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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18

27 de março de 2013

A igreja deve dar às pessoas o que elas querem ou o que elas necessitam?


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Por Silas Figueira


Qual é afinal de contas a finalidade da Igreja? Para que estamos aqui? Qual a mensagem que o Senhor quer que preguemos? Devemos dar as pessoas o que elas querem ou lhes dar o que elas na verdade necessitam? Mas do que elas necessitam?

Muitas vezes por falta de discernimento a Igreja inverte os valores do Reino e passa a agir segundo os ditames do mundo e não segundo a vontade de Deus. Para exemplificar o que quero abordar aqui, eu gostaria de analisar o texto de Atos 3.1-8:

”Quando Pedro e João sobem ao templo para o momento de oração. Diz assim o texto: “Pedro e João subiam ao templo para a oração da hora nona. Era levado um homem, coxo de nascença, o qual punham diariamente à porta do templo chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam. Vendo ele a Pedro e João, que iam entrar no templo, implorava que lhe dessem uma esmola. Pedro, fitando-o, juntamente com João, disse: Olha para nós. Ele os olhava atentamente, esperando receber alguma coisa. Pedro, porém, lhe disse: Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda! E, tomando-o pela mão direita, o levantou; imediatamente, os seus pés e tornozelos se firmaram; de um salto se pôs em pé, passou a andar e entrou com eles no templo, saltando e louvando a Deus”.

Ao analisarmos esse texto nós encontramos as respostas para esses questionamentos. Vejamos o que podemos aprender aqui.

Em primeiro lugar o texto nos diz que Pedro e João estavam indo ao templo para orar. Mesmos depois da decida do Espírito Santo a igreja e principalmente os apóstolos mantiveram esse hábito de estarem no templo orando, pois isso já fazia parte da tradição religiosa deles como também eles aprenderam muito com Jesus a esse respeito.

Segunda coisa que nós observamos é que diariamente era posto ali um coxo de nascença em uma das entradas do templo. Se esse coxo era colocado ali diariamente na entrada do templo, certamente Jesus e seus discípulos já haviam passado por ele várias vezes, no entanto ele nunca alcançou a cura. Eu entendo aqui a soberania de Deus, se aquele coxo durante todo o ministério de Jesus nunca fora confrontado para ser curado era porque não era o tempo de Deus manifestar em sua vida esse milagre. Eu aprendo aqui que nem sempre por onde Jesus passa tem que haver necessariamente algum milagre extraordinário. O tempo de Deus não é o nosso tempo, e nem Jesus cura todo mundo a torto que é direito. Ele faz o que Ele quer, quando quer e do jeito que Ele quer e quando há um propósito para isso.

Terceira coisa que eu observo aqui é que quando aquele mendigo olha para os apóstolos ele esperava receber alguma coisa deles. O texto nos diz que ele implorava que lhe desse uma esmola. Não sabemos se esse homem havia alguma vez recebido alguma esmola deles ou de algum outro discípulo, mas uma coisa é certa, naquele dia ele desejava receber alguma ajuda deles. No entanto Pedro e João dizem para ele: “Olha para nós”. Quando o mundo olha para nós o que ele precisa receber? O que eles querem ou o que temos para dar? Será que temos alguma coisa para dar?

Aqui entra o meu questionamento. Esses apóstolos representavam a Igreja do Senhor Jesus. Como Igreja o que eles deveriam fazer? Amados, por falta de discernimento a igreja muitas vezes tem metido os pés pelas mãos. O que os apóstolos deveriam fazer? Dar a esmola que aquele homem tanto desejava ou lhe dar o que ele realmente precisava?

Eu tenho visto a igreja hoje dando as pessoas que as frequenta não o que o eles necessitam, mas o que o povo quer. Observe as campanhas de muitas igrejas por aí. Geralmente essas campanhas vão de cura e libertação a tomar posse das riquezas dos ímpios. As pessoas não vão a igreja adorar ao Senhor, mas vão buscar uma bênção, e o pior é que muitos vão buscar um milagre não importando de onde proceda se de Deus ou do diabo, o negócio é ver o milagre. As pessoas querem ver, sentir, serem reveladas, ouvir profetadas e vai por aí a fora. Isso sem contar a macumba gospel onde “deus” passa para os objetos “ungidos” o seu poder milagroso.

