30 de novembro de 2009
O GORILA E O LEÃO
A polêmica Bíblia de estudo Dake

A discussão toda começou quando alguém lembrou que Finis Jennings Dake defendeu heresias que o colocam como patrono de muitos expoentes da teologia da prosperidade, além de identificá-lo com heresias mórmons. Tais heresias foram denunciadas no Brasil no livro Cristianismo em Crise, de Hank Hanegraaff, publicado pela própria CPAD! Estabelecida a controvérsia, assembleianos de expressão se posicionaram, alguns de forma bastante ambígua.
Um dos críticas mais ácidos da publicação é o Pr. Robson Aguiar, para quem o lançamento é uma vergonha para a CPAD. O sempre lúcido Gutierres Siqueira assumiu que não gostou "do lançamento da Bíblia de Estudo Dake. Ora, Finis Jennings Dake influenciou bastante o "Movimento da Fé". Alguém que certamente contribui para o maior mal da igreja evangélica no final do século XX, não é um tanto recomendável". Questionado por Sidnei Moura a respeito, o Pr. Silas Daniel (comentários) defendeu a obra, afirmando que "os detentores do direito de publicação da obra de Dake autorizaram a CPAD retirar da Bíblia Dake os erros doutrinários", que ele classifica como "pequenos trechos equivocados da obra". O Pr. Altair Germano defendeu a publicação, considerando a supressão de tais trechos, mas defende que numa próxima edição seja indicado que a CPAD não endossa a totalidade dos ensinos de Dake na presente obra. O pastor Ciro Zibordi, sempre enfático em seus ataques ao neopentecostalismo e sua nefasta teologia da prosperidade, foi algo ambíguo na sua recomendação da obra, tanto que um dos seus leitores pergunta qual é a posição dele, afinal.
Chamam atenção algumas afirmações feitas pelos envolvidos no debate. Alguns afirmam que se Silas Malafaia, como vice-presidente da CGADB pode lançar sua Bíblia de Batalha Espiritual e Vitória Financeira, sem ser questionado oficialmente, então porque a CPAD não pode lançar uma obra de mesmo jaez? Lembram também que a CPAD já publicou no passado outras obras que continham erros, como é o caso do Antigo Testamento versículo por versículo, de Champlin. E finalmente, encontram apoio para a publicação até no fato das livrarias da CPAD venderem obra de reformados!
Quem já leu alguns posts meus sabem que não sou entusiasta de Bíblias de Estudo. A propósito, recomendo a leitura da primeira parte de Mais uma bíblia de estudo?, de Daladier Lima. Mas vejo com preocupação o movimento pendular da CPAD, ora publicando obras teológicas de pentecostais e de reformados sérios e ora dando expressividade a autores pelagianos (caso do Finney) e heréticos em suas teologia própria e cristologia (caso do Dake). Seria a pressão do mercado?
Fonte: Cinco Solas
Rosas Vermelhas
|
Jeferson Queiroz
29 de novembro de 2009
Monólogo da Mulher Adúltera
Meu pai, um dos principais da sinagoga, fazia questão de nos ensinar toda a Torá desde pequeninos. Na verdade, ele ensinava somente aos meus irmãos, mas eu me aventurava em ouvir os ensinos, escondida atrás da porta. Achava fascinante, e ao mesmo tempo pesado... eram tantas leis, tantos mandamentos...
Será que algum homem seria capaz de cumpri-los todos? Sinceramente, achava impossível... e me calava.
A esperança brilhava nos meus olhos quando o ouvia falando do tal messias, o que viria para salvar o seu povo. Como deveria ser? Será que o tal messias me olharia um dia nos olhos? Ou será que estava condenada a viver minha vida toda atrás das portas... escondida dos homens?
O tempo passou. Cresci, e ainda em minha adolescência fui obrigada a casar com um homem a quem não amava. Era o costume, e assim foi... Eu era cuidada por ele como um objeto precioso, havia respeito, mas não amor, amor que eu tanto procurava. Os amigos de meu pai me consideravam uma jovem muito bonita e faziam questão de externarem suas opiniões. Eu gostava. Não ouvia tais elogios de meu marido.
