25 de novembro de 2012
Como seria a parábola do "Bom" Samaritano hoje em dia...
“O Bom Samaritano“ = “O Bom Travesti“
E perguntaram a Jesus: “Quem é o meu próximo?“ E ele lhes contou a seguinte parábola:Voltava para sua casa, de madrugada, caminhando por uma rua escura, um garçom que trabalhara até tarde num restaurante. Ia cansado e triste. A vida de garçom é muito dura, trabalha-se muito e ganha-se pouco. Naquela mesma rua dois assaltantes estavam de tocaia, à espera de uma vítima.
Vendo o homem assim tão indefeso saltaram sobre ele com armas na mão e disseram: “Vá passando a carteira“. O garçom não resistiu. Deu-lhes a carteira. Mas o dinheiro era pouco e por isso, por ter tão pouco dinheiro na carteira, os assaltantes o espancaram brutalmente, deixando-o desacordado no chão.Às primeiras horas da manhã passava por aquela mesma rua um padre no seu carro, a caminho da igreja onde celebraria a missa. Vendo aquele homem caído, ele se compadeceu, parou o caro, foi até ele e o consolou com palavras religiosas: “Meu irmão, é assim mesmo. Esse mundo é um vale de lágrimas. Mas console-se: Jesus Cristo sofreu mais que você.“
Ditas estas palavras ele o benzeu com o sinal da cruz e fez-lhe um gesto sacerdotal de absolvição de pecados: “Ego te absolvo...“ Levantou-se então, voltou para o carro e guiou para a missa, feliz por ter consolado aquele homem com as palavras da religião.Passados alguns minutos, passava por aquela mesma rua um pastor evangélico, a caminho da sua igreja, onde iria dirigir uma reunião de oração matutina. Vendo o homem caído, que nesse momento se mexia e gemia, parou o seu carro, desceu, foi até ele e lhe perguntou, baixinho: “Você já tem Cristo no seu coração? Isso que lhe aconteceu foi enviado por Deus! Tudo o que acontece é pela vontade de Deus! Você não vai à igreja. Pois, por meio dessa provação, Deus o está chamando ao arrependimento. Sem Cristo no coração sua alma irá para o inferno. Arrependa-se dos seus pecados. Aceite Cristo como seu salvador e seus problemas serão resolvidos!“ O homem gemeu mais uma vez e o pastor interpretou o seu gemido como a aceitação do Cristo no coração. Disse, então, “aleluia!“ e voltou para o carro feliz por Deus lhe ter permitido salvar mais uma alma.
Uma hora depois passava por aquela rua um líder espírita que, vendo o homem caído, aproximou-se dele e lhe disse: “Isso que lhe aconteceu não aconteceu por acidente. Nada acontece por acidente. A vida humana é regida pela lei do karma: as dívidas que se contraem numa encarnação têm de ser pagas na outra. Você está pagando por algo que você fez numa encarnação passada. Pode ser, mesmo, que você tenha feito a alguém aquilo que os ladrões lhe fizeram. Mas agora sua dívida está paga. Seja, portanto, agradecido aos ladrões: eles lhe fizeram um bem. Seu espírito está agora livre dessa dívida e você poderá continuar a evoluir.“ Colocou suas mãos na cabeça do ferido, deu-lhe um passe, levantou-se, voltou para o carro, maravilhado da justiça da lei do karma.O sol já ia alto quanto por ali passou um travesti, cabelo louro, brincos nas orelhas, pulseiras nos braços, boca pintada de batom. Vendo o homem caído, parou sua motocicleta, foi até ele e sem dizer uma única palavra tomou-o nos seus braços, colocou-o na motocicleta e o levou para o pronto socorro de um hospital, entregando-o aos cuidados médicos. E enquanto os médicos e enfermeiras estavam distraídos, tirou do seu próprio bolso todo o dinheiro que tinha e o colocou no bolso do homem ferido.
Terminada a estória, Jesus se voltou para seus ouvintes. Eles o olhavam com ódio. Jesus os olhou com amor e lhes perguntou: “Quem foi o próximo do homem ferido?“
(Correio Popular, 21 de julho de 2002)
Fonte: http://www.marcioduran.com.br/2009/08/como-seria-parabola-do-bom-samaritano.html
24 de novembro de 2012
22 de novembro de 2012
Aos santarrões de plantão!
Por Hermes C. Fernandes
Já no começo Ele mostrou a que veio. Escolheu nascer numa família
humilde e em circunstâncias que poderiam ser, no mínimo, consideradas
suspeitas. Definitivamente, Jesus não combina com preconceito.
Poderia ter nascido num palácio, mas preferiu nascer entre os animais,
acolhido numa manjedoura em vez de num berço de ouro. Definitivamente,
Jesus não combina com preconceito.
Ainda bebê, recebeu presentes de magos estrangeiros que não professavam a
religião dos Seus pais (“magos” é um eufemismo para “bruxos”). Por que
hoje Ele discriminaria quem O quisesse louvar, ainda que não pertencesse
ao Seu povo? Definitivamente, Jesus não combina com preconceito.
Já adulto, foi inusitadamente banhado pelo perfume de uma dama da noite,
adquirido no exercício de sua atividade.
Jamais Se incomodou por ser flagrado andando publicamente na companhia
delas e de outros de moral duvidosa. Será que hoje Ele ficou mais
seletivo? Definitivamente, Jesus não combina com preconceito.
