunhas de Jeová.
Contudo, hoje em dia,  vemos a apostasia acontecendo, principalmente, dentro das estruturas da própria igreja - Protestante, Ortodoxa e Católica Romana.  É fácil haver a decomposição de um cadáver, quando ele é exposto à luz, por muito tempo.  Quando Deus começa a sujeitar a igreja visível a uma observação intensa e santa, partes da mesma estão se desintegrando e se transformando em pó.  As sementes estão começando a ser expostas,  como tendo apenas poder, dinheiro e pretensas mentiras, a fim de perpetuarem a sua falsidade. Vemos líderes dentro de seminários cristãos, de denominações e de igrejas, pretendendo ser servos de Deus, e, ao mesmo tempo, negando a clara palavra da verdade encontrada na Escritura Sagrada. Mesmo assim, milhões de pessoas permanecem em suas igrejas, enviam seus filhos àqueles seminários e nada fazem para corrigir a situação.  E, o que é pior, continuam financiando a progressiva apostasia, com os seus dízimos e ofertas, enganando-se e merecendo o castigo, por causa da sua cumplicidade.
Na  2 Tessalonicenses 2, lemos o comentário de Paulo sobre a vindoura  "rebelião" e sobre os que “se recusam a amar a verdade, preferindo amar a mentira: “E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade”  (versos 10-12).
Paulo os vê como colaboradores ou agentes do reino das trevas. Na 2 Coríntios 11, ele diz que esses homens estão ensinando “outro Jesus” e compartilhando um espírito e um evangelho diferentes. (v. 4.) Nos versos 13:8, ele escreve: “Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade”. Na 2 Timóteo 3:1-7, Paulo diz, mais uma vez,  que os “últimos dias” serão caracterizados pela existência dos que “são amantes de si mesmos e dos prazeres, em vez de amarem a Deus”. (versos 2,4). Ele diz que eles terão piedade, mas negando o seu poder. (verso 5).
Como Satanás, através da sua aparência de luz, espalha a negritude mais intensamente pela Terra, Deus está, simultaneamente, espalhando, com mais intensidade,  a Sua luz, através da difusão de Sua Palavra Santa. A hipocrisia, o compromisso e a imoralidade, os quais Ele esperou, pacientemente, serem abandonados pelo Seu povo, já não conseguem projetar a luz refinadora e os crentes estão aceitando, mais ostensivamente, dentro do reino das trevas – a sinagoga de satanás (Ver Apocalipse 2:9; 3:9).
A Igreja de Judas  - O que estamos vendo em nossos dias é o surgimento da “Igreja de Judas”. Judas Iscariotes, aquele que traiu o Senhor Jesus Cristo, foi mais do que um indivíduo. Ele foi um tipo. Sua vida e suas ações representam um modelo, que tem sido repetido através da história da igreja, e tem, finalmente, culminado, nestes dias da Grande Apostasia.  
Judas foi alguém que pretendeu ser um seguidor de Cristo; contudo ele roubava daquele que chamava “Senhor”, tornando-se, eventualmente, um traidor (Ver  João 12:4-6; Lucas 6:16). Muitos especulam que, no final, ele teria sido salvo, mas a Escritura é clara em que ele não o foi. (Ver  Mateus 26:24; João 17:12; Atos 1:25).
De modo idêntico, a igreja de Judas rouba Deus e o Seu povo,  tanto material como espiritualmente, tornando-se, finalmente , uma traidora do Senhor, conduzindo todos os seus membros à perdição.  (Ver Mateus 23:15).
Por exemplo, a Igreja Episcopal dos Estados Unidos (ECUSA), apenas parece permanecer fiel à Palavra de Deus. Se alguém tenta se colocar ao lado do Senhor contra a entronização dos não arrependidos, aceitando homossexuais no episcopado, será processado nas propriedades de sua igreja e privado do seu salário ou pensão; e, talvez, até destituído do seu pastorado.  A estas sanções draconianas já têm sido expostos alguns pastores fieis,  naquela denominação, pelas exatas pessoas que gritam “paz e unidade!”  e que “celebram a diversidade e a tolerância”!  E o expurgo está apenas começando. [N.T. - Quem se afasta um milímetro da Palavra de Deus está se expondo à apostasia, onde todo tipo de erro é permitido.]
Ali é normal negar a divindade e a ressurreição corporal de Cristo, ou o Seu sacrifício de reparação do pecado, e ninguém vai aborrecê-lo... Ser cristão não tem sido uma exigência ao pastorado ou liderança, na ECUSA, ou em muitas outras denominações, durante décadas. Mas quem ousa se opor à imoralidade que levou Cristo à cruz, vai pagar (esse crime) no inferno.   Mesmo assim, muitas pessoas ainda continuam discutindo, se permanecem ou não, nessas igrejas.
O que está acontecendo não é compartilhar diferenças entre irmãos, pelos que se apossaram da denominação, mas a estupefação, tanto do clero como dos que colocam a unidade denominacional acima da sua fidelidade a Cristo.  Tem sido esta a mesma dúbia conversa do Concílio Mundial de Igrejas e do Concílio Nacional de Igrejas, durante décadas.
A verdade é que, através do compromisso, da descrença e da lealdade mal colocada, eles têm se tornado, coletivamente,  a sinagoga de Satanás - a Igreja de Judas.
A bispo ex-presidente da ECUSA, Frank Griswold, gostava de editar eloquentes declarações públicas sobre o fato de que a denominação havia sempre abraçado a diversidade de opiniões e que “a unidade na diversidade” é de altíssimo valor. A substituição de Griswold por Katharine Jefferts Schori, propaga a mesma doutrina de demônios, usando uma linguagem florida, a fim de enganar os eleitos.
Do mesmo modo como Hofini and Fineas, os quais desprezaram a oferta do Senhor (Ver a 1 Samuel 2:17) e esconderam a sua imoralidade sexual (Ver o verso 22), ou como seu pai Eli, que sabia da imoralidade dos seus filhos, mas evitava castigá-los, (Ver 1 Samuel 3:13), alguns líderes dos tempos modernos pretendem servir a Deus, enquanto mantêm brasas acessas sobre as suas cabeças.  Contudo, se alguém desafiar os seus sentimentos floridos e sem a fidelidade, a legitimidade e as obediência devidas a Cristo e o seu novo bispo homossexual, de um modo ou de outro esses modelos de inclusividade irão esmagá-lo.  Temos começado a ver apenas o que eles fazem com os dissidentes.
Como Judas Iscariotes, os líderes desta apostasia pretendem partir o pão com o Senhor. Com o seu costume de esconder a união com Baal, eles usam togas brancas, instituídas por Deus no Sinai, para a fim de refletirem  a vocação sagrada ao pastorado  (Ver Êxodo 28:39-43; Levítico 16:4). Com profissões de amor a Cristo,  eles O traem, quer seja através de um beijo, ou de peças de prata, vendendo suas almas por poder e prestígio.

