Blogroll

"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18

9 de maio de 2012

Carta Viva.


"Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens," (2 Coríntios 3:2 ARA)
Ouvi, algumas semanas atrás, um pregador falando deste texto e se referindo ao quanto era importante uma carta de recomendação e que o apóstolo Paulo não precisava delas, ele tinha cartas vivas que o recomendavam.
Mas, fiquei a pensar no tempo em que vivemos e em um outro lado desse assunto. Vivemos um tempo de mau testemunho de tantos líderes, escândalos envolvendo igrejas e lideranças, tanta coisa ruim que não deveria acontecer. Não quero entrar no mérito do que é verdade ou não, mas o fato é que mesmo com carta de recomendação algumas situações seriam ruins. Por outro lado, aqueles que estão acima de suspeita e bem posicionados, não precisam de carta alguma, pois são recomendados pelas pessoas.
Mas o outro lado somos nós, as cartas vivas. Aquilo que foi ensinado, que foi ministrado, aquilo em que fomos servidos, isso é o texto de nossa carta de recomendação. Temos de dar honra a quem honra merece e nossos mestres e pastores nos proporcionam algo. Sempre que pudermos, devemos incentivá-los, elogiá-los e cobrir suas vidas de oração. Meu pastor tem sua agenda comprometida para os próximos dois anos, pois é um homem muito procurado e muito respeitado. Nunca vi uma carta de recomendação dele, mas já vi muita gente honrando aquilo que recebeu de Deus através dele. São cartas vivas.
Mas, não podemos dar o que não temos. Como ser carta de recomendação de homens de Deus se não temos conteúdo, se não os ouvirmos e não nos deixarmos ministrar? Não estou tão preocupado em recomendar alguém, mas me preocupa não ter o que dizer por não ter sido abençoado. Será que sempre é o pregador que é ruim ou, às vezes, eu que não me dispus a ouvir a voz de Deus?
Não tenho resposta, mas levanto um questionamento para pensarmos. De que vale uma grande mensagem sem alguém para ouvir e desfrutar? Eu quero estar do lado certo e agindo corretamente.
"Senhor, às vezes é difícil receber mas eu quero ter o coração de quem é abençoado para abençoar a outros. Ensina-me a ter um coração disposto e generoso."

Mário Fernandez

8 de maio de 2012

Explosão da música gospel no Brasil evidencia falta de edificação espiritual

Enquanto a música gospel cresce no Brasil, diminui a edificação. Essa é uma das preocupações de grandes líderes cristãos na música no Brasil.

O pastor, cantor e compositor Adhemar de Campos, considerado referência na musica gospel, falou ao The Christian Post, durante o Salão Internacional Gospel, sobre o seu ministério e o mercado musical e suas preocupações.

Adhemar de Campos é autor de mais de 500 canções e versionista de mais de 100, usando algumas dessas composições e versões em seus trabalhos musicais gravados.

“Ser referência envolve responsabilidade, compromisso, persistência e disposição para enfrentar as lutas e tentações que concorre a vida do cristão”, disse o pastor ao CP.

Tendo em seu histórico relatos de pessoas que foram convertidas ao Senhor através de suas canções, Adhemar sempre se preocupou em ser um instrumento usado por Deus.

“A vida de uma pessoa é marcada por seus frutos e Deus me deu a condição de fazer algo que marcasse a vida das pessoas”.

Com relação ao mercado musical, o pastor disse que surgiram muitas composições que não tem consistência e essência Bíblica, e que as pessoas usam clichês e chavões e repetem frases já cantadas, não contribuindo para edificação.

“A fonte da qual nós bebemos é Deus e Deus é criativo, Ele tem poder para fazer coisas novas sempre”.

Adhemar de Campos em seu ministério de 38 anos, comentou que quando começou não existia a realidade que vive hoje, “a força musical e o mercado fonográfico, a mídia evangélica, era como uma pedra bruta a ser refinada”.

Hoje, com a chamada explosão gospel, ele afirma que só traz benefício funcionando como vitrine, quando usada com responsabilidade. Segundo ele, esta abertura deve ser usada com critérios e cuidados para não seguir o caminho meramente artístico e exibicionista.