Nunca usou termos pejorativos para tratar leprosos, mendigos, excluídos,
eunucos. Por que alguns dos Seus seguidores insistem em usá-los. Não
consigo imaginá-lo chamando alguém de “gay aidético”, ou de "leproso
imundo". Ele sempre foi um gentleman. Tratava com dignidade a qualquer ser humano. Definitivamente, Jesus não combina com preconceito.
Ele foi capaz de elogiar publicamente a manifestação da fé de um oficial
do exército do império que ocupava Sua terra. Mesmo sabendo que aquele
homem provavelmente era devoto de muitos deuses, Ele não recriminou,
mas admirou sua devoção ao criado enfermo. Definitivamente, Jesus não
combina com preconceito.
Ele escandalizou Seus conterrâneos, ao usar uma figura por eles
desprezada para ser o principal personagem de algumas de Suas parábolas.
Para Ele, mesmo um samaritano era capaz de surpreender o mundo com
atitudes dignas e motivadas por amor. Definitivamente, Jesus não combina
com preconceito.
Ao escolher Seus discípulos, não os censurou por suas ideologias. De
fato, entre eles havia publicanos, zelotes e até fariseus, abrangendo
todo o espectro ideológico da época. Por que alguns dos Seus seguidores
apaixonam-se de tal maneira por certas ideologias, que acabam
demonizando os que pensam diferente? Definitivamente, Jesus não combina
com preconceito.
Ao ressuscitar, Ele quebrou todos os protocolos ao aparecer antes às
mulheres e enviá-las como portadoras da boa nova aos demais discípulos.
Por incrível que pareça, ainda há quem se diga discípulo d'Ele e que
pensa que a mulher não deve ter oportunidade no ministério. Parece que
Jesus vivia bem à frente do Seu tempo e por isso, jamais combinou com
preconceito.
Paulo, um dos Seus mais proeminentes discípulos, fez eco ao que aprendeu
do seu mestre. Tanto que foi capaz de citar poetas seculares em seu
discurso, revelando estar desprovido de qualquer espírito
discriminatório. Haveria algum erro em citar poetas seculares atuais?
Será que isso nos desqualificaria como pregadores? Definitivamente,
Jesus não combina com preconceito.
Jesus só demonstrou intolerância para com os intolerantes, aqueles que
se achavam tão santos, que ao subirem ao templo para orar, ousavam
declarar não serem tão pecadores como os outros. Estes não foram
poupados de Suas duras e severas críticas. Com a mesma severidade com
que julgaram, foram julgados. Para estes, Jesus tinha adjetivos muito
especiais, tais como hipócritas, “raças de víboras” e “geração adúltera”
(equivalente mais polido de um xingamento muito usado em nossos dias).
Definitivamente, Jesus não combina com preconceito, muito menos com
intolerância.
Aos xerifes da vida alheia, uma linda canção do "gay aidético" (foi
assim que um deles se referiu ao Renato Russo). Vocês envergonham o
Evangelho com esta postura preconceituosa extremista. Que Deus tenha
misericórdia de suas almas (refiro-me tanto ao que escreve, quanto aos
que compactuam com suas ideias, ao Severo e aos severistas).
Larga de ser severo, amigo! Ou seja severo consigo, porém compassivo com
os demais. Imagine se Jesus resolvesse implicar com o cumprimento dos
seus cabelos! Lembre-se: somente os misericordiosos alcançarão
misericórdia. Os severos alcançarão severidade.
Fonte: http://www.hermesfernandes.com/2012/11/aos-santarroes-de-plantao_22.html
Crente da lojinha (R$ 1,99)
Criatividade em alto com essa povo...
Olhem isso e acompanhe a letra !
Olhem isso e acompanhe a letra !
Crente da Lojinha (R$1,99)
Coro(2x)
Sai,sai,sai saia da promoção
Sai,sai,sai saia da promoção
Seja um crente de valor
Glorifique ao senhor
Toma jeito irmão
De R$1,99 é o crente andorinha
Hoje está na sua igreja
Amanha já está na minha
Ele não tem paradeiro
Vivi pra la e pra cá
Isso é crente da lojinha
Você pode acredita
De um e noventa e nove
É o crente sem compromisso
Sua fé fica mais forte quando vê jogo do bicho
É chegado na caninha
Pra ele tudo é normal
Isso é crente da lojinha
Meu irmão não leve a mal
De um e noventa e nove
É o crente fofoqueiro
Tem dom de língua cumprida
E conversa o dia inteiro
Fala mal de todo mundo
Nunca vi tanta besteira
Esse crente da lojinha
Já encheu a prateleira
De um e noventa e nove
É o crente avarento
Ele tem mais ninguém vê
Pois só vive escondendo
Quando da uma moedinha
Pede o troco pra ir embora
Esse crente da lojinha
Você encontra toda hora
De um e noventa e nove
É o crente namorador
Onde chega arumá uma
Finge mais do que ator
Quando vê moça bonita
Fica todo assanhado
Esse crente da lojinha
Meu irmão tome cuidado
21 de novembro de 2012
Um quase relacionamento
11/21/2012 11:30:00 AM
namoro cristão, Pensamentos de Cristãos, Post Hermes, relacionamento
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Todos nos já tivemos uma queda por alguém. Já nos envolvemos, gostamos sofremos de uma "apaixonite" e etc.. mais com quantas pessoas nos relacionamos ?!
Quando falamos que vamos namorar, que vamos engrenar para um noivado, casamento precisamos nos relacionar.
Quantas pessoas sofrem com seus namoros hoje por falta de relacionamento ? Não estou falando de relacionamento sexual, pois isso só será proveitoso por hora, pois uma hora o efeito do sexo acaba, e volta tudo como estava.