Fui me acostumando àqueles elogios. Na verdade alguns eram até ousados demais, e me deixavam sem graça, pois percebia suas intenções, podres intenções. Eram homens casados também, oficiais na sinagoga, alguns anciãos, outros mais jovens, mas queriam que eu os servisse, nem que fosse por uma noite apenas.
Aquela situação me causava muito desconforto. Sentia raiva,e até mesmo nojo daqueles homens... exceto um, que me chamava a atenção. Era casado também, mas parecia me querer bem... fui seduzida!
Nunca imaginara trair meu marido, mas naquela madrugada, antes do nascer do sol me entreguei àquele homem. Nem de longe imaginava o que ainda estava por acontecer.
Os outros homens, amigos do meu pai, haviam percebido o meu envolvimento, e seguiram-nos até nos pegarem em pleno ato de adultério. Meu dia estava apenas começando. Quanta vergonha!!!
Pegaram-me, nua, e carregaram-me para o Templo, onde um homem de Nazaré ensinava naquela manhã que nascia. Havia uma multidão para ouvi-lo. A vergonha era maior ainda. Muitos me conheciam... muitos conheciam meu pai... muitos conheciam meu marido.
Tive medo!
Fui jogada no meio da multidão, que se acotovelava para ouvir o tal profeta Galileu. Achei estranho perceber que estava só. Apesar de eu e meu então amante sermos pegos juntos no ato de adultério, apenas eu fui levada como adúltera... ele não!
Olhei então e vi aqueles homens que antes me assediavam, perguntando àquele Rabi: “mestre, esta mulher foi surpreendida em adultério. Na lei, Moisés nos ordena apedrejar tais mulheres. Tu, porém, o que dizes?”
Eu olhava aquela cena e meu nojo aumentava. Os homens que queriam apedrejar-me eram os mesmos que viviam se insinuando para mim. Quanta hipocrisia. Quanto ódio tive da religião!
O tal Rabi galileu permanecia calado.
De repente, inclinou-se e começou a escrever na terra com seu próprio dedo. Eu não acreditava no que meus olhos começavam a ler.
Aquele homem começou escrevendo o meu nome, e abaixo do meu nome começou a enumerar os meus pecados. TODOS os meus pecados!
Eu queria a morte naquele momento. Que as pedras viessem logo. Não suportaria tanta vergonha.
Num ímpeto, o Rabi levantou-se e disse àqueles homens, meus censores, prontos a colocar sob um monturo de pedras mais uma adúltera: “quem dentre vós que não tem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra!” ... E voltou a escrever meus erros na terra.
Algo muito estranho começou a acontecer: a começar dos mais velhos, um por um, forma largando as pedras em seus pés, virando as costas, e indo embora.
Ficamos só eu e o tal profeta.
Eu tremia!
Ele calmamente levantou-se e veio em minhas direção. Percebi algo no seu olhar. Era diferente. Ele não me desejava. Vi amor no seu olhar. Nunca antes alguém havia me olhado assim. Enquanto caminhava em minhas direção, não tive como não perceber que suas pegadas firmes e constantes, pisavam e apagavam a minha enorme lista de pecados. Lembrei-me de um texto que sempre ouvia meu pai ensinar aos meus irmãos: “pelas suas pisaduras fomos sarados”.
Seria esse Rabi, diante de mim, o messias esperado? Bem que eu já havia ouvido rumores a respeito disso.
Ele aproximou-se de mim, e tirando a sua capa, cobriu a minha nudez. Perguntou-me com uma voz inconfundivelmente firme e amorosa: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?”
Minha voz trêmula conseguiu balbuciar: “Ninguém, Senhor!”
Ele então, segurando em minhas mãos e erguendo-me do chão, olhou nos meus olhos e disse: “Nem eu te condeno. Vai, e de agora em diante não peques mais.”
Meus olhos marejados ainda puderam ver aquele homem se afastando e voltando a ensinar o povo. Eu estava verdadeiramente diante do messias!
Olhei para o chão e lá estavam todos os meus pecados apagados pela sola dos pés daquele rabi. Só uma coisa não havia sido pisado: o meu nome! Ele estava intacto, escrito pelas mãos do próprio salvador. Lembrei-me então de um outro texto sempre recitado pelo meu pai, acerca do messias: “Ele não esmagará a cana quebrada, nem apagará o pavio que ainda fumega...”