Se Pedro e João tivessem dado aquele coxo o que ele queria ele certamente chegaria ao fim de seus dias aleijado. Mas os apóstolos não tinham o que ele queria, mas tinha algo muito melhor. A igreja tem a mensagem certa para a ocasião certa e para as pessoas certas, mas está faltando em muitas igrejas o que havia naqueles dois homens discernimento de espírito (detectar o problema e não aplicar um paliativo). Eu não tenho nada contra igrejas que fazem campanhas de arrecadação de alimentos, distribuem cestas básicas e outras coisas nessa área, mas eu não creio que a igreja foi levantada com esse propósito. Quando modificamos a mensagem do evangelho nós deixamos de ver o extraordinário de Deus acontecer na vida de muitas pessoas. É o caso daquela viúva pobre que procurou o profeta Eliseu para tentar resolver o seu problema, pois credor queria levar os seus dois filhos como escravos para ser quitada a dívida que seu marida havia deixado para ela. Se Eliseu metesse a mão no bolso e pagasse a dívida dela ela certamente não vivenciaria o milagre que vivenciou. Discernimento é o que a igreja precisa.

Voltando a questão dos apóstolos. Eles olham para aquele homem e lhe dizem que não possuíam nem ouro e nem prata, mas o que possuíam isso eles lhe dariam, em nome de Jesus anda. Aqui entra o meu questionamento, quantas vezes a igreja tem dado ao povo o que o povo quer (pão e circo), mas não lhes tem lhe dado o que o Senhor quer fazer na vida das pessoas. Aquele mendigo não precisava de esmola, ele precisava era de um milagre. E digo mais, ele recebeu o que o seu coração tanto deseja alcançar que nenhuma esmola poderia comprar. Eu imagino aquele homem desde a infância sendo colocado ali na entrada dom templo e nunca poder entrar naquele lugar, estar a porta, mas não adentrar os seus lugares de culto. Vivendo à custa da misericórdia do povo. No entanto, o Senhor se voltou para ele e ele agora está vivendo o milagre de Deus em sua vida. Essa é a mensagem da Igreja ao homem perdido, Jesus quer operar o verdadeiro milagre. O milagre é a Palavra dele em nossas vidas nos levantado e tirando de uma vida de mendicância podendo adentrar os seus átrios o adorando em Espírito e em Verdade.

A Igreja precisa de discernimento e poder através da Palavra para que não venhamos satisfazer a vontade das pessoas e não lhes dando o que o Senhor tem para elas. Espero vivenciar em minha vida o que está escrito em Mc 16. 20: “E eles, tendo partido, pregaram em toda parte, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra por meio de sinais, que se seguiam”.

Fonte: NAPEC
Via: Bereianos

Mais uma "tacada" da Globo para faturar em cima dos evangélicos

.... e com apoio de algumas das "principais lideranças gospel"




Feira Internacional Cristã (FIC) conta com o apoio das principais lideranças evangélicas do país

Programado para julho de 2013 no Expo Center Norte, evento já conta com apoio dos principais líderes do segmento e prepara agenda intensa Pró Feira. A expectativa é reunir cerca de 200 mil pessoas em quatro dias

A FIC acontecerá de 17 a 20 de julho de 2013 no Expo Center Norte e a expectativa é receber cerca de 200 mil pessoas que virão de todo o país.

A feira é organizada pela GEO, empresa de eventos ao vivo das Organizações Globo, e trabalha com um alto padrão de qualidade, fazendo eventos voltados a diversas áreas de atuação como: esportes, entretenimento e encontro de negócios. Entre os eventos organizados pela GEO estão o Lollapalooza, Festival e Troféu Promessas, Billabong Rio Pro, MMA Rocks, entre outros.

O grande diferencial do evento é apresentar um novo formato de feira com credibilidade e profissionalismo, com objetivo claro de fomentar o meio, abrindo novas frentes dentro e fora do segmento.

O local escolhido para realização da feira foi o Expo Center Norte, o mais versátil e completo centro de exposições e convenções da América Latina, local estrategicamente escolhido, pois eventos como congressos e shows irão acontecer simultaneamente à feira. AFIC já consta no calendário de eventos do Expo Center Norte, conforme você pode conferir no link abaixo:http://www.expocenternorte.com.br/calendario-de-eventos.asp?mes=7&ano=2013

Várias ações e eventos estão sendo organizados para fortalecer ainda mais a FIC no segmento, veja algumas delas:

Agenda FIC


Café da Manhã do CPESP Pró FIC
Data: 27/03/2013 - Horário: 08h30min
Local: Igreja Bíblica da Paz – Rua Santa Veloso, 575 na Vila Guilherme.