Se relacionar com quem você namora é isso que precisa, ter sua namorada(o) como seu amigo, alguém que você pode contar.
Tem pessoa que namora sozinha, já viu isso ?! Fala sozinha, marca os encontros sozinha, planeja tudo sozinha.. porque a outra pessoa está ocupada demais pensando nela mesma.
Relacionamento é algo sério, se relacionar é colocar as coisas em comum, dividir experiências e se conhecer.
Tudo o que escrevo aqui são coisas que vivo. O meu relacionamento era um relacionamento firme, hoje virou um quase.. pois falta a relação, por culpa nossa (mais estamos abrindo mão de muita coisa para voltar a ser melhor do que era). Porém ela é uma pessoa que eu sei que posso contar.
Quer um exemplo: Tive um desentendimento com meu pai ontem, (peço que orem por ele, pois está entrando em depressão) e para onde eu fui ? Para a porta da casa dela, fiquei lá esperando 1 hora ela chegar do Curso só para poder chorar e ganhar um abraço, e elá estava ela sem saber o que tinha acontecido enxugando as minhas lágrimas.
Se o seu namoro, virou um quase relacionamento cheio de brigas, oscilações de amor e aquele monte de coisas negativa quero te dizer uma coisa. Deus pode restaurar isso, assim como Ele restaura famílias. Só que você tem que querer que Ele faça isso, que ele transforme desde a sua personalidade ao seu jeito de se relacionar com a pessoa que você ama.
Se você não está disposto a mudar pela pessoa, melhor terminar. Se caso esteja veja essa postagem Se eu quero, eu posso
- Mudar por alguém que se ama é o melhor sacrifício que podemos fazer. (desde que a outra pessoa queira se sacrificar também)
Deus abençoe o seu relacionamento.
Postagem do dia 18/09/2012 - www.pensamcristaos.blogspot.com
@Pensam_Cristaos && @Hermes_Silvaa
20 de novembro de 2012
Feliz dia da conciência negra...
![]() |
A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.
A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
Passo a observá-los. O pai, depois
de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se
para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe
limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do
garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para
atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade
de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem
atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho -- um bolo
simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
A negrinha, contida na sua expectativa, olha
a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não
começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um
discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira
qualquer coisa.
O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha
aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha
aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
Texto extraído do livro "A Companheira de Viagem", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1965, pág. 174.
Eu não quero o dia da consciência negra
11/20/2012 11:05:00 AM
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Dia da consciência negra, cotas para negros, isso não resolve o problema do racismo, se bobear até o acentua, negros não são um povo a parte, que deve ser honrado no Brasil, ele são a própria história do Brasil, criar uma politica de inclusão, é tapar sol com a peneira, é politica do pão e circo, é disfarce pras falcatruas do governo, se todos tivessem iguais condições de vida, de estudo e saúde, isso não precisaria existir, mas é mais fácil maquiar que resolver...
Quer acabar com o Racismo, me chame pelo meu nome, não pela minha cor, eu paro de te chamar de branco, você para de me chamar de negro, e fica tudo certo, porque meu caráter e o seu, não está na nossa cor de pele, mas nas nossas atitudes...
Antes que alguém questione, eu sou negro, e não quero um dia da consciência negra, podiam criar quem sabe, um dia da consciência universal, onde todos se tratariam como irmãos, independente da cor, classe social e etc...
Pra terminar fico com Bob Marley nessa:
Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra.
Lennon Carvalho, Fazendo parte de uma geração eleita...
19 de novembro de 2012
PARA CONHECER O AMOR DE DEUS?
Algumas
vezes, ouço alguém questionar o amor de Deus. Se para mim o amor de Deus parece
óbvio deve ser porque em minha caminhada de vida – desde a infância até os meus
dias atuais – sempre estive cercado de amor. Tive uma mãe e um pai amorosos,
tias que devotaram carinho, amor e atenção e, irmãos e irmãs, sobrinhos e
sobrinhas que cresceram comigo em um clima de fraternidade, afeto e amor.
Reconheço,
no entanto, que há muitos que não experimentaram esse grau de amor, cumplicidade
e fraternidade em suas vidas, bem como o fato de que estar cercado de amor não
nos impede de errar e tomar certos caminhos que parecem bons, mas que conduzem
a morte e ao engano. Ser cercado desse tipo de amor não impede de que possamos
nos envolver em drogas, prostituição, bebedeiras e em outras formas de
sentir-se livre quando se está aprisionado.
E
nessas prisões que estamos inseridos a nossa visão se turva e não conseguimos
enxergar ou compreender o amor de Deus. Alguns me dizem: “Deus mandou dizimar
povos inteiros e matar crianças e animais, que amor é esse?”. Outros, como um
comediante ateu norte-americano, acredita que Deus é um manipulador. Para alguns,
Deus é uma ideia! E há outros que fazem de Deus um incômodo, afirmam que Ele
não existe, mas vive remoendo e atacando a igreja arguindo que é uma força
opressora, sem enxergar que a sua própria maneira de agir com violência
verborrágica é ainda mais opressora. São muitas imagens que o homem construiu
para o Deus que escolheu não ser representado por nenhuma delas.
Para
eles é difícil compreender o amor de Deus. Deus não é um facínora, nem um
genocida, Deus é simplesmente Deus. Dentre os seus muitos atributos, nós o
entendemos como justo e como santo. Pois bem, em sua santidade, Deus não se
obriga para como nenhum de nós e quando o faz, decide assim fazê-lo em amor.