O Futuro da Igreja - Por causa da sua contínua duplicidade, chegou o tempo em que Satanás entrou em Judas e ele decidiu trair o Senhor.  (Ver Lucas 22:1-6). Por isso, não espero ver qualquer mudança de posição nessas denominações, que têm vivido em comprometimento – mantendo o assassinato de bebês nos ventres maternos, ordenando homossexuais e adúlteros ao pastorado, abandonando a Palavra de Deus como infalível guia à fé e à doutrina, e ensinando os outros a fazerem o mesmo.  
Quando vocês virem a  abominação no local sagrado, já será tarde demais.  Em outras palavras, quando vocês virem a aberta exposição da apostasia sendo sancionada pela maioria dos líderes, dentro de uma denominação, é que satanás já ganhou muitíssimo terreno, sendo tarde demais para essa comunhão ser salva. Tendo abandonado a expressa vontade de Deus por muito tempo, tendo negado a si mesmos a graça de Deus, que flui apenas aos de coração arrependido, tendo recusado demonstrar  o seu professo amor ao Senhor, através da obediência, eles construíram suas casas sobre a areia movediça, para, em seguida, afundarem.
Deus não vai suportar as contínuas escolhas voluntárias dos seres humanos.  Ele vai retirar a Sua mão e permitir que esses amantes de si mesmos se castiguem mutuamente. Satanás já  entrou na ECUSA e em outras denominações e o ato final da traição se aproxima. A única escolha deixada aos fiéis seguidores de Cristo, contra a ira vindoura, antes de serem enganados e se tornarem compromissados – é fugir, antes da destruição dos perdidos, a qual se aproxima. 
Contudo, esta admoestação se aplica a muitos outros, além dos membros da ECUSA. No momento, esta denominação é apenas o exemplo mais visível.  Satanás tem operado na liderança de outras comunhões, há tanto tempo,   que elas já estão prontas para a destruição. Por exemplo, provavelmente,  não iremos mais longe, depois que a sanção do comportamento homossexual  seja feita pela Igreja Evangélica Luterana da América.
Muitas ações e decisões na Igreja Metodista Unida e na Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos  são tão claramente representativas do estágio final,  apesar das pessoas boas e fieis, que permanecem na membresia. A Igreja Unida de Cristo  entrou em estado terminal, há décadas, e se tornou a maior igreja homossexual da nação, tendo endossado, formalmente, o casamento gay, bem como as boas vindas à membresia gay.  E quanto à Metropolitan Community Church (a igreja gay), esta nunca pertenceu ao corpo de Cristo.  Ela nasceu do início de uma rebelião contra o Senhor, a Quem afirma amar e servir. 
Infelizmente, muitas igrejas evangélicas - independentes, carismáticas e fundamentalistas são também culpadas de apostasia.  Dificilmente passa uma semana sem que se escute uma estória de imoralidade, de usurpação  do poder ou de ostensiva roubalheira, encobertas pela liderança de uma ou outra igreja. A Igreja de Judas pode ser encontrada em qualquer  lugar e sob qualquer disfarce.
Como devemos responder? Separando-nos dela. Deixando de frequentá-la e de mantê-la. Deixando de fechar os olhos, achando que nada de mal esteja acontecendo. Devemos falar alto, expondo o erro e declarando a verdade da Palavra de Deus.
No livro “Bispos na Igreja”, o clérigo anglicano e autor, John R.W. Stott, nos mostrou o caminho, quando escreveu: "Tanto o Senhor como os Seus apóstolos, não fecharam os olhos, quando se tornou necessária a tarefa de expor e neutralizar o falso ensino”.  
“Difícil e até perigosa é a tarefa, que não podemos, conscientemente, evitar a nós mesmos. De fato, a igreja de hoje está sendo atacada por muitos lobos; portanto,  existe uma grande necessidade, não apenas de alimentar as ovelhas fieis,  mas também de combater os lobos."
Quer sejamos pastor ou ovelha, clero ou laicato, nosso dever é desalojar os lobos. Do nosso sucesso vai depender o futuro da igreja.

O autor, David Kyle Foster,  é  Diretor e Mestre do Mastering Life Ministries,  em  Nashville, Tennessee,(masteringlife.org); E é o produtor do programa  de TV,  Pure Passion (purepassion.us). Uma versão mais longa deste artigo [em Inglês]  está disponível em forma de um livrete, na purepassion.us.

