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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18

4 de maio de 2011

Sarah Sheeva concede entrevista exclusiva ao site Web Evangelista



Sarah Sheeva com seus Pastores, José Antônio e Ludmila FerberSarah Sheeva é Cantora, Compositora, Escritora, Missionária e Pastora Aspirante.
Começou a compor aos três anos de idade, quando seus pais ainda faziam parte do grupo Novos Baianos, nos anos 70.
 Filha de dois grandes nomes da música brasileira, Pepeu Gomes e Baby do Brasil, Sarah iniciou sua carreira em 1991, nos bastidores da música como figurinista e depois se tornou desenhista de alta costura. Também em 1991 Sarah teve sua filha Rannah Sheeva, que hoje a acompanha no Ministério.
Começou a carreira de cantora em 1994 como back-vocal de seus pais.
Atuou por cinco anos no grupo musical “SNZ”, o qual deixou em 2003, para seguir seu chamado Ministerial e trabalhar por tempo integral na obra de Deus como missionária e pregadora da Palavra.
Lançou em 2005 seu primeiro CD Gospel “Tudo Mudou”. 
Em Setembro de 2007 lançou seu primeiro livro “Defraudação Emocional”,
e em Setembro de 2008, o livro “Onde foi que eu errei?”.
 Sarah Sheeva é membro da ICI (Igreja Celular Internacional) em Copacabana, RJ, seus pastores são José Antônio Lino e Ludmila Ferber desde 1998.
Ela foi a primeira de sua família a se converter ao Evangelho de Cristo, em Outubro de 1997 no Rio de Janeiro, quando sozinha em seu quarto, teve uma experiência sobrenatural com Cristo. Após aquela forte experiência, Sarah passou a orar e interceder por sua mãe, e por toda a sua família. Dois anos depois, sua mãe, Baby do Brasil, teve sua experiência de conversão que impactou a nação brasileira, fruto de muita intercessão de Sarah e de seus pastores, um detalhe pouco conhecido pelo público. Sua mãe tem um ministério próprio, desvinculado do ministério de Sarah. Toda a sua família  e sua parentela tem sido alcançada no tempo de Deus.
Sarah Sheeva tem um ministério missionário, de edificação da igreja na Palavra (desde 2003), seu ministério está vinculado à cobertura de seus pastores (da Igreja Celular Internacional em Copacabana) e é totalmente desvinculado do ministério de sua mãe.

Web Evangelista:  Sempre tive curiosidade, o que significa seu nome e qual foi a intenção da sua mãe ao dá-lo a você?
Sara Sheeva: Troquei meu nome quando era adolescente, e fui eu mesma quem escolhi o "Sarah", mas minha mãe não gostava de nomes "comuns", por isso ela sugeriu que eu acrescentasse outro nome que eu gostasse para que ficasse "diferente" (rs). Quando coloquei "Sheeva" eu gostava do som desse nome, e enfatizei bastante que deveria ser escrito com dois "e" para não remeter à entidade indiana "shiva" ou "siva", porque eu não queria que as pessoas pensassem que existia alguma ligação com isso (porque realmente não existia). Mas apesar dessa minha atitude, esse era o tempo da "ignorância" quando eu ainda não conhecia o Senhor Jesus. Outro dia fiquei feliz ao descobrir que "sheva" significa "sete" (número 7) em hebraico.

Como descreveria sua vida com Deus?
Como? Não sei como descrever isso (rs)... Jesus é tudo para mim! Deus está o dia todo em minha mente e espírito, Ele ocupa minha mente quase 24 horas por dia sem parar... não sei viver sem Ele... Jesus é a razão minha vida.


Como conheceu o evangelho?
Apesar de ter sido evangelizada pela minha amiga Andréa Lancellotti, que orava por mim durante 10 anos, eu me converti em Outubro de 1997 sozinha em meu quarto, quando Jesus "apareceu" em Espírito para mim e se revelou... foi tremendo! A partir daí comecei a buscá-lO... mas eu nunca tinha lido a Bíblia, por isso, no início o processo foi lento. Mas em 2000 eu fui batizada com o Espírito Santo, aí sim as coisas começaram a mudar significativamente, e comecei a me aprofundar na Palavra.

Você lê a bíblia todos os dias?
Procuro ler todos os dias, mas muitas vezes a correria não me permite dedicar tanto tempo. Por isso eu procuro tirar diariamente um tempo de "lugar secreto" (Mt 6.6) para buscar ao Senhor de várias formas: leitura, oração, adoração, oração em línguas, confissão, ação de graças, etc. Dessa forma eu busco a intimidade com o Senhor, e afasto a possibilidade de me tornar uma pessoa "religiosa" e "acomodada" espiritualmente.


Qual linhagem doutrinária você segue?
Eu me converti há 14 anos atrás (2007) numa "geração" neopentecostal. Mas não sou uma pessoa "fechada", inclusive eu atendo a convites para todos os tipos de Igrejas, pentecostais, tradicionais, etc. Porque creio que para o nosso Senhor a Igreja é uma só, sem "placa de identificação", ou separação de pessoas por linhagem doutrinária.


Já se sentiu confrontada por Deus em algum comportamento inadequado seu?
Se senti? (rs), já fui muito confrontada por Deus em VÁRIOS comportamentos! (rs), a verdade é que "sem confronto não há mudança", por isso estou sempre sendo confrontada, sempre melhorando, sempre buscando o caráter de Jesus... Essa busca é constante para todos nós, até chegarmos na glória! Um exemplo de um comportamento que Deus me confrontou? Na época que eu me converti era "estrela", "artista", "celebridade", uma pessoa vaidosa nesse sentido, então Deus me confrontou muito, até que eu deixei de ser “estrela” e aprendi a ser SERVA, e entendi que ELE é a única Estrela.


O que você transmite as pessoas ao seu redor?
Procuro transmitir a Verdade sobre Jesus Cristo, a Verdade sobre "ser livre" (João 8.36), a Verdade sobre a Palavra de uma maneira prática, e não teórica. Procuro ensinar as pessoas a desenvolverem um relacionamento com Deus, e não levar uma vida religiosa. Tenho visto muitas pessoas (que amam o Senhor, que conhecem e manejam bem a Bíblia) viverem como "escravas" de várias coisas deste mundo, e isso tem revelado que não basta conhecer, é preciso praticar e viver a Palavra. O maior problema da igreja hoje em dia é "a idolatria das vontades do homem", e muitos (que amam o Senhor) NÃO são livres nessa área das "vontades". ("Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convém..." 1Cor 6.12)

Você acha importante ter uma vida de oração?
Sim, é essencial. Oração é relacionamento com Deus.

Você é batizada no Espírito Santo?
Sim, recebi o batismo no Espírito dia 04 de Janeiro de 2000.