Decide fazê-lo demonstrando o seu amor por aqueles a quem escolheu. Mas essa
escolha não é injusta!?!? Se você me apontar um ser humano que não tenha
defeitos, que não seja capaz de fazer o mal, que nunca tenha se corrompido com
seus próprios prazeres, certamente te diria que Deus é injusto! Mas se não
existe tal pessoa, Deus é justo e, assim sendo, está acima de nossa natureza
transgressora e decadente.
Em
verdade, sou tentado a afirmar que o mundo de hoje está tão carente, tão vazio
de amor que se tornou incapaz de compreender o amor de Deus. Estamos tão
cercado de atrocidades, de crimes inacreditáveis, da banalização da vida, dos
sentimentos, da família, da beleza, da moralidade. Essa geração é uma geração
estética, que aprecia mais a superfície que a profundidade, que proclama o carpe diem e não o projet de la vie (de Jean-Paul Sartre). Não pensamos no amanhã, mas
apenas no agora, no imediato. Queremos viver tudo de uma só vez, ao invés de
planejarmos viver uma vida inteira. Como afirmou Renato Russo, somos a geração
do “o pra sempre sempre acaba”.
Não
se pode pedir a um mundo imerso na violência, na impunidade, nas mais diversas
formas de corrupção que compreenda o sublime amor de Deus.
“E, por se
multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.” (Mateus 24;12), muitos já esfriaram e, com
isso, perderam a fé. Acusam Deus de ser indiferente por permitir tais
atrocidades e concluem, sem a solidez da argumentação científica, que por essa
razão Deus não existe. É mais fácil ignorar as próprias culpas e encontrar um
bode expiatório. Mas como nos permite concluir, a partir das leituras do
polonês Zigmunt Bauman, somos uma geração de imediatistas, de uma crítica desdentada,
incapaz de tomar uma atitude para transformar a realidade social pela qual
todos somos responsáveis. Entretanto, como cobrar daqueles que se escondem por
trás de uma imagem de inteligentes, intelectuais, mas esbarram que é mais
correto encher a cara, fumar um baseado e se afirmam mais livres que aqueles que
buscam em Deus a sua satisfação e liberdade? Quem está a enganar quem?
Procuramos em Deus o amor que nos liberta e aqueles que
realmente mergulham com intensidade nesta busca é verdadeiramente livre. Não me
refiro aos que mergulham na institucionalização, na religiosidade, no
formalismo, no dualismo ignorante e sectário pautado no dualismo pode/não pode.
Deus não tem nada com isso! Deus é gracioso e a graça é a expressão maior de
Seu amor e foi manifesta na ousadia e extremismo da crucificação.
Culturalmente, a cruz no século I era a pior humilhação a que
um homem poderia ser submetido, mas Deus não poupou a si mesmo ao entregar Seu
único filho e lançar sobre toda a ira reservada para nós que somos falhos,
pecadores e merecedores de Sua ira. Jesus foi humilhado, torturado e morto por
uma culpa que não tinha, condenado por um pecado que era meu e seu. Ele é nosso
redentor, nosso salvador, nosso libertador.
A redenção é o pagamento feito para libertação de um escravo.
Na antiguidade, quando alguém era tomado por escravo, poderia livrar-se de sua
condição se um parente pagasse a sua dívida. Esse parente ou benfeitor era
conhecido como resgatador ou redentor. Tomando por referência o
direito romano, sabemos que o escravo é res,
é instrumenta vocalia (uma coisa que
fala) e não persona (pessoa), ou
seja, não há como o escravo que é uma coisa, possa voltar a ser pessoa. Por isso,
o redentor comprava o escravo para um deus, o que significa que a sua liberdade
era sinônimo de servidão a um determinado deus. Se Jesus é nosso redentor, isso
significa dizer que ele nos resgatou da escravidão do pecado para sermos
escravos do Deus Todo-Poderoso (Romanos 6:18), e não há liberdade real fora
dEle.
A nossa salvação se opera no plano interior, pois somos
salvos de nós mesmos, somos salvos de uma natureza frívola e entregue as
próprias paixões, inflamada e desejosa pelo mal. Nunca vi ninguém morrer de
oração, mas vejo todos os anos muitos morrerem por causa do cigarro. Nunca vi
famílias serem destruídas pelo amor, mas já vi e vejo muitas destruídas pelas
drogas e pelo álcool. Nunca vi acidentes provocados por alguém estava indo ou
voltando para igreja, mas vi e vejo muitos provocados por pessoas embriagadas
voltando de farras e festas. Vemos famílias e pessoas inocentes sendo mortas
pelos erros e pelas inconsequências de uma vida distante da Verdade, mergulhada
na ilusão e na alienação de uma liberdade irresponsável, inconsequente e
imediatista.
As pessoas nunca se sentiram tão livres para amar. O sexo é
coisa fácil. Uma vez perguntaram a um morador de uma cidade no sertão
nordestino se havia por ali algum bordel e o morador respondeu: “Tem mais
não... as ‘menina’ num deixa! Elas tão dando tudo de graça!”. Ninguém preserva mais o seu corpo, pois isso é
retrógado, é caretice! Coisa ultrapassada! E para que muitos não acreditam que
isso não é generalizado, ouço pessoas na igreja pensar do mesmo modo. Se eu
amo, eu quero e se eu quero, eu faço. Não há freios, não há limites. E o que nós
encontramos, pessoas decepcionadas, que algumas vezes se sentem desvalorizadas.
