Uma equipe da Secretaria de Estado da Saúde está em Antonina, no Litoral, para investigar o local em que foram encontrados três macacos mortos e uma carcaça mais antiga, pelo fato da possibilidade de que os animais tenham morrido por causa da febre amarela.
Ainda não é possível afirmar se eles morreram por causa da doença, para isso, os técnicos colheram material para fazer os exames necessários e enviaram as amostras para a Fiocruz/Paraná.
É esperado que os resultados possam estar prontos em uma semana, pelo fato do pedido de urgência na identificação da causa da morte dos animais.
A Secretaria da Saúde já havia feito alerta sobre a possibilidade da ocorrência de casos de febre amarela na região, pelo fato de ser muito próxima da divisa com o Estado de São Paulo, que já registrou casos da doença, inclusive com mortes.
Segundo o superintendente interino de Vigilância em Saúde, o alerta já era extensivo a quase todo Estado. Enquanto as outras regiões já tinham recomendação de vacina. Agora, também entraram os municípios de Curitiba e de Paranaguá, pela ocorrência da febre amarela em São Paulo.
É importante lembrar que não se deve matar macacos, já que eles não transmitem a febre amarela, na verdade, eles servem como aliados, já que a morte deles é um sinalizador da existência do mosquito com o vírus transmissor.