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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18

9 de julho de 2011

Ricardo Gondim Herege ou Bode Expiatório?

O teólogo Ricardo Godim depois de críticas, discussões teológicas, convite para deixar de ser colunista em revista, pode estar sendo apenas bode expiatório, segundo um Professor de Teologia.
Em meio a teologias e pregações que o tornaram polêmico, pastor Gondim quer provar “sanidade”. “O que dizer? Como provar sanidade? Talvez devesse antecipar-me ao aviso e dizer: não pretendo ser bem falado por gente como ele (o pregador que o chamou de louco)”.O presidente nacional da Assembléia de Deus Betesda, fala de alguns líderes que “usam o púlpito” para chamá-lo de louco “Há pouco, soube que um pastor anunciou de púlpito que enlouqueci”.
Suas dúvidas sobre um Deus com controle total, e suas últimas polêmica sobre a Vinda de Jesus como utopia utilizando a teologia da esperança de Jürgen Moltmann, deixaram muitos líderes e teólogos confusos quanto a se ele teria mudado algo em sua fé.
Ricardo Gondim concorda com os que dizem que ele mudou “Sim, eu mudei bastante nos últimos anos”.
O que estaria influenciando a nova forma de pensar de Gondim?
Gondim afirma que ele vem lendo homens como, Juan Luis Segundo, Gustavo Gutierrez, René Padilla, Orlando Costas, Leonardo Boff, Jung Mo Sung, Andrés Torres-Queiruga, Jean Delumeau.
O que eles têm de errado?
Para o professor de teologia da faculdade teológica Batista do ABC (FABC), Paulo Saraiva, “essas fontes [que Gondim citou] são mais ‘boas’ do que ‘ruim’”. Então qual seria o problema na teologia de Gondim?
Sem tomar posição, o pós graduado em Ciências da Religião, afirma que problemática não gira em torno de Gondim em si, com relação às críticas e à polêmica sobre as suas teologias. Isso significa dizer que Gondim estaria sendo apenas um bode expiatório dentro do cenário da Igreja evangélica brasileira cheia de falhas e escândalos.
No que se diz respeito à ética, Saraiva disse que Gondim é uma pessoa respeitada no Brasil, sem nenhum tipo de escândalo moral e muitos podem estar querendo tirar a credibilidade dessa voz.
O pastor da Igreja Betesda reclama o seu direito de liberdade de olhar para a teologia, ainda que não queira ser vanguarda de uma nova. Gondim diz que concorda com Karl Rahner, citando: “a liberdade é sempre mediada pela realidade concreta do espaço e tempo, pela corporalidade e pela história do homem”. Como adepto da teologia da esperança ele cita em seu artigo também as palavras de Jürgen Moltmann: “liberdade é um movimento criador".
Ricardo Gondim diz que não desmerece a ortodoxia clássica, mas afirma querer “fazer práxis; enfrentar estruturas injustas, opressoras e alienantes como alguém que acredita em milagre”. Sem querer interpretar o mundo, ele afirma que na verdade ele quer modificá-lo à medida que vem os sinais discretos do Reino de Deus.
A teologia para ele “não deve se restringir ao discurso metafísico sobre Deus, mas em organizar a vida com os valores revelados pelo Espírito”. Ele passa a ideia de que Deus é aqui e agora “Vida abundante começa já”.
A pitada existencialista do que venho escrevendo brota da promessa: “O Reino de Deus chegou”. Se procuro transformar a minha espiritualidade em força que pode concretizar essa promessa, não tenho do que arrepender-me.
Cristian Post

“Digo: você está curado, em nome de Jesus”