Adhemar alerta ao cuidado de se manter conectado com Deus para receber Dele o novo, a fim de que a mensagem tenha coerência bíblica.

“Somos representantes de Deus, não somos meros cantores e artistas, como servos de Deus e testemunhas de Jesus, a música é só uma ferramenta para anunciar a verdade que acreditamos”.

“Jesus deve ser o foco principal da vida cristã, do nosso trabalho, do nosso ministério. Jesus é o cabeça, é o fundamento, o coração da igreja, se todo ministro se dedicar a esse pensamento seu ministério durará bastante tempo, experiência própria”, conclui Adhemar de Campos.

Fonte: The Christian Post

Mulher será indenizada após ser chamada de "filha do diabo" por pastor pentecostal



















Da Redação - 06/05/2012 - 12h31


O TJ-SC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina) manteve a condenação um pastor de igreja pentecostal do município de Palhoça, que deverá indenizar por danos morais, uma vizinha do templo ofendida durante o culto. A mulher conversava com a flha no portão de sua casa, quando foi chamada de filha do Diabo e que deveria se tratar com Deus. A sentença de 1º grau determinou o pagamento de R$ 1,5 mil.

O desembargador Monteiro Rocha, relator da matéria classificou a ofensa como descriminatória. “Tem-se que o réu, por ação voluntária, violou o direito de crença da autora, causando-lhe ofensa, por discriminação e por falta de solidariedade e fraternidade ao seu patrimônio ético. Por isso, tem o dever de indenizar a autora”, definiu.O pastor apelou ao TJ-SC, alegando “legítima defesa da igreja e da própria fé que professa” para justificar os impropérios. Disse que a moça costumeiramente debochava dos frequentadores da igreja e que sua atitude foi, em verdade, de defesa contra tais ataques. Nos autos, entretanto, nenhuma testemunha confirmou esse comportamento da vizinha da igreja.

Número da apelação cívil: 2009.043906-4
Fonte: Ultima Instância

Sou um péssimo pastor


Desculpe-me, mas sou um péssimo pastor...


...porque eu não vou mudar a minha voz para que você sinta segurança, achando que tenho alguma autoridade, quando eu falar;
...porque eu não vou pensar por você para facilitar sua jornada espiritual;
...porque eu não vou falar mais alto do que você precisa para ouvir;
...porque eu não vou lhe ensinar a determinar ou dar ordens ao Pai, como um filho mimado o faz;
...porque eu não lhe dizer que você é um vencedor quando o a sua espiritualidade está falida;
...porque eu não vou lhe ensinar a temer a Deus mais do que a amá-lo;
...porque eu não lhe direi que você é especial simplesmente por estar frequentando uma Igreja;
...porque eu não alimentarei o seu ego pregando somente as coisas que você gosta de ouvir;
...porque eu não lhe ensinarei a ser próspero a qualquer custo enquanto o mundo morre de fome;
...porque eu não lhe ensinarei a mover as mãos de Deus através de uma oferta sacrificial;
...porque eu não lhe direi que Deus me revelou algo que não está no texto, somente para fazer a mensagem melhor para você;
...porque eu não lhe direi que você não pode beber, se tatuar, ouvir músicas que não tocam na Igreja somente para facilitar o meu pastoreio;
...porque eu não vou lhe ensinar que a igreja de quatro paredes é a casa de Deus;
...porque eu não vou lhe ensinar que se você entregar o dízimo sua responsabilidade com os necessitados estará cumprida;
...porque eu não vou transformar a reunião do culto numa rave para que você fique atraído pelo ambiente;
...porque eu não vou lhe ensinar a marchar por Jesus, enquanto Ele quer que marchemos pelo próximo;
...porque eu não lhe darei uma lista do que pode ou do que não pode para você farisaicamente siga um mandamento no lugar de um Deus;
...porque eu não lhe ensinarei que há um Diabo maior do que a Bíblia conta somente para você poder colocar em alguém a sua culpa;
...porque eu não lhe ocultarei os meus erros para você pensar que é liderado por alguém melhor que você;
...porque eu não vou falar em nenhuma outra língua além da que você consegue compreender;
...porque eu não lhe tratarei melhor por causa do carro que você anda, da roupa que você veste ou do dinheiro que você põe no gazofilácio.