Encontramos pessoas descartáveis, vivendo relacionamentos descartáveis e
proclamando e perpetuando a seus filhos e filhas a irresponsabilidade, a inconsequência,
a ausência de moralidade e ética, e a ideia de que ser livre é fazer o que se
quer, mesmo que isso implique em destruir lares, em destruir seu corpo, em
ferir pessoas, em frustrar expectativas.
É triste constatar que a igreja não está livre de tais
coisas. Há muitos na igreja que não compreendem o amor de Deus. Pessoas que se
tornaram tão religiosas a ponto de se acharem boas. Pessoas que estão tão
feridas que são incapazes de perdoar. Em muitos aspectos são diferentes
daqueles que estão no mundo. Vivem uma religiosidade superficial e moralista,
que enfatiza um conjunto de regras, a perceber ou mergulhar na graça de Deus. Pessoas
que afastam, que destroem as pontes, ao invés de servir como pontes para que as
pessoas atravessem o abismo que as separam do Senhor. Pessoas que pensam o mal
e que em seus corações estão ocultas as paixões e desejos carnais. Pessoas para
quem o profeta falou: “Lava o teu coração da malícia,
ó Jerusalém, para que sejas salva; até quando permanecerão no meio de ti os
pensamentos da tua iniquidade?” (Jeremias 4:14).
Não raro vemos pessoas que
buscam a igreja ou ao Senhor para aliviar as suas tenções e não para mudar as
suas vidas. Se apegam ao conforto que uma boa igreja causa a sua consciência
pesada, mas quer em suas atitudes, quer em seus valores apregoam e se dedicam
as mesmas transgressões. Não mudança sincero, não há entrega, mas tão somente
uma presença vazia, um número a mais, um corpo presente. São os cristãos comedores
de fast food, experimentam, mas não
se saciam. Comem, mas permanecem desnutridos. A. W. Tozer escreveu: “Ninguém
pode ‘experimentar’ Jesus. Ele não está à disposição de ninguém para ser
testado. Cristo não está sob teste. Você está. Eu estou. Ele não!”. Muitos não
compreendem essa verdade e continuam acreditando que estão com Deus, mesmo
quando é apenas Deus quem deseja estar com eles.
Não há cristianismo sem
mudança, sem conhecimento ou sem profundidade. E a ignorância nos faz envergonhar
o evangelho de Cristo e nos faz viver e sofrer a perseguição – que muitos
precipitados acreditam ser um sinal de um caminho certo – pelos nossos desvios
e devaneios que pela verdadeira pregação do Evangelho de Jesus Cristo. A esse
respeito, são contundentes e esclarecedoras as palavras de Nicodemus: “O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios que a palavra da
cruz é loucura para a mente carnal e natural, para aqueles que estão perecendo
(1Co 1:18, 21, 23; 2.14; 3.19). Ele mesmo foi chamado de louco por Festo quando
lhe anunciava esta palavra (Atos 26.24). Pouco antes, ao passar por Atenas,
havia sido motivo de escárnio dos filósofos epicureus e estóicos por lhes
anunciar a cruz e a ressurreição (Atos 17:18-32). O Evangelho sempre parecerá
loucura para o homem não regenerado. Todavia, não há de que nos envergonharmos
se formos considerados loucos por anunciar a cruz e a ressurreição. Como Pedro
escreveu, se formos sofrer, que seja por sermos cristãos e não como assassino,
ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outros
(1Pedro 4.15-16). [...]Infelizmente os evangélicos - ou uma parte deles
- não deu ouvidos às palavras de Paulo, de que é válido tentarmos não parecer
loucos. Existe no meio evangélico tanta insensatez, falta de sabedoria,
superstição, coisas ridículas, que acabamos dando aos inimigos de Cristo um pau
para nos baterem. Somos ridicularizados, desprezados, nos tornamos motivo de
escárnio, não por que pregamos a Cristo, e este, crucificado, mas pelas
sandices, tolices, bobagens, todas feitas em nome de Jesus Cristo. [...]
Infelizmente os evangélicos - ou uma parte deles - não deu ouvidos às palavras
de Paulo, de que é válido tentarmos não parecer loucos. Existe no meio
evangélico tanta insensatez, falta de sabedoria, superstição, coisas ridículas,
que acabamos dando aos inimigos de Cristo um pau para nos baterem. Somos
ridicularizados, desprezados, nos tornamos motivo de escárnio, não por que
pregamos a Cristo, e este, crucificado, mas pelas sandices, tolices, bobagens,
todas feitas em nome de Jesus Cristo.”
Talvez
por essa razão, Charles Swindoll escreveu A
Igreja Desviada, exortando a igreja a reencontrar o caminho da Palavra de
Deus. Precisamos de um reforma para assim reformarmos o mundo. Precisamos compreender
as verdades mais básicas do Evangelho, como a graça, o perdão e o amor de Deus.
Mas
mesmo dentro da igreja, muitos não tem se deixado conduzir pelo amor de Deus e
tem deixado de amar o perdido a ponto de conhecer a Palavra de Deus para anuncia-la,
de amar a igreja – não a denominação ou a instituição assim chamada – a ponto
de lutar por ela. Não tem sido grato pela cruz e se entregado totalmente ao Senhor,
mas tem frequentemente aberto concessões que tornam demasiadamente perigosa a
caminhada.
