| Hilary White LONDRES, Inglaterra, 30 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um conselheiro cristão de questões matrimoniais na Inglaterra juntou-se às crescentes fileiras de homens e mulheres na Inglaterra que foram demitidos por suas convicções cristãs. Gary McFarlane, um antigo advogado e conselheiro de tempo parcial de 48 anos que trabalhava para uma instituição beneficente voltada para aconselhamento de relacionamentos, foi demitido quando se recusou a sancionar relacionamentos de mesmo sexo como equivalentes dos relacionamentos dos casais heterossexuais. McFarlane perdeu sua chance de recorrer no Tribunal de Apelação Trabalhista em que ele afirmou demissão por injusta causa e discriminação contrária às Normas de Igualdade (Religião e Convicção) Trabalhista de 2003. McFarlane disse que crê que a Bíblia ensina que a prática sexual de mesmo sexo é imoral e por isso ele nada deveria fazer para apoiá-la. Ele frisou que ele não tinha objeção a outros na instituição beneficente, Relate, que davam aconselhamento para parceiros de mesmo sexo, mas que para ele era um assunto de consciência. Um tribunal do trabalho decidiu em janeiro que ele havia sido demitido de forma errada pela Relate, mas não havia sido vítima de discriminação religiosa ou demissão por injusta causa. McFarlane disse: "Essa decisão é um aviso claro para as pessoas de consciência nesta nação de que como conseqüência de 12 anos de governo trabalhista [socialista], a elite britânica não mais valoriza os direitos democráticos de seus cidadãos de respeitarem a consciência como um assunto de princípio. A sociedade fica pior quando não permite que as pessoas de consciência exerçam direitos legítimos". Ativistas de direitos humanos estão observando que na Inglaterra os cristãos que trabalham em qualquer função nas profissões de assistência aos outros estão cada vez mais vulneráveis à importunação e perdas de emprego quando suas convicções entram em conflito com a ideologia homossexual. O recurso legal de McFarlane teve o apoio do Centro Legal Cristão, cuja diretora, Andrea Minichiello Williams, disse: "O ponto fundamental seriamente preocupante neste caso, que o tribunal recusou aceitar, é que para que a convicção religiosa seja protegida é necessário sustentar o direito de manifestar essa convicção". Essa decisão legal, disse ela, "excluirá qualquer expressão de convicções de consciência". "Repetidas vezes nos tribunais britânicos vemos que a liberdade de religião (Artigo 9 da Convenção Européia dos Direitos Humanos) não oferece nenhuma proteção aos cristãos e outras pessoas de fé com consciência", disse Andrea. Líderes religiosos da Inglaterra estão cada vez mais alertando que os cristãos e outros religiosos estão sendo "privados de seus direitos como cidadãos" na esfera pública. O Bispo Patrick O'Donoghue, bispo emérito de Lancaster, disse recentemente: "Até pouco tempo atrás, eu teria incentivado os jovens católicos a se envolverem no processo político… mas vamos falar a verdade: a voz católica está sendo bem-vinda na política britânica?" Na semana passada, a declaração do bispo foi repetida pelo ator veterano britânico David Suchet, famoso por sua personificação do detetive Hercule Poirot, de Agatha Christie. Ele disse: "O Cristianismo está sendo marginalizado na Inglaterra". Suchet disse que essa situação está ocorrendo porque os cristãos deixaram de defender suas convicções por medo de ofender os outros. Ele disse numa entrevista à revista Woman's Weekly: "Não lhe direi o nome disso, mas o governo recentemente recusou conceder verbas para uma instituição beneficente para a qual trabalho, pois é uma instituição cristã, muito embora tivesse recebido verbas governamentais por vários anos". "Não me entenda mal", disse Suchet. "Temos de abraçar todas as religiões e não marginalizar nenhuma. Mas parecemos mais preocupados em marginalizar o Cristianismo, e não ofender outras religiões. Estamos em perigo de perder a importância da fé cristã em nosso próprio país". |
29 de dezembro de 2009
“Conselheiro cristão da Inglaterra demitido por se opor a parcerias de mesmo sexo”
Falsos profetas - "Apóstolo" Valdomiro Santiago
Vivemos dias onde as heresias se multiplicam a olhos vistos. Junta-se a isso o fato de que inúmeras pessoas tem usado do nome de Deus com o propósito de engrandecimento de seus ministérios pessoais.
O denominado "apóstolo" Valdomiro Santiago é um destes. Se não bastasse apologia que faz a sua denominação desqualificando todas as outras, este falso profeta tem ensinado doutrinas absolutamente antibíblicas onde a toma-la-da-cá se faz presente.
Neste mês de dezembro, Valdomiro teve a cara de pau de pedir publicamente o "trizimo". Este profeteiro em rede de Televisão teve a pachorra de desafiar seus ouvintes a ofertarem 30% de seus rendimentos. Ora, vamos combinar uma coisa, isso extrapola o bom senso! Em nenhum momento nas Escrituras Sagradas nós vemos o Senhor Jesus, os apóstolos ou qualquer personagem bíblico defendendo esta enorme asneira.
Como bem disse o apóstolo Paulo em sua epístola a Timóteo No últimos dias alguns apostatarão da fé.
"Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência, proibindo o casamento e ordenando a abstinência dos manjares que Deus criou para os fiéis e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças." 1 Timóteo 4:1-3
Caro leitor, diante de tantas aberrações e loucuras em nome de Deus vale a pena trazer a memória alguns versículos da Bíblia:
Mateus 24:24 Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.
Marcos 13:22 Porque se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos.
1 Timóteo 6:9 Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.
2 Pedro 2:1 E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
2 Pedro 2:3 E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.
Que Deus tenha misericórdia do seu povo!
Maranata!
Renato Vargens
Revista Veja tenta entender a Bíblia
Revista Veja: As Escrituras e os grandes dilemas atuais
A Bíblia começou a ser escrita há mais de 3 000 anos, e desde seu início se revelou um livro sem rival no poder de moldar culturas e civilizações. Essa força permanece inesgotável: ler a Bíblia é essencial para entender o mundo do qual viemos e em que vivemos hoje.
"No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão chamado José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria. Entrando onde ela estava, disse-lhe: 'Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!'. Ela ficou intrigada com essa palavra e pôs-se a pensar qual seria o significado da saudação. O Anjo, porém, acrescentou: 'Não temas, Maria! Encontraste graça junto de Deus. Eis que conceberás no teu seio e darás à luz um filho, e tu o chamarás com o nome de Jesus. Ele será grande, será chamado o Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará na casa de Jacó para sempre, e o seu reinado não terá fim'. Maria, porém, disse ao Anjo: 'Como é que vai ser isso, se eu não conheço homem algum?'. O Anjo lhe respondeu: 'O Espírito Santo virá sobre ti e o poder do Altíssimo vai te cobrir com a sua sombra; por isso o Santo que nascer será chamado Filho de Deus. Também Isabel, a tua parenta, concebeu um filho na velhice, e este é o sexto mês para aquela que chamavam de estéril. Para Deus, com efeito, nada é impossível'. Disse então Maria: 'Eu sou a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!'. E o Anjo a deixou."