Dentre muitas outras coisas que poderia dizer: fique certo: sou um péssimo pastor.

No Twitter, @marisa_lobo afirma que poderá ser taxada de “fanática” após sua participação no CQC: “Importa é pregar a palavra

No Twitter, Marisa Lobo afirma que poderá ser taxada de “fanática” após sua participação no CQC: “Importa é pregar a palavra”
A psicóloga clínica Marisa Lobo comentou sua participação no programa CQC da Bandatravés do Twitter, e disse que a forma como suas palavras serão colocadas pode ser tendenciosa: “Dependendo da edição, eles destruirão minha carreira. Ou só mostrarão os fatos. Vamos ver”.
Marisa Lobo foi entrevistada para uma matéria que falará sobre homossexualismo e religião. Entre os entrevistados para a mesma matéria estão o deputado federal e ativista gay Jean Willys e a pastora de igreja inclusiva Lanna Holder.
Ela revelou que a produção do CQC procurou o pastor Marco Feliciano para a matéria, porém, o deputado abriu mão de participar e indicou a psicóloga: “Nosso amigo, o doido do @marcofeliciano, não quis ir no #CQC me colocou no lugar dele. Não sei não se é benção. (risos)”.
Lobo também afirmou estar ciente de que a matéria será tendenciosa, apresentando-a como fanática e a pastora Lanna Holder como santa. “Amanhã estarei no #CQC falando sobre perseguição religiosa, e como o cristianismo vê a homossexualidade. Claro que serei a fanática. Não ligo… Nos consideram doentes. A Lanna ‘santa’, eu louca”.
Comentando as críticas recebidas por ter concedido entrevista ao programa da Band, Marisa Lobo foi enfática: “Tem gente me criticando porque fui no @CQC. Não tenho a pretensão de ficar bem na fita, apenas de expor meu caso, sei que vão me achar louca”.
Apesar de o programa já estar gravado, ela pediu oração para que não seja mal interpretada: “Orem para que o povo entenda. Sei que posso ficar com fama de fanática,mas quero ir pro céu”, afirmou.
Fonte: Gospel+

CRESCENDO EM GRAÇA E SUAS PSEUDO-PROVAS SOBRE SEU JESUS CRISTO HOMEM


A seita Crescendo em Graça afirma que até 1 de julho de 2012 ocorrerá a transformação do seu Jesus Cristo Homem. Na foto ao lado, observamos a contagem regressiva, que aos 8 de maio de 2012, por volta das 2:31 da manhã, faltavam 53 dias, 21 horas, 29 minutos e 28 segundos.

O site oficial da seita lançou um vídeo elencando varias provas de que José Luis de Jesus Mirando é seu Deus e seu Jesus, e está vivo entre eles em carne e osso, e será transformado até 1o. de julho de 2012 num corpo atômico nuclear, e logo depois toda a sua igreja. Vejamos se estas provas realmente se coadunam com a Palavra de Deus, ou se são meros devaneios interpretativos. Sob o tema José Luis de Jesus - O Único, o preletor expôs os seguintes argumentos (iremos refutar apenas três deles):

Pseudo-prova 1 - José Luis de Jesus Miranda é O único que em dois mil anos nos ensinou que há dois evangelhos. Aqui é citado Gálatas 2:7, onde lemos sobre o evangelho da circuncisão e o da incircuncisão. Creem os adeptos dessa seita que o evangelho da circuncisão nada mais tem a ver conosco, sendo este pregado por todos os discípulos e apóstolos de Jesus, com exceção de Paulo, o qual pregou o evangelho correto, o da incircuncisão. Então, o preletor pergunta quem, além de JLJM ensinou que há dois evangelhos? 