Somos, em muitos momentos, uma
igreja que ilumina caminhos tortuosos, enlameados e inseguros, ao invés de que
indicar, sinalizar e apontar o caminho íngreme, mas seguro ao Trono do Rei dos
Reis. Em Cartas do diabo ao aprendiz,
C. S. Lewis escreveu: “Com efeito, a estrada mais segura para o inferno é
aquela ladeira gradual e suave de chão macio, sem curvas acentuadas, sem marcos
de quilometragem e sem placas de sinalização.” Uma estrada que não indica nada,
que não alerta para os perigos, que não mostra as curvas acentuadas, os desvios
ou a direção a ser tomadas em suas muitas bifurcações, mas parece sempre agradável,
retilínea, rápida e segura.
A igreja precisa acordar da
letargia e despertar para a necessidade que nós e o mundo tem de ser amado e de
viver – não experimentar – o profundo amor de Deus que se materializou no
caminho ao Calvário e que se consolidou na cruz de Cristo. Precisamos ter a
ousadia de orar poderosamente com o apóstolo Paulo: “Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus
Cristo,
Do qual toda a família nos céus e na terra toma o
nome,
Para que, segundo as riquezas da sua glória, vos
conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior;
Para que Cristo habite pela fé nos vossos
corações; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, Poderdes
perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o
comprimento, e a altura, e a profundidade, E conhecer o amor de Cristo,
que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de
Deus. Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais
abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós
opera,
A esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em
todas as gerações, para todo o sempre. Amém.” (Efésios 3:14-21).
O meu convite a
você é de refletir sobre quem você é diante de Deus, sobre o que você tem feito
com a sua vocação (a de ser santo) e, acima de tudo e ante de tudo, se você tem
compreendido, abraçado, vivido e transmitido o amor de Deus sobre ti e sobre o mundo
que vos cerca. Mais uma vez afirmo, o mundo está tão carente de amor que se
tornou incapaz de compreender o amor de Cristo. O mundo nos olha e não ver esse
amor, porque muitos ainda têm vivido em suas próprias redomas e para seus
próprios desejos que se esqueceram que o mundo espera e anseia por aqueles que
o amem e que façam diferença em suas vidas. O mundo espera por mim, o mundo
espera por você!
Mamanguape, 12 de novembro de 2012.
Fonte: http://ivandromenezes.blogspot.com.br/
IGREJA SEM PROPÓSITO
Por Ricardo L. Ferreira
Qual
é o propósito da Igreja? Qual o sentido da sua existência? Bem, a
Bíblia nos dá alguns dos objetivos pelos quais a Igreja existe.
"... Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas." (Marcos 16.15/NVI)
"Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações..." (Mateus 28.19/NVI)
Esses versículos nos mostram quais são os principais motivos da existência da Igreja: pregar o Evangelho à todos; fazer discípulos, ou seja, discipular, ensinar; e ser, na terra, as testemunhas de Cristo. Com certeza, na Bíblia, temos outros versículos que falam do propósito da Igreja mas, creio que esses resumem bem qual é tal propósito. Agora, em uma breve observação, analisaremos se estamos cumprindo com estes propósitos e é lógico que não será preciso estender-se muito para constatar que, de modo geral, a negativa é verdadeira. Sobre pregar, pelo menos aqui no Brasil, a pregação está em quase todos os lugares como rádio, televisão, internet, etc. Mas, não a pregação do Evangelho genuíno e sim um "pseudoevangelho", focado no materialismo e no egocentrismo. Em relação a discipular, embora o número de evangélicos esteja aumentando segundo dados do IBGE, poucos (muito poucos mesmo) passam por um discipulado pautado nos preceitos bíblicos. Em vez disso a maioria aprende "os 5 passos para não sei o que", ou "tomar posse das bençãos de não sei quem" ou "o segredo para o milagre de sei lá quem" ou "as chaves das portas para alguma coisa" e por aí vai... Finalmente, "ser testemunhas", esse é o mais lastimável de todos. Surgem aos montes toda espécie de escândalos envolvendo evangélicos. Ser evangélico virou sinônimo de "má reputação", se for pastor então... Isso é consequência da falta de uma pregação verdadeiramente bíblica e um discipulado realmente cristão. Os crentes da atualidade conhecem muito bem as palavras: vitória, conquista, prosperidade, benção; entretanto, não estão nem um pouco familiarizados com as palavras: moral, ética e caráter.
Chegamos a conclusão de que hoje existe uma igreja sem propósito; igreja com "i" minúsculo, pois a Igreja, que é o corpo espiritual de Cristo, é predestinada a salvação, segundo o decreto de Deus. Porém, o número de adeptos da igreja sem propósito aumenta vertiginosamente. E se é sem propósito, é ineficaz; e se é ineficaz, então não passa de uma ilusão, e é sim uma ilusão, pois toda ilusão causa uma "satisfação temporária". E o que acontece depois que uma ilusão acaba? Causa frustração ou dependência de uma nova ilusão, e é o que estão gerando, frustrados e dependentes. Milhares de irmãos e até denominações inteiras, precisam rever qual é o seu real propósito como Igreja. Para isso é necessário "pensar", refletir sobre seu sentido de existência, sua responsabilidade perante o Evangelho; o problema é que hoje se tem a impressão de que é proibido pensar.
Fonte: Sigo o Caminho
17 de novembro de 2012
Brasileiro reclama do que mesmo?
11/17/2012 10:10:00 PM
1 comment

Brasileiro é um “bicho” que muitas vezes me injuria
com sua reclamação (que nem faz sentido) equivocada. Brasileiro gosta de #mimimi e acha que está abalando. Não quero e nem é a intenção generalizar, mas quem não fez algo da lista abaixo que atire a primeira pedra.