Jeferson Queiroz 
“Curem os doentes que ali houver e digam-lhes:
O Reino de Deus está próximo de vocês.”
(Lucas 10:9) 
Nesse pequeno versiculo, numa exegese simples, consigo extrair a seguinte lição:
Está escrito: “Curem os doentes que ali hover”.
Porém em momento algum, nem nesse versiculo nem no texto diz: “curem só os que tem fé”  ou  “curem só os que derem dizimo alto” ou  “curem somente aqueles que chegam cedo na igreja ou oram das 18:00 as 19:00 do começo do culto”.
Curem os doentes que ali houver. Só isso. É dificil ? Então porque será que muitos usam e abusam dessa frase?
Falta de leitura biblica ? Aproveitar isso para iludir as pessoas que não leem a biblia com frequencia ?
“Curem os doentes que ali hover”. Só isso.
Que, só isso gerou muito disso. Acreditei piamente que a igreja que me rodeava era “a Igreja de Jesus” –. Por anos, dei-me completamente a uma versão do cristianismo que eu percebia como a única, a mais verdadeira, a melhor de todos os tempos. Iludido com essa versão, não notei os ciúmes, as maldades, as invejas, que a motivavam, os jogos politicos e as promessas feitas em nome de jesuses cristos.
Sim. Os bancos da maioria das igrejas estão entulhados de cadáveres de gente esfaqueada pelas costas, que acreditou em promessas mirabolantes feitas sob ameaças de dizimos altos e ofertas. A história não omite: os corredores das catedrais comportam verdugos e facínoras sequiosos de subirem as hierarquias organizacionais.
De repente, veio a desilusão. As vendas caíram dos olhos e notei o tamanho de minhas fantasias religiosas. Acontece que uma pessoa desiludida nunca mais volta a se iludir. E nesse processo, fui obrigado a separar as desilusões dos desencantamentos. Pois, ao contrário dos desiludidos, os desencantados podem re-encantar-se novamente.
Andei desencantado com a missão, vocação e devoção que me deram na igreja. Aquilo serviu apenas para me tornar famoso do jeito que eles queriam, pessoas que só pensam em gravar CD’s e DVD’s com mensagens que faz rir com promesas de falsa riqueza. Mas jamais perdi o que inicialmente me deslumbrou no Evangelho. Continuo absolutamente fascinado com a vida de Jesus de Nazaré. E volto a maravilhar-me cada vez que leio sobre seu caráter, sua ternura para com os desvalidos e seu perdão para os pecadores. Sua doação na cruz, sua morte exemplar e a sua ressurreição triunfante, não permitem desencantos.
Nas coisas que me desiludi, não contemplo retorno, mas sei que os meus sonhos voltam a se colorir. Neste momento, responderei com novo alento: “Senhor ,eis-me aqui, envia-me a mim”. Usa-me para “Curar os doentes que ali hover”, sem interesse financeiro, apenas com a simples palavra de Jesus Cristo. “Você está curado, levanta e anda”.
 