Refutação Cristã - O fato de uma pessoa dar uma explicação exclusiva sobre um texto não significa que ela seja Jesus Cristo. Ademais, a interpretação do texto de Gálatas 2:7, à luz do contexto, indica algo muito simples de se entender:
"Os apóstolos de Jerusalém reconheceram que Paulo havia sido designado pelo Senhor para pregar o evangelho para os gentios incircuncisos e da mesma maneira Pedro aos circuncidados." - Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento, página 1143. São Paulo : CPAD. 2003.
Em nenhum momento se fala de dois evangelhos em Gálatas 2:1-10. Apenas, conforme no versículo 9, que assim que Tiago, Cefas e João conheceram a graça que fora dada a Paulo, Paulo e Barnabé foram para os gentios, e Tiago, Cefas e João para os judeus. Portanto, o ensino da seita CEG de que as igrejas pregam o evangelho da circuncisão e só JLJM o da incircuncisão é falho, inconsistente. No final, o preletor usa Gálatas 1:8, 9 para provar que o evangelho da circuncisão (maldição) que pregamos é o outro evangelho a ser anátema. Mas numa leitura cuidadosa de Gálatas 1:6-9 aprendemos que Paulo falava daqueles que pervertiam o evangelho de Cristo. Onde, segundo a Bíblia, Pedro, que segundo a seita CEG influenciou o evangelho pregado em nossas igrejas, perverteu o evangelho de Cristo? A seita CEG responde que Paulo corrigiu a Pedro em Gálatas 2:11-21, mas Pedro com certeza acatou a correção, porque observamos Pedro defender os escritos "do seu amado irmão Paulo", em 2 Pedro 3:15, 16, contra os deturpadores das Escrituras. Realmente, esse JLJM não passa de um falso Cristo, com um falso evangelho!

Pseudo-Prova 2 - José Luis de Jesus Miranda é o único que nos ensinou a dividir corretamente os 66 livros da Bíblia. Os adeptos da CEG acreditam que os livros de Mateus, Marcos, Lucas e João não são evangelhos, mas apenas livros históricos. Para eles, os evangelhos começam com Romanos e terminam em Hebreus. Para provar tal interpretação ilógica, usam Lucas 1:1, onde Lucas incia seu livro falando daqueles que elaboraram uma narração coordenada dos fatos que entre [eles] se realizaram". Como a tradução Reina -Valera em Espanhol traduz por "por em ordem a história das coisas", então raciocinam que Lucas está a escrever um livro histórico, não um evangelho.

Refutação Cristã - A Igreja considerou Mateus, Marcos, Lucas e João como evangelho por narrar as boas novas sobre o nascimento, vida, morte e ressurreição de Jesus. O livro de Marcos inicia com a expressão: "Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus". (1:1) Assim, os outros três evangelistas fazem o mesmo. O evangelho de Paulo tem como base todos os acontecimentos que culminaram na morte e ressurreição de Jesus. No entanto, a heresia não está nessa interpretação errônea, em si, mas sim em afirmar que o fato de JLJM ser o único que interpreta assim o identifica como Jesus Cristo. Poderíamos afirmar que ele também seria o único anticristo a ensinar isso também. Quanta bobagem!

Pseudo-Prova 3 - JLJM foi o único que conduziu a Igreja a deixar os rudimentos da doutrina de Cristo. Segundo a seita, tais rudimentos são os registrados em Hebreus 6:1, 2 onde lemos: "Por isso, pondo de parte os princípios elementares da doutrina de Cristo, deixemo-nos levar para o que é perfeito, não lançando de novo a base do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus, o ensino de batismos e da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno." Assim, concluem que só JLJM, desde 1973, ensinou sua igreja a deixar de praticar tais coisas.