Tem planos de liderar alguma denominação?
Não. Não creio que esse seja o meu chamado. Porém, sou obediente a Deus e a minha liderança, estou aqui para SERVIR ao Reino, por isso não determino nada em minha vida, quem determina é o Senhor.

Quais são seus planos relativos a obra de Deus?
Meus planos são: continuar firme no trabalho missionário de santificação que tenho feito por todo o Brasil, levando Palavras de edificação e cura para o Corpo de Cristo, e servir melhor ao ministério local e a liderança.

Pretende se casar?
Se essa for a vontade de Deus, sim. Mas se for para casar com alguém que não esteja alinhado com o Senhor, ou que não esteja com o mesmo propósito de servir a Deus, então prefiro continuar solteira (rs).

Ter filhos?
Gostaria, mas não sei se a idade vai permitir...rs, já estou com 38.

O que você entende por heresia?
Heresia é tudo que foge da Verdade da Palavra de Deus, dos princípios e mandamentos estabelecidos em Sua Palavra.


O que você acha dos blogs apologéticos e seu uso na rede hoje?
Acho que toda troca de informação e de conhecimento pode ser válida, desde que não fira a Verdade da Palavra, o Senhor, ou a Igreja do Senhor. Porém, podemos perceber que muitos desses blogs são de homens que se frustraram com líderes, com pessoas, ou com a própria Igreja, há alguns que são homens frustrados em seus ministérios, e como eu sei disso? Porque o que eles escrevem, e a forma COMO escrevem, revela isso. A Bíblia nos mostra que "a boca fala (o dedo tecla, rs) o que o coração está cheio"(Lucas 6.45), ou seja, pelo conteúdo do que essas pessoas escrevem podemos conhecer seus corações. Por exemplo, quem escreve muito sobre "amor e unidade" tem o que em excesso no coração? Amor e unidade, é claro. E quem só escreve criticando e falando mal de outras pessoas (que nem mesmo conhece), tem o que em excesso dentro do coração? Crítica, raiva e feridas, é lógico. Por isso, é importante que os irmãos observem e evitem os blogs que NÃO EDIFICAM em nada, e que só geram divisão entre o povo de Deus.

Você é vaidosa?Vaidosa no sentido da aparência, sim, e muito! (rs) acho que é uma coisa comum nas mulheres. Mas não sou vaidosa no sentido da reputação, isso não. Até porque o próprio Senhor Jesus nos avisou que muitas pessoas falariam mal de nós por causa dEle... (Mateus 5.11), ou seja, para os servos de Deus, ser vaidoso é uma perda de tempo.

Quando alguém discorda do que você diz qual sua reação imediata?
Naturalmente a minha reação imediata é ouvir, pensar, e avaliar a discordância da pessoa. Todo ponto de vista é válido para o crescimento da comunicação e para o evangelismo (1Cor 9.20-22), porém, quando percebo que a pessoa não está interessada em compartilhar, receber, ou trocar conhecimento, mas que só quer implicar (“trolar”) aí eu corto logo, não devemos falar (explicar nada) para quem não quer ouvir... (Mateus 7.6).

Tem mágoa de alguém?
Claro que não. Porém, viver sem mágoa é um exercício diário. Sempre que alguém “me magoa”, imediatamente vou buscar ao Senhor, e em oração peço que Ele remova todo resquício de mágoa que possa ter se alojado ou se escondido em meu coração. Sabemos que a mágoa é a falta de perdão, e que em Mateus 6.14 e 15 Jesus deixou bem claro que perdoar uns aos outros era uma CONDIÇÃO para que Ele também nos perdoasse. Por isso, quem quer ser perdoado pelo Senhor, não pode guardar mágoa de ninguém.

O que tem a dizer aos leitores do nosso Blog?
Que Deus abençoe vocês, e que possam continuar firmes na porta e no caminho estreito que conduz à Vida. Paz!


Postou Wagner Lemos
(ao repassar a postagem favor manter os créditos)

Um Grão de Areia

Tudo está tão frio, tão tenebroso..
Olho para os lados e vejo tanta injustiça, me sinto somente um pó, um pequeno grão de areia no meio de um mar de pedras.
É tão ruim e difícil ser tratado como indiferente, peso, querer fugir e não poder..o vento passou por diversas vezes por aqui mas ainda não me levou para longe, muito longe.
A vontade é voar, quero achar o meu lugar na praia, onde me junto a outros de minha espécie e faço uma linda paisagem beira mar.
Então sou levado finalmente e jogado no deserto...aqui onde tudo é tão vazio estou melhor, sinto-me em casa! Não porque queira estar aqui, mas a possibilidade de atravessar um deserto de areia é muito maior que uma multidão de pedras..
O deserto é uma imensidão onde posso somente adorar, em meio ao frio aterrorizante nas madrugadas e o calor intenso durante o dia  percebo quão maravilhoso é o poder de Deus, pois intensas assim são suas maravilhas..
Meu grão de areia fará parte de um grande castelo, serei parte desse reino, viverei intensamente e serei finalmente feliz.

Esse texto não sai da minha cabeça, nela ele surgiu e dela não queria sair, a sensação de frustração mistura-se com a esperança de dias melhores e não consigo por muito tempo me sentir mal. Sou forçado a calar-me, parece uma ditadura militar revivida por quem nem havia nascido ainda quando ela aconteceu, mas faço parte da galera que vence pra contar história e sei que nada pode calar um servo de Deus.
Em meio a tanta sujeira, a luz que há em minha vida ainda precisa brilhar, eis me aqui Deus, sozinho, aflito, mas pronto pra te entregar o meu melhor...liberte-me!

Tiago Cardiaal --- @_cardial --- sigam-me, quando consquistar a liberdade verei..haha

Desconexão: A Teologia dos tempos de Jesus

Graça e paz!


Nos tempos de Cristo havia uma teologia vigente. E ela era verdadeira, afinal fora dada pelo grande líder hebreu Moisés. A teologia do povo judeu, entre outras coisas, contava da sua história, de suas derrotas, vitórias e superações. Era uma boa teologia, aliás, ótima! Na teologia dos tempos de Jesus percebemos a atenção especial em relação à família, vemos a identidade de um povo em forma de nação.

Mas a teologia dos tempos de Jesus começou a cair em um precipício chamado desconexão. Começou-se a valorizar a teologia pela teologia. Quando isso acontece, a vida humana perde o valor, afinal deve-se proteger a teologia.

Quando o bem maior de um povo deixa de ser as pessoas e passa a ser a teologia, a desconexão se instala.