Extraída do Evangelho de São Lucas, a passagem acima é uma das mais belas e conhecidas daquele que é, por sua vez, o livro mais lido e célebre de todos os tempos – a Bíblia. Nela, é narrada a Anunciação, episódio seminal do Novo Testamento, a continuação cristã do livro sagrado dos judeus. Lucas nasceu no primeiro século de nossa era, em Antioquia, onde hoje é a Síria, e nunca chegou a conhecer Jesus: foi discípulo de Paulo, o grande disseminador da palavra de Cristo no mundo não judaico. Mas seu Evangelho é considerado uma obra de envergadura imensurável – e não só porque, ao lado dos Evangelhos de Mateus, Marcos e João, ele compõe o coração do Novo Testamento. Várias sumidades da história têm esse médico de origem grega na conta de um dos grandes de sua categoria – um historiador nato, ciente dos detalhes, afeito à precisão e surpreendentemente atento à necessidade de averiguar fatos. A história da qual Lucas faz a crônica está carregada de aspectos místicos: a de como Jesus nasceu de uma virgem, pregou uma mensagem transformadora, realizou milagres que comprovavam estar Ele imbuído do poder de Deus, e então foi perseguido, torturado e crucificado, para no terceiro dia após sua morte ressuscitar e ascender aos céus. Nas mãos desse autor, entretanto, fato e fé se fundem de maneira tão completa que, mesmo para um leitor ateu ou agnóstico, se torna um desafio separá-los.
O trecho em que o anjo Gabriel anuncia a concepção e o nascimento de Cristo é exemplar de seu estilo. Lucas narra o diálogo entre um anjo enviado por Deus – assunto de fé, portanto – e uma jovem. Mas provê data, lugar e circunstâncias, afere outro evento familiar (a gravidez de Isabel) e relata uma discussão sobre a viabilidade biológica da concepção por uma virgem. Só nessa pequena passagem, tem-se uma síntese de uma questão que está no centro da Bíblia. Como, afinal, esse livro escrito no decorrer de mais de 1.000 anos deve ser lido? Como uma transcrição direta da palavra de Deus, segundo creem tantos? Como a palavra divina inserida em um contexto terreno, o da relação com seu Deus de uma cultura que ia atravessando mudanças geográficas, políticas e sociais? Como um livro histórico, tão somente? Ou, conforme querem outros, como uma ferramenta que grupos diversos podem manejar na busca por poder e supremacia? Seria possível imaginar que, passadas tantas dezenas de séculos do advento desse livro, tais questões não mais teriam lugar no mundo moderno. Sucede exatamente o contrário. A religião nunca deixou de ser força motriz dos rumos da história do homem, tampouco fonte de tensão. E, na última década em especial, ela ressurgiu com efeito redobrado no centro do cenário político global. De onde ler a Bíblia – e entender como ler a Bíblia – não é nem de longe um conhecimento periférico na vida do século XXI.
Um nova-iorquino de origem judia, mas nascido em uma família sem nenhuma inclinação religiosa, deu uma contribuição interessante ao debate. Em 2005, o escritor e jornalista A.J. Jacobs decidiu que viveria o ano seguinte fazendo tal e qual a Bíblia manda – tanto o Velho como o Novo Testamentos. Jacobs, que já fizera fama como o autor de The Know-It-All, sobre os doze meses que passara lendo a Encyclopaedia Britannica de ponta a ponta, colecionou experiências estranhas em quantidade suficiente para escrever outro livro, The Year of Living Biblically (O Ano de Viver Biblicamente), lançado em 2007: suou frio para apedrejar um adúltero, como ordena o Velho Testamento, cultivou uma barba que teimava em guardar vestígios de suas últimas refeições e, uma vez que deixou de contar até mesmo aquelas mentirinhas sociais que tanto ajudam a civilização, passou por malcriado em mais de uma ocasião. O livro, claro, é parte troça e golpe publicitário. Mas é também um curioso experimento de, digamos, teologia aplicada: é possível viver, nos dias de hoje, como se viveu 3 200 anos atrás, o período em que se estima que a Bíblia começou a ser escrita?
Vários ramos religiosos, sobretudo entre os judeus e os evangélicos, acham que sim: pode-se e deve-se viver exatamente como a Bíblia prescreve. No entender dessas correntes, o texto sagrado foi recebido diretamente de Deus e tem, portanto, de ser aceito de forma literal, sem interpretações nem relativizações. Mas Jacobs, ainda que por vias tão mundanas, provou um ponto relevante. Demonstrou que mesmo aqueles que acreditam que nada se acrescenta nem se subtrai à Bíblia fazem escolhas sobre seus ensinamentos. Caso contrário, só para ficar no exemplo mais prosaico, o noticiário estaria cheio de episódios de apedrejamento de adúlteros e adúlteras. Não está, porque não há comunidade religiosa judaica ou cristã que endosse tal prática, hoje considerada bárbara (e isso significa, sim, relativizar e interpretar). Também não se sabe de mulheres que tenham tido uma mão cortada por agarrar as partes pudendas de um homem para defender o marido em uma briga – como está dito em um dos volumes do Velho Testamento, o Deuteronômio. Até porque, convenha-se, a manobra não deve ser das mais fáceis.
Exemplos como esses são extremos – e vulgares, claro. Servem apenas para ilustrar com cores berrantes um argumento sério: o de que ler a Bíblia ao pé da letra não significa apenas lidar com os descompassos provocados por tradições que mudaram, sumiram ou ofendem o conceito contemporâneo do que é ser justo e civilizado. O primeiro problema é outro: o que é o "pé da letra" na Bíblia? Em seu excelente livro A Arte da Narrativa Bíblica, o pesquisador americano Robert Alter, da Universidade da Califórnia em Berkeley, dedica-se a explicar que muito do que a Bíblia quer comentar está nas suas entrelinhas. Só para começar a conversa, Alter cita o estilo radicalmente contrastante de dois capítulos consecutivos do Gênese. No primeiro, o patriarca Jacó vê a túnica ensanguentada de seu filho José, presume que ele está morto e entrega-se a manifestações hiperbólicas de luto. O capítulo seguinte trata de uma situação similar, mas é de uma secura severa. Relata que outro patriarca, Judá, teve três filhos – Er, Onã e Selá. Sem mais firulas, informa que Er "desagradou a Deus", e Ele lhe tirou a vida. O mesmo aconteceu com Onã, que, obrigado a tomar o lugar do irmão na cama da cunhada, a fim de gerar um filho, interrompia o coito e "derramava sua semente no chão" (daí o termo "onanismo" para a masturbação). Deus tomou a Judá dois filhos, mas o texto não traz menção a nenhuma emoção que o pai porventura tenha sentido. Jacó tão teatral, e Judá tão frio: para Robert Alter, só o fato de a Bíblia justapor duas reações assim diversas já é um juízo sobre esses dois personagens importantes das Escrituras. Mas esse juízo não está no "pé da letra": está sugerido em um recurso estilístico sutil.