Fui para casa... mas sabia que daquele dia em diante nunca mais seria a mesma. Nunca esquecerei de seu olhar, sua voz, e seu amor: “Nem eu te condeno!”
Prossigo em meu caminho, às vezes tropeçando, mas sempre com sua fala graciosa ecoando em mim: “Vai, e de agora em diante... não peques mais!”
Ajude o Macedão a Ganhar Almas!

- Salário dos Funcionários
- Serviço de Imagens
- Luz/Água/Telefone + Gastos Administrativos
Em um Total de Custos de: R$ 107.622,00
O Segredo do Sucesso
Bispo Edir Macedo
Sem estoque no momento
Publicado por Wagner Lemos (Um louco... herege...)
Ao repassar mantenha os créditos!
Como abrir um "boteco"!?
Pode se acreditar que registrando um CNPJ junto a Receita Federal, pode se ter uma conta corrente e assim ter direito a realizar aplicações financeiras livres do Leão (Não o de Judá..rsss) e o IOF... Não pagam IPTU e entre outros impostos..
Sendo assim, qualquer um pode abrir uma "igreja evangélica", pois não existe nenhuma exigência para abetura, apenas o registro de sua assembléia de fundação e estatuto social num cartório.
Nada mais nada menos do que R$ 418,00.
Bom, sinceramente não sei se isso é bom ou ruim!
Por um lado, é bom porque temos mais locais onde se prega o evangelho: vilas, zonas rurais.... (blá...blá....)
Mais vamos para o lado ruim da história, isso dá o direito de qualquer "Analfabeto na Biblia" montar um "boteco" e ali pregar heresias sem fins.... Pode piorar!!!! E tomar grandes proporções e virar uma "IURD"...
Que Deus tenha miséricordia, de tantos e tantos irmãos que estão sendo cegados por uma doutrina distorcida! Em tantos e tantos botecos mundo afora!
Por: Wagner Lemos (Segundo os botequeiros: Herege que merece o inferno)
6 Coisas que Não Te Impedirão de ir Para o Inferno
Caciquismo evangélico .
Não é novidade o fato de que, durante muito tempo, a vida política brasileira foi fortemente influenciada por coronéis e caudilhos. Também não é novidade que, embora este tipo de influência hoje seja menor, estas figuras manipuladoras de opinião acabaram por dar lugar ao que hoje chamamos de “caciques” políticos. O caciquismo, assim como o coronelismo e o caudilhismo, remonta ao tempo do Brasil Imperial. No entanto, esta figura sofreu, de certa forma, uma espécie de evolução. Hoje, o cacique se impõe em determinada comunidade, cidade ou região valendo-se das muitas artimanhas herdadas do coronelismo e do caudilhismo. Dos coronéis, herdou as formas de imposição de sua autoridade pelo medo aos seus subordinados, já dos caudilhos, herdou a jeito astucioso de dominar as massas pelo seu carisma e espírito de liderança autoritário (possui em seu discurso forte apelo emocional). Poderia mencionar vários nomes destes “caciques”, porém, isto não se faz necessário, visto que, apresentando estas características básicas, fica fácil discerni-los na sociedade.Entretanto, o que realmente quero tratar aqui não é a existência e características deste tipo de gente em nossa sociedade. Mas, sim, o fato de que, infelizmente, este traço cultural tem sido recepcionado por muitas denominações evangélicas. A ignorância cultural do povo e a herança da tradição sacerdotal católica, na qual o padre é uma grande figura dotada de poder dominador sobre a sua comunidade, têm favorecido o surgimento de poderosos “caciques” político-religiosos em meio evangélico.
Outro fator que tem corroborado para a existência deste tipo de fenômeno é o ávido interesse (por parte dos evangélicos) de participar da política e galgar posições, quando nela já estão inseridos. Na realidade, o interesse pelo poder político fomentou muitos líderes a assumissem características do “caciquismo”. O que é dito aqui é comprovado pela forma de fazer política de muitas das denominações brasileiras. Suas práticas podem ser vistas claramente em época de eleições: afirmando que tal pessoa (geralmente um candidato oficial da denominação) será “luz” no congresso nacional, na câmara dos deputados estaduais ou na câmara dos vereadores, algumas denominações têm encabrestado seus membros (votos). Há suspeita de, até mesmo, vendas de votos de seus membros para candidatos corruptos. Nestas igrejas, em tempos de eleição, é muito comum ouvir coisas do tipo:
“Vamos orar para que Deus eleja o Fulano!”