Traduzido e adaptado por Mary Schultze, em 04/02/201

27 de janeiro de 2014

O Grande Desastre Evangélico


 O Dr. Frances Schaeffer resumiu corretamente as coisas, alguns anos atrás, quando disse: "Aqui está o grande desastre evangélico - o fracasso da igreja evangélica em lutar pela verdade. A igreja evangélica tem-se acomodado ao espírito da era.   Primeiro, tem havido uma acomodação da Escritura, de modo que muitos que se autodenominam evangélicos tenham uma visão enfraquecida da Bíblia e não mais afirmem toda a verdade que que ela ensina” E o que acontece?
Paul Smith - um irmão da Calvary Chapel, cujo fundador é Chuck Smith – documenta brilhantemente o declínio e queda do evangelicalismo em seu novo livro - New Evangelicalism.
Sobre a Nova Ordem Mundial, ele afirma que a igreja de hoje está em estado de crise e confusão. Termos como fundamentalismo, evangelicalismo, novo evangelicalismo e igreja emergente têm criado, claramente, um conflito nas crenças, na percepção da identidade e na compreensão do que seja cumprir a Grande  Comissão de Jesus Cristo.
O enorme desfecho do paradigma tem suas raízes no encontro realizado  em um restaurante em Manhattan, New York, em 1905.  Os oradores foram um grupo de intelectuais comprometidos com Karl Marx. Eles tinham como objetivo estabelecer uma “transformação fundamental” na cultura da América, afastando-a das raízes cristãs, em direção à ideologia  marxista/socialista. Eles iriam infiltrar tudo, dos centros de ensino, à mídia e às igrejas. [E como o Brasil copia tudo que vem dos Estados Unidos, a novidade logo foi aceita pelos crentes nacionais].
Ele prossegue: Os novos evangelicalistas foram bem sucedidos. E-mails dentro desse ministério carnal documentam o que tem acontecido e continua a acontecer, em nossas igrejas, nos dias de hoje.  Pessoas escrevem a  este ministério,  declarando ter visitado quase cada igreja em suas cidades, tendo nelas encontrado  sérios problemas, de modo que decidiram ficar em casa.  Seus corações ficaram dilacerados e desistiram das suas igrejas. A Bíblia adverte que nos últimos dias haverá uma grande apostasia e, mesmo assim, ninguém parece estar preparado para ela, mesmo porque todos nós imaginamos estar isentos desse perigo”.
Conquanto Smith acerte o alvo de muitos itens,  sobre a Igreja com Propósito, a Igreja Emergente e o Pós-modernismo, ele também menciona o objetivo do Seminário Fuller.
In 1971, C. Peter Wagner tornou-se professor do Movimento do Crescimento da Igreja, no Fuller. A ênfase sobre as ciências sociais e não sobre a Bíblia, tornou-se o foco Wagner e de outros professores  influenciados pelo Movimento. O resultado foi que, dentro de 4 décadas, floresceu o dilema e a carnalidade dentro da igreja, através do mundo.  
Conquanto o Seminário Fuller não possa ser censurado por toda esta era permissiva, jovens foram e estão sendo ali treinados - como o foi Rick Warren - no sentido de aprender a conduzir a igreja de um modo não convencional. Alguns destes métodos foram produtivos, mas outros produziram o “novo evangelicalismo”, o qual jamais seria reconhecido pelos nossos avós.
Smith documenta este processo alarmantemente degenerativo, o qual tem confundido muitos evangélicos. Sua documentação é vasta. A sutil progressão dos detalhes não bíblicos é simplesmente chocante. 

Smith registra o fato de que os mestres do Seminário Fuller  já não afirmam que ‘a Bíblia seja a infalível Palavra de Deus’. Eles dizem simplesmente que ‘a Bíblia é a palavra (em letras minúsculas) de Deus’ e acrescentam que a infalibilidade se limita aos assuntos de fé e prática 
[O que significa que, historicamente, ela pode estar cheia de erros].
Contrastem o rápido crescimento do “Movimento do Povo de Jesus”, dos anos 1960 e 1970,  o qual nada representou na mídia mercantilizada  e, exceto por alguns itens, o livro de    Paul Smith - New Evangelicalism, seria um desses itens.
Com tantos crentes desejando abandonar a igreja, a conclusão é que a falta de compromisso bíblico da igreja, nos últimos 100 anos, está preparando o palco para a chegada da religião mundial, a qual vai dominar, triunfantemente,  o mundo, durante a Grande Tribulação.
[Observem como tudo está se harmonizando com a Nova Ordem MundialMuitos pastores têm dado preferência à leitura das edições modernas das bíblias editadas pelos Jesuítas, como a “Século 21”, a “NVI”, “A Mensagem” e outras igualmente pervertidas]. Tudo se encaminha para os momentos proféticos dos últimos dias, mesmo porque muitos desses pastores não acreditam na iminente volta do Senhor...
Existe alguma esperança para a igreja moderna, embasada no “toma-lá-dá-cá” dos especialista em exigir dízimos e ofertas, a fim de conseguir pagar os altos salários exigidos pelos seus ministros e psicoterapeutas? 
Supomos que o desastre esteja se aproximando rapidamente. Por isso, traduzimos e escrevemos estes textos, embasados em bons pesquisadores, a fim de abrir os olhos dos ignorantes da verdade.  
Visto como o declínio espiritual  da igreja é uma realidade, com a maioria dos crentes se adaptando às novidades do Novo Evangelicalismo, seus líderes vão permanecer numa posição confortável, sem atentar ao que lhes possa estar reservado, durante o julgamento no Tribunal de Cristo.

Mary Schultze, 27/01/2014.
Texto inspirado em  “The Great Evangelical Disaster”
de Jan Markell