Muitos outros estudiosos se dedicam a mostrar como a forma, o estilo e a escolha de palavras são decisivos no que a Bíblia diz. E mais essencial ainda é o contexto em que ela diz o que diz. O judaísmo e seu descendente (e dissidente), o cristianismo, são fundamentalmente religiões narrativas – muito mais do que qualquer outra das grandes religiões, monoteístas ou não. Vem daí muito da força e da influência sem paralelo da Bíblia sobre o pensamento de uma parcela grande da humanidade, aquela abrangida no que se costuma chamar de civilização judaico-cristã: sem que se faça aqui nenhum julgamento, de natureza alguma, sobre o papel de cada uma das religiões na história dos homens, é um fato da ciência sociopolítica que o judaísmo e o cristianismo tiveram um impacto ilimitado nos rumos dessa história. Porque contam, entre todas as fés, com o mais extenso, detalhado, profundo e variegado plano jamais disposto para os seguidores de uma divindade, do surgimento do mundo ao seu fim, ou sua transmutação total no reino de Deus: a Bíblia, um conjunto vasto não apenas de ensinamentos, ditames e reflexões, mas de histórias arraigadas em nossa cultura. Para ateus e agnósticos, essa é uma razão para ler a Bíblia: para descobrir por que mesmo quem não crê compartilha a mesma herança que os que creem. É como se a Bíblia e a tradição que ela carrega fossem, enfim, o DNA da civilização ocidental: crer ou não crer corresponde àquela porcentagem infinitesimal de diferenças genéticas que nos separam – todo o resto, ou 99% dos genes, são comuns a todos nós.
Quase tudo na Bíblia é uma história, um "caso", um relato, um testemunho. Mesmo naqueles livros do Velho Testamento que são, por assim dizer, manuais de instruções, como Levítico e Números, as injunções vêm na forma de historietas. Os Evangelhos são também isso: relatos sobre a passagem de Jesus sobre a Terra e sobre Sua missão. De imensa relevância ainda é o fato de que – ao contrário, digamos, do Corão – a Bíblia não tem um autor único nem foi escrita em um período de tempo delimitado. Bem longe disso: ela abrange algo como doze séculos de produção e vários idiomas (não bastasse isso, já foi traduzida para 2.400 línguas, entre as quais idiomas indígenas brasileiros). Combina uma miríade de formas narrativas distintas e envolve um sem-número de autores, muitos dos quais nunca virão a ser identificados, mas que se sabe provenientes das origens mais distintas, de profetas a funcionários de governo e pescadores. Com tantos cozinheiros na mesma cozinha, torna-se sobre-humana a tarefa de tentar decifrar a receita.
Há casos em que a Bíblia de fato se assume como a palavra recebida diretamente de Deus. Por exemplo, nas conclamações divinas ao povo eleito, muito comuns no Antigo Testamento, em que Ele exalta, pune, decide destinos e mostra aquilo que espera de seus seguidores ou o que não vai tolerar neles. Mas, em outros trechos essenciais, como nos Salmos, são já homens comuns (ou, vá lá, nem tanto, já que muitos dos Salmos são atribuídos ao rei Davi) que se dirigem a Deus. São frequentes também os simples registros de eventos, que podem ter certo teor mundano (muito espaço é dedicado a detalhar as linhas genealógicas, de grande relevância numa sociedade arcaica, ainda dividida em clãs) ou vir crivados de misticismo (como nos testemunhos dos milagres de Jesus). Outro caso: as belíssimas cartas do apóstolo Paulo, parte integrante do Novo Testamento, que delineiam os fundamentos da religião cristã na forma como é seguida até hoje, são comunicações de homens para homens. Há poemas de grande quilate, como o Cântico dos Cânticos, e o caso mais difícil de classificar – o delirante e perturbador Livro das Revelações, em que o apóstolo João descreve o apocalipse. Tudo o que a Bíblia contém trata em algum nível da relação do homem com Deus. Mas nem tudo nela pode ser descrito como a palavra direta de Deus.
Bíblia, enfim, é um mosaico intrincado no que toca às possibilidades de interpretação. Até porque, surpresa, ela não trata em miúdos de alguns dos temas em que é invocada com grande insistência. Hoje, é comum que as Bíblias evangélicas mais completas contenham um índice temático denominado "concordância." Procura-se uma palavra – digamos, "graça", ou "pobreza" – e o índice relaciona todas as ocasiões em que ela aparece em todo o imenso volume de texto. Isso porque, como já se disse, seguir a Bíblia à risca é fundamental para muitos dos ramos evangélicos, e a concordância ajuda-os a informar-se sobre o que a Bíblia tem a dizer a respeito de cada aspecto de sua vida e fé (os católicos, por contraste, apoiam-se mais na doutrina moral delineada pela Igreja). Tente-se procurar na concordância, entretanto, o termo "aborto": ele não constará. A Bíblia não trata de forma explícita ou direta da interrupção deliberada da gestação em nenhum trecho de seus milhares de páginas. Há possíveis alusões, como no capítulo 30 do Deuteronômio, muito usado pelos grupos antiaborto: "Hoje tomo o céu e a terra como testemunhas contra vós; eu te propus a vida ou a morte, a bênção ou a maldição. Escolhe, pois, a vida, para que vivas tu e a tua descendência, amando ao Senhor teu Deus, obedecendo à sua voz e apegando-te a ele". Mas alguns pesquisadores, inclusive evangélicos, contradizem essa leitura. Segundo eles, o trecho é na verdade uma exortação aos israelitas em fuga do Egito para que não se desviem do caminho do Senhor. Como decidir, então, quem está certo?