Jeferson Queiroz,

Ex-pastor afirma que Igrejas pentecostais podem parecer seitas

Fábio Marton já foi Pastor, pregou de púlpito desde pequeno e poderia ter tido uma grande carreira como pregador no meio evangélico assim como outros famosos que hoje existem, mas um dia decidiu sair de igrejas que frequentou, como a Assembléia de Deus e Quadrangular, e se tornou ateu, brigando com família e amigos.
O processo de sua desconversão até se tornar ateu é contado no recém lançado livro “Ímpio – O Evangelho de um Ateu” onde tece comentários contra seu antigo pastor e grande parte do meio evangélico em si, além de atacar os ensinamentos da Bíblia e o próprio Jesus Cristo. No livro, publicado pela editora Leya, o jornalista conta casos em que afirma ter ajudado a expulsar um demônio do corpo de sua própria mãe, subido no telhado para ver o mundo acabar, ido a uma área aberta para ver fogo descendo do céu, entre outros relatos que teriam acontecido por influência de seu aprendizado como evangélico.
Em entrevista ao site Gospel +, Fábio Marton rebate perguntas sobre a importância do cristianismo e assuntos atuais como a legalização da união gay, além de relatar um pouco sobre sua descrença em Deus e em religiões. Confira na integra:
Em seu livro você tece intensas críticas ao cristianismo evangélico em si. De uma forma sincera, se tornar ateu foi uma forma de se vingar de tudo que te incomodava no meio que vivia?
Não, foi apenas ser honesto comigo mesmo e com os outros, e assumir o que eu pensava.
Você já declarou em uma entrevista televisiva que é muito difícil provar que Deus realmente não existe. Então você deixou de acreditar na religião e seus representantes ou na existência de Deus?
Deixei de acreditar em Deus. Na religião, eu já não acreditava um pouco antes. Mas isso não tem a ver com “provar” que Deus não existe. A gente não deixa de acreditar nas coisas porque temos provas que não existem. Eu não preciso provar a ninguém que Papai Noel não existe. A gente deixa de acreditar em algo quando não vê mais razões para dizer que aquilo existe.
O seu livro tem as chamadas “páginas negras”. O que seriam essas páginas e porque?
São pensamentos mais gerais a respeito da religião evangélica, mas não só ela. Algumas se aplicam à crença em Deus em geral. A razão de estarem separadas do resto do livro é que meu livro é uma narrativa, não um tratado, como [no livro] “Deus, um Delírio”. Além disso, essas páginas são escritas com aquilo que eu penso hoje, não o que me passava pela cabeça na época narrada no livro. Em alguns casos, eu tinha uma ideia ainda instintiva e mal formada, mas semelhante ao que digo nessas páginas – por exemplo, quando falo que igrejas pentecostais podem parecer seitas. Em outros, é completamentamente novo, como as respostas a filósofos cristãos, que eu não tinha ouvido falar na época.
Você tinha um futuro promissor como pregador estando desde pequeno no púlpito, como simplesmente desceu do altar e foi para a rua viver outra vida?
Não havia qualquer futuro nesse sentido, mesmo se eu quisesse, e não queria. Mesmo antes de me desconverter, eu havia me afastado, desprezava os pastores e os escândalos que todo mundo conhece, e comecei a ter opiniões bastante heterodoxas. Eu não via razão para Deus ter criado desejos naturais em nós e proibir esses mesmos desejos. No final, não acreditava nem mais na Bíblia, que era só mitologia, nem que Jesus fosse mais que um pregador do deserto.
Você veio de uma família evangélica, como foi a reação e o tratamento que lhe deram após sair do cristianismo e agora depois de lançar o livro?
A gente brigou muito no começo, mas depois houve uma trégua. Eu mais ou menos não dizia mais o que pensava, eles mais ou menos não tentavam me converter de novo. Agora, estão meio “de mal” novamente. Exceto quem não é crente na família – esses gostaram muito do livro.
Hoje está na moda o chamado “ateísmo militante”, onde pessoas que não crêem em deuses lutam e divulgam a causa contra a religião. Você é mais um que atentará contra os cristãos, um “Richard Dawkins brasileiro”?