6 de janeiro de 2014

O Pequeno Ano Novo


Naquela manhã, Mário pensou que estava acordado, sentou-se na cama e esperou. Pareceu-lhe haver escutado alguém bater na janela; mas, embora a manhã estivesse brilhando ao sol, ele havia estado tão ocupado no trabalho do dia anterior que não pretendia levantar tão cedo. Mesmo assim,  deslizou da cama, ainda sonolento, abriu a janela e indagou: “Quem está aí?”
“Sou eu,” alguém respondeu. “Sou o pequeno Ano Novo e prometi trazer bênçãos para todo mundo!”  Mas, sou tão pequeno que preciso de alguém que me ajude a distribuí-las. Será que você pode me ajudar?”
“Ora, está muito frio”, Mário respondeu; “Acho melhor voltar à  minha cama.”   
“Não ligue para o frio”, respondeu o Ano Novo; “E, por favor, me ajude.”
Mário vestiu-se rapidamente e foi para o jardim.  Ali estava um garotinho de pele rosada, puxando uma enorme carroça, que parecia estar cheia de coisas boas.   Em um dos lados da carroça estava escrita a palavra ”AMOR”; no outro lado, a palavra “BONDADE”; e logo que o Ano Novo viu Mário, falou:  “Agora, ajude-me a empurrar esta carroça.”  Pararam lá na frente.
“É aqui que eu vou fazer a primeira entrega”, disse o Ano Novo.
Mário o olhou admirado, dizendo: “Ora, ninguém mora aqui, exceto um negro velho, que trabalha como carpinteiro para meus pais e não tem filhos!” 
“Ele precisa de ajuda”, respondeu o Ano Novo, “As pessoas adultas também gostam de ser presenteadas [A Mary, por exemplo]. Agora, me ajude, enquanto eu descarrego algumas bênçãos”.
Em seguida, as mãos infantis começaram a agir, retirando da carroça roupas quentes, peças de madeira e um jantar de Ano Novo, cantando, enquanto agiam: “Que bom! Eu sou o Ano Novo!... Aqui estou andando sobre a neve, trazendo alegria para todos! Abram a porta e deixem-me entrar!”      
O negro José escutou o barulho vindo de fora, abriu a porta para conferir e quando viu os presentes, seus olhos se encheram de lágrimas.  E,  muito feliz, convidou os visitantes a entrar em sua casa humilde, exclamando: “O Senhor está entrando nesta casa, no início deste... Glória a Jesus".
Em seguida, Mário indagou ao Ano Novo: ”Onde vamos agora?”  Em seguida, eles desceram o morro, enquanto o Ano Novo respondia: ”Agora, vamos levar flores para uma garotinha enferma”.
Logo chegaram a uma casinha branca, onde o Ano Novo parou e disse: “Aqui mora Beatriz, nossa garotinha.”
Mário falou: ”Ora, a Betty, nossa costureirinha, mora aqui? Eu não sabia que ela estava doente”.
 “Veja,” disse o Ano Novo, “A janela está entreaberta; vamos jogar um ramalhete de cravos dentro do quarto, para que a pobre menina se sinta feliz, quando acordar!”  
Depois disso, eles se apressaram em busca de outras pessoas, que deveriam receber bênçãos, naquela manhã.
“Que bela carroça, você tem”, Mário observou; “Observo que você já distribuiu uma porção de coisas e, mesmo assim, ela continua lotada.”
Tem razão, Mário,  o amor e a bondade nunca devem esvaziar a nossa cota de distribuição, principalmente quando estamos começando uma nova etapa na vida. Minha carroça está cheia de bênçãos e nunca ficará vazia, enquanto existirem pessoas para recebe-las.  Se você ficar comigo para distribuir essas bênçãos, durante todo o período de tempo que hoje se inicia, vai se sentir feliz o ano inteiro”
“Um Feliz Ano Novo!” - alguém falou, e Mário observou que ainda estava deitado na cama, quando viu a irmã ao lado da mesma, sorrindo para ele.
“Pela expressão de sua face, parece que você estava tendo um lindo sonho”, disse a irmã.
“Onde está o Ano Novo?”, indagou Mário;“Ele estava aqui agora mesmo!”
 “Venha até o quarto de mamãe e veja que está esperando você”, respondeu a irmã de Mário.
Dentro de um berço Mário viu uma criancinha, como se fosse um presente de Ano Novo.  Ficou muito alegre, mas não conseguia esquecer o sonho.
Em sua mente, o negro velho e Betty  haviam também recebido os seus presentes e, a partir daquele dia, Mário se tornou mais generoso e ganhou uma porção de amigos, graças aos conselhos do Ano Novo, o qual repetiu as palavras de Jesus, conforme mencionadas em Atos 20:35, pelo Apóstolo Paulo: “Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber!”

Ellen Robena Field/Mary Schultze, 02/01/2014.
Homenagem ao meu “neto” Mário Sérgio.