A única resposta segura é que não há como decidir. A Bíblia moldou e amalgamou civilizações e manteve-se um texto obrigatório porque é de fato inesgotável. É uma, mas pode ser infinitas – até no seu aspecto mais concreto, o do sem-número de recortes que o mercado editorial encontra nela. Numa incursão a uma livraria (se for na internet, então, nem se fala), podem-se achar não apenas as edições canônicas de cada uma das religiões que seguem o texto sagrado – judaicas, católicas, luteranas, evangélicas, anglicanas, ortodoxas e assim por diante –, como Bíblias talhadas para virtualmente qualquer gosto. Há Bíblias para quem não conhece a Bíblia, com títulos como Entendendo a Bíblia em 30 Dias e O Guia do Completo Idiota para a Bíblia. Há Bíblias para meninos e para meninas. Para mulheres e para quem quer só lições de vida. No estilo do mangá, o quadrinho japonês, ou na pena do quadrinista underground Robert Crumb. Em gíria cockney da zona leste de Londres (com o selo de aprovação da Igreja Anglicana) ou em linguagem simples, no vozeirão de Cid Moreira.
Há uma Bíblia, inclusive, que desempenhou papel de imensa relevância no que viria a se tornar a língua franca do mundo moderno, o inglês. Trata-se da versão conhecida como Bíblia do Rei James, encomendada por James I a um grupo de estudiosos em 1604, meses após sua ascensão ao trono, e concluída em 1611. Conciliar as tensões de seu tempo e consolidar a Igreja Anglicana como a fé da nação eram os requisitos a que a tradução pedida a seus sábios deveria atender. Eles, contudo, foram além: produziram um dos mais consumados exemplos de prosa poética que se conhece – uma prosa que arrebata pela beleza, inspira pelo calor e se coloca à disposição de quem a ouve pela clareza (diz a lenda que William Shakespeare deu uma mãozinha ao colegiado de estudiosos). Lida dos púlpitos para os fiéis, ou em casa por quem aprendera a fazê-lo (pouca gente, naquele tempo), a Bíblia do Rei James fez toda uma nação tomar contato com a escrita bela e benfeita. Não admira, assim, que tenha a reputação de transparecer uma inspiração divina.
Não importa qual seja a versão, duas coisas são cristalinas e constantes na Bíblia. A primeira é que cada uma das partes desse texto sagrado, sejam elas as aceitas pelos cristãos ou pelos judeus, é como que um tijolo no edifício que se pode chamar de o plano de Deus para os homens. E a segunda é que cada um desses tijolos traz alguma marca, mais ou menos profunda, do tempo em que foi moldado: a Bíblia é singular entre os textos sagrados também por ser uma crônica extensa e detalhada da civilização à qual ia dando forma. É, em certo sentido, uma reportagem. Uma reportagem colorida pelas crenças típicas da época em que cada trecho foi escrito (como na ideia de que um patriarca como Matusalém possa ter chegado aos 969 anos de idade, como está dito no Gênese), ou moldada para inculcar esta ou aquela impressão no leitor. Mas até nesses ornamentos, por assim dizer, é uma crônica dos povos que a escreveram e da maneira como viviam e pensavam.
Um exemplo comezinho: o Velho Testamento diz que não se devem consumir a carne de porco ou os crustáceos, por serem impuros. Assim, os judeus ortodoxos mantêm deles a distância preconizada pelo texto. Vários estudiosos, entretanto, veem em interditos como esse uma tentativa de organizar o cotidiano das pessoas comuns. Dezenas de séculos atrás, quando as condições de obtenção e conservação das proteínas animais eram precaríssimas, carnes como a suína e a dos frutos do mar, que se deterioram com grande velocidade, constituíam um problema grave de saúde. Que maneira mais eficaz teriam os líderes de uma comunidade de evitar os envenenamentos alimentares, especulam esses estudiosos, do que proibi-los com um veto divino? Ou de, para instituir o hábito de um mínimo de higiene pessoal, ordenar em um texto sagrado que se realizem abluções antes de orar a Deus? Até um dos grandes cismas entre o judaísmo e o cristianismo – o sacramento do batismo, fundamental para os cristãos – teria uma origem socioeconômica clara. Para se purificar e honrar a Deus, os judeus tinham de peregrinar até o Templo de Jerusalém e ali oferecer sacrifícios de animais como pombas e cordeiros. Para uma população em geral muito pobre, como a da Palestina do século I a.C., o sacrifício começava, na verdade, com o esforço de juntar os meios materiais para a viagem e a compra dos animais. O batismo, que Jesus conheceu no seu encontro com São João Batista, que o mergulhou no Rio Jordão, não acarreta (ou não acarretava, quando ainda não era acompanhado de festinhas ou festanças, como hoje) custo nenhum: é um ato que pode ser realizado em qualquer lugar e requer apenas água, algumas gotas de óleo e um sacerdote para que se estabeleça a comunicação com Deus e se peça o ingresso em seu povo, renunciando-se ao mal por meio apenas de um testemunho oral. Simples e acessível – e não por acaso um sucesso entre várias parcelas da população que sentiam que a classe sacerdotal e os ritos se interpunham entre elas e Deus, em vez de aproximá-los.
Um exemplo comezinho: o Velho Testamento diz que não se devem consumir a carne de porco ou os crustáceos, por serem impuros. Assim, os judeus ortodoxos mantêm deles a distância preconizada pelo texto. Vários estudiosos, entretanto, veem em interditos como esse uma tentativa de organizar o cotidiano das pessoas comuns. Dezenas de séculos atrás, quando as condições de obtenção e conservação das proteínas animais eram precaríssimas, carnes como a suína e a dos frutos do mar, que se deterioram com grande velocidade, constituíam um problema grave de saúde. Que maneira mais eficaz teriam os líderes de uma comunidade de evitar os envenenamentos alimentares, especulam esses estudiosos, do que proibi-los com um veto divino? Ou de, para instituir o hábito de um mínimo de higiene pessoal, ordenar em um texto sagrado que se realizem abluções antes de orar a Deus? Até um dos grandes cismas entre o judaísmo e o cristianismo – o sacramento do batismo, fundamental para os cristãos – teria uma origem socioeconômica clara. Para se purificar e honrar a Deus, os judeus tinham de peregrinar até o Templo de Jerusalém e ali oferecer sacrifícios de animais como pombas e cordeiros. Para uma população em geral muito pobre, como a da Palestina do século I a.C., o sacrifício começava, na verdade, com o esforço de juntar os meios materiais para a viagem e a compra dos animais. O batismo, que Jesus conheceu no seu encontro com São João Batista, que o mergulhou no Rio Jordão, não acarreta (ou não acarretava, quando ainda não era acompanhado de festinhas ou festanças, como hoje) custo nenhum: é um ato que pode ser realizado em qualquer lugar e requer apenas água, algumas gotas de óleo e um sacerdote para que se estabeleça a comunicação com Deus e se peça o ingresso em seu povo, renunciando-se ao mal por meio apenas de um testemunho oral. Simples e acessível – e não por acaso um sucesso entre várias parcelas da população que sentiam que a classe sacerdotal e os ritos se interpunham entre elas e Deus, em vez de aproximá-los.