Sessão Solene em Homenagem à FIC – Café da manhã CIEAB
Data: 04/04/2013
Local: Assembleia Legislativa SP - Plenário Juscelino Kubitscheck


Sessão Solene Pró FIC – Café da Manhã CIEAB
Data: 07/05/2013
Local: Congresso Nacional - DF


Café da Manhã da Marcha para Jesus Pró FIC – Café da Manhã CIEAB
Data: 06/06/2013
Local: Renascer Hall – R. Dr. Almeida Lima, 1290 - Móoca


FIC – Feira Internacional Cristã
Data: 17 a 20/07/2013 (17 e 18 – Aberto para o trade / 19 e 20 – Público geral)
Local: Pavilhão Vermelho – Expo Center Norte

Confira também o que os principais pastores têm declarado a respeito da FIC:

”A FIC é o reconhecimento do crescimento incontestável da comunidade evangélica no Brasil.”
Pastor Silas Malafaia, presidente da CIMEB (Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil)
“Acredito que iniciativas como a FIC são fundamentais para o desenvolvimento do segmento gospel no país, que está cada vez mais profissional e em contínuo crescimento. Este evento também vai contribuir para aumentar a visibilidade do setor junto ao grande público, facilitando o acesso a produtos e serviços de qualidade. Além disso, a feira promove a união de várias denominações em torno de um objetivo comum: levar a Palavra de Deus a todos.”
Apóstolo Estevam Hernandes, Presidente da CIEAB (Confederação Igrejas Evangélicas Apostólicas do Brasil)
“Eu participo da Feira Internacional Cristã porque é uma excelente oportunidade para a integração entre todos os setores que apoiam a missão de pregar o evangelho a todas as nações, cumprindo o IDE de Jesus Cristo a seus discípulos. O tamanho de sua grandeza será proporcional à sua coragem.”
Bispo Rodovalho (Sara Nossa Terra)
"A FIC é um novo conceito para fomentar ações que auxiliem no reconhecimento e crescimento da comunidade cristã"
Bispo Jacques Soares, presidente da Unipas - União de Pastores de São Paulo.
“Estamos vivendo a experiência de ver o quanto o público brasileiro recebe bem novas publicações de qualidade e de como isso tem ajudado no desenvolvimento pessoal dos cristãos. Neste contexto, é muito importante termos um espaço como a FIC para divulgar e ter acesso a estas novas publicações, que certamente serão fonte de bênção e conhecimento para muitos!”
Bispa Sônia Hernandes (Igreja Renascer em Cristo)
“A excelência faz parte de todos os projetos que agradam o coração de Deus, e com certeza aFIC, organizada pela GEO, trará a excelência no contexto das novidades do mundo cristão. Vale apena participar e conferir o nível de excelência que será essa feira.”
Pr. Flamarion Rolando (Igreja do Evangelho Quadrangular)

Com 80% de sua área vendida em menos de três meses do lançamento, a FIC se prepara para ser a melhor e a mais completa feira evangélica do país.

Sobre a GEO www.geoeventos.com
A GEO é a plataforma de eventos ao vivo das Organizações Globo. Dedicada à promoção e realização de eventos de esportes, entretenimento e negócios, a GEO tem como objetivo criar oportunidades para as pessoas se encontrarem, se conectarem e se divertirem.

Informações para imprensa

FIC
(11) 2344-4200
Ana Silva – anasilva.fic@geoeventos.com

GEO
(11) 2344-4200
Fabiane Abel – fabiane.abel@geoeventos.com
Juliana Carvalho – juliana.carvalho@geoeventos.com



Judas e o Evangelho Self-service.




Por Hermes C. Fernandes

Para muitos, o beijo de Judas se tornou na marca da traição. Porém, devemos salientar que o beijo identificou o Traído, e não o traidor.

Depois de dar uma demonstração de humildade aos Seus discípulos, lavando-lhes os pés como um servo, Jesus voltou à mesa, e anunciou-lhes que dentre eles havia um traidor.