Bem que eu queria ser um biólogo com uma importantíssima contribuição para o estudo da Evolução, que por acaso acabou famoso como miltante ateu. Aí eu seria um “Richard Dawkins brasileiro”. Eu só contei minha história. Mas não tem absolutamente nada de novo em ateus falarem contra a religião – o que existe é a Internet para divulgar isso. Pegue esta frase: “Observe a maioria das nações e a maioria das eras. Examine os princípios religiosos que, de fato, prevaleceram no mundo. Você raramente será persuadido que eles são qualquer coisa além de sonhos de homens doentios”. Isso foi dito por David Hume em 1757. É “neo” ateu o bastante?
Karamazov dizia que se Deus não existisse então tudo seria permitido. Você como ateu, não vê nenhum benefício que a religião pode gerar para a sociedade?
A religião diz coisas moralmente certas. É óbvio que proibir assassinato é uma coisa boa. O problema é que, se numa parte a Bíblia está proibindo assassinatos ou dizendo para amarmos ao próximo como a nós mesmos (algo impossível, mas que ao menos parece bom em princípio), em outra está dizendo que a mulher não tem “cabeça”, mas que sua cabeça é primeiro a do pai, depois do marido. E só estou falando no Novo Testamento, deixando de lado os comandos do Velho Testamento para apedrejar mulheres que mentem sobre a virgindade ou gente que trabalha aos sábados ou crianças que ofendem aos pais. Se tudo o que foi dito no livro é ordem de Deus, como separar as coisas que são boas das que são ruins? Na prática, todos os cristãos já separam – ignorar as leis malucas do Velho Testamento já é fazer isso, ainda que haja uma justificativa teológica um tanto frouxa, porque o Velho Testamento é lido nas igrejas mesmo assim. A Bíblia também não proíbe escravidão nem concubinas escravas, nem poligamia. Se não fazemos essas coisas, e elas são consideradas imorais, é prova que há um coisas além da religião para julgar certo e errado, e essas coisas são aplicadas à própria religião. Se os critérios fora da religião são usados para escolher o que é certo ou errado na própria religião, qual é a utilidade dela como guia moral? O que é certo já é conhecido, independente de a Igreja reforçar isso. Japoneses não precisam dos 10 mandamentos para achar assassinato ruim.
Recentemente o STJ legalizou a união gay e já houve a primeira união civil, sendo realizada sob gigantes protestos cristãos. Com evangélicos e ativistas em guerra, qual lado você acha que está certo?
Dos gays, é óbvio. No que interfere em seu casamento ou o valor de sua família o que seu vizinho faz de sua vida privada?
O mais conhecido ateu do mundo atual, Richard Dawkins, prega a censura ao cristianismo, inclusive a proibição de ensinamentos religiosos para as crianças. Você compartilha desta idéia?
De forma alguma. Eu sou contra qualquer tipo de censura, mesmo a “censura do bem”. Se começarmos a patrulhar o que os pais ensinam, vamos ter um totalitarismo doméstico. O que nos impede de proibirmos qualquer ideia “ruim” de ser passada para as crianças. Se religião é abuso infantil, ensinar as crianças uma ideologia de esquerda, em que os pobres não tem vez, não é desencorajá-las de tentar subir na vida, um abuso infantil? Ou ao contrário, ensinar uma ideologia de direita, que o trabalho leva ao sucesso, não é torná-las insensíveis às mazelas sociais, outro abuso infantil? Que tribunal vai julgar o que podem ou não ensinar os pais? A resposta aos preconceitos e loucuras dos pais já existe, e é a educação. Privar uma criança dela – e deturpar o ensino com criacionismo em aulas de biologia – aí sim, é abuso infantil.
Nos Estados Unidos, um país declaradamente cristão, o cristianismo em si está cada vez menor e perdendo poder no governo. No Brasil acontece o inverso, sendo um país declaradamente laico o cristianismo toma cada vez mais força e quantidade numérica. Para você porque esse movimento está acontecendo?
Porque o Brasil é um país ainda tristemente populista. Políticos não se importam em atropelar a constituição, leis, direitos e a própria lógica se isso rende votos.
Na sua opinião porque a maioria das críticas vindas contra seu livro são de ateus e não de cristãos? O que você diz a seus “companheiros” ateus críticos a você?
Para ser sincero, não tive críticas negativas de ateus que leram o livro. Só de gente que resolveu não ler e não gostar.
Fonte: Gospel+