Fonte: Revista Veja - Edição 2144 / 23 de dezembro de 2009
Confira a entrevista do jornalista que viveu um ano seguindo a Bíblia ao pé da letra
O jornalista é agnóstico e mesmo após seguir a Bíblia, ainda tem dúvidas sobre a existência de Deus
Em agosto de 2005, iniciou-se um ano estranho para o nova-iorquino A.J. Jacobs. O escritor e jornalista decidiu que, nos quase 400 dias seguintes, viveria estritamente de acordo com os ditames da Bíblia, dos mais conhecidos aos mais obscuros.
Jacobs enfrentou questões imensas, como não mentir nem uma mentirinha, por mais social que fosse, ou não cobiçar mulheres que não a dele, nem mesmo as hipotéticas (o que o levou a cobrir com fita-crepe a figura sedutora de uma gueixa em um rótulo de chá).
E enfrentou também questões bizarras, como não semear dois tipos de grão no mesmo campo (fácil de seguir, já que em Nova York áreas de plantio são mesmo artigo incomum), ou como decidir onde se sentar no metrô ou numa lanchonete, já que assentos que tenham sido ocupados por mulheres no período menstrual ficam impuros (por via das dúvidas, ele às vezes carregava um banquinho). Jacobs narrou esses e outros episódios vividos no período em que circulou barbudo e de túnica branca por Manhattan no livro The Year of Living Biblically (O Ano de Viver Biblicamente), que lançou em 2007. A seguir, ele faz um balanço da sua experiência ao correspondente de VEJA em Nova York, André Petry.
Qual foi a situação mais extraordinária daqueles 387 dias?
Foi cumprir o mandamento bíblico de apedrejar os adúlteros. Você há de entender que isso não combina muito com a Manhattan dos dias de hoje. Acabei usando seixos, aquelas pedrinhas de cascalho, bem miudinhas, de modo que ninguém saísse ferido.
Das 700 orientações que o senhor extraiu da Bíblia, qual lhe pareceu a mais inexplicável?
A que proíbe o uso de roupas com mistura de fibras. As roupas devem ser feitas de um único tipo de fibra, sem combinações. Isso exige uma administração microscópica. Que diferença faz para Deus se estou usando camisa só de algodão ou se tem algodão e poliéster?
O que é mais fácil de seguir: o Velho ou o Novo Testamento?
Essa é uma pergunta complicada. Há mais regras no Velho Testamento, mas no Novo Testamento Jesus fala em perdoar e amar seu inimigo. Isso é dureza.
O senhor acha que alguém na história seguiu os mandamentos bíblicos literalmente, incluindo Jesus Cristo?
As pessoas pegam umas partes para seguir ao pé da letra e excluem outras. Todos nós praticamos uma religião de padaria, incluindo e excluindo elementos.
É possível identificar na Bíblia o que deve ser tomado como literal e o que é apenas metafórico?
Acredito que sempre haverá uma discussão sobre isso e nunca chegaremos a uma conclusão inequívoca.
Como não se pode falar o nome de outros deuses (êxodo, 23:13), então é proibido torcer para a tenista Venus Williams?
No Velho Testamento, de fato, não se pode dizer o nome de deuses pagãos, como Vênus. Acredito que você possa torcer pela Venus Williams, mas não deve ficar berrando o nome dela. Ou, melhor ainda, torça pela Serena.
Pelas suas contas, a Bíblia faz quarenta referências negativas ao uso de bebidas alcoólicas, 62 neutras e 145 positivas. Afinal, como um respeitador da Bíblia deve encarar a bebida?
No geral, o vinho é um exemplo da bênção de Deus, mas só quando bebido com moderação. A Bíblia tem muitas histórias de gente que bebeu demais e acabou se encrencando. Noé se embebedou uma vez e terminou desmaiando, só que desmaiou pelado, o que causou todos os problemas possíveis.
O valor da Bíblia certamente não está em seguir seus ensinamentos ao pé da letra. Onde está?
A Bíblia é cheia de sabedoria, cheia de compaixão, e o fato de tê-la vivido por mais de um ano mudou minha vida para sempre. Essa experiência mudou minha vida de uma forma muito profunda.
O senhor acredita em Deus?
Depois de um ano, eu comecei a frequentar uma sinagoga e matriculei meus filhos numa escola judaica. Continuo agnóstico, pois não sei se Deus existe. Mas tenho profundo respeito pelo conceito do sagrado.
Fonte: Revista Veja - Edição 2144 / 23 de dezembro de 2009
28 de dezembro de 2009
Voto de Pobreza das freiras x Cachê Fabio de Melo R$ 221 mil
Convidado pela prefeita Micarla de Sousa (PV), explicou que shows no Nordeste brasileiro custam caro (olhaí o efeito do crescimento em ritmo chinês da economia nordestina…). O padre-artista (ou seria artista-padre?) justificou que deslocamentos etc e tal elevaram o custo do espetáculo.
Como ficou mal para o religioso, ele atribuiu o cachê altíssimo (de R$ 221 mil) ao cancelamento de outros três shows seus no Nordeste para o mesmo período. Ou seja, o "pacote" caiu, sobrou para Natal. Só para comparar, um show do rei Roberto Carlos é estimado em R$ 150 mil.
O caso não terminou bem. O padre prometeu voltar ao Rio Grande do Norte em 2010 para uma apresentação "0800″. Quer dizer, de graça uma ova. Tá embutida nos R$ 221 mil.
Fonte: Pimenta na Muqueca (Adaptado por Wagner Lemos)
Pois é, cobrar absurdos para levar a palavra de Deus a quem precisa não é mais só para os "evangélicos"....
E as freiras lá... com seu voto de pobreza....
Será que eu li errado a mensagem do IDe?
"Ide por todo mundo, depois de deduzir no cachê passagem, alimentação, luzes, palco, hospedagem, algumas regalias no Camarin, Figurino, som.... Pregue o evangelho..."
Postado Por Wagner Lemos
A igreja que eu preciso ser
Eu ainda anseio ver uma igreja cujas obras provem a sua fé e cuja fé honre ao seu Senhor. Eu ainda anseio ver uma igreja que pregue com fidelidade, ensine com autoridade e cante louvores a Deus com fervor. Eu anseio ver uma igreja onde Jesus tenha supremacia e as pessoas sejam verdadeiramente amadas. Eu creio que meus olhos verão ainda essa realidade.