Tá reclamando do Lula? Do
Serra? Da Dilma? Do Arrruda? Do Sarney? Do Collor? Do Renan? Do Palocci? Do
Delubio? Da Roseanne Sarney? Dos políticos distritais de Brasília? Do Jucá? Do
Kassab? Dos mais 300 picaretas do Congresso? Brasileiro reclama de quê?
Brasileiro é assim:
- Coloca nome em trabalho que não fez.
- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença.
- Coloca nome em trabalho que não fez.
- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença.
- Paga para alguém fazer seus trabalhos.
- Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
- Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até
dentadura.
. - Fala no celular enquanto dirige.
. - Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos ("me dá um toque que eu retorno...") - assim o amigo não gasta nada.
. - Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
. - Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas.
. - Viola a lei do silêncio.
. - Dirige após consumir bebida alcoólica.
. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
. - Espalha churrasqueira, mesas, etc. nas calçadas.
. - Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho ou para dar alguma desculpa a alguém.
. - Faz "gato" de luz, de água e de tv a cabo.
. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
. - Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto.
. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou R$ 10,00, pede nota fiscal de R$ 20,00.
. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
. - Fala no celular enquanto dirige.
. - Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos ("me dá um toque que eu retorno...") - assim o amigo não gasta nada.
. - Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
. - Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas.
. - Viola a lei do silêncio.
. - Dirige após consumir bebida alcoólica.
. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
. - Espalha churrasqueira, mesas, etc. nas calçadas.
. - Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho ou para dar alguma desculpa a alguém.
. - Faz "gato" de luz, de água e de tv a cabo.
. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
. - Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto.
. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou R$ 10,00, pede nota fiscal de R$ 20,00.
. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
.. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são piratas.
. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
. - Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
. - Leva das empresas onde trabalha pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis como se isso não fosse roubo.
. - Comercializa os vale-transporte e vale-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
.. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são piratas.
. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
. - Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
. - Leva das empresas onde trabalha pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis como se isso não fosse roubo.
. - Comercializa os vale-transporte e vale-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro
pergunta o que traz na bagagem.
. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
E, acrescento mais:
- Pede ao amigo que está em algum trabalho público, principalmente
político, um lugarzinho para seus filhos em vez de estimulá-los a estudar e
conseguir seus próprios empregos....
- Não se importa (muitas vezes até ajuda) se seu filho faz parte
daquele grupo que fraudou o concurso público e passou, em detrimento de outros
candidatos que honestamente tentaram passar.... (olha aí: concurso na área
jurídica)....
- Vai até a escola e paga o maior esporro na professora ou professor
que deu a bronca em seus filhinhos...
- Faz vista grossa quando seu filhinho ainda pequeno chega da escola
com pequenos objetos que não lhe pertencem ao invés de fazê-lo devolver no dia
seguinte;
- Não respeita e não cumpre as leis;
- Adultera documentos para entrar em locais proibidos para menores,
com a conivência dos pais;
E depois queremos reclamar com todos esses escândalos do mensalão, dinheiro na cueca, escândalo disso ou daquilo? AH! Por favor, me poupe.
E depois queremos reclamar com todos esses escândalos do mensalão, dinheiro na cueca, escândalo disso ou daquilo? AH! Por favor, me poupe.
A mudança primeiramente começa nas coisas pequenas. E infelizmente, o nosso país está assim por ser meramente o reflexo dessa sociedade que "rouba, engana, mente e etc" nas pequenas coisas.
"Se queremos exemplos, vamos ser exemplos"
Autor Desconhecido, adaptado por @FaysonMerege
14 de novembro de 2012
A igreja e o circo...
Tenho a sensação que para muita gente não existe diferença entre Igreja e circo.
Pensando sobre o assunto pude refletir e perceber que realmente existem muitas semelhanças entre as duas entidades.
1º) As duas reúnem pessoas,
2º) As duas tem música durante o evento,
3º) As duas tem uma pessoa que dirige os trabalhos,
4º) As duas cobram taxas para você participar,
5º) As duas te fazem rir e chorar.
Mas na verdade se você está concordando com este argumento que
descrevi acima e não sabe a diferença entre Igreja e Circo você está com
sérios problemas espirituais.
Tem gente que vai à
Igreja pensando ir ao Circo. Espera que o pastor seja um animador de
palco que vai anunciando as atrações com grande galhardia e entusiasmo.
Esse não é o papel do pastor. O pastor pastoreia as ovelhas, traz
o ensino e o governo no meio do povo. Ele não tem a obrigação de ser
histriônico nem barulhento nas pregações e orações.
A Palavra de
Deus e o Espírito Santo não lhe dão poderes mágicos para fazer
desaparecer dívidas ou fazer aparecer o noivo ideal. O mesmo Espírito
que
atua no pastor age também no meio da membresia.
Tem gente que quer ir à Igreja para ouvir os últimos sucessos do
cantor que está bombando nas paradas. Não entende que o louvor é voltado
para Deus, para reconhecer sua glória e não satisfazer seus desejos com
letras que o estimulam a exigir que Deus faça as minhas vontades.
“Ah mas nas duas tenho que pagar para assistir ao
espetáculo...”diria aquele irmãozinho que ainda não entendeu que dízimo e
oferta não são valores pagos para se ter algo em troca.
Mas fruto
de um desejo enorme de participar da manutenção da Igreja, dos projetos
que exigem dinheiro para existir, do sustento dos irmãos de tempo
exclusivo para a obra, etc.