3 de maio de 2011

Jesus seria um ET que veio a Terra não para morrer por nós, mas para salvar a humanidade de um ataque extraterrestre, afirma livro

Jesus seria um ET que veio a Terra não para morrer por nós, mas para salvar a humanidade de um ataque extraterrestre, afirma livro
A teoria não é nova, mas continua polêmica. Em 1968, o suiço Erich von Dänike publicou o livro Eram os Deuses Astronautas?, que sugeria que seres de outros planetas visitam a Terra há milênios. A prova disso seriam obras magníficas de civilizações antigas, como as pirâmides, StoneHenge, as linhas de Nazca e outros mistérios ao redor do mundo.
Agora uma hipótese parecida promete abalar o maior símbolo de fé de boa parcela dos habitantes terrenos. Trata-se do livro Jesus Extraterrestre – A Origem (Editora Giroto, 336 páginas – R$ 39,90), do brasileiro Leo Mark, lançado justamente no Domingo da Páscoa.
Primeiro de uma trilogia, o livro é um romance baseado em fatos reais, coletados em mais de dez anos de estudos feitos pelo autor. Segundo Mark, Jesus Cristo na verdade é um extraterrestre, que tenta salvar a humanidade de plano de outros ETs que pretendem dominar os humanos e fazê-los de escravos. Tudo isso a partir da interpretação atualizada de passagens bíblicas, confrontadas com documentos de povos como os sumérios e pesquisas sobre eventos paranormais e ufológicos.
Dessa forma, todos os milagres feitos por Cristo e experiências vividas por seus seguidores, na verdade são contatos imediatos com extraterrestres. No enredo, Maria Madalena estava grávida de Jesus. Após a morte ressurreição, Cristo voltou para sua nave e Maria Madalena partiu com José de Arimateia para a França. Lá, ela deu a luz a uma menina e deu origem à descendência de Jesus.
A história salta para 1992, quando Jesus renasce sob nome de David, que passa a ser perseguido por um grupo de extraterrestres, conhecido como Iluminati, que pretende matá-lo. Dessa luta entre Jesus e os Iluminati poderá sair a Terceira Guerra Mundial.
O livro foi lançado também nos Estados Unidos e possui versão para iPad. Um capítulo dessa história pode ser acessado gratuitamente no site da obra. Um enredo envolvendo religião, mistérios e nova ordem social. É ver para crer.

10 dicas: Como identificar um culto a Baal


Zé Luís

Se você é cristão, mas não tem por hábito ler aquilo que faz responder como tal, certamente pode achar que aqui vai invencionice de um editor de blog que é confuso já no nome.

Certa vez houve uma religião que veio contaminar a crença judaica, a única força de defesa em Israel, e o resultado disso foi o início da total bancarrota daquela nação. Embora vivamos numa sociedade que procura mostrar que Deus é um detalhe totalmente dispensável na grande maioria dos assuntos e setores, um cristão – por ser historicamente assim – nada contra a maré, e portanto, sua força está centrada no culto – agora – pessoal a Deus.

Como previsto pelo próprio livro dos cristãos, a atual multiplicação de conhecimentos do fim dos tempos acontece de uma forma jamais imaginada, trazendo insegurança e confusão sobre o que é e o que não é de Deus. Resolvi trazer algumas dicas sobre o procedimento de um culto a Baal, embora possa existir semelhanças no culto a Jesus. Talvez a tal religião citada não esteja tão extinta assim:

1º  Quanto mais, mais eficaz:
O lema de seus cultuadores é quantidade. 400 profetas, 300 sacerdotes, sumo sacerdotes e uma hierarquia infinita de pessoas e cargos. A intenção é mostrar aos seguidores que o tal deus terá que atender as requisições impostas, abrir as comportas do céu, sendo que no topo desta torre, deverá haver o suprassumo dos religiosos da entidade. Afinal de contas, são centenas de pessoas com o mesmo pensamento positivo, e deus fica sem saída, que não seja obedecer as petições, independente do que se requisite ou que propósito mesquinho vai atras daquele clamor. Para cristãos, 2 ou 3 são suficientes(e uma dessas “pessoas” pode ser a Terceira).

2º Baal que se preze, tem sua Jezabel:
Não confunda a personagem com o esteriótipo. “Jezabeis” podem ser homens, mulheres, ou até mesmo casais. Eles empesteiam as lideranças de seus templos com propostas das mais indecentes, em nome do crescimento da religião. Normalmente, correm por fora: gostam de ser o braço direito de líderes honestos, se predispondo a dar qualquer ajuda. Gradativamente, serão “elas” que estarão ditando regras na comunidade, com distorções que podem variar de acordo com sua vaidade. É comum vê-las perseguindo um ou outro dentro das comunidades, e usar seu status alcançado para fazer pesar a mão sobre o desavisado membro (que continua acreditando que está num culto cristão).

3º Melhor efeito quando misturado:
Cultos a Baal podem ser facilmente confundidos com cultos a Jeová, já que o princípio religioso é basicamente o mesmo:”Tenha fé!”, ”Adore ao Senhor!(tradução literal da palavra cananéia)”...

Eles usarão muitos versículos da bíblia. Tenha certeza disso! (você nem sabe quanto ama a Palavra. Por isso, eles misturam. Caso contrário, você não se interessaria)

A imposição de regras e promessas se confundirão gradativamente com a verdadeira vontade de Deus, já que Profetas de Baal proliferam melhor em ambientes onde o seguidor de Jeová é ralo em seu conhecimento nas Escrituras. Ele tende a apresentar “melhoras cultuais” como uma novidade que melhorara o que chama de “as chatas celebrações ao Eu Sou”.

4º  Baal exige sacrifícios físicos:
Mutilações, flagelos, ativismo, cansaço durante prolongadas horas de mantras e cânticos, fazem parte da adoração ao deus cananeu. Não espere que a presença de baal se faça, apesar de tamanho esforço – isso não acontecerá – por que sua fé nunca será suficiente para agradar aos seus caprichos. Ele, Baal, é misterioso e nunca parece estar satisfeito: Ora, manda o benefício, ora, retém, caprichosa e injustamente, sem jamais se dispor a explicar nada. Oras! Ele é um deus e não tem que dar satisfação a seus adoradores!

5º Baal é um deus sexual
Postes ídolos, ou baalins, são símbolos fálicos. Curto e grosso? são imensos postes em formato de pênis. Segundo a crença, esses postes fecundam Astaroth (Rainha dos Céus. Conhece o termo?) que enviam suas bençãos aos seus filhos.

Na época, numa sociedade agrícola, nada mais desejado para terra árida como o oriente médio do que chuva “fecundada” em abundância. Baal trazia essa promessa. Sua sacerdotisa, e rainha de Israel, cultuava o sexo como forma de adoração, e seu poder e persuasão estava baseado nisso. Templos a Baal tem a sexualidade como algo sagrado, valorizando-a, impondo regras confusas, castrando e impondo-a, questionando intimidades, ao contrário de um cristão, que sabe que pecados sexuais não são tão graves como, por exemplo, a soberba e a falta de perdão.