Refutação Cristã - Em momento algum o texto ordena a pararmos de realizar batismos. Jesus disse para fazermos discípulos e os batizar. E disse: Estarei convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Onde Jesus ensinou a continuarmos fazendo discípulos, mas pararmos de batizar? Mas por que Hebreus chama tais coisas de rudimentos (princípios elementares)? Veja o seguinte comentário:
"Quando ele diz: pondo de parte os princípios elementares da doutrina de Cristo, não quer dizer: "abandonem completamente as verdades básicas alistadas a seguir". O progresso se faz ao não se lançar, de novo, a base do ensino elementar, mas ao se edificar sobre esse fundamento". -Comentário Bíblico Vida Nova, página 2002. São Paulo : Vida Nova. 2009.
A questão não era deixar de batizar, ter fé em Deus, etc, mas que avançassem à maturidade Cristã, pois em versículos antes somos informados que aqueles cristãos Hebreus, em vista do tempo, já deviam ser instrutores, mas ainda alimentavam-se do leite da Palavra de Deus, apenas as bases das doutrinas arroladas em Hebreus 6:1, 2. Eles precisavam do alimento sólido, ou seja, aprofundarem-se nesses temas bíblicos. No grego, "base" indica alicerce. Assim, deveriam deixar o alicerce dessas doutrinas e crescer no conhecimento mais profundo delas. Mas JLJM já não é mais o único a ensinar tais coisas, pois há uma leva de seitas filhotes da seita CEG, lideradas por ex-adeptos da CEG, que ensinam as mesmas heresias. - 

Fernando Galli.

"Sério, sou o mais cara gay que eu conheço", afirma Pr.. Ken Hutcherson


"Sair do armário é uma decisão difícil de tomar, especialmente quando relações estreitas e pessoais estão em jogo". Esse é um dos trechos da coluna Hutch Speaks Out do dr. Ken Hutcherson

Ele é pastor da Igreja Batista Antioch em Redmond, Washington, e postou uma notícia que algumas pessoas, inclusive sua esposa. "Sou o cara mais gay que conheço", diz ele.

"Será que minha família me abandonou? Os meus amigos ainda me olham do mesmo jeito? Será que vale a pena o risco com este anúncio? Estas são realmente preocupações válidas que podem fazer uma pessoa viver como um agente duplo durante anos. E mesmo que esta decisão seja agudamente pessoal, ajuda estar ao lado de outra pessoa que está pronta para anunciar a mesma coisa", continuou.

Hutcherson, o jogador de futebol americano que tornou-se líder evangélico, e James Hansen, seu líder ministerial, que é casado e tem três filhos, estão desafiando os outros, especialmente os evangélicos, a se apresentarem e também admitirem que eles são gays.

Diferente do que as declarações parecem dizer, Hutcherson e Hansen não são homossexuais. A intenção é resgatar palavras, frases e símbolos que ativistas homossexuais roubaram do léxico americano.

"Quando eu digo que sou 'gay', o que quero dizer é que sou feliz, que eu sou alegre e que eu amo as pessoas", explica o pastor, "isso é precisamente o que um cristão deve ser na minha opinião, só precisamos ser mais gay que podemos".
Um ativista pró-gay chamado Dan Savage é citado por ele como um homossexual que não é gay porque não é feliz e isso não tem nada de gay.
Anteriormente, Hutcherson já havia tentando recuperar o símbolo do arco-íris que é hoje associado aos homossexuais. "Ele (arco-íris) costumava ser entendido como o sinal que Deus colocou no céu para nos lembrar que, mesmo quando Ele está irritado com o pecado, Ele nunca mais destruirá a terra com um dilúvio global. Mas, claro, não é com isso que a maioria das pessoas associa um arco-íris hoje", escreveram os dois líderes no site da igreja.

O líder deixa uma crítica também aos pastores que pregam a água morna do Evangelho. Muitos Pastores estão levando a igreja a perder-se, dizendo que a homossexualidade não é problema. É sim. Os pregadores precisam sair dos púlpitos e começar a vender carros usados se é isso que eles acreditam", adverte.

Hutcherson chamou ambas as igrejas em preto e em branco. "As igrejas predominantemente brancas precisam parar de ser brancas e começar a ser evangélicas pregando o Evangelho. Por outro lado, as igrejas negras precisam parar de ser tão sociais e começar a pregar a Palavra de Deus - que o sexo fora do casamento é errado e que os homens precisam "virar homem" e criar seus filhos. O fato é, isso se aplica a ambas as igrejas."