11 de dezembro de 2013

A ESPERANÇA CRISTÃ


Qual é a fonte da esperança da esperança cristã?
Numa época em que as pessoas dificilmente conseguem encontrar uma razão de Esperança,  os que colocam a sua confiança no Deus da Bíblia necessitam, mais do que nunca,  "estar sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há neles”, conforme a 1 Pedro 3:15. Elas precisam entender o que há de específico sobre a Esperança que provém da fé, a fim de poderem nela edificar as suas vidas.  
Mesmo que, no contexto atual, a palavra “Esperança” se refira ao futuro, na Bíblia ela se refere ao presente de Deus.  A fonte da Esperança está em Deus, em um Deus que, simplesmente,  nunca Se cansa de nos buscar.
Na Bíblia hebraica  esta misteriosa fonte da vida se refere ao próprio Deus tornando-se conhecido aos seres humanos, a fim de iniciar com eles um relacionamento.  A Bíblia define as característica da Aliança com Deus usando duas palavras hebraicas:  hesed and emeth (exemplo, em Êxodo 34:6 e nos Salmos 25:10; 40:10-11; 85:10). Em geral, estas palavras são traduzidas como ”amor eterno” ou “fidelidade”.  Primeiro, elas nos dizem que Deus derrama, copiosamente, a Sua bondade, enquanto cuida do Seu povo. Segundo, Ele nunca abandona os que chamou para ter comunhão com Ele.
 Esta é a fonte da Esperança bíblica. [N.T. - Se você amigo leitor, cometeu algum pecado grave e pensa que Deus o abandonou, confesse o pecado, peça-Lhe perdão e volte à comunhão com Ele].
A fonte da Esperança bíblica é que  Deus nunca deixa de nos perdoar, nem nos abandona, quaisquer que sejam as dificuldades que estamos atravessando. Quando vemos um mundo carente de justiça, paz, solidariedade e compaixão, não devemos imaginar que esta seja uma situação definitiva. Pela nossa fé em Deus, devemos manter a Esperança de que Ele vai neutralizar o mal, conforme o Seu grande amor pela humanidade – um amor comprovado no sacrifício do Seu Filho Jesus Cristo.
Na Bíblia, esta Esperança é sempre expressa através de uma promessa. Quando Deus entra em contato conosco, normalmente Ele o faz trazendo a promessa de uma vida melhor [a não ser que desejemos coisas totalmente  impossíveis à nossa condição humana, como, por exemplo, o meu desejo de voltar 40 anos no tempo, quando ainda era jovem e cheia de sonhos para o futuro.]
Vimos, pela história de Abraão, que, através dele, Deus abençoou todas as famílias da Terra,  conforme lemos em Genesis 12:2-3.
Toda promessa divina é uma dinâmica realidade, que abre novas possibilidades à vida humana. Ela aponta o futuro, quando enraizada  numa relação com Deus, para Quem tudo é presente, convocando-nos a fazer especificas escolhas em nossas vidas. As sementes do futuro se encontram em um profundo relacionamento com o Deus eterno. As raízes da Esperança humana, constantes no presente, vão se tornando cada vez mais fortes, à medida em que esperamos a volta do Senhor Jesus Cristo.  Nele se cumprem todas as promessas de Deus, segundo o Apóstolo Paulo nos ensina, na 2 Coríntios 1:20. Naturalmente, esta promessa não poderia referir-se a alguém que morasse na Palestina, há 2.000 anos. Para os cristãos de hoje, Jesus é o Cristo ressurreto, o Qual  prometeu e cumpre a promessa: “Eis que estou convosco até a consumação do século”,conforme (Mateus 28:20). Outro texto do Apóstolo Paulo, ainda mais claro, pode ser encontrado em Romanos 5:5: E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”.
Em vez de ser um simples futuro com a garantia de uma realização,  a Esperança é a presença do amor de Deus, através do Espírito Santo, Que em nós habita, oferecendo-nos uma vida repleta de comunhão com o Deus Criador do universo.Como podemos enraizar nossas vidas na Esperança?
A Esperança bíblica do cristão não significa que ele possa viver em constante enlevo,  sonhando com uma vida melhor. Ela não é uma simples projeção do que deveríamos ser ou realizar. Esta Esperança nos conduz à descoberta das sementes de um mundo novo, o qual já está presente, por causa da identificação com o nosso Deus, através de uma  crença legítima na morte e ressurreição de Jesus Cristo. Esta esperança vem acompanhada  de uma fonte de energia para vivermos  de modo diferente, não conforme os valores da sociedade mundana, cujo objetivo está embasado na competição e na sede de bens materiais.
Na Bíblia,  a promessa divina não nos permite ficar sentados, aguardando, passivamente, que os nossos desejos sejam realizados, depois de termos oferecido uma boa oferta a uma igreja.   Antes de falar com Abraão sobre tudo que iria oferecer-Lhe, Deus ordenou: “Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.” (Gênesis 12:1). E para receber o cumprimento da promessa, Abraão precisou peregrinar, a fim de conseguir um novo começo. De igual modo, as boas novas da ressurreição não deixam de exigir que assumamos alguma tarefa, aqui e agora, em favor do próximo, simplesmente para a glória de Deus, enquanto aguardamos do Céu a volta do nosso Salvador.
O IDE de Jesus nos comanda a sair pelo mundo, pregando as boas novas do Evangelho a toda criatura, conforme Atos 1:8; 1:11 e Marcos 16:15.
Impelidos pelo Espírito de Cristo, os crentes não devem se agregar  aos que se afastaram de Deus.  Nossa comunicação com eles deve se embasar na pregação da verdade bíblica.
Quando escreveu aos cristãos em Roma, Paulo fez uma declaração importante: “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.
Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus. Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo”. (Romanos 8:18-23). Nossa fé não significa um privilégio que nos salve do sofrimento  do mundo. Vamos continuar sofrendo, até que as trevas sejam dissipadas  e a verdadeira luz ilumine nossas vidas”. (1 John 2:8).
Então, ter esperança significa encarar as profundezas do presente, seguindo os ensinos da Bíblia, sem nunca desanimar.  É dar sempre as boas vindas a um novo dia, com o que há de melhor em nosso ser. À medida em que embarcamos neste sentimento de Esperança cristã, mesmo em meio às dificuldades, podemos antever um futuro radioso, com o renascimento espiritual de uma fé enraizada no Deus Todo-Poderoso.
Para os cristãos primitivos,  o sinal mais claro de um mundo novo era a existência das comunidades constituídas de pessoas de diferentes raças e línguas. E por causa do IDE de Cristo, estas comunidades se espalharam pelo mundo mediterrâneo e, finalmente, o Evangelho alcançou o mundo inteiro. Naquele contexto, homens e mulheres cristãos viviam como irmãos, orando juntos, compartilhando os seus bens, conforme a necessidade dos carentes (Atos  2:42-47). Eles se esforçaram em Completar o gozo [do Apóstolo Paulo]...  tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo...”, o que fez o Evangelho ultrapassar as fronteiras do mundo então conhecido. Vamos seguir o exemplo desses cristãos!!!
Mary Schultze, 12/12/2013.
Texto inspirado numa “Carta de Taizé”, Borgonha, França 2003.

15 de fevereiro de 2013

COMO JÁ ESPERADO, ANTONINA FAZ O MELHOR CARNAVAL DO LITORAL


Conhecido como “O Carnaval do Paraná”, o carnaval de Antonina fez bonito. O desfile das escolas de samba (seis no total) se iniciou às 21 horas e entrou madrugada a dentro. Estima-se que o público tenha chegado a 50 mil pessoas.

A escola Leões de Ouro, com o enredo "Líbano e a imigração pelo Brasil", ficou responsável por dar a largada na avenida. Em seguida, foi a vez da Filhos da Capela, que homenageou o folclore brasileiro.

Com muitos turistas e hotéis lotados, o comércio comemorou o sucesso do carnaval. Em meio a tanta gente, a Prefeitura recomenda apenas cautela. Há denúncias de furtos ocorridos durante os desfiles. A diversão é boa e recomendada, mas a cautela não faz mal a ninguém.