Baal valoriza mais o sexo, e os pecados éticos e morais são perfeitamente aceitos, o que nos leva a próxima dica...

6º  Valores morais podem ser ignorados se é para um bem maior.
Acabe certa vez foi convencido por sua rainha-sacerdotisa-prostituta que ela solucionaria o problema de um proprietário que se recusava em vender um terreno que estava interessado. Inventou uma mentira tão hedionda, que provocou a morte daquele homem, o que o rei teve como aceitável.

Nas igrejas de Baal é comum vermos membros "menores" sendo esmagados por lideranças caprichosas. É para isso que Jezabel está lá: Se existe uma necessidade dos que estão no topo da pirâmide, um membro de base pode ser enganado, extorquido, roubado e ignorado. Entre cristãos, até viúvas e orfãos tem o mesmo valor dos mais abastados.

7º  Baal se não é surdo, é mudo.
Religião que se preze não tem interação da parte do deus que é cultuado. Embora seja declarado como UM poderoso deus, pode ser considerado surdo, para não ser chamado de mudo. Caso contrário, é perverso, ou o mais óbvio: não está “lá”.

A grande diferença nas religiões é que o Deus cristão tem tanto prazer em interagir com sua criação que se fez homem, e sabe exatamente o que sentimos, dispensando o uso de grandes sacerdotes e profetas especializados. Baais e Astaroths não interagem, seus sacerdotes explicam que eles nos ouvem porque estão em silêncio, ensinam que não fazem por não terem a oferta certa, e quando a oferta é certa, sua fé foi pouca.

8º A relação é sempre mercenária:
Seu lema é bíblico: “dê, e deus te devolverá mui grande medida sacudida e transbordante” e está embasada em plantações para este mundo. Você cultiva 100 dólares e terá 200 dólares. Você investe X, e terá X+. Sempre. Você faz sacrifícios, paga sua prestação onde eles estabelecerão que será a “nova casa do tesouro”(usando a regra teocrática de impostos para a Israel de 2000 anos atrás, quando o templo de Jerusalém ainda existia) e terá em troca o seu bem tão aguardado.
É toma lá, dá cá: Ofertou, recebeu.

O Deus cristão, embora possa transformar uma pequena bolha de vapor em uma tempestade capaz de solucionar anos de seca, não fará o que Baal propõem. Ele não se compromete com os entendimentos pessoais nos quais os servos de Baal garantem que serão cumpridos como termos de um contrato.

Entenda: Deus poderia fazer - materialmente falando – 100 vezes mais do que qualquer homem pudesse inventar em um deus que distribui bens e riquezas. Mas só porque alguém inventou que Deus faz, Ele não se obriga a fazer, mesmo que Jezabel tente convencê-Lo que desta forma seria melhor. Ele não cede a tentações, mesmo que o diabo em pessoa surja em seu momento maior de fraqueza humana.

9º  Em Baal, não há arrependimento.
Arrependimento é coisa de cristão. Esqueça de esperar que um discípulo de Baal recue, mesmo quando você provar, comprovar e re-comprovar que ele está no erro. Mesmo após derrotá-lo, mostrando o poder do verdadeiro Deus, ele será capaz de ameaçar o mais fiel dos crentes(mesmo os que já viram Deus em pessoa) dizendo que não foi derrotado, e prometerá sua destruído. Duvida? Pergunte a Elias, o profeta...

10º  Divisão e omissão:
Como já foi dito, o sistema hierárquico religioso é ideia do deus cananeu, mas além de dar a ideia de “castas” superiores e inferiores, existe uma outra função excelente: Você pega um casal, irmãos, amigos e os coloca em funções diferentes, tornando um superior e o outro, inferior, destruindo gradativamente a relação destes pares.

Fica mais fácil para seus sacerdotes manipularem individualmente. Qualquer cristão sabe que uma pessoa não deve andar só, já que quedas imprevisíveis devem ser consideradas na nossa rota.

Sacerdotes de baal usam essas quedas como prova de inferioridade das castas. E aí você pergunta: O que fazer quando um “superior”(que nada mais do que um ser humano com qualidades e defeitos, iguais a todos os outros) vier a cair? Simples; omita a queda. Quanto mais alto for o cargo entre os baalins, mais segredos esse suprassumo terá (até que torne um cínico, e acredite que sua posição proporciona que minta desta forma. Certamente, morrerá doente com doenças psicossomáticas).



Postou Zé Luís no Genizah. Se você tiver mais dicas, é só postar.

2 de maio de 2011

Renê Terra Nova e a morte de Osama Bin Laden

Clique na imagem para ampliar!

Amigo Renê, não era de se espantar sua posição anti-bíblica! Como a maioria dos seus ensinamentos. Então quer dizer que precisavam dessa "punição"? Será a vingança e a vingança e a violência é o melhor caminho mesmo? Creio que esse não seja o posicionamento de alguém que diz amar a bíblia e conhecer a Deus (pois Deus é amor). Ele não se alegra na morte do ímpio... mas se alegra quando ele se converte dos seus maus caminhos!

Sobre utilizar o poder para destruir vidas... Eu concordo! E digo o mesmo a você! Se veste com "manto sagrado" cria discípulos cegos e completamente submissos. E vem destruindo vidas com um evangelho açucarado e falso, um evangelho diferente do que Jesus pregava. Prega que deve ser servido! Que as pessoas te devem "honra"! Que a prosperidade (riqueza material) é dom de todos os crentes! Se acha maior que todos! 

Devemos te punir também?   

Postou Wagner Lemos, com a colaboração do amigo Luciano Santos que deu um print e me enviou! O Paipostolo me bloqueou... não aceita ser questionado!

O Descrédito dos Atuais Apóstolos

Por Júnior Rubira
 
De uns anos para cá o uso do título de “Apóstolo” se tornou moda, algo banal, casual, assim como ocorreu com o título de “Profeta” e “Pastor”, e como é natural, uma vez que o espírito de banalização cercou tal título, muitos aproveitaram a oportunidade para se promoverem e criarem seus grandiosos ministérios, hoje a tendência é o título de “Patriarca” e sei lá onde é que essa moda vai parar, talvez com os títulos de “Sub-Messias” ou “Semi-Deuses”, eu já escrevi algo sobre isto no post “Quais são as credenciais de um verdadeiro Apóstolo?”, porém agora quero falar a respeito do Movimento de Renovação Apostólica, encabeçado por líderes muito famosos e em grande evidência na sociedade, que desfilam seus milhões de seguidores e milhões de dólares/reais por aí.