6 de julho de 2011

Gospel Night Fantasy ‘Salvação de Vidas’ Através da Música?

O Ministério Gospel Night realizará a oitava edição da grande festa Gospel a fantasia do Rio de Janeiro, dia 16 de julho de 2011, no Irajá Atlético Clube.
Gospel Night
O Ministério Gospel Night realizará a oitava edição da grande festa Gospel a fantasia do Rio de Janeiro, dia 16 de julho de 2011, no Irajá Atlético Clube.
Nas últimas oito edições, ganhadores ilustres subiram ao palco do evento, dos quais é possível recordar: Pacote de Batatas Frita, o inesquecível Ventilador, o Chaves, a Borboleta do MSN e o Pirata “Jack Sparrow”.
No evento deste ano, novamente o Gospel Night vai premiar as três melhores fantasias. Para o primeiro colocado será entregue um Nintendo Wii, para o segundo uma Câmera Digital e para o terceiro lugar, um MP4.
Uma das grandes novidades desta edição é participação de Denis Ricardo com o seu espetáculo de Stand Up Comedy Gospel.
A festa é caracterizada pela divisão de seus ambientes musicais: alternativo na quadra do clube, com o DJ Marcelo Araújo; e o Ambiente Black, com a apresentadora Claudia Mattos, que apresentará o evento ao lado do DJ “W” do Gospel Beat.
No evento também, o MC Adriano Gospel Funk lançará seu mais novo trabalho “Dízimo e Oferta”, além dos novos sucessos. Ele pretende agitar os participantes com as conhecidas “Chuta Que é Laço” e “Pedala”.
O comediante Denis Ricardo será a novidade com seu espetáculo Stand Up Comedy Gospel. O espaço alternativo terá a prsença de DJ Kiko com o Gospel Funk e VJ Flavia fazendo uma pista alucinante com imagens trabalhadas nas telas de alta resolução.
No Ambiente Black, o DJ “W” do Gospel Beat, promete comandar a pista ao som de muito Hip Hop e Black Music de qualidade.
Outros artistas da noite, incluirão, o cantor Clóvis Pinho, ministro de louvor do Renascer Praise; Família Acris Soul, da Baixada Fluminense, representando o Soul Music Carioca; Jay-K, Totee com o Grupo éfeso e o estreante Abrasoul.
O Gospel Night, que se tornou um dos maiores eventos de música Gospel Alternativa do Brasil, alcançou outros estados fora do Rio de Janeiro, com São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso e Amazonas, além de Ciudad Del Este e Hernandarias, no exterior.
Hoje a festa chega a reunir cerca de quarto mil pessoas no Irajá Atlético Clube e o reconhecimento vai além do profissionalismo, o compromisso com a transformação e salvação de vidas.
Maiores informações: http://www.gospelnight.com.br/ 

5 de julho de 2011

A Indulgência Católica e a Prosperidade Evangélica


Graça e Paz!

Estive refletindo em dois cenários aparentemente diferentes e gostaria de compartilhar isto com vocês, queridos leitores.


No século XVI a Igreja Católica Apostólica Romana fazia o que chamamos de venda de indulgências. Mas o que é isso? Indulgência pode ser compreendido como perdão e/ou remissão total pelos pecados, o que objetivava a saída da alma de uma pessoa do chamado purgatório (lugar de tormento que não era necessariamente o inferno, mas um lugar de “purificação”) para sua definitiva entrada no Céu.

4 de julho de 2011

Neymar paga de dizimo R$ 13 mil para a Igreja Batista

A revista Veja em matéria sobre o Neymar, do Santos, falou sobre a quantidade que o jogador oferta à sua Igreja, da qual é dizimista desde criança.
Segundo ele, Neymar, que é cobiçado pelos times europeus e tem sido comparado com jogadores como Kaká e Ronaldo, tem reconhecido a influência de Deus sobre o seu talento.“Ele [Neymar] é generoso, começou a ser dizimista ainda criança. Contribuía com 10 ou 20 reais. Agora, a mãe dele entrega um envelope em seu nome, que varia entre 12.000 e 13.000 reais por mês”, disse o pastor de sua Igreja, Newton Glória Lobato.
Neymar, que é jogador do Santos, foi, entretanto, polêmico recentemente por revelar que vai se tornar pai solteiro. Ele recebeu a notícia alguns meses atrás da mãe de seu filho, 17 anos, da qual ele não mantinha uma relação estável no ano passado.
O pastor de sua Igreja disse anteriormente que esperava para ter uma conversa mais séria sobre isso com ele. A mídia relata que Neymar conhecia muitas mulheres e provocou até a demissão do ex-técnico do Santos Dorival Júnior, por indisciplina relacionada às saídas de “farra” do jogador.
“O Neymar se perdeu um pouco quando brigou com o Dorival”, disse o pastor Belmiro Paiva Neto em reportagem anterior. “Ele procurou o nosso presidente do ministério, os dois conversaram e o Juninho pediu perdão.”
O pastor da Igreja Batista Peniel, de São Vicente, disse que Neymar se senta nas últimas fileiras e tem vergonha de dar o seu testemunho no microfone. Lobato já o questionou sobre ele ter vergonha dentro da Igreja e não ter vergonha no program do Jô Soares.
Com relação à polêmica do filho de Neymar, o pastor prega que as pessoas “não façam sexo antes do casamento.”