É certo que os dois lugares
fazem rir e chorar, mas na Igreja rimos de alegria por saber que nosso
Pai amado nos perdoa, nos purifica e nos faz renascer quando entramos em
sua doce presença. E choramos motivados pelo amor de Deus que nos leva a
interceder e buscar aqueles que ainda não conhecem a graça redentora do
Salvador Jesus.
A Igreja é “eu, tu, ele, nós, vós, eles”
caminhando juntos num aprendizado eterno aprendendo a viver em graça,
perdoando, honrando, corrigindo em amor, estimulando e abençoando de
forma prática. Vivendo a Fé, o Amor e a Esperança, olhando firmemente o
autor e consumador disso tudo Jesus Cristo.
Tenho a sensação que para muita gente não existe diferença entre Igreja e circo.
Pensando sobre o assunto pude refletir e perceber que realmente existem muitas semelhanças entre as duas entidades.
1º) As duas reúnem pessoas,
2º) As duas tem música durante o evento,
3º) As duas tem uma pessoa que dirige os trabalhos,
Pensando sobre o assunto pude refletir e perceber que realmente existem muitas semelhanças entre as duas entidades.
1º) As duas reúnem pessoas,
2º) As duas tem música durante o evento,
3º) As duas tem uma pessoa que dirige os trabalhos,
4º) As duas cobram taxas para você participar,
5º) As duas te fazem rir e chorar.
Mas na verdade se você está concordando com este argumento que descrevi acima e não sabe a diferença entre Igreja e Circo você está com sérios problemas espirituais.
Tem gente que vai à Igreja pensando ir ao Circo. Espera que o pastor seja um animador de palco que vai anunciando as atrações com grande galhardia e entusiasmo.
Esse não é o papel do pastor. O pastor pastoreia as ovelhas, traz o ensino e o governo no meio do povo. Ele não tem a obrigação de ser histriônico nem barulhento nas pregações e orações.
A Palavra de Deus e o Espírito Santo não lhe dão poderes mágicos para fazer desaparecer dívidas ou fazer aparecer o noivo ideal. O mesmo Espírito que
atua no pastor age também no meio da membresia.
Tem gente que quer ir à Igreja para ouvir os últimos sucessos do cantor que está bombando nas paradas. Não entende que o louvor é voltado para Deus, para reconhecer sua glória e não satisfazer seus desejos com letras que o estimulam a exigir que Deus faça as minhas vontades.
“Ah mas nas duas tenho que pagar para assistir ao espetáculo...”diria aquele irmãozinho que ainda não entendeu que dízimo e oferta não são valores pagos para se ter algo em troca.
Mas fruto de um desejo enorme de participar da manutenção da Igreja, dos projetos que exigem dinheiro para existir, do sustento dos irmãos de tempo exclusivo para a obra, etc.
É certo que os dois lugares fazem rir e chorar, mas na Igreja rimos de alegria por saber que nosso Pai amado nos perdoa, nos purifica e nos faz renascer quando entramos em sua doce presença. E choramos motivados pelo amor de Deus que nos leva a interceder e buscar aqueles que ainda não conhecem a graça redentora do Salvador Jesus.
A Igreja é “eu, tu, ele, nós, vós, eles” caminhando juntos num aprendizado eterno aprendendo a viver em graça, perdoando, honrando, corrigindo em amor, estimulando e abençoando de forma prática. Vivendo a Fé, o Amor e a Esperança, olhando firmemente o autor e consumador disso tudo Jesus Cristo.
5º) As duas te fazem rir e chorar.
Mas na verdade se você está concordando com este argumento que descrevi acima e não sabe a diferença entre Igreja e Circo você está com sérios problemas espirituais.
Tem gente que vai à Igreja pensando ir ao Circo. Espera que o pastor seja um animador de palco que vai anunciando as atrações com grande galhardia e entusiasmo.
Esse não é o papel do pastor. O pastor pastoreia as ovelhas, traz o ensino e o governo no meio do povo. Ele não tem a obrigação de ser histriônico nem barulhento nas pregações e orações.
A Palavra de Deus e o Espírito Santo não lhe dão poderes mágicos para fazer desaparecer dívidas ou fazer aparecer o noivo ideal. O mesmo Espírito que
atua no pastor age também no meio da membresia.
Tem gente que quer ir à Igreja para ouvir os últimos sucessos do cantor que está bombando nas paradas. Não entende que o louvor é voltado para Deus, para reconhecer sua glória e não satisfazer seus desejos com letras que o estimulam a exigir que Deus faça as minhas vontades.
“Ah mas nas duas tenho que pagar para assistir ao espetáculo...”diria aquele irmãozinho que ainda não entendeu que dízimo e oferta não são valores pagos para se ter algo em troca.
Mas fruto de um desejo enorme de participar da manutenção da Igreja, dos projetos que exigem dinheiro para existir, do sustento dos irmãos de tempo exclusivo para a obra, etc.
É certo que os dois lugares fazem rir e chorar, mas na Igreja rimos de alegria por saber que nosso Pai amado nos perdoa, nos purifica e nos faz renascer quando entramos em sua doce presença. E choramos motivados pelo amor de Deus que nos leva a interceder e buscar aqueles que ainda não conhecem a graça redentora do Salvador Jesus.
A Igreja é “eu, tu, ele, nós, vós, eles” caminhando juntos num aprendizado eterno aprendendo a viver em graça, perdoando, honrando, corrigindo em amor, estimulando e abençoando de forma prática. Vivendo a Fé, o Amor e a Esperança, olhando firmemente o autor e consumador disso tudo Jesus Cristo.