Esta é uma crítica contra as graves diferenças entre os Apóstolos do Senhor Jesus Cristo e os apóstolos de hoje, este é um alerta para que nós cristãos voltemo-nos para as Escrituras e para que os líderes de hoje tomem os personagens bíblicos como exemplo para os seus ministérios, e não a “tendência do mercado”.
1. Os Apóstolos da Bíblia não ficaram milionários pela pregação do Evangelho:

Assim como um político é digno de desconfiança por somar quantias absurdas em dinheiro em pouco tempo de carreira, assim também um líder eclesiástico é merecedor de total desconfiança caso tenha enriquecido somente exercendo um cargo religioso, hoje os apóstolos possuem mansões, carros caríssimos, despesas milionárias, helicópteros, aviões, redes de comércio, gastam milhares em dinheiro em cirurgias plásticas, lipoaspirações e bobagens sem fim, tudo financiado com o dinheiro de quem “investe em missões”.

Jesus não enriqueceu pregando o Evangelho e sempre alertou seus seguidores quanto ao amor ao dinheiro, os apóstolos não despojavam a igreja para ter uma vida de ostentação, pelo contrário, muitas vezes passavam por privações financeiras, o que recebiam da igreja era o suficiente para viverem sem falta de nada para anunciarem a Cristo em lugares não evangelizados, mas o que vemos hoje é apenas o cumprimento das profecias que apontavam para pregadores que fariam comércio da Palavra de Deus (Mt 6:24, 8:20; 2 Co 6:4, 11:7-9; Fp 4:11-13; 2 C0 2:17; 2 Pd 2:1-3; At 20:29-35).

2. Os Apóstolos da Bíblia procuravam não dar escândalos em coisa alguma:

Paulo declarou na segunda epístola ao Coríntios, capítulo seis e versículo três: “Não dando nós nenhum motivo de escândalo em coisa alguma, para que o ministério não seja censurado.”

Este é um princípio básico para um verdadeiro cooperador de Jesus Cristo, nossas vidas devem ser irrepreensíveis para que tenhamos crédito diante dos ouvintes como embaixadores de Cristo (Tt 1:5-10), porém a cada dia vemos os apóstolos da atualidade envolvidos em escândalos policiais e políticos, com seus nomes estampados na mídia secular negativamente, trazendo vergonha a todos os que servem a Cristo, trazendo censura aos ministérios de milhares que não se dobraram a Baal, até quando os apóstolos das grandes denominações estarão envolvidos em escândalos envergonhando o Evangelho de Jesus Cristo? Até quando aceitaremos estes como representantes do Evangelho? Até quando teremos que engolir estes caras nas páginas policiais? Até quando eles usarão o Evangelho e a Cruz como emblema nas suas disputas políticas e comerciais?

3. Os Apóstolos da Bíblia pregavam a Sã Doutrina, elevavam a Pessoa de Jesus Cristo e defendiam a fé dos santos:

Todos os apóstolos sempre enfatizaram em seus ministérios a Obra do Cordeiro, nunca pregavam a si mesmos, mas promoviam a Cruz de Cristo, não se firmavam em meros recursos de oratória ou técnicas humanas de persuasão, mas enalteciam a grandeza da salvação que Deus havia realizado em prol de Seus eleitos, seus sermões eram bem fundamentados nas Escrituras e tinham sempre como foco a condução dos ouvintes a fé em Jesus, ao interesse nas coisas espirituais e ao desapego em relação às cobiças deste mundo, além disso, sempre que necessário estes se pronunciavam a fim de defender o ensino do Evangelho (At 2:14-47; 1 Co 1:23, 2:4-16; 2 Co 4:5; 1 Tm 6:6-19; Jd 3-4).

Em contraste, os apóstolos da pós-modernidade pregam heresias, abrem as portas da igreja para teologias nocivas aos fundamentos cristãos básicos para a profissão de fé no Evangelho, pregam novas visões, novas doutrinas, ensinam coisas que não estão nas Escrituras e a desprezam como se a Bíblia fosse uma forma ultrapassada de revelação. A moda é pregar a Teologia da Prosperidade, a Teologia Relacional, quebras de maldições, regressões espirituais, cirurgias espirituais, atos proféticos, bízimos, trízimos, água ungida, sal grosso consagrado, fogueira santa, ritos judaizantes de adoração, entre tantas outras coisas que não se fazem necessárias a fé cristã.

Conclusão

Poderia citar uma infinidade de outros motivos pelos quais não vejo como confiar nos atuais apóstolos “evangélicos”, mas acredito que estes são os motivos fundamentais, não há como defendê-los dos danosos ferimentos que estão causando no meio cristão, sei que há exceções, sei que também há coisas boas e sei que tem muita gente séria e compromissada com Deus nesse meio, e não quero ser injusto, mas jamais poderei concordar com certos aspectos.

Espero firmemente que Deus em Sua infinita misericórdia possa resgatar por Sua Graça a alguns “apóstolos” que já se desviaram do Evangelho de Cristo.

Deus vos abençoe!

Fonte

Título Original:  "3 Motivos pelos quais não dou créditos ao Movimento de Renovação Apostólica:" 

Osama Bin Laden morreu! Tenho motivos para me alegrar?



Hoje acordei conectando no Twitter para ver as ultimas noticias e me deparei com a manchete: “Morre Osama Bin Laden”.
Pude ler a alegria de muitos, em especial dos americanos que outrora foram vitimas no atentado de 11 de setembro onde centenas de pessoas morreram. Mas o que me chamou mas a atenção foi os cristãos festejando e celebrando a morte. Cristão ou fascista?
Li uma frase que interpreta muito bem o que penso a respeito: “Comemorar a morte de alguém é tão desumano quanto cometer um assassinato”.
De fato, entramos num tempo onde o amor de muitos se esfriariam, afinal convenhamos que celebrar a morte é banalizar a vida.
Faço um apelo aos cristãos que não deixaram a frieza ocupar seus corações: Oremos pelo Oriente médio, oremos pelo mundo árabe, oremos pelos nossos inimigos e pelos que nos prosseguem.  Cristo morreu por eles também! Aquele que não ama seu irmão não conhece a Deus, pois ELE é amor!

Que possamos entender que uma alma vale mais que o mundo inteiro, e que todos nós pecamos, os pecados de Osama não são maiores que o nosso!

Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos Ezequiel 33:11A

1 de maio de 2011

O bispo, a igreja e a prosperidade



Há exatos 14 anos e 83 edições a revista Ultimato estampava na capa uma nota de cem dólares. Em preto e branco e sem o auxílio luxuoso de um Photoshop, confesso que fiz. A capa. A matéria trazia o acertado título de “Quase tudo sobre a teologia da prosperidade”. O acerto está no “quase” e não exatamente na matéria. O que era ruim vai ficando pior.