"Quando me casei com minha esposa, ela se tornou minha noiva", disse Hutcherson. "Ninguém vai entrar na minha casa e dizer à minha esposa como agir, vestir ou no que acreditar. Se nós somos a noiva de Jesus, então, não podíamos deixar alguém ou qualquer coisa nos dizer como agir, vestir, ou nos comportar também. Estamos em uma guerra lutando para proteger a nossa sociedade, mas o problema é a Igreja como um todo ainda não sabe que estamos sob ataque", disse o pastor comparando o casamento entre marido e mulher ao relacionamento de Jesus e a Igreja.

Com informaçoes do Christian Post

Edir Macedo, que frauda o sentido da Bíblia ela-mesma, não será o autor de uma bíblia do jornalismo ético

Vamos lá. Não deixo de achar certa graça, embora haja no mundo milhares de coisas mais interessantes e engraçadas, do que a tentativa de invasão do blog pela súcia organizada para defender mensaleiros e atacar a VEJA. Não! Aqui a canalha não vai botar as suas patas sujas. Já faço blog há algum tempo. Sei como manter o espaço higienizado. O “instrumento de luta” da hora é uma peça de ficção levada ao ar pela TV Record, aquela do autointitulado “bispo Macedo”, com base em outra peça de ficção da Carta Capital, a revista que oferecia, até outro dia, assinatura com desconto para pessoas filiadas ao PT. Isso é que é prova de independência! Faz sentido? No universo moral deles, todo sentido! Se a publicação só existe porque conta com a generosidade dos anúncios públicos e de estatais, é preciso oferecer a contrapartida. É dando que se recebe. A profissão é antiga, vem dos tempos bíblicos.
“Ah, tá falando isso porque seu blog está hospedado na VEJA”. Pois é… Não haveria nada de errado se assim fosse, mas não é. Muito antes de meu blog estar aqui, estive em outros lugares e fiz outras revistas. Todos sabem o que penso dessa gente há muito tempo. Antes de Mino Carta servir ao petismo, serviu a Orestes Quércia, por exemplo. Quando este começou a viver o seu ocaso, decidiu se virar nos 30… Nos primórdios de 2002, namorou com Ciro Gomes. Mas pertence à espécie dos que têm bom faro. Percebeu que o petismo lhe oferecia melhores condições de trabalho e se tornou um entusiasta da causa, sempre com aquele arzinho de desdém que devota aos brasileiros, por ele tratados como “os nativos”. Mino se considera membro de uma certa aristocracia do espírito, que, eventualmente, precisa do aporte de gente menos espiritualizada para se manter. O ódio que tem da VEJA é proverbial e conhecido.
A “reportagem” da Carta Capital que serve de base para a “reportagem” da Record não passa de um apanhado de ilações ridículos e sem amparo nos fatos. As gravações exibidas como “provas” provam apenas que um jornalista da VEJA tinha, entre suas fontes, Cachoeira e seus serviçais. E daí? Tentar transformar isso em crime é uma tentativa de criminalizar o próprio jornalismo investigativo. Pergunto: o jornalista da revista usou aquelas informações para ganhar dinheiro? Usou aquelas informações para fazer negócios em seu nome ou da revista? Usou aquelas informações para obter algum benefício? Não! Com elas — e recorrendo sempre a outras fontes que ajudaram a desvendar a infiltração de criminosos no governo —, colaborou para desbaratar quadrilhas que estavam infiltradas no Estado. Dilma não se livrou de seis ministros-problema para ficar de bem com a VEJA. Ela se livrou de seis ministros-problema — e mais a camarilha que estava no Dnit — porque constatou, quando menos, evidências de lambança.
 Na reportagem da Carta Capital e da Record, não por acaso, ignoram-se os dados levantados pela Corregedoria Geral da União. Eles demonstravam a lisura de procedimentos? Não! Eles demonstravam a roubalheira.