A fé vê o invisível. Ela caminha no meio da escuridão das circunstâncias, guiada pela luz da verdade. Os olhos da fé não estão postos na improbabilidade da situação circundante, mas nas promessas fiéis daquele que não pode falhar. Mesmo que os horizontes sejam pardacentos, mesmo que as circunstâncias sejam desfavoráveis, mesmo que a oposição seja sem trégua, eu ainda anseio ver uma igreja onde a doutrina dará as mãos ao fervor, onde a ortodoxia se vestirá com a túnica da santidade, onde a reforma desembocará no reavivamento.
Estou cansado de ver o povo de Deus bandeando ora para um extremo ora para outro. Aqueles que são mais zelosos da doutrina, não raro são os mais apáticos no fervor. Aqueles que mais conhecem menos fazem. Aqueles que têm mais luz muitas vezes são os que têm menos calor. Aqueles que estadeiam sua cultura são os que menos refletem a doçura do Salvador. Ah! Eu ainda anseio ver uma igreja firmada na doutrina dos apóstolos, que ora e cante com entusiasmo. Uma igreja que tenha temor de Deus e alegria do Espírito. Uma igreja que tenha profunda comunhão interna e grande simpatia dos de fora.
Vejo com tristeza aqueles que tolamente abandonam a doutrina para buscar experiências arrebatadoras. Onde falta a semente da Palavra, não se vê o fruto da verdadeira piedade. Não é a experiência que conduz à verdade, mas esta deságua naquela. A vida decorre da doutrina e não esta daquela. Precisamos de uma igreja que seja ortodoxa sem deixar de ser ortoprática. Os que se desviaram da Palavra em busca de experiências, precisam de uma nova reforma e os que se desviaram da piedade e ainda conservam sua ortodoxia precisam de reavivamento. Eu ainda anseio ver uma igreja doutrinariamente fiel, mas que seja ao mesmo tempo amável e acolhedora aos que se aproximam. Uma igreja que ensine doutrina com zelo, mas que adore a Deus com fervor. Uma igreja que prega a verdade, mas vive em amor. Uma igreja onde a proclamação não está na contramão da comunhão.
Eu ainda anseio ver uma igreja que seja fonte para os sedentos, oásis para os cansados, refúgio para os aflitos, lugar de vida para os que cambaleiam na região da sombra da morte. Eu anseio ver uma igreja que viva para a glória de Deus, que honre o seu Salvador, que seja cheia do Espírito Santo, que adore a Deus com entusiasmo, que pregue sua Palavra com fidelidade e acolha as pessoas com efusiva alegria e redobrado amor. Que o meu e o seu anseio se tornem motivo das nossas orações até que vejamos cair sobre nós essa bendita chuva da restauração espiritual.
Homossexual que é um dos homens mais importantes no governo de Obama diz a Deus “Vá se f**er, cara”

A posição oficial de Jennings dentro do governo de Obama é assistente do ministro, e ele dirige a Secretaria de Escolas Seguras e Livres das Drogas sob o Ministro Arne Duncan, do Ministério da Educação dos EUA. Duncan é veterano do sistema de escolas públicas de Chicago, e ele propôs e aprovou planos polêmicos para a implantação de uma escola secundária especial só para homossexuais.
Jennings traz para o Ministério da Educação sua experiência como co-fundador e diretor executivo da Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero (REGLH), onde de acordo com a missão da organização, ele concentrou suas energias no desenvolvimento e defesa de currículos para as escolas públicas que reeducassem os alunos a adotar o homossexualismo. Como parte principal da estratégia deles para avançar sua agenda e mudar a cultura, os líderes da REGLH dizem que de forma específica eles têm como alvo as crianças novas desde o jardim-de-infância a fim de começarem um "processo de saturação", que forme a imaginação com impressões positivas do estilo de vida homossexual, e assim pré-cognitivamente influencie o modo como as crianças percebem o mundo e fazem decisões sobre certo e errado.
Bill Donohue, líder de direitos civis e presidente da Liga Católica, declarou que Kevin Jennings "tem um histórico de atacar os cristãos" que parece estar profundamente enraizado em sua decisão quando ele tinha 17 anos de que ele era homossexual e de que Deus era o culpado por seus sentimentos de culpa e vergonha.
Donohue pôde chegar às suas próprias conclusões lendo o próprio livro de Jennings, chamado "Mama's Boy, Preacher's Son: A Memoir" (O Menino da Mamãe, o Filho do Pregador: Uma Memória), publicado em 2006 por Beacon Press. O livro trata da criação de Jennings e seu pai, que era um pastor batista, e sua mãe, que não era cristã e era anti-católica. Jennings escreve que ele veio a essa "nova atitude para com Deus" depois de uma experiência de masturbação que foi estimulada por fantasias de dois "rapazes quentes" tirando a camisa em sua casa.
"Antes, eu era aquele que estava em falha com Deus. Hoje decidi que Ele é quem está em falha comigo", escreveu Jennings. "Decidi que eu não havia feito nada de errado. Quem errou foi Deus, pois Ele prometeu 'libertar', e jamais cumpriu Sua promessa. O que Ele fez por mim? Nada! Tudo o que Ele fez foi me dar sentimentos de vergonha e culpa. Decidi que não te necessito por perto: Vá se f**er, cara".
Jennings conclui dizendo que durante anos depois ele "reagiu de modo violento a qualquer pessoa que professasse qualquer tipo de religião" e só décadas mais tarde é que ele abriu uma Bíblia de novo.
Mas Jennings ainda sente desprezo por cristãos sérios, aos quais ele denomina de "direita religiosa". Aliás, Jennings declarou para um encontro de ativistas homossexuais em 2000 que os cristãos de mentalidade conservadora são "fanáticos inflexíveis" que deveriam "cair mortos". Mas o fundador da REGLH provocou gargalhadas na audiência ao declarar que ele realmente só queria dizer a esses cristãos: "Vão tomar no ***!"
Jennings estava também na junta de consultores para um filme estilo documentário de 2001 para a televisão pública PBS. O filme atacou violentamente o movimento de escoteiros dos Estados Unidos por sua política de excluir homossexuais de seus membros e foi promovido em festivais do "orgulho gay" para mobilizar os homossexuais contra os escoteiros.
Preocupações adicionais surgiram acerca de Jennings com relação ao seu passado como ex-viciado em drogas, e como conselheiro escolar em 1988. Na época, ele não quis denunciar um relacionamento homossexual sexualmente ativo entre um adulto e um rapaz, então estudante no segundo ano do colegial. Em vez disso, Jennings aconselhou o rapaz chamado "Brewster" a se manter no relacionamento com o adulto. O relacionamento havia começado no de uma parada de ônibus.
Durante seu período como diretor executivo da REGLH, Jennings também promoveu conferências homossexuais que retratavam os apresentadores da REGLH organizando workshops extremamente explícitos e detalhados para adolescentes acerca de todos os aspectos técnicos e variações da relação sexual homossexual.