Todos ficaram pasmados, e perguntavam-no: - Senhor, quem é?

E de um a um, perguntaram: - Por acaso sou eu, Senhor?

Como Jesus identificou o traidor?

Segundo Mateus, Jesus disse: "O que mete comigo a mão no prato, esse me trairá" (Mt.26:23).

Pode parecer para nós um simples gesto, mas para os discípulos, meter a mão no prato do Mestre representava um atrevimento impensável, que só mesmo alguém dotado de personalidade irreverente seria capaz.

Meter a mão no prato significa servir-se a si mesmo. Tal era o caráter do discípulo traidor, que ele não se dispunha a servir ninguém, a não ser a seu próprio ventre.

Esse gesto aponta profeticamente para o surgimento de um tipo de cristianismo, onde as pessoas são estimuladas a viverem para si mesmas, buscando servir-se, em vez de servir à Deus e aos seus semelhantes. Basta ligar a TV, para nos darmos conta de que o Evangelho mais em voga em nossos dias é o Evangelho Self-service. Sem terem consciência disso, estimuladas pelos falsos mestres, as pessoas estão metendo a mão no prato do Mestre.

É interessante notar que há uma pequena variação no texto de João acerca desse episódio. De acordo com ele, Jesus identifica o traidor como "aquele a quem eu der o pedaço de pão molhado" (Jo.13:26). Imagino que ao ver Judas metendo a mão no Seu prato, Jesus o interrompe e lhe ´dá um pedaço de pão molhado no vinho de Sua própria taça. Judas não apenas quis se servir, mas sentiu-se à vontade para ser servido pelo próprio Senhor.

Pior do que servir-se a si mesmo, é servir-se do próprio Deus. É como achar que Deus existe em função de nossos caprichos e necessidades.

Ora, mesmo impactados por terem presenciado Seu Mestre servindo-os como um escravo, ninguém em sua sã consciência esperaria ser servido por Ele à Mesa. A lição que eles tiveram era que tinham que servir uns aos outros, e não esperar serem servidos.

Para avaliarmos o tipo de Evangelho que tem sido pregado em nossos dias, basta verificarmos o tipo de pessoas que ele tem produzido.

O genuíno Evangelho produz filhos cujo prazer é servir a Deus, servindo aos seus semelhantes.

O desevangelho, ou anti-evangelho (que é o Evangelho Segundo Judas) produz pessoas arrogantes, cheias de si, " cujo deus é o ventre".

Fonte: http://www.hermesfernandes.com/2010/03/judas-e-invencao-do-evangelho-self.html

PSC mantém apoio a Marco Feliciano


Foto: Fernando Chaves
A bancada do PSC, juntamente com a Executiva Nacional do partido, decidiu, nesta terça-feira (26), em reunião partidária, manter o apoio à permanência do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

“O deputado Marco Feliciano foi eleito por maioria dos membros da comissão. Se ele estivesse condenado pelo Supremo, nem indicado seria. Feliciano é um deputado ‘ficha limpa’, tendo então todas as prerrogativas para estar na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Foi uma escolha da bancada colocá-lo à frente da CDHM, e nós, do PSC, entendemos que ele não é racista e nem homofóbico. E quero aqui reafirmar que o partido e seus representantes não são racistas, nem homofóbicos, não discriminamos ninguém”, afirmou o vice-presidente nacional do PSC, Everaldo Pereira, durante pronunciamento à imprensa após a reunião de bancada.

Pereira lembrou do constante apoio que o PSC tem dado ao governo desde o primeiro mandato do presidente Lula e pediu que os partidos respeitem a decisão da sigla. “Desde 2010 apoiamos a presidente Dilma Rousseff, pois ela representava a continuidade das políticas em favor dos pobres, iniciadas por Lula. Mesmo diante das declarações de que ela não sabia se acreditava em Deus e que não era contra o aborto, o PSC a apoiou, sem discriminá-la por pensar diferente de nós, pois somos um partido que não segrega, não exclui, não discrimina ninguém. Um partido que se norteia por princípios cristãos e não abre mão disso”, destacou o vice-presidente.