Aquilo que a “reportagem” da Record apresenta como evidências contra a VEJA é uma fraude montada a partir de fragmentos de conversas que mal esconde o intento — é uma exigência! — de transformar, sempre ele, José Dirceu, o “chefe de quadrilha” (segundo a Procuradoria Geral da República), em uma pobre vítima das armações de Cachoeira. Vítima? Dirceu organizava um governo paralelo num quarto de hotel, no momento em que o chefe da Casa Civil era defenestrado, o que foi denunciado por VEJA, e essa gente fala em investigar a revista? Ora…
Quem frauda a Bíblia frauda os fatosO papel da Carta Capital e assemelhados e da Rede Record nesse imbróglio não é novo. Edir Macedo é dono de uma igreja — e deixo claro que os fiéis não têm nada a ver com suas lambanças; estão lá de boa-fé — e de um partido político, o PRB, que ganhou há dias o Ministério da Pesca. Seu titular, Marcelo Crivella, é sobrinho do chefão da organização. Sua primeira declaração ao ser nomeado exibia a sua intimidade com a pasta: “Vou aprender a pôr minhoca no anzol”.
Caso se reconstitua a trajetória de Macedo e se tente entender como amealhou recursos para se tornar empresário de comunicação, vai-se concluir o óbvio: o dinheiro, originalmente, saiu da igreja, da doção feita pelos fiéis. Problema: trata-se de uma atividade não-tributada constituindo fundos para organizar uma empresa privada. Ainda hoje, boa parte da receita da emissora sai dos cofres da Universal. Como a simples transferência de recursos é proibida, usa-se um artifício: a Igreja “compra” tempo na Record e paga por ele um preço que ninguém mais pagaria.
Macedo impõe ao jornalismo o mesmo padrão e rigor teórico com que leva adiante em sua teologia. Este é aquele senhor que recorre a uma passagem do Eclesiastes para justificar o aborto, por exemplo. Também é aquele líder religioso que aparece num vídeo, com um chicote na mão, para expulsar o demônio do corpo de um homossexual. Se faz isso com a religião, por que faria diferente no jornalismo? “Ah, o Reinaldo está recorrendo a coisas que não têm nada a ver com o caso…” Ah, tem, sim! Quando se evoca o Eclesiastes para justificar o aborto, estamos diante de uma fraude teológica! Quando se recorre ao chicote contra um homossexual para que ele mude sua orientação, estamos diante de uma fraude em qualquer sentido que se queira: psicológica, religiosa, ética. Quando se leva ao ar aquela montagem asquerosa tentando incriminar o jornalista da VEJA — que só fazia o seu trabalho —, estamos diante de uma fraude jornalística. Porque a tudo isso preside o mesmo padrão moral.
Nada de erradoQualquer jornalista responsável, de posse das mesmas informações que tinha o jornalista da VEJA, faria o que ele fez: reportagens! Se Cachoeira e outros tantos gostavam ou não dela, isso é irrelevante. ESSA PATACOADA SÓ ESTÁ NO AR AGORA PORQUE ALGUMAS DAS REPORTAGENS QUE TENTAM DEMONIZAR CONTRARIARAM O INTERESSE DE QUADRILHAS INFLUENTES.
Alguém se interessou em saber a origem das fitas que resultaram no “escândalo das privatizações” — “escândalo” que, sabe-se agora, depois de muitas investigações, nunca existiu? Alguma vez os petistas se lembraram de pôr a bola no chão para ponderar: “Pô, gente, vamos com calma! Esses que querem derrubar a cúpula do BNDES e do Ministério das Comunicações são todos bandidos…” Não! Não se disse uma vírgula a respeito. Ao contrário: defendia-se o uso aberto de fitas gravadas sem qualquer autorização judicial porque se sustentava: “O que importa é o crime que está sendo denunciado”. Crime que, reitero, nunca existiu. Mas, vocês sabem, como era coisa contra tucanos, tudo bem! Caso semelhante a este de que trato? Não! As reportagens da VEJA trouxeram à luz corrupção comprovada, escancarada. A “privataria” era uma farsa.