7 de fevereiro de 2013

LODAÇAL EMERGENTE



         Muitos vão ficar chocados, achando que as Américas vão ser destruídas pelo Marxismo. Afinal, o povo de todas as Américas tem rejeitado o Deus verdadeiro, buscando alguns ídolos para substituí-Lo.  PORÉM, a coisa mais chocante é que os hereges emergentes estão usurpando o verdadeiro evangelho da Graça e ninguém parece incomodar-se com isto.
         Quando se contam os poucos líderes evangélicos piedosos que ainda pregam a Bíblia, deveríamos saber que Deus não deve estar nem um pouco satisfeito com o que tem visto acontecer no Ocidente dito “cristão”...
         Em vez de ser uma bênção para o mundo, os evangélicos das Américas têm apoiado a agenda elitista de alguns líderes americanos. Quando verifico os raros pregadores evangélicos, que usam a Bíblia para entregar o verdadeiro evangelho, fico imaginando se Deus ainda vai suportar por muito tempo a nossa mornidão espiritual. O mundo evangélico tem se transformado numa gigantesca igreja de Laodicéia. Em vez de sermos uma bênção para o mundo, temos sido pessoas egoístas, e nos preocupamos apenas com a nossa boa aparência e com o saldo de nossas contas bancárias, sem nos preocuparmos com os crentes pobres que lotam as igrejas da periferia e até entregam o dízimo exigido pelos pastores lucrófilos,  muitas desses humildes filhos de Deus deixando de comer carne, a fim de satisfazer as exigências de ofertas, que partem de alguns dos seus pastores...
         O que mais temos visto nas igrejas modernas é o apoio à Agenda 21 da ONU, a qual visa liquidar metade da população global, sob a desculpa de que não haverá alimento suficiente para tanta gente, daqui a 9 anos. Rick Warren é um dos agentes a favor dessa Agenda.
         Alguém que foi assistir ao Encontro Festivo dos líderes emergentes contou que ali foram apresentados alguns preletores heréticos, como  Brian McLaren, Jay Bakker, Shaine Calibre, Doug Pitt, Tony Campelo, Franklin Schiffer e alguns outros que defendem a mesma Agenda.
         No site de Ken Silva, podemos encontrar ainda um longo artigo a respeito de como esses homens estão tentando misturar o Cristianismo Bíblico com o Islamismo. Eles querem nos fazer acreditar que o Deus de Abraão, Isaque e Jacó da Bíblia é o mesmo deus dos muçulmanos. Rick Warren e Bill Hells são os maiores defensores desta nefanda teoria. O pior é que metade do Cristianismo evangélico, ignorando o perigo que estes homens representam, estão se bandeando para o seu lado.
         Parece que a Meretriz do Apocalipse 17 está se unindo ao Protestantismo, o qual deixou de protestar, juntando-se agora aoMovimento de Crescimento da Igreja, ao Movimento do Buscador Amistoso (de Rick Warren) e a outros simpatizantes do Ecumenismo. O Papa Ratzinger que procure engordar muito, a fim de conseguir acolher em seu colo tantos apóstatas, pois esses traidores do evangelho bíblico estão todos desejosos de voltar ao seio da “Santa Madre Igreja” de  Roma. Tudo que eles mais querem é conseguir encontrar uma brecha na Bíblia, com a qual possam endossar a sua decisão. Eles costumam apelar para João 17:21, torcendo a significação do texto. Um dos políticos que têm colaborado no sentido de atingir esta meta é o Primeiro Ministro inglês - Tony Blair - o que não é de admirar, pois a sua Rainha já apostatou, desde o início dos anos 1960.
         Com o seu programa do CFR (Concelho das Relações Exteriores), Warren é apresentado na Internet sorrindo diante da “mulher montada na besta”. Ele apóia os líderes muçulmanos e os católicos, visando o seu programa de paz, o qual nos trará a falsa paz citada em Jeremias, quando lutava contra os falsos profetas do seu tempo.
         O que vemos nos líderes evangélicos americanos de hoje é que eles estão escondendo o legítimo evangelho de Cristo, tencionando revelar a verdade em momento oportuno, mas este momento nunca vai chegar. E os seguidores dos americanos vão seguindo a mesma rota...
         Warren endossa o herético movimento da Palavra da Fé e o seu Plano Daniel engloba a apóstata cristandade herege da atualidade, os muçulmanos e um guru pagão. Essa gente tem uma suposta solução para os problemas da fome, da saúde, enfim, a tentativa de buscar  o bem estar de toda a humanidade Isso tem desviado a igreja do seu legítimo objetivo, que é pregar o Evangelho da Salvação entregue  pelo Senhor Jesus Cristo e os apóstolos, prejudicando, assim, a difusão da sã doutrina entre os pagãos.
         A Palavra de Deus pregada sincera e claramente pelos reformadores, trouxe o progresso ao mundo do Século 16. Por que, neste Século 21, não mais se prega este santo evangelho, ao mesmo tempo em que se ajudam os necessitados? Pelo visto, as idéias políticas de Warren nada têm a ver com a fé que ele afirma possuir. Ele usa e apóia a Bíblia herética de Eugene Peterson (The Message), a qual é uma caricatura da Palavra de Deus, incorrendo na maldição contida no Apocalipse 22:19: “E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro”.
            Unindo-se a hereges como Warren, HybellsCampolo e outros do mesmo naipe,  muitos pastores nacionais estão conduzindo o povo de Deus a um profundo lodaçal e vão prestar contas dos seus pecados perante o Grande Trono do Julgamento do Senhor Jesus Cristo. Claro que isso vai acontecer, caso não se arrependam, peçam perdão dos seus pecados e voltem ao verdadeiro evangelho do nosso Deus e grande Salvador.

Mary Schultze, 07/02/2013 - www.marybiblia.com
Inspirado no texto “The Apostasy of the Evangélicas”, publicado no site

