
Via: Portal Do Trono
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Grávida de cinco meses, Eliana explicou por que se afastará da apresentação de seu programa no SBT. Em uma foto exibindo a barriga e a aliança de noivado com o companheiro, Adriano Ricco, publicada nesta segunda-feira (22) no Instagram, a loira revelou que teve descolamento da placenta e que, por ordem médica, precisará fazer repouso absoluto.



Os fãs da moça não perdoaram e Patrícia foi atacada nas redes sociais.
"Manchou a imagem do pai e da família", comentou um internauta. "Vamos boicotar o SBT", sugeriu outro. E as propinas, fia? Tudo certo", ironizou outra.
A filha de Silvio Santos resolveu rebater, mas, evangélica, optou por um trecho da bíblia. "Toda arma forjada contra ti não prosperará; toda língua que ousar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e o seu direito que de mim procede, diz o Senhor", diz a mensagem bíblica postada em seu perfil no Instagram.
Depois disso, mais críticas: alguns seguidores acusaram a moça de estar se escondendo atrás da religião.
Segundo o delator, Patrícia teria ido ao jantar para acompanhar o então noivo, Fábio, com quem se casou em abril deste ano. O propósito da reunião seria arrecadar fundos para a campanha de Robinson, eleito em 2014.
Em nova campanha na TV, o pastor Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial, está pedindo aos fiéis que colaborem com R$ 1.000 extras para poder manter a programação no canal RCI, exibido em UHF (aberto e também reproduzido na TV por assinatura). O interesse da igreja é em uma doação mensal dos fiéis que tiverem condição de fazê-lo, claro.
Santiago abriu uma conta no Banco do Brasil só para esse fim, porém ele sugere que ninguém faça o depósito em caixas eletrônicos. Disse não confiar em bancos.
"Não depositem em caixa eletrônico", pregou Valdemiro, sorrindo. "Porque banco… banco não respeita as leis do país", completou, mas sem explicar o que estava insinuando.
O fundador da igreja Mundial reforçou ao público que essa doação é específica para ajudar a manter a obra da Mundial na TV, e que não tira (do fiel) as demais obrigações.
"Dízimo é dízimo. É outra coisa. Isso é para a TV."
A Mundial não é a única a fazer campanhas com o objetivo de manter espaço na TV aberta (ainda que em canais menores).
Semana passado foi noticiado também que o apóstolo Agenor Duque, da Plenitude, também está pedindo ajuda para manter a igreja com espaço na mídia. Ele calcula precisar de R$ 3 milhões por mês. Já Valdemiro calcula os gastos midiáticos de sua igreja em R$ 8 milhões mensais. As igrejas menores estão penando para arrumar horários e se manter na mídia. A Igreja Universal ocupa hoje praticamente todos os horários disponíveis nos principais canais (que vendem grade) da TV aberta.
Além disso, outro problema tão ou mais grave, e já publicado aqui no ano passado, é que a crise econômica também está esvaziando templos e escasseando as doações.
As igrejas sentem na pele a redução salarial dos fiéis porque eles também diminuem seus dízimos.
Via: Gospel Geral

A festa de 47 anos do bispo Samuel Ferreira, líder de uma das mais poderosas Assembleias de Deus, a Madureira, ganhou ares de ato político com o discurso de um bom amigo do aniversariante: o prefeito de São Paulo, João Doria.
Por "um país mais decente e honesto", diante de uma plateia lotada, Doria pediu uma oração para o Brasil, na noite deste sábado (20).
"Vou tomar liberdade de pedir uma oração pro Brasil. Nosso país vive momento delicado, mas que vamos superar. O Brasil tem raízes mais profundas do que qualquer crise. Um povo que supera tudo porque tem Deus no coração."
Apostou ainda na ideia de "um Brasil se renovando, como disse o bispo Manoel Ferreira [pai de Samuel e fundador da igreja]". Na eleição municipal, a aura de novidade foi uma das que mais colaram no prefeito que se diz gestor.
O patriarca Manoel pediu em seguida uma oração para "o país" e "o presidente Temer". De manhã, o prefeito defendeu a permanência do PSDB no governo de Michel Temer –fragilizado após delação premiada dos donos da JBS que o atinge pessoalmente.
Minutos depois, o bispo Abner Ferreira, irmão de Samuel, confundiu-se e chamou Doria de prefeito do Rio. Logo se corrigiu: "É que ele é prefeito de São Paulo e presidente no coração dos cariocas".
"Você não está ouvindo isso", disse Samuel a João, antes de despejar elogios para um homem que teria ficado pequeno para o Executivo municipal (Doria não assume abertamente ambições eleitorais para o ano que vem). "O Brasil está precisando de alguém para reunir o país."
O prefeito passou na sede paulista da Assembleia de Samuel, no Brás (região central), após outro aniversário à tarde, desta vez do católico padre Marcelo Rossi, 50.
Foi com Geraldo Alckmin na primeira celebração. O governador era esperado na segunda, mas faltou. O secretário estadual de Saúde, David Uip, cotado para disputar sua sucessão, o representou.
O compromisso com os evangélicos não foi incluído na agenda oficial do prefeito. É a segunda visita ao Brás em dois meses: em março, Doria recebeu uma bênção coletiva na igreja, com vários pastores repousando as mãos sob sua cabeça para lhe oferecer uma oração.
Doria saudou nominalmente o presidente do PSC, pastor Everaldo, e o deputado estadual Cezinha de Madureira, braço da igreja na Assembleia Legislativa de SP. Celebrou sobretudo Samuel, que em março já se gabava de trocar mensagens no WhatsApp com o prefeito.
"Não tinha never hipótese de eu não estar aqui", disse no púlpito, num afago ao amigo bispo. "Se tivesse outra coisa marcada, iria cancelar."
(Folha)