É o FARMVILLE de GIZUZ! Conquiste as carteiras dos crentes!


A novidade no Facebook é um game prá lá de polêmico, o Holy Town (Cidade Santa), no qual o usuário assume o avatar de pastor, missionário, bispo, etc. abre uma igreja, conquista fiéis e ganha moedas com pregação.

Agora foi!


O jogo ainda está na versão beta e algumas funcionalidades não foram acrescentadas ainda, como a cobrança de dízimo (só tem ofertas), o paletó de Gizuz e a briba de R$ 900,00. Seu criador, Maiko Martin informou que aos poucos o Holy Town obterá novas funcionalidades. Vai ser uma beleza!

Para participar, o usuário escolhe um avatar e uma igreja e suas instalações, as quais vão sendo aprimoradas naquele esquema que já conhcemos, mas como uma cara norte-americana. Há vários modelos, desde igrejinhas humildes até as catedrais, templos temáticos e por ai vai...

Será que dá para escolher o avatar de um pastor famoso? Por enquanto não, mas quem sabe na versão final do jogo...  Quando puder, eu quero ser o Malavéia pra ter meu avião!  O jogo já tem mais de 300 mil usuários. Entre eles, por enquanto, há poucos brasileiros, o que se explica: os estrageiros levam isto na brincadeira, já os brasileiros sustentam os apóstolos na real!

Clique na imagem ao lado para ver o jogo no FACEBBOK. 

O objetivo do jogo é conseguir o maior número possível de fiéis, fazer caridade, colecinar almas, etc.  A pregação consiste em digitar palavras do vocabulário gospel: como “salvador”, “sacrifício”, “perdão”, "atos proféticos", "chove e faz chover", "campanha", "jejum", "tá amarrado", "oferta" e “dízimo”. Súba no seu púlpito virtual e pregue até cinco vezes por dia. Quanto mais pregação, mais fiéis e mais grana.

O Holy Town se inspirou no FarmVille (um jogo de criação de vacas... Se tem vaca, porque não ovelha, burros e lobos?

A idéia não é nova. Genizah já publicou um dois posts da Nani Rezende com jogos apostólicos de Gizuz e um impagável, de um subversivo mexicano que tem até vídeo. Olha ai:

EVANGELIOPOLY! O jogo do crente vitório$o em Gizu$!


MALAPOLY - Seja o Malafaia do monopólio gospel!