Para expressar educadamente suas preocupações:
Arne Duncan, US Education Secretary
Email: arne.duncan@ed.gov
Phone: (202) 401-3000
Congressmen: (202) 224-3121
Senators: (202) 225-3121
President Obama's Switchboard: (202) 456-1414
Fonte: http://www.pentecostalnet.com/2009/10/homossexual-que-e-um-dos-homens-mais.html#ixzz0azQMw0QT
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BENTINHO RUIU
Os pecados do Bentinho pesaram tanto em seu lombo que ele deu um tombo feio, tendo sido empurrado por "uma mulher não identificada", a qual, segundo a mídia, tem problemas mentais. Ora, se a mulher não foi identificada, como podem afirmar que ela sofre de problemas mentais? É mais provável que ela tenha descoberto as tramas do Bentinho e dado um empurrão nele, por não suportar a sua falsidade!
Diz a notícia da Reuters que a tal mulher "burlou a barreira de segurança na basílica de São Pedro do Vaticano nesta quinta-feira, no momento em que o papa Bento 16 entrava no local, derrubando-o ao chão no momento em que ele se preparava para dar início à Missa do Galo". Este galo deveria estar tão aflito como aquele galo que cantou, quando Pedro negou o Senhor Jesus Cristo. A notícia prossegue: "Segundo Ciro Benedettini, porta-voz do Vaticano, o papa se levantou rapidamente, sem sofrer ferimentos, e continuou a sua caminhada até o altar para celebrar a tradicional missa".
Garanto que o papa, por ser mais velho do que eu, está bem mais descadeirado do que esta velhinha espoleta, que teve uma festa de Natal e aniversário, ontem à noite, oferecida pela filha alemã em sua fazenda, com 30 convidados, muita comida e uma tonelada de presentes.
Eu teria feito o mesmo que a "santa maluca" fez, só para ver aquele "sol de ouro", chamado de "ostensório" cair e ficar todo amassado, embora deixando o papa com o fêmur intacto. Seria uma boa oportunidade de afrontar o líder de uma organização política, econômica e religiosa, a qual tem afrontado a Palavra de Deus, pregando mentiras durante mais de 16 séculos. Segundo afirmava o Dr. Aníbal Reis, Roma já liquidou meio bilhão de inocentes. E segundo Dave Hunt, ela é a "Mulher Montada na Besta".
A meu ver, a igreja do Bentinho vai encabeçar a Religião Mundial, ajudando o Anticristo a assassinar 1/3 da população do planeta, usando o seu fabuloso banco de dados, onde estão registrados os nomes de todos os serem humanos, desde o início do Ocidente, até os confins do Oriente. Considerando que o Vaticano é o sócio majoritário de todas as multinacionais de prestação de serviço, como as de energia elétrica, água, telefonia, saúde e dos bancos internacionais, através de seus trustes espanhóis e americanos, todos nós estamos nas mãos dessa Hydra de Lerna, irmã de Cérbero, o cão do inferno.
Quem se mantiver fiel ao Evangelho de Cristo (qualquer que seja a sua idade), quem for idoso, criança e mulher grávida vai rodar no letal ventilador do Vaticano, através do seu plano secreto. Roma tem forçado os governos a usarem de todos os meios (alimentos transgênicos, vacinas e outros medicamentos letais), a fim de conseguir o seu objetivo macabro. As vacinas atuais inoculam vírus patogênicos, segundo a ex-ministra da Saúde da Finlândia, enquanto as modernas vão inocular micro chips em suas vítimas, a fim de poderem controlar suas mentes e seus passos. O marido da minha neta Lu (um católico agnóstico) que é um cientista em nanotecnologia, negou tudo, mas eu fiz pesquisas na Internet e vi que ele está escondendo o jogo, por amor ao seu bom emprego na Universidade de Leipzig.
Quem tiver alguma dúvida sobre o perigo que o Vaticano representa para toda a humanidade, leia o livro "Vatican Assassins" (1.200 pp.) de Eric Jon Phelps, disponível na Internet (se é que a Ordem Jesuíta já não o retirou dali). O autor, com quem me correspondi há alguns anos, tem estado escondido numa cidadezinha do interior dos USA...
Deus vai permitir que os inimigos do Senhor Jesus Cristo usem os seus poderes abusivos, para liquidar 1/3 da humanidade, porém Ele vai desencadear as pragas do Apocalipse, a fim de punir os incrédulos conspiradores do mal e os cristãos nominais. Os cristãos bíblicos provavelmente serão arrebatados pelo Senhor, antes de toda essa desgraça começar a acontecer. Maranata!
Mary Schultze, 25/12/2009 – www.maryschultze.com
O Pecado Capital Evangélico

Os pecados capitais surgiram na tradição da igreja cristã, no afinco de controlar e educar o povo no que podia ou não fazer. Como o perdão dos pecados precisava passar por um ungido da igreja, através de uma confissão, a igreja selecionou e classificou os pecados em dois tipos: os pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão, e os pecados capitais, merecedores de condenação ao inferno.
Mais tarde, os pecados foram classificados em Sete Pecados Capitais que precisavam ter uma atenção especial. A vaidade, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxuria foram as sete classificadas por Tomás de Aquino.
E o que aconteceu hoje com os Sete Pecados Capitais para nós evangélicos?
Os mais eufóricos falariam que não temos os pecados capitais, pois, por um lado todos os pecados são condenados pela bíblia de igual modo e levam à condenação eterna, mas por outro, não temos mais intermediadores na confissão dos pecados, que pelo sangue do cordeiro de Deus, Jesus Cristo, todos que se confessam são perdoados.
Eu, particularmente, concordo com esta afirmação, mas acredito que isso só ficou nas confissões de fé. As nossas igrejas protestantes têm os seus pecados capitais claramente expostos nos históricos de pessoas disciplinadas de suas igrejas.
Se analisarmos a freqüência com que alguns pecados são repetidos nos púlpitos, vemos claramente uma seleção e um catálogo na ordem de importância. E que alguns pecados precisam sim de mediador, de alguém da igreja, para serem perdoados.
O sexo lidera a lista de pecados capitais evangélicos, talvez porque vivemos em um país que já perdeu há tempos todos os parâmetros do que é certo ou errado nesta área.Mas não tem como, o líder evangélico brasileiro pode cometer qualquer pecado, como vaidade, inveja, ira, preguiça, avareza e gula que não será disciplinado ou cobrado por um pedido de desculpa em público. Mas ai daquele que pecar na área sexual, esse pecado não tem perdão, pelo menos para todos os evangélicos!