Não é novidade que seções de descarrego, novenas, vale de sal, manto sagrado, entre outras ginásticas litúrgicas, são transmitidas ao vivo diuturnamente pela televisão — tirem as crianças da sala. Pode parecer, mas a onipresente Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) não está sozinha nem é a primeira a recorrer a tal expediente. Naquela edição de 1994, Ultimato perguntava: “Super-crentes ou Super-incrédulos — qual grupo cresce mais?”. 

A pergunta continua sem resposta. No entanto, com o lançamento da biografia do fundador e primaz da IURD (“O Bispo — a história revelada de Edir Macedo”, Editora Larousse), os milhares de fiéis e outros nem tanto podem conhecer melhor o que pensa (ou o que pensava) o líder de uma das igrejas que mais crescem no mundo. 

Às vésperas do lançamento da sua biografia, em entrevista (para assinantes) à “Folha de S. Paulo”, o dono da Rede Record “revela” um pouco do que se pode ler em sua biografia. No blog O tempora, o mores!, o escritor Solano Portela apresenta algumas considerações sobre a entrevista, especialmente em relação às declarações do bispo sobre aborto, homossexualismo e teologia. Para ele, “estamos testemunhando não uma convergência da IURD com o evangelicalismo, mas um afastamento gradativo ainda maior”. Vale a pena conferir a sua análise do discurso do bispo. 

1. Aborto: Não há base bíblica para as convicções éticas. Elas são formadas a partir de slogans e bandeiras sociológicas do liberalismo. Macedo cita a Bíblia apenas uma vez, fora de contexto, para provar um ponto que o texto não procura substanciar. A lógica de Macedo é falsa e traça conexões e ilações que não se sustentam: 

a. Macedo afirma que mulheres morrem ao tentar o aborto (essa premissa, é constantemente repetida, mesmo sem comprovação), portanto é legítimo assassinar crianças com tecnologia (conclusão moralmente errada), para que as mães não morram. 

b. Ele apresenta as crianças abandonadas como sendo fruto da ausência de aborto, em vez de uma conseqüência da irresponsabilidade dos pais (a sociedade que quer se preservar agirá nesse último ponto, educando todos os cidadãos a serem bons pais; criando oportunidades de sustento e emprego; etc.). 

c. Macedo infere que o repúdio ao abandono das crianças, leva necessariamente à aceitação do aborto (conclusão falsa, de que o aborto é a única opção a este mal social, e de que ele é moralmente neutro, e não condenável). 

d. Ele acusa que quem é contra o aborto não faz nada pelas crianças abandonadas (afirmação totalmente falsa: historicamente, os grandes orfanatos; os projetos de adoção; a assistência às mães jovens e solteiras foram implantados por segmentos da sociedade que são contra o aborto e não pelos que são a favor). Para Macedo, eliminar as crianças abandonadas, matando-as antes que nasçam seria a solução. Entretanto, essa é a forma mais cruel e imoral de resolver essa situação de abandono. 

e. Macedo diz que aborto é igual a planejamento familiar (essa é uma forma asséptica e indolor, de se referir ao aborto, favorita dos seus proponentes, porque anestesia a consciência e torna a questão acadêmica e palatável, em vez de ética. Os dois termos não são equivalentes). 

2. Homossexualismo: Edir Macedo, procurando dar a resposta que agrada à mídia, demonstra, na realidade, a própria rejeição que é enraizada em preconceito, porque não tem nem oferece base metafísica maior (bíblica) para sua posição. Quer ser politicamente correto e diz que aceita o homossexualismo, no entanto, ficaria “decepcionado”, se fosse um filho seu; e procuraria “ajudá-lo” (ajudar em que sentido? A ser aceito pelos demais? A se recuperar? Por que, se ele seria “aceitável”?). O cristão que firma suas convicções a partir das Escrituras, da Palavra de Deus, rejeita a prática porque a identifica como pecado, como disfunção de comportamento – e é claro nisso. Não a chama de “livre opção de vida” aceita por Deus, como faz Macedo; mas reconhece como uma “opção de vida” condenada por Deus – como várias outras o são. 

3. Cosmovisão da IURD: 

a. Visão deista/semi-intervencionista: Ao dizer que as crianças “não vêm pela vontade de Deus” e que “a criança gerada de um estupro” estaria fora do controle de Deus (“Não do meu Deus”, diz ele); e ao segregar a ação de Deus na doação da vida apenas “ao primeiro homem e à primeira mulher” sendo as demais crianças meramente “geradas por estes”; Macedo está na realidade adotando uma cosmovisão deista, ou seja: Deus iniciou a criação e deixou as situações e fenômenos naturais se desenrolando. Isso coloca Deus distante e não envolvido (supostamente resolvendo o dilema da responsabilidade) com as questões humanas. Mas como explicar a ênfase nos milagres e nas intervenções divinas, da IURD? É que esse “deismo seletivo”, não construído a partir dos dados da Bíblia, é limitado às situações convenientes. Ocasionalmente, Deus intervém, aqui e ali, consertando as coisas que o homem faz de errado, curando, restaurando relacionamentos. Para motivar Deus a fazer isso, é necessário, entretanto, intenso clamor e bastante fé, senão as coisas continuam como estão. 

b. Dualismo espiritual: Macedo diz, na mesma entrevista: “não tenho ódio de ninguém, senão do Diabo e de seus espíritos”. Entretanto, o reconhecimento de um Reino das Trevas, pela IURD, não se prende ao que as Escrituras revelam sobre o assunto. Há a absorção da visão popular de duas esferas que se degladiam, uma vez vencendo uma, outra vez a outra. Para se contrapor às hostes do mal, a IURD utiliza-se do procedimento de exorcismo e de outras atividades que emulam as encontradas exatamente pelos que são classificados como dominados pelos demônios. 

c. Práticas religiosas místicas: Na IURD, outros meios de conhecimento religioso são tão importantes quanto as Escrituras, daí as práticas estranhas à Palavra de Deus se misturarem com tanta intensidade na forma cúltica dos seus templos (peças de roupa, lugares santos, essencialidade da cura física, prosperidade como sinal inequívoco de aceitação divina, etc.). O resultado não é a religião verdadeira, mas um misticismo pagão com roupagem cristã. 

d. Pragmatismo: Como demonstrado nas palavras do Macedo, na entrevista, as convicções éticas, na IURD, são essencialmente pragmáticas. Avança-se aquilo que é considerado a tarefa messiânica do segmento com quaisquer parâmetros, afirmações, conexões ou práticas, desde que funcionem. Princípios não regem a prática, mas os objetivos, sim. Não há âncora metafísica maior (revelação) para estabelecimento da verdade. Daí a conformação com o que é politicamente correto, com o que agrada às massas. 