Alguém se interessou — antes que a própria polícia o fizesse — em saber qual era a fonte que alimentava a imprensa com o tal Dossiê Cayman? Por mais que os tucanos negassem qualquer envolvimento com o caso e afirmasseM que tudo não passava de loucura e de armação, jamais se levantou a questão das “fontes”. Os jornalistas que deram curso àquela mentirada desfilam por aí, lépidos, como se nada tivesse acontecido. Caso semelhante a este de que trato? Não! As reportagens da VEJA trouxeram à luz corrupção comprovada, escancarada. O Dossiê Cayman era uma farsa.
No caso da suposta compra de votos da reeleição — em que se armou uma escuta —, alguém se preocupou em saber qual era a fonte e quem estava por trás da tramoia? Também nesse caso, os alvos eram tucanos — e, se é assim, então nada se pergunta. Por que essa gritaria agora?
A resposta é simplesPorque uma das especialidades de uma banda do PT e outros a ela associados é inverter a lógica dos fatos e o sentido moral dos eventos históricos. Tentam transformar a ação virtuosa da reportagem de VEJA, QUE DENUNCIOU A AÇÃO DE LARÁPIOS NO GOVERNO — E FOI DILMA QUEM OS BOTOU PRA FORA, NÃO A REVISTA — em crime. E, POR ÓBVIO, TENTAM TRANSFORMAR CRIMINOSOS EM VÍTIMAS. Na peça de ficção da Record, fica parecendo que José Dirceu brincava de amarelinha em reunião clandestina com o presidente da Petrobras, o ministro do Desenvolvimento Industrial, o líder do governo na Câmara, entre outros.
Os repórteres investigativos — e existe até uma associação no Brasil que os junta — devem se reunir, a partir de agora, e estabelecer um código de ética próprio: “Só falaremos, daqui para a frente, com pessoas de reputação ilibada. Descobriremos as safadezas da República conversando com acadêmicos, teólogos, filósofos etc. Antes de saber se alguém pode ser uma fonte, vamos pedir atestado de bons antecedentes…”
Imaginem se a Polícia Federal vazar todas as conversas que certamente tem lá guardadas de repórteres com suas fontes — claro,claro, os grampeados não eram os jornalistas, mas as fontes… A propósito: quem organiza os vazamentos das gravações? Notaram que todos os que as tornam públicas fazem questão de frisar: “Conversas gravadas com autorização judicial..” Verdade! E o vazamento? Também tem autorização judicial ou, na origem, é um crime? Respondo: na origem, é um crime. Repórteres estão ou não utilizando um material decorrente de um crime, já que ele estaria resguardado por sigilo de Justiça? Estão! Mas não estou aqui a defender restrições para o jornalismo, não! Se vazou, vazou! Papel de jornalista não é assegurar sigilo de coisa nenhuma. Mas não vale fazer de conta que foi um grande professor de ética que passou o troço adiante.
ConcluindoE que fique claro a essa gente que atua como ordem unida, que obedece a um comando, que escreve o que interessa a seus financiadores. Este texto é meu, publicado no meu blog, que está hospedado na VEJA Online. Não é um texto “da VEJA”. Os princípios que norteiam a revista já foram tornados públicos por Eurípedes Alcântara, diretor de Redação da revista. Não falo pela publicação. Falo o que penso.
Sei que alguns chegam a ficar constrangidos que assim seja, porque contrastam a minha independência com a sua sujeição, mas o fato é que escrevo o que quero, com a opinião que tenho — e nem sempre coincidente com escolhas editoriais da VEJA. Pluralidade não é alegoria de mão de desfile carnavalesco. É um fundamento da democracia.
No próximo post, apresento três evidências do rigor teológico de Edir Macedo. O mesmo rigor que ele levou para o jornalismo. O PT começou citando Karl Marx e terminou no colo do “bispo”. E, no entanto, asseguro: o jornalismo independente vai sobreviver ao ódio de uns e à vigarice de outros. 
Por Reinaldo Azevedo
(publicado na Veja)