O pecado da bebida entrou no ranking sem mesmo estar na bíblia, não quero defender este mercado, por saber que existem famílias destruídas por homens que estão doentes em seus vícios e, até mesmo por eu detestar destilados. Mas quando é que beber qualquer coisa alcoólica virou pecado? E ainda mais um pecado capital? Como um dos maiores símbolos que Jesus nos deixou envolve uma bebida alcoólica? Ou alguém aqui acredita no conto da carochinha que o vinho não era fermentado?
Não quero amenizar este ou aquele pecado, muito pelo contrário, todos os pecados deveriam ser encarados como pecados capitais. Mas isso não acontece e sinceramente nem sei se da para acontecer.
O problema deste ranking que difere a importância dos pecados e que, a cada dia cresce mais com outros, que nem existem, é um problema soteriológico, um problema de entender o papel da graça na salvação.
Se começarmos a mostrar que a cada dia merecemos mais ir para o inferno com os nossos pecados, o caos é instalado, pois criaremos crentes depressivos, com auto comiseração, doidos e até psicopatas.
Mas se juntarmos esta consciência desesperadora que todos os pecados são capitais, com a graça de Deus em Jesus Cristo que nos perdoa mesmo que a cada dia provamos que merecemos o inferno. Ao invés de insanidade e loucura encontraremos o amor e a devoção que dará poder para a transformação.
Se continuarmos com os nossos pecados capitais particulares gospels e amenizarmos os outros,cairemos em uma religiosidade hipócrita onde uns são melhores que outros, e um evangelho vivido por fachada e, principalmente, cairemos na idéia de que só existe um pecado capital Evangélico: O pecado de ser pego, pois o resto está valendo.
Marcos Botelho
Seja o tipo de homem que, quando seus pés tocam o chão a cada manhã, o INIMIGO fala "Oh droga, ele acordou! "
Igreja ultrarradical dos EUA diz que ‘Deus odeia Lady Gaga’
Integrantes de uma igreja ultrarradical nos Estados Unidos, a Westboro Baptist Church, prometem organizar um protesto contra a cantora Lady Gaga no próximo dia 7 de janeiro, em frente ao Fox Theatre, em Saint Louis, onde ela tem uma apresentação marcada. O piquete está sendo divulgado através de um comunicado disponível no site da igreja e intitulado "God hates Lady Gaga" (Deus odeia Lady Gaga).
"'Arte' e 'moda' são eufemismos, os disfarces sob os quais (…) Lady Gaga ensina [os jovens] a se rebelar contra Deus", diz o texto assinado pela Westboro Baptist Church.
Fundada em 1955, a igreja sediada em Topeka, no Kansas, não é reconhecida por outras comunidades batistas dos EUA, mas já ficou conhecida no país por seus protestos agressivos contra os direitos dos homossexuais, o exército e os políticos liberais norte-americanos. Idealizada por Fred Phelps, a igreja diz seguir princípios "batistas primitivos" e calvinistas.
Conhecida pelos hits "Just dance", "Poker face" e "Bad romance", Lady Gaga foi um dos destaques da música pop em 2009. Com sua voz estridente e figurinos bizarros, a loira fez apresentações marcantes, incluindo uma performance com sangue falso no Video Music Awards da MTV em setembro. Gaga costuma declarar abertamente que já teve relações sexuais com outras mulheres.
Fonte: G1
Apenas 2% são cristãos em cidade onde nasceu Jesus
Há 40 anos a população de cristãos em Belém era 40%, hoje são apenas 2%
O número de cristãos em Belém, cidade considerada o local onde Jesus nasceu, está diminuindo. Há cem anos, cerca de 40% da população da cidade era cristã, agora são 2%. E, de acordo com algumas previsões, os últimos cristãos deverão deixar a cidade antes de 2025.
"Creio que em alguns dos vilarejos o número de cristãos é zero", disse à BBC Simon Azazian, integrante da Sociedade Bíblica Palestina. "Em Birzavit, por exemplo, 100% eram cristãos, depois (a porcentagem) caiu para 60%, agora são 40% e esse número continua baixando."
Alguns cristãos dizem que esse êxodo se deve ao fundamentalismo islâmico.
"Eles introduzem em nossa cultura e na nossa sociedade uma visão da religião que não tem nada a ver com o nosso contexto e nem com a nossa história", disse à BBC o sacerdote luterano Mitri Raheb.
"Isto não é apenas uma ameaça para a comunidade cristã palestina, mas também para toda a sociedade palestina, já que tentam nos mandar de volta para a Idade Média", acrescentou.
Outros cristãos ressaltam que a decisão de ficar em Belém ou ir embora depende de vários fatores.
"Depende da situação política, que afeta a situação econômica", afirmou George Sa'ada, da Igreja Ortodoxa Grega.
"Antes, estimulávamos os jovens a ficar e trabalhar aqui, mas agora, lamentavelmente, não podemos obrigá-los a ficar porque querem ganhar a vida. Se não tem oportunidade aqui, claro que vão emigrar e procurar uma vida melhor fora", explicou.
Alguns temem que, dentro de 15 anos, os únicos cristãos de Belém serão os milhares de peregrinos que chegam durante o período de Natal.
Fonte: BBC Brasil
Seja o tipo de homem que, quando seus pés tocam o chão a cada manhã, o INIMIGO fala "Oh droga, ele acordou! "
Pregar a Palavra – Um Negócio Muito Rentável
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Queria o professor dizer que, assim como existem marcas de produtos com logotipos, como, por exemplo, a Mercedes Bens, a Ford, a Cônsul ou a IBM; assim também, a cruz seria o símbolo mercadológico do cristianismo. Isso, à época, soou-me como uma espécie de blasfêmia, mas hoje, infelizmente, sou obrigado a concordar com o que ensinou tal professor. O que os chamados tele-evangelistas têm feito com a Palavra, a forma deslavada como pedem dinheiro, vendem bênçãos e pregam um evangelho sem necessidade de metanóia; o estilo de vida de ostentação e suntuosidade que adotam; CONTRÁRIO A TUDO O QUE ENSINOU JESUS, mostra que a relação que se estabelece entre eles e o povo é mesmo de compra e venda e que o deus mais importante para eles é o dinheiro. O Reino de Deus ou o Reino dos Céus é coisa de pobres, que nem lhes interessa mais pregar, porque as ovelhas já foram instiladas com o gérmen da "prosperidade". A Bíblia, no entanto, deixa bem claro que isso haveria de suceder, como escreve a apóstolo Pedro: "E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita" (2. Pe. 2.3). Temos a prerrogativa de escolher entre o que nos ensina a Palavra ou o que pregam esses homens, com extrema desfaçatez. O tempo revelará quem são aqueles que fizeram a boa ou a má escolha. Soli Deo Gloria Autor: Tony Ayres Via: [Bereianos] . |