26 de outubro de 2012

A conspiração contra Marcos 16:9-20



No capítulo 5 do seu livro “Autoridade Final”, que estamos a acabando de traduzir, o Dr. William P. Grady nos dá um bom esclarecimento sobre o “rapto” da passagem bíblica de Marcos 16:19-20 de algumas versões modernas da Bíblia. Vamos dar-lhe a palavra:
 “Quando uma comparação doutrinária é feita entre Marcos 16:9-20 e o Catolicismo emergente da Alexandria do século 3, um intrigante cenário se apresenta.
Dentre outras perversões, as raízes do Catolicismo Romano podem ser rastreadas a uma não bíblica extensão da ordem mosaica, para além das prescritas fronteiras do calvário. Com a vanguarda dos teólogos católicos proclamando um divino desligamento do povo escolhido, Roma foi tão  “humilde” a ponto de aceitar o manto caído. Assim, a grande prostituta do Nicolaísmo tem estado sempre repleta de elementos judaicos como: vestimentas sacerdotais, altares, sacrifícios, velas, cânticos e dias santos, etc. O iludido Agostinho (354-430) foi até o extremo de anunciar (através de seu livro “A Cidade de Deus”) que Roma havia sido privilegiada a se destacar no reinado milenar (que se tornaria  conhecido como “Era das Trevas”).
Em seus esforços de suplantar o judaísmo do Velho Testamento, logo os hierarcas católicos demonstraram uma compreensível preferência pelos escritos de Pedro – principal apóstolo das ovelhas perdidas de Israel – contrária aos escritos de Paulo – apóstolo aos gentios, nascido em tempo oportuno.
Por isso, não ficamos surpresos diante da conveniente (embora sem base) teimosia de Roma em afirmar ter sido Pedro o seu primeiro papa. A perpétua imagem dessa antiga rivalidade pode ser vista nas contrastantes catedrais de S. Pedro em Roma e de S. Paulo, em Londres. Para os católicos “que conhecem a verdade”, o “Papa Pedro” representa exatamente um paradoxo: ele era tão pontifício que recusou que lhe beijassem os pés (Atos 10:26), tão infalível que Jesus o chamou de Satanás (Mateus 16:23), tão autocrata que Paulo o censurou na face (Gálatas 2:11) e tão celibatário que tinha uma sogra (Mateus 8:14.
Com a “cadeira de Pedro” firmemente estabelecida em Roma, uma segunda tradição importante foi atribuída ao iletrado pescador da Galiléia. Clemente de Alexandria (150-217 d.C.) promoveu a idéia de que Marcos não era realmente o verdadeiro autor do seu Evangelho, mas sem dúvida, apenas o amanuense de Pedro.
Em clássico estilo nicolaíta, a forte evidência para a suposta base desse esforço conjunto é a alegorizada luta de Pedro, na 1 Pedro 5:13 (conforme preservada na Bíblia Viva de Keneth Taylor) citada por Eusébio, da seguinte maneira:
Mas Pedro fez menção de Marcos na primeira epístola, o qual diz também ter sido ela composta na mesma cidade de Roma, e que ele mostra este fato, chamando esta cidade, com um apelido não costumeiro, de Babilônia; desse modo, “A vossa co-eleita em Babilônia vos saúda, e meu filho Marcos”.(1 Pedro 5:13b)
Qualquer pessoa pode procurar -  em vão - uma designação mística desse tipo em todos os dezesseis capítulos da Carta de Paulo aos Romanos, de Antioquia (Atos 13:1). Contudo, com o seu país carente de autógrafos, Clemente ainda tentou construir uma ponte sobre a lacuna de credibilidade ao declarar que Marcos levou o Evangelho de Pedro para Alexandria. Eusébio prossegue:
O mesmo Marcos, dizem também, tendo sido o primeiro enviado ao Egito, proclamou aí o Evangelho que havia escrito e logo estabeleceu igrejas em Alexandria.
Contudo, a completa confiabilidade dessa tradição Clementina tem sido colocada em questão por uma subsequente descoberta arqueológica. Em 1958, enquanto examinava o antigo Mosteiro Judeu de Mar de Saaba, o Professor Morton Smith, do Departamento de História da Universidade de Columbia, descobriu uma carta escrita por Clemente.
Conforme Clemente, Marcos recusou entregar a mais substancial porção do Evangelho de Pedro ao público geral de Alexandria. Como se fosse para lançá-lo como o patriarca do movimento da “vida mais profunda”, Clemente poderia ter-nos levado a crer que Marcos preservou o seu segundo evangelho para a “elite espiritual” de sua paróquia. Em sua correspondência enviada a Teodoro dos Carpocratianos, notem a sua gravada mas não registrada síndrome:
Marcos, então, durante a estada de Pedro em Roma, gravou os atos do Senhor, contudo não os registrou a todos, pois não indicou os místicos, mas selecionou os que achou serem mais úteis para um crescimento da fé daquelas instruções secretas.
Quando Pedro manteve o seu testemunho (isto é, sofrendo o martírio), Marcos chegou em Alexandria trazendo suas próprias memórias e as de Pedro. A partir destas ele copiou em seu primeiro livro as coisas apropriadas para os que estavam fazendo progresso no conhecimento, porém compilou um evangelho mais espiritual para o uso dos que já estavam chegando à perfeição.
Com tanta condução a uma futura aceitabilidade dos manuscritos egípcios, Jerônimo conferiu a Marcos a honra póstuma adicional de ter sido o primeiro bispo de Alexandria. Com este expediente de reafirmação da autoridade petrina (como sendo preservada por Marcos) a cidade capital de Ham atingiu um segundo plano em importância, depois de Roma, como um dos centros de liderança da Cristandade.
Digno de atenção é o fato de que o erudito evangélico F.F. Bruce atirou o seu voto contra esse repugnante complô promocional:
A qualquer custo a história de Marcos fundando a Igreja de Alexandria é da mais questionável autenticidade... A descrição de Marcos  como fundador do Cristianismo alexandrino representa uma tentativa de prover a igreja daquela cidade com um pedigree ortodoxo, além de tudo para ligá-la mais intimamente à Igreja de Roma, o pilar e campo da ortodoxia, incidentalmente lhe deu um status quase apostólico... Pois se a associação de Marcos a Pedro deu autoridade apostólica ao seu evangelho, que ele escreveu, do mesmo modo iria dar linhagem apostólica à igreja que ele fundou.
Contudo, quando o “departamento de propaganda” de Clemente andou circulando em busca de sua celebrada exigência de fama, logo empalideceu com apenas quatro versos remanescentes. Com toda a sua traiçoeira manipulação de ordenanças judaicas (para ser aperfeiçoada na doutrina papista da sucessão apostólica) esses hereges nicolaítas foram eles próprios confrontados por uma passagem que ameaça expor sua impostura satânica. Como os antigos efraimitas  que foram traídos pela sua inabilidade de pronunciar a senha shiboleti (Juízes 2:6), os discípulos de Clemente experimentaram uma idêntica consternação ao descobrir os sinais indicativos de um autêntico ministério apostólico.
“E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes, e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão” (Marcos 16:17-18).
Visto como o evangelho foi primeiramente  aos judeus (Romanos 2:9-10) e porque os judeus pediam sinais (1 Coríntios1:22), os apóstolos foram agraciados com um exclusivo arranjo de sinais sobrenaturais. Tendo antecipado uma resistência satânica através dos arquétipos de James   Jambres (2 Timóteo 3:8) o Senhor manteve os dele próprio, “...cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém ” (Marcos 16:20).
Como se tudo isso ainda não fosse bastante amedrontador para Clemente, o contexto confirmou que os “crentes” operadores de sinais do verso 17 devem ser os projetados “crentes” do verso 16. Em outras palavras, não apenas podiam os apóstolos produzir esses sinais, mas os seus convertidos pessoais também o podiam.
Exatamente como tantos desses corruptores egípcios da Bíblia faziam, supõe-se que eles tenham confirmado sua “autoridade apostólica” ao produzir pelo menos um destes cinco sinais? Enquanto Paulo podia afirmar aos Coríntios que: “Os sinais do meu apostolado foram manifestados entre vós com toda a paciência, por sinais, prodígios e maravilhas” (2 Coríntios 12:12), a única maravilha produzida pelos aduladores de Clemente foi uma surpresa perante o seu dilema. A terceira solução mostrou uma herética ingenuidade, ao oferecer essa opção de substituição do terminal, conforme exibido na Velha Latina, K e outros manuscritos dispersos.  Tendo examinado a premissa de um “judaísmo catolicizado”, note-se mais significativamente a preeminência concedida ao judeu Pedro nesta conclusão apócrifa:
E tudo de qualquer maneira que havia sido ordenado, eles explicaram resumidamente aos que estavam com Pedro; depois destas coisas o próprio Jesus apareceu e de leste a oeste enviou por intermédio deles a santa e incorruptível pregação da salvação eterna.
Até aqui, temos visto boa razão para uma antiga hostilidade contra Marcos 16:9-20 pelo sistema católico em desenvolvimento. Contudo, ainda falta considerar uma aplicação do século XX para esta controvérsia. Edward Hills fez a astuta observação de que esta passagem contém a única referência do falar em línguas feita pelo nosso Salvador.
Não é coincidência que o movimento carismático de hoje tenha sido grandemente usado pelo Vaticano para acelerar o processo ecumênico. A presença do falar em línguas no Campus da Universidade Notre Dame é um sinal inicialmente claro de que todos os caminhos levam a Roma.
Quando se lê o que Jesus nos deu com o propósito de legitimar os dons espirituais, entende-se melhor a renovada animosidade contra estes versos. Embora o trono da graça tenha se tornado acessível ao povo de Deus em todas as épocas, a atual ênfase carismática sobre a cura divina é um abuso não bíblico desse privilégio. Que o autêntico falar em línguas dos dias de Paulo tenha um fim específico é confirmado da maneira mais clara: “havendo línguas, cessarão...” (1 Coríntios 13:8b).
Agora acontece exatamente que a Escritura que mais condena a farsa carismática é encontrada na odiada passagem em questão. Hills cita Marcos 20 como chave para uma apropriada exegese deste texto: “E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém”. (Marcos 16:20).
Estes dons de sinais não apenas confirmaram o cumprimento de uma necessidade particular dos judeus que pediam sinais, mas também proveram um endosso autorizável à pregação dos apóstolos, na ausência de um Novo Testamento concluído. Hills prossegue explicando:
Aqui vemos que o objetivo dos milagres prometidos por nosso Senhor era o de confirmar a pregação da Palavra Divina feita pelos apóstolos. Estes milagres eram sinais que confirmavam a pureza de sua doutrina. Sem dúvida, em seguida estes sinais cessaram após a morte dos apóstolos. Hoje não temos necessidade destes sinais, visto como temos a posse das Sagradas Escrituras. (53)
Assim, temos visto uma satânica resistência dirigida contra estes doze versos através da instrumentalidade  carismática católica e evangélica. Esta oposição tem sido tudo, menos um esforço desorganizado. Embora a confusão seja o persistente objetivo do diabo, este nunca tem sido o seu modo de operar (Efésios 6:12).
Em face do seu dilema, os pais alexandrinos eram limitados a três simples alternativas. A problemática passagem poderia ser ignorada ao custo potencial de repetido confronto e embaraço. Com a “bandeja da coleta” na estaca, esta seria a menos popular. Sua segunda opção teria parecido a mais provável. Com o “longe da vista, longe do coração”, a maneira mais fácil de suprimir a descabidas exigências feitas ao “Bispo Primaz de Alexandria”, seria simplesmente cortar esses versos da Bíblia. E se o corte fosse feito no verso 9, um desvio conveniente poderia ser encontrado nas dificuldades previamente mencionadas que alguns piedosos harmonizadores do Evangelho estavam tendo com a aparente contradição da cronologia de Mateus. Uma raspagem da faca de Jehudi resolveria tudo! (Jeremias 36:23)
Para uma ilustração final quanto à coerência desta perniciosa estratégia, considerem o seguinte ataque duplamente contundente. Você deve lembrar-se de que a primeira “Bíblia falsificada” sob sanção nacional, a American  Standard Version, chegou em 1901. Você pode imaginar quando surgiram os faladores de línguas?  Conforme o Dicionário de Cristianismo na América, a primeira ocorrência registrada foi em Agnes Ozman, na Escola Bíblica Charles F. Parham, em Topeka, Kansas. A data foi o Dia do Ano Novo de 1901”.
As bíblias modernas que apresentam os versos finais do Evangelho de Marcos 16:19-20 sempre colocam uma nota de rodapé colocando em dúvida a autenticidade dos mesmos. Contudo, os antigos pais da Igreja confirmam que os primeiros manuscritos do Novo Testamento continham esses versos, embora os apóstatas Westcott e Hort tenham dito o contrário, na organização do seu Texto Grego do Novo Testamento.

Mary Schultze, 21/10/00 – 21/10/2012.