Fonte: Blog O tempora, o mores! 

O Grande Sumiço


Muita gente sumiu! Multidões desapareceram, nos Estados Unidos, bem como em todos os países do Oriente e do Ocidente. Todos os governantes deram a mesma desculpa: “Essas pessoas desaparecidas foram levadas para outro planeta, pois precisavam ser educadas, a fim de poderem viver neste novo regime espiritualista, sob as doutrinas da Nova Era. Elas eram audaciosas, rebeldes e intolerantes,  por isso atrapalhavam o nosso crescimento na espiritualidade contemplativa, por causa do seu fanatismo”.
Muita gente vai aparecer confirmando esta explicação, inclusive os porta-vozes de Hollywood, agências da mídia e líderes “cristãos” como Rick Warren, e  todos os políticos que visam exclusivamente “a paz mundial“.
As pessoas estão apavoradas, percebendo algo muito estranho no ar. Ora, se tudo que o governo diz é verdade, por que as crianças e os bebês também sumiram, visto como não se encontram na categoria dos rebeldes?  O que aconteceu de fato?
Muitas pessoas fazem pesquisas na Internet, em busca de possíveis respostas, mas a Internet está sobrecarregada e lenta demais, o que dificulta o acesso.  Além disso, há rumores de que o governo pretende bloquear o acesso à Internet, a fim de evitar especulações.
Vamos encarar a verdade! As estórias bíblicas que nossas avós nos contavam sobre o Arrebatamento, quando nos embalavam ao colo, estão se cumprindo. Não eram apenas “estórias”, mas profecias bíblicas escritas por homens inspirados pelo Espírito Santo. Os cristãos bíblicos sumiram! Os homens e mulheres que aqui ficaram terão de enfrentar um tempo calamitoso! Este período da história vai perdurar por sete anos, transformando a Terra num dantesco inferno de  tribulação, especialmente na segunda metade, a qual será chamada - A Grande Tribulação.
Quem lê e conhece a Bíblia está bem informado sobre o Apocalipse de João. Ele apresenta o Filho de Deus como o Alfa e o Ômega, o único que pode nos salvar de tantas desgraças e nos conceder a vida eterna. Quem não for arrebatado e permanecer na Terra, sem a presença do Espírito Santo, e quiser se entregar a Cristo, terá de fazê-lo ao custo da própria vida, formando, então, a grande multidão de mártires que se encontra sob o altar, conforme o Apocalipse 7:13-17. A lorota dos OVNIs acabou, pois Cristo veio, pessoalmente, arrebatar os Seus santos. Os que ficaram para trás são os que ainda não eram salvos, antes do Arrebatamento; por isso estão pagando agora o preço mais alto de suas vidas, comprando a salvação com o próprio sangue, porque a Era da Graça acabou.
O Anticristo vai ser mais cruel com os seus escravos do que Hitler foi com os judeus, no tempo do regime nazista. Quem ainda não se entregou a Jesus Cristo, que se apresse em fazê-lo. Satanás, o Anticristo e seus agentes (satanistas, incrédulos, hereges, feiticeiros, liberais) vão martirizar os novos convertidos, embora nunca possam liquidar as suas almas imortais. Quem não for arrebatado vai precisar de mais fé e coragem do que nós, que agora somos perseguidos como fundamentalistas fanáticos, mas ainda somos protegidos pela democracia social e religiosa.
O Apóstolo Paulo precisou encarar muitas dificuldades em sua vida de pregação do Evangelho da Graça e acabou sendo morto pelos inimigos de Cristo. Ele morreu; porém, mesmo depois de morto, tem falado mais do que Abel, através de suas epístolas, principalmente Gálatas, Efésios, Colossenses e Filipenses, as quais nos ensinam a viver uma perfeita vida cristã. Vamos adquirir o saudável hábito de ler, diariamente, as Epístolas de Paulo, para admoestação e esperança, pois...  “Como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam” (1 Coríntios 2:9 - ACF).

Mary Schultze, 01/05/2011 - www.maryschultze.com
Inspirado no texto de Grant Phillips - Multitudes Missing

Demônio que nada, pura frescura.

Demônio que nada, pura frescura.
Concordo com meu coordenador do curso de História em dizer – “ Não se ora nem jejua mais antes de escolher um lider, basta ele ter cabelo espetado e pinta de playboy”.
Nesse ultimo Domingo, um jovem me procurou e disse que não quer mais saber de igreja nenhuma.    “Mas porque ?” – perguntei a ele.
E ele respondeu – “toda vez que vou a uma igreja eu caio endemoniado. Uma vez o demonio está na cabeça me querendo deixar doido, no outro dia eu caio denovo, mas ai o demonio saiu da cabeça e foi para o pescoço, depois ele está na cabeça denovo, depois no estomago, figado, coluna, olho, mão, já chega, esse demonio está em todo lugar”.
Meu amigo, você não tem demonio coisa nenhuma.
“como assim não tenho demonio ?”
Jesus nos deixou o poder de expulsar demonios e curar enfermos certo ? Agora se eu tenho esse poder, eu posso fazer isso, concorda ?
Responda-me então ! É mais facil ficar expulsando demonio, entrevistando demonio tipo: “olha ai, seu demonio o que você quer com a vida dele, qual é seu nome, chupa-cabra, E.T. de varginha, sai em nome de “jesus”?”.      
É mais facil ficar com essas babaquisses ou visitar a pessoa e saber por que os demonios atuam na vida dela ? Entendeu ?
Ou seja, é muito mais facil ficar humilhando as pessoas e querer passar a impressão de santo homem de “deus”, do que tirar cinco minutos do meu dia fazer uma visita para essa pessoa e tentar ajuda-la. É muito mais facil pressionar as pessoas em dizimar do que perguntar se estão precisando de roupa ou uma cesta de alimentos. Há tá, é que se elas estiverem precisando ou passando necessidade a igreja não vai querer ajudar né, vai mandar a pessoa orar e colaborar com mais e mais dinheiro.
Resumindo: Você não tem demonio de nada querido, você é apenas o centro das atenções, você é usado para encher a igreja, atrair o público, todo mundo vai só para ver você se estribuchar no chão, entende ? 
Infelizmente o mundo gospel, (neopentecostal ou evangélico) vem se tornando conhecido pelo seu nanismo cultural, superficialismo ético, pragmatismo burguês e cinismo teológico.