Manifesto pró Feliciano

Durante o pronunciamento de Everaldo Pereira, cerca de 100 pastores se manifestaram em favor da permanência de Feliciano da CDHM e da posição do PSC em mantê-lo no cargo. “Estamos aqui na Câmara em apoio à permanência do deputado e pastor Marco Feliciano à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Parabéns ao PSC, que se manteve firme. Seria uma vergonha um partido cristão renunciar a um colegiado tão importante para o país. Nós nos sentimos representados pelo partido e pela posição do deputado Feliciano em prol da família e daqueles que também têm direito de expressão”, disse Wenderson Monteiro, presidente da juventude do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (FENASP).
ASCOM PSC Nacional

Rev. Marcos Amaral do lado do ativismo gay e contra Pr. Marco Feliciano – E AGORA IPB?




Já não é de agora que tenho engolido seco as histórias que envolvem o nome de Marcos Amaral e sua missão de amenizar  o homossexualismo condenado pelo Deus dos teólogos de Westminster, pelo Deus de Paulo e o Deus de Jesus Cristo (Rm 1.23-32).

Mais uma vez, o Reverendo Marcos Amaral abre sua boca para queimar o nome da IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL.

O presidente do Supremo Concílio da IPB já se pronunciou sobre as manifestações públicas do Reverendo Marcos Amaral (AQUI).

1. O Pastor Marco Feliciano. Todos os cristãos Reformados são opositores de gênero, número e grau de Marcos Feliciano. Sua teologia, especialmente nos últimos anos, virou a prostituição evangélica da moda – a TeoRIA da Prosperidade. Ficou claro?

Eu diria de um padre, que é um idólatra. O catolicismo é uma heresia! OK? Ficou claro?

Pois bem, mas no que diz respeito ao que tem se insurgido, como uma guerra nuclear em nosso país – o ativismo gay querendo colocar a família calada e encosta dentro de suas casas- eu jamais poderia negar que os princípios cristãos são os objetivos de um padre e do Pastor Marco Feliciano. O que não seria claro nas mãos de Petistas! Prefiro um padre, ou um pastor da prosperidade, desde que NESTE assunto ele esteja alinhado com a verdade do evangelho.

2. Vejam agora, o Reverendo Marcos Amaral, pastor Presbiteriano, foi a um protesto artístico, religioso e com manifestantes apoiadores do LGBT, contra o Pastor Marcos Feliciano!

“A manifestação foi organizada pelo deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ), militante da área dos direitos humanos. Entre os presentes, destacam-se o cantor Caetano Veloso, o ator Wagner Moura, a cantora Preta Gil, as atrizes Leandra Leal e Dira Paes. Os deputados federais Chico Alencar, Jean Willys (ambos do PSOL-RJ), Alessandro Molon (PT-RJ) também participaram.
"Não é um movimento contra os cristãos e nem uma luta contra um deputado específico. Por isso chamamos lideranças de diferentes religiões, que aqui estão representadas e exigem direitos humanos para todos. Não basta a troca do Feliciano, porque existe um grupo político que hoje é maioria na Comissão de Direitos Humanos. Precisamos lutar para mudar essa proporcionalidade da maioria dentro da comissão", afirmou Freixo aos presentes na ABI.

QUEM APOIOU?

“No ato, houve a participação de representantes da Igreja Batista,Presbiteriana, da Umbanda e do budismo, entre outros. Militantes de minorias, como o movimento negro e LGBT também marcaram presença.”
Ø  Veja o que o nosso pastor Presbiteriano disse:

“Para o pastor da Igreja Presbiteriana de Jacarepaguá, reverendo Marcos Amaral, o deputado Feliciano, ao não respeitar a pluralidade, “desrespeita os valores do próprio Reino de Deus”.
“A compreensão de mundo no Reino de Deus é baseada na Justiça, na igualdade e na ética. E as declarações de Feliciano ferem tudo isso, não são nada cristãs. Ele precisa entender que aniquilar o outro é aniquilar a própria missão divina. Já os evangélicos precisam entender que o mundo não é uma capela, existem várias verdades na cabeça de cada um, que devem ser respeitadas”, disse o pastor.
Apesar de dizer algo que seria ‘aparentemente’ (pois ele nem definiu qual é a ética, justiça e igualdade do Reino!) interessante ao criticar o Pastor e Deputado Marco Feliciano, o Reverendo Marcos Amaral não fala o que deveria dizer aos homossexuais! E esse apoio, nesse momento, vira-o contra os interesses do Reino de Deus para onde não irão os que praticam o homossexualