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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18
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13 de novembro de 2012

Deus não faz a menor questão de ter Seu nome inscrito em nossas cédulas


Por Hermes C. Fernandes

O Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública pedindo que as novas cédulas de real excluam a expressão "Deus seja louvado", que tem sido impressa desde 1986, muito antes do plano real, por ordem do então presidente José Sarney.

Segundo a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, a existência da frase nas notas fere os princípios de laicidade do Estado e de liberdade religiosa.

"A manutenção da expressão "Deus seja louvado' [...] configura uma predileção pelas religiões adoradoras de Deus como divindade suprema, fato que, sem dúvida, impede a coexistência em condições igualitárias de todas as religiões cultuadas em solo brasileiro", afirma trecho da ação, assinada pelo procurador Jefferson Aparecido Dias.

"Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: 'Alá seja louvado', 'Buda seja louvado', 'Salve Oxossi', 'Salve Lord Ganesha', 'Deus não existe'. Com certeza haveria agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos cidadãos crentes em Deus", segue o texto.

O Banco Central, consultado pela Procuradoria, emitiu um parecer jurídico em que diz que, como na cédula não há referência a uma "religião específica', é "perfeitamente lícito" que a nota mantenha a expressão.

A Procuradoria pede que a União comece a imprimir as cédulas sem a frase em até 120 dias. Pede ainda que haja uma multa simbólica de R$ 1 por dia de descumprimento.

Tão logo esta notícia foi veiculada, a comunidade cristã se manifestou horrorizada com a iniciativa. Alguns até atribuíram o sucesso do plano real à inscrição de louvor a Deus, esquecendo-se que esta inscrição já constava nas moedas anteriores, desde o cruzado, moeda cunhada durante o período mais difícil da economia brasileira.

Sinceramente, não vejo qualquer motivo para tal insatisfação dos religiosos. O que, de fato, louva a Deus não é uma inscrição como esta impressa em nossas cédulas, e sim, uma justa distribuição dos recursos produzidos pela sociedade.

De que adianta ter a impressão “Deus seja louvado” em nossas cédulas, enquanto o País tem uma das piores distribuições de renda do mundo?

Os romanos já cunhavam suas moedas com inscrições religiosas. Geralmente, destacava-se a suposta divindade dos imperadores. Mesmo assim, os cristãos primitivos não fizeram qualquer boicote à moeda romana. Ela circulava normalmente entre eles. O que os preocupava não era a inscrição que havia no dinheiro, e sim, a justa distribuição entre eles. Lucas, o médico, relata que não havia entre eles necessitado algum, porque ninguém dizia que coisa alguma era sua, mas todos tinham tudo em comum. A moeda dizia que César era o senhor, mas o estilo de vida dos cristãos dizia outra coisa: JESUS É O SENHOR.

Só os judeus tinham problema com a moeda romana. Tanto que ela não era aceita nas atividades do Templo. Se alguém quisesse doar alguma oferta, ou mesmo comprar algum animal para o sacrifício, teria que antes passar pelos cambistas, trocando a moeda romana por uma que não trouxesse aquela inscrição blasfema. Mas o que estava por trás disso era a ganância. Os sacerdotes ganhavam rios de dinheiro com o ágio cobrado na troca de moedas. Não foi debalde que Jesus enfrentou os cambistas, munido de chicote e palavras de ordem.

Para quem tem uma consciência transformada pela ação do Espírito Santo, tanto faz o que está escrito nas cédulas. O que importa realmente é o que se traz escrito nas tábuas do coração. É lá, no âmago do nosso ser, que devemos santificar a Cristo como Senhor. O resto é farisaísmo travestido de piedade.

Fonte: http://www.hermesfernandes.com/2012/11/deus-nao-faz-menor-questao-de-ter-seu.html

12 de novembro de 2012

Em Manaus, alunos evangélicos se recusam a ler obras como “Macunaíma” e “Casa Grande Senzala”, dizendo que os livros falam sobre “homossexualismo”.

Polêmica na escola motivou ida de representantes de Fórum,OAB e MPE
Polêmica na escola motivou ida de representantes de Fórum,OAB e MPE
título original: Alunos evangélicos se recusam a fazer trabalho sobre a cultura afro-brasileira
Maria Derzi, no A Crítica
O protesto de um grupo de 13 alunos evangélicos do ensino médio da escola estadual Senador João Bosco Ramos de Lima – na avenida Noel Nutels, Cidade Nova, Zona Norte -, que se recusaram a fazer um trabalho sobre a cultura afro-brasileira – gerou polêmica entre os grupos representativos étnicos culturais do Amazonas.
Os estudantes se negaram a defender o projeto interdisciplinar sobre a ‘Preservação da Identidade Étnico-Cultural brasileira’ por entenderem que o trabalho faz apologia ao “satanismo e ao homossexualismo”, proposta que contraria as crenças deles.
Por conta própria e orientados pelos pastores e pais, eles fizeram um projeto sobre as missões evangélicas na África, o que não foi aceito pela escola. Por conta disso, os alunos acamparam na frente da escola, protestando contra o trabalho sobre cultura afro-brasileira, atitude que foi considerada um ato de intolerância étnica e religiosa. “Eles também se recusaram a ler obras como O Guarany, Macunaíma, Casa Grande Senzala, dizendo que os livros falavam sobre homossexualismo”, disse o professor Raimundo Cardoso.
Para os alunos, a questão deve ser encarada pelo lado religioso. “O que tem de errado no projeto são as outras religiões, principalmente o Candomblé e o Espiritismo, e o homossexualismo, que está nas obras literárias. Nós fizemos um projeto baseado na Bíblia”, alegou uma das alunas.
Intolerância gera debate na escola
A polêmica entre os alunos evangélicos e a escola provou a ida de representantes do Fórum Especial de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros do Amazonas, da Ordem dos Advogados do Brasil, secção do Amazonas, e do Ministério Público do Estado.
Para a representante do movimento de entidades de direitos humanos e do Fórum Especial de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros do Amazonas, Rosaly Pinheiro, a problemática ocorrida na escola reflete uma realidade de racismo e intolência à diversidade. “Nós temos dados de que 39% dos gestores e alunos das escolas são homofóbicos. Essa não pode ser encarada como uma oportunidade para se destacar um fato ruim, mas sim uma oportunidade de se discutir, de uma forma mais ampla essas questões com os alunos”,disse.
Para a representante do Ministério Público, Carmem Arruda,a situação também deve ser encarada como uma oportunidade de esclarecer a comunidade.“É uma chance de discutir a diversidade e uma oportunidade de contruirmos uma conscientização junto não apenas aos alunos, mas sim às famílias que serão fazem refletidas junto a comunidade”.
Representante do Fórum pela Diversidade da OAB/AM, Carla Santiago, ressaltou que o episódio não era para ser encarado como um ato que fere os direitos de negros, homossexuais, mas sim um momento de conscientizar os alunos sobre a etnodiversidade. A conversa entre os diversos segmentos envolvidos prometia uma nova rodada, mas até o fechamento desta edição estava mantida a posição da escola de cobrar o trabalho original passado aos alunos pelo professor de História.
foto: Odair Leal
dica do Max Walter

Fonte:  www.pavablog.com/2012/11/12/em-manaus-alunos-evangelicos-se-recusam-a-ler-obras-como-macunaima-e-casa-grande-senzala-dizendo-que-os-livros-falam-sobre-homossexualismo/

8 de agosto de 2012

Aprovada na Câmara Municipal de BH venda de ruas para Igreja Batista da Lagoinha.

Trecho da  rua Ipê com ruas Samuel Salles e Serra Negra, na Região Nordeste,  que deve dar lugar a um novo templo da Igreja Batista da Lagoinha. (Jair Amaral/EM/D.A Press)
Trecho da rua Ipê com ruas Samuel Salles e Serra Negra, na Região Nordeste, que deve dar lugar a um novo templo da Igreja Batista da Lagoinha.
Alice Maciel, no Estado de Minas
Os vereadores de Belo Horizonte autorizaram a venda de trechos de três ruas no Bairro São Cristóvão, na Região Nordeste, para dar lugar a um novo templo da Igreja Batista da Lagoinha. Com 23 votos favoráveis, a proposta foi aprovada na Câmara Municipal em segundo turno e caberá agora ao prefeito Marcio Lacerda (PSB) sancioná-la. Se o projeto virar lei, duas casas localizadas da Rua Ipê ficarão ilhadas com a construção da igreja. O autor da matéria, que recebeu 21 assinaturas, vereador João Oscar (PRP), lavou as mãos e jogou para a prefeitura a responsabilidade de definir a situação dos moradores, contrariando o compromisso que havia assumido de só colocar o texto em votação depois de resolvida essa questão.
A intenção é construir no trecho da Rua Ipê e nas ruas não implantadas Serra Negra e Samuel Salles Barbosa um novo templo da Igreja Batista da Lagoinha, com capacidade para 30 mil pessoas. Na justificativa do texto, João Oscar alega que as ruas “estão totalmente inseridas no perímetro de área particular de propriedade da Igreja Batista da Lagoinha”, ignorando, no entanto, a existência dos imóveis de número 514 e 498, localizados na Rua Ipê. “Esse é um projeto autorizativo. A prefeitura é que terá de resolver com os moradores, caso ache conveniente”, ressaltou o parlamentar, justificando que foi informado da possibilidade de os imóveis terem saída para outra rua.
O engenheiro Raickson Costa, que há 51 anos mora na via, ficou surpreso ao saber da aprovação da matéria. “É um absurdo. O vereador se comprometeu com a gente a não votar”, ressaltou. Ele e seu primo Edvaldo Costa, que mora na casa ao lado, já sofrem com a invasão da igreja. O fato é que o espaço público – onde há inclusive postes demonstrando a existência de ruas – já virou estacionamento da igreja antes mesmo de ser vendido. Raickson nasceu na casa da Rua Ipê, onde morava com o pai, artista plástico. Para Edvaldo, que foi para lá com 21 anos, o imóvel tem um significado ainda mais especial: ele faz do espaço ateliê para a confecção de peças sacras.
O projeto de lei que vai beneficiar os evangélicos estabelece o parcelamento do pagamento, com correção pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e juros de 1% ao mês. A proposta de João Oscar também autoriza o município a receber como pagamento pelo terreno ocupado um imóvel de valor menor, desde que a diferença em relação ao preço da área vendida seja paga pelo comprador.
Apesar de a Lei Orgânica da capital prever que cabe ao prefeito a administração dos bens municipais, tendo suas decisões apenas endossadas pelo Legislativo, um projeto parecido com o do vereador João Oscar já passou na Casa. De autoria do vereador Silvinho Rezende (PT) e de cinco colegas, o projeto que virou lei em 2011 doou um terreno da prefeitura para a Matriz de Santo Antônio, em Venda Nova. Na justificativa, Silvinho destaca que a instituição “apresenta um núcleo de formação cristã, humanística e de cidadania”.
dica do Thiago Ferreira de Morais
2leep.com

Fonte: http://www.pavablog.com/2012/08/08/aprovada-na-camara-municipal-de-bh-venda-de-ruas-para-igreja-batista-da-lagoinha/ 

25 de junho de 2012

Se somente gays fossem massacrados no Irã, o governo iraniano teria apoio de cristãos do Brasil, entende deputado Jean Wyllys

A irresponsabilidade de um parlamentar que usa a posição privilegiada para ofender cristãos

O deputado federal e ex-BBB Jean  Wyllys (PSOL/RJ) aproveitou a presença do tirânico governante do Irã Mahmoud Ahmadinejad, no Brasil, por ocasião da Rio +20, não para protestar contra a morte de gays naquele país, mas para descarregar, mais uma vez, suas frases de fúria contra os cristãos brasileiros.
O Irã é acusado de enforcar todos os acusados da prática do homossexualismo. Tal acusação tornou-se mais evidente diante das palavras do déspota Ahmadinejad, na ONU, em 2011, quando afirmou que no Irã não existem gays. Ainda, de acordo com o jornal inglês The Guardian, naquele mesmo ano ocorreu o enforcamento de três iranianos acusados da prática da sodomia.
Como parlamentar e ativista gay, Jean Wyllys perdeu uma grande chance de usar a tribuna da Câmara dos Deputados para expressar repúdio à brutal morte de homossexuais no Irã. Além disto, o ex-BBB deveria ter conclamado seus seguidores e admiradores, de todo o Brasil, a organizarem eventos no Rio e em outros estados, pedindo ao governo do Irã o fim das mortes dos gays.
Pelo contrário, Wyllys (foto) preferiu a omissão, a covardia e o egoísmo, típico dos movimentos gays que só pensam em suas causas.
Ao ser cobrado pelo Twitter por sua visível letargia, o deputado, que também é umbandista, não perdeu tempo e logo encontrou uma maneira de ser evasivo, disparando assim sua mensagem grosseira contra os cristãos brasileiros, através de seu perfil na rede social:
Atitude típica de alguém que não tem argumento, quando inquirido.
O deputado tem como prática, rotular, com viés pejorativo, os cristãos de ‘fundamentalistas’. No entendimento dele, qualquer cristão que se respalda na Bíblia (que para ele é um mito) para afirmar que a prática do homossexualismo é pecado, é um fundamentalista, um ‘homofóbico’.
Wyllys entende que os cristãos brasileiros somente se manifestaram contra  a presença do presidente do Irã aqui no Brasil, pois os cristãos são severamente punidos pelo regime islâmico implantado naquele país. Para ele, caso Ahmadinejad mandasse para o enforcamento ou apedrejamento somente os gays, e não perseguisse os seguidores do cristianismo, os cristãos do Brasil respaldariam tal crueldade.
Sempre que surge oportunidade, o ex-BBB descarrega palavras ofensivas, ora aos evangélicos, ora aos católicos. Isto é bem comum a ele.
Abaixo há alguns exemplos das graves ofensas que este deputado tem feito aos cristãos, o que mostra que ele precisa de tratamento emocional, como também espiritual:

 Fonte: http://holofote.net/

23 de abril de 2011

O pastor, a comunidade e a família.

São três coisas essenciais para um bom pastorado. Um pastor dedicado a sua comunidade e família, uma comunidade que aceite o seu pastor e tenha uma ligação com ele, e uma família estruturada. Mas como sempre o inimigo tenta destruir essa ligação e tenta estragar essa harmonia, e as vezes acaba conseguindo. A família do Pastor normalmente é ativa na comunidade, acaba exercendo cargos, liderando ministérios e tendo uma certa liderança geral na igreja, mas as vezes essa mesma família que lidera tantas coisas acaba se esquecendo que Deus também levanta pessoas de fora, e planta semente no coração de membros da igreja que também querem agir, falar, evangelizar, ministrar. E o que pode acontecer com isso? Uma reunião de ministério, onde as ideias de um familiar do Pastor tem certas ideias, e o resto do grupo tem outras totalmente diferentes e radicais, e a discussão (não reunião) acaba sendo um debate, Família x Comunidade.

O jovem quer agir, ele tem vontade e se existe essa vontade é porque Deus coloca isso no coração deles. Ideias para melhoras de um ministério, não vem do Diabo, e sim do nosso Senhor, pois as melhoras serão para o ministério do Senhor, para a obra Dele ser realizada com melhor representação do Reino dos Céus. E esse tema Família x Comunidade pode entrar em vários pontos:

1. O pastor é uma liderança escolhida e erguida por Deus, toda autoridade é escolhida pelo Senhor, ele tem experiência, ele sabe como agir em conflitos de liderança, mas ao mesmo tempo que ele tem experiência ele deve saber que o jovem de hoje é a comunidade de amanhã, então ele deve se importar e amar a sua juventude e dar chance para as idéias dos jovens.

2. A família do Pastor é colocada na liderança e nos ministérios porque eles tem capacidade para isso, mas eles tem de saber que é preciso lavar os pés dos outros, não apenas querer ter seus pés lavados, eles devem saber que a liderança em qual eles são integrantes, são levantadas por Deus, e a honra do mesmo ministério é Dele.

3. O jovem tem que reconhecer que o que Ele vai fazer é para a honra e glória do Senhor Deus. Ele tem de reconhecer que ele sozinho não vai conseguir, e uma equipe, uma liderança precisa ser escolhida. Mas para que essa escolha aconteça, é necessário uma liderança pastoral e espiritual para ajudar.

4. É necessário ter uma união, uma harmonia entre os lideres e os servos, quando isso não acontece, os dois, tanto Pastor como jovens e cia devem saber que o Diabo esta conseguindo agir, dividindo e destruindo.

5. Mas se essa harmonia não acontece, é porque tem algo errado, e as duas partes devem saber reconhecer
onde está o erro, normalmente o inimigo esconde erro nas coisas simples, e nessas ocasiões o erro está escondido atrás do orgulho, tanto do jovem como do Pastor.


A igreja é o corpo de Cristo, mas as vezes falta alguns pastores entenderem que eles são servos, e por mais do cargo que exercem na igreja, eles são ovelhas, há uma autoridade maior acima deles, e essa autoridade é Deus, quem nos coloca nas nossas devidas posições. Tudo na vida tem um propósito, e as vezes conflitos e discussões nos levam a entender a vontade de Deus. Mas um dos papéis do Pastor é ser servo, e um servo deve saber como lidar com outro servo.