Embora esse novo movimento continue embriagado com seus discursos triunfalistas, dá um tiro no próprio pé quando insiste em ter primazia sobre a Verdade e ser, ao mesmo tempo, motivo de chacota nacional. 
Infelizmente, convive com uma religiosidade sem compromisso com o passado, sem tradição, sem hereditariedade (sempre existem maldições em algum ancestral) e sem futuro. Os evangélicos não se enfastiam das novidades efêmeras, provisórias, e não se assustam com sua descontinuidade histórica.

Os neopentecostais desenvolveram uma espiritualidade “templista”, sem vínculos comunitários. Sacralizam-se os prédios, valorizam-se os mega ajuntamentos, mas não se promovem relacionamentos. As pessoas se sentem sozinhas e autônomas no meio de uma multidão. Vão à igreja como quem vai a qualquer lugar público, sem sentimento de pertencimento.

Para azeitar financeiramente sua máquina religiosa, o neopentecostalismo convive bem com misticismos e sabe dar explicações mágicas para a cruel realidade que o rodeia. Sua fé não precisa de racionalidade nem dialoga com as ciências sociais.
O movimento evangélico tornou-se refém do marketing e anseia dominar o mundo midiático. O autêntico testemunho evangélico se perdeu pela importância que o cenário televisivo ganhou como veículo de propagação da mensagem. Hoje o anúncio da fé fica em segundo plano, diante da força da imagem - que transforma tudo em simulacro.
Resultado: os neopentecostais se firmaram como um supermercado de serviços (e produtos) religiosos, e o fiel, percebido como um consumidor (anualmente acontece a Feira do Consumidor Cristão, jocosamente apelidade de "Expo-Babilônia").
Com um discurso competente e bem afinado com os desejos das massas, o neopentecostalismo tornou-se quase hegemônico, conseguindo esvaziar igrejas históricas e pressionar os antigos pentecostais a também adotarem seus métodos, que funcionam e enchem auditórios.
Vaidosos de sua fidelidade apostólica e gabolas de sua eleição como a “chuva serôdia”, os evangélicos já revelam seu triste fim: ser sal que não serve para salgar. Lamentavelmente!

“Quando o Homem não tem mais em quem colocar a própria culpa, diz: Isso é vontade de Deus".
Jeferson Queiroz

Beatificado pelos Bestificados


        Hoje, a alta hierarquia romana estará beatificando o Papa JP2, por um motivo muito especial. Ele completou mundialmente a obra iniciada por João XXIII e continuada por Paulo VI (Observem que ele usou o nome dos dois - João e Paulo), que foi a de engodar os protestantes do mundo inteiro, que antes eram chamados “hereges” e passaram a ser chamados “irmãos separados”. Os protestantes deixaram de protestar contra os erros históricos e doutrinários, praticados pela hierarquia romana durante tantos séculos, caindo aos pés do papa JP2, rendidos ao seu charme de andarilho universal.  Os “santos” católicos não são beatificados e canonizados porque serviram a Cristo (conforme os iludidos imaginam), mas porque serviram à sua igreja apóstata. E como “um abismo chama outro abismo” (Salmo 42:7), os protestantes começaram a simpatizar com os papas romanos e caíram no “conto do vigário de Cristo”, conforme o objetivo do Concílio Vaticano II.
        Poucos sabem que, se a ICAR voltar a dominar o mundo (através da Religião Mundial, o que pode acontecer até o ano 2017, quando a Reforma estará completando 400 anos), ela vai pedir contas a todos os protestantes e evangélicos do prejuízo que estes lhe causaram, pregando o Evangelho de Cristo, em vez do evangelho de Roma. A mulher montada na besta (Apocalipse 17-18) não perdoa; ela mata. Muitas cabeças vão rolar (quando a ICAR estiver no controle mundial), pelo crime de crer e obedecer à Palavra de Deus, que ela simplesmente odeia.
A Bíblia Católica faz emendas propositadas em alguns versos, a fim de respaldar as suas heresias. Por exemplo, em Romanos 4:5, lemos pela Bíblia FIEL (igual à melhor versão do mundo, a BKJ) o seguinte: “Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça”. A Bíblia católica, tentando respaldar as obras como condição sine-qua-non de salvação, diz assim: “Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, credita-se-lhe a fé na conta de justiça”, ou seja, a fé tem apenas uma parte do valor na obra da salvação. Este é um pequeno exemplo das distorções que se encontram nas bíblias católicas.
        Em 1997, quando JP2 veio ao Brasil, escrevi umas trovas a respeito dele. Pois não é que a Mídia enviou dois repórteres aqui em minha casa, a fim de que eu confirmasse o conteúdo dos meus versos? Na véspera, os jornais haviam dado a notícia de que o Arcebispo do RJ iria processar todos os que tentassem “atrapalhar” a visita do papa e fui encaixada no grupo dos arruaceiros. Confirmei tudo, aguardei a ordem de prisão, a qual não chegou, até hoje.
        A especialidade da ICAR é usar o medo do castigo temporal, na Terra e no purgatório, e do castigo eterno, no inferno, para quem ousa discordar de suas heresias seculares. Fui criada e permaneci nesta Babilônia até os meus 48 anos de idade e não me converti escutando a pregação de pastor algum, mas lendo o Novo Testamento, dezenas de vezes, até tomar uma decisão definitiva de abandonar a ICAR e seguir apenas a Palavra de Deus. Claro que fui perseguida, quando alguns católicos do bairro onde eu morava foram até a minha casa, atirando pedras em minha janela e deixando um cartaz com ameaças. Mas continuo viva, o que significa que o Senhor tem uma obra que eu devo realizar e enquanto ela não for completada, continuarei viva, pela Sua eterna graça  e misericórdia.
Todos nós seremos julgados pela Palavra de Cristo (João 12:48) e não pretendo enfrentar o julgamento divino sem amar a Sua Palavra, pois se ela vai ser o meu Juiz, preciso estar em bons termos com a mesma. Se Jesus é o Verbo encarnado e a Bíblia é Jesus encadernado, fico com Ele e ela, ou seja, me apego à Bíblia, a fim de permanecer em Cristo.
JP2 vai ser beatificado pelos bestificados, que acreditam na sua santidade. Mas, pessoalmente, eu creio que ele está gemendo nas chamas infernais, mesmo tendo sido um homem simpático e bondoso, do ponto de vista humano. Ora, se ele usurpou o lugar de Cristo, autonomeando-se “um outro Cristo” e usando uma coroa que somente Cristo tem o direito de usar, deve estar pagando agora os seus pecados, pois não foi lavado no Sangue do Cordeiro. Ele deixou de confiar somente nAquele que salva, sem a ajuda de Sua Mãe e de outros “santos” católicos. E muitos dos “santos” nos quais ele confiou já estão, há séculos, confinados ao “seu próprio lugar”, fazendo companhia ao seu precursor,  Judas Iscariotes.

Mary Schultze, 01/05/2011 - www.maryschultze.com.