2 de julho de 2011

Silas Malafaia Critica Parada Gay e Cobertura da Mídia

O Pastor Silas Malafaia, em seu programa neste sábado, falando sobre a Parada Gay e a Marcha para Jesus, criticou a mídia por sua cobertura.
Segundo ele, a mída [citando alguns jornais] não citou números reais da parada, divulgando números "superestimados" de 4,5 milhões dados pelos organizadores.
Entretanto, para a Marcha para Jesus, ele alegou que a mídia transmitiu cerca de 1 milhão de participantes, o que ele afirma que foi isso somente na concentração final. Malafaia afirmou que a estimativa mais provável é de 2,5 milhões de participantes para a Marcha para Jesus.
Além disso, o pastor mostrou indignação quanto a parada gay ter feito uso dos símbolos da fé católica. "A parada gay ridiculariza símbolos católicos... é uma vergonha e a imprensa não diz nada".
"Eles querem botar uma mordaça na sociedade, para eles falarem o que quiserem".
Malafaia ainda denuncia a existência de sites de homossexuais que usam a sua imagem e debocham dos elementos da fé evangélica.
Com relação as leis como a PLC 122, que pretende criminalizar a homofobia, ele diz que para isso já tem lei, e portanto, chama esse tipo de lei reclamado pelos homossexuais, de "lei do privilégio".
O pastor da Igreja Vitória em Cristo, insinuou que o fato de a imprensa ficar omissa nesse caso, é pela existência de muitos homossexuais nas editorias. "Lá dentro das editorias está cheio de gays", disse ele, afirmando que eles manipulam a informação.
O pastor elogiou o colunista da revista Veja, Reinaldo Azevedo, que expressou indignação quando soube que a Marcha Gay ofendeu símbolos da Igreja católica, publicando em seu blog um artigo que critica a atitude dos homossexuais.
"ESTUPIDEZ! Lideranças do sindicalismo gay partem para o confronto com os católicos e levam à avenida “santos” em situações “homoeróticas”. Que a Igreja Católica tenha a coragem de enfrentar a imprensa e reaja à altura!" escreveu Azevedo no blog.
Silas Malafaia respondeu aos que falam “pastor é nos púlpitos”: "Médico, sindicalista, advogado, qualquer um de qualquer segmento pode falar de tudo neste país. Quando um pastor fala... ‘religioso não’".
"Eu fui chamado para falar qualquer assunto da sociedade", concluiu ele reclamando seu direito de cidadão. E citou: "E não vos associeis com as obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as; Mas todas estas coisas, sendo condenadas, se manifestam pela luz, pois tudo o que se manifesta é luz. (Efésios 5: 11;13)"
Fonte: Cristian Post

Coerência não é o forte de algumas “igrejas” nesses tempos pós-modernos

Coerência não é o forte de algumas “igrejas” nesses tempos pós-modernos, afinal temos de tudo um pouco uma feijoada eclesiástica com pé de porco, orelha de porco e muitos espíritos de porco.
A essência entre muitos já se perdeu faz tempo de tanto colocar água nessa feijoada, daqui a alguns anos deixará de ser feijoada para ser sopa.
Bom para os que estão dando sopa por ai andando de igreja em igreja para preencher seus desejos místicos e transcendentais.
A cada dia que passa saem novas folhas do cristianismo.
Tradicionais, reformados, pentecostais, neo-pentecostais , avivalistas e por ai vai.
Surgem bandeiras evangélicas que não tem nada a ver com evangelho com praticas estranhas, mas quem sou eu para falar.
Para a Antropologia – O homem é naturalmente um ser religioso, místico, transcendentalista, caracterizando o pensamento cristão como uma das fases do desenvolvimento  evolutivo da humanidade, o qual teria a função de satisfazer a curiosidade e a ansiedade humanas, sendo uma das “válvulas de escape” de que a humanidade dispõe. A religião ou o convívio eclesiástico, seria o resultado da busca humana pela satisfação completa, sendo assim, a função da Igreja seria meramente uma satisfação psicológica, o que concordaria com as teorias da Psicologia Moderna de Sigmund Freud, Jung, dentre outros não menos importantes.”
A Igreja  é o produto da tentativa humana de assegurar-se e resguardar-se da hostilidade do meio no qual vive.
Para os oportunistas – Os oportunistas acreditando nos antropologistas utilizam do nome igreja e abrem locais para receber alguns que estão dentro do perfil, ser religioso, místico, transcendentalista.
Por isso os oportunistas (Falsos mestre, pastores, apóstolos, profetas e etc.) usam todos os símbolos possíveis, místicos, transcendentais e até utilizam parte da cultura de religiões afro- brasileiras dentro de seus cultos, se é que podemos chamar assim.
A intenção dos tais é simplesmente ganhar uma grana ocupando a mente dos que buscam ser místicos, transcendentalistas.
Assim aparecem fogueiras, correntes, portas simbólicas, sabonete, água benta e tantos outros objetos místicos para satisfazer as vontades dos fieis a esse costumes e praticas.
A função da Igreja, segundo o apóstolo Pedro, “é anunciar as virtudes de Deus” e  responder a qualquer  questão referente à esperança cristã; em outras palavras, a função da Igreja é “pregar o Evangelho” e ser testemunha de Cristo.
A igreja hoje para muitos não é mais lugar de adoração e sim o lugar das romarias.