“Quem dentre os que aqui estão se comprometem com a candidatura de Cicrano?”
“Quem é do ‘corpo’ vota em quem é do ‘corpo!’ ”
"É preferível errar votando em irmão do que em ímpio!"
Estes são apenas alguns dos chavões existentes dentro destas denominações para encabrestar os membros/eleitores. São realizadas também várias pregações, nas quais se utiliza a vida de José, Daniel, Neemias, dentre vários outros personagens bíblicos, para fundamentar o ardente desejo da liderança da igreja de possuir influência política . E ai de quem se opor à visão da liderança da igreja; este torna-se imediatamente um rebelde.
Infelizmente, este tipo de coisa trás conseqüências drásticas à igreja, dentre várias, eis algumas:
-A falta de interesse por parte dos líderes de proporcionar o crescimento e amadurecimento integral dos membros: uma vez crescidos, maduros e com consciência cristã de seu papel na sociedade, estes se tornariam “problemáticos”, pois, certamente não se deixariam fazer parte de “currais” eleitorais.
-abandono do modelo bíblico quanto a forma de manifestar a igreja. O retorno ao modelo sacerdotal veterotestamentário de liderança: o líder se torna o canal exclusivo da mensagem divina (o porta-voz de Deus): sendo desta maneira mais fácil impor sua autoridade sobre a comunidade de crentes. Havendo, também, com isso, o impedimento do exercício do sacerdócio universal e dons dos crentes.
-adoecimento da igreja. Uma igreja na qual seus membros não exercem o sacerdócio universal (cada crente um ministro), na qual o evangelho não é pregado integralmente, onde os membros não exercitam seus dons é uma comunidade que caminha fragilmente dentro de uma sociedade tomada pelo pecado e que dificilmente se manterá saudável.
-abandono do modelo bíblico de liderança. Segundo o modelo bíblico neotestamentário, o líder não é aquele que subjuga o rebanho para se aproveitar dele, mas, sim, aquele que doa sua vida ao rebanho e o serve. Então, o modelo bíblico de liderança é o do líder-servo (1º Pe 5-2,3).
É imprescindível que levemos a sério esta questão. Talvez, nas comunidades das quais façamos parte esta não seja a realidade vigente, no entanto, se somos mesmo um só corpo, devemos nos importar e batalhar pela saúde da igreja. Podemos fazer isto orando, vivendo a igreja como ela é descrita na Bíblia, pregando e ensinando a fé que uma vez foi entregue aos santos!
Deus nos ajude!
Autor: Humberto Ramos De Oliveira Júnior
Fonte: [ Ultimato ]
Via: [ Emeurgência ]
Vi em : Bereianos
“Evangélico” homossexual chama o Pastor Silas Malafaia de ‘bicha’, em debate radiofônico
É mais sério do que se pensa.
Vaidade meu pecado favorito!
Qual o limite da beleza??

Outras vão se deformando sabe-se lá porque!
Eu pergunto a você, visitante do meu humilde Planetinha cor de rosa, até onde você chegaria por um "rostinho mais bonitinho"??
Um lábio mais carnudo, um nariz mais afiladinho...
[...]
Olha até onde foi o pessoal ai...
Teólogo afirma que não há mulher do Céu! Será?

Não sei se isso para você é um alívio ou um pesadelo. Se, por acaso, você é do sexo masculino, e acha isso uma tragédia por causa do sexo, é bom lembrar que essa tão badalada fonte de prazer pode ser "top" aqui neste mundo, assim como "docinhos" são para as crianças.
No mais, precisamos estar atentos as revelações da Bíblia. Veja o que diz em Apocalipse, no início do capítulo oito:
Vamos ser sinceros? Onde você viu uma mulher ficar calada por meia hora? Simples...
kkkkkkkkk
***
Fonte: O Cristão confuso