Silvio Santos gospel na Igreja Batista da Lagoinha #GospelBizarro

Eu pensei que já havia visto de tudo, mas eis que de repente sou surpreendido por mais uma bizarrice da turma da Lagoa Pequena. Ao que parece está acontecendo algo que eles chamam de culto, e assista ao vídeo abaixo para você entender a história. É uma vergonha para Silvio Santos, mas veja a que ponto se chegou:


Fonte: Libertos do Opressor

EVANGÉLICOS SÃO SINISTROS - João Paulo 2º classificava assim atividade no Brasil




Sem revelar fontes, o documento obtido pelo WikiLeaks diz que o papa João Paulo 2º descreveu as atividades evangélicas como “sinistras.

Documento obtido pelo WikiLeaks e divulgados nesta quarta-feira (29) mostram que, na época da visita do papa Bento 16 ao Brasil, em 2007, o Vaticano estava preocupado com o crescimento dos evangélicos no país e recebeu críticas do monsenhor brasileiro Stefano Migliorelli, que questionou sobre a falta de padres na América Latina.

O telegrama enviado a Washington em 6 de maio de 2007 relata conversas entre diversos membros do Vaticano e o ex-embaixador americano Francis Rooney, um empresário republicano do ramo de construção e um dos maiores doadores de campanha do ex-presidente americano George W Bush.

O diplomata americano faz um comparativo entre a primeira viagem de João Paulo 2º ao Brasil em 1980, quando os católicos representavam 89% da população e o censo de 2000, quando o número de católicos era de 74%.

“A cada ano, milhões de católicos latino-americanos deixam suas igrejas para se juntar a congregações evangélicas incentivados pelos pastores destes novos rebanhos”, disse Rooney.

Ainda segundo ele, de acordo com uma análise, enquanto a Igreja Católica concentra-se em “salvar almas”, muitas igrejas evangélicas fazem o possível apenas para matar a sede latino-americana para o misticismo.

Sem revelar fontes, o documento diz que João Paulo 2º descreveu as atividades evangélicas como “sinistras” e que uma das principais tarefas de Bento 16 seria despertar a comunidade católica e encorajar a resistência ao que o papa anterior teria chamado de “caçada por seitas”.

Já Migliorelli, na época chefe da seção brasileira da Secretaria de Estado do Vaticano, reclamou ao diplomata americano sobre o fato de a América Latina não ser uma região prioritária para a Igreja Católica.

Para Migliorelli, o Brasil e a América Latina seriam como “território de missão” -- terras que não foram expostas “de maneira consistente” à fé católica. “Temos que ver isso como uma evangelização -- começando do zero”, disse Migliorelli.

O monsenhor ainda criticou a quantidade e a qualidade do clero latinoamericano.

“A falta de padres em grande parte da América Latina é muito pior do que nos Estados Unidos”, disse. Migliorelli disse também que “o nível de educação dos padres é muito baixo e que muitas vezes eles não aderem aos padrões de disciplina clerical (celibato, ofertas de sacramentos etc)”.

Em um tópico chamado de “A ameaça da teologia da libertação”, o diplomata americano comenta que o papa João Paulo 2º teria feito grandes esforços para acabar com “esta análise marxista da luta de classes” promovida “por um número significativo de clérigos e católicos leigos que, por vezes, em nome de um compromisso político sancionou a violência em nome do povo”.

Migliorelli comentou que o Vaticano não pretendia tocar no tema durante a visita do papa. O documento prossegue: “A chave é simplesmente que o clero seja treinado mais efetivamente para explicar a posição da Igreja para o povo, ele concluiu”.

Segundo o diplomata, João Paulo 2º combateu com a ajuda de Bento 16 a teologia da libertação mas, nos últimos anos, ela estaria ressurgindo em várias partes da América Latina.


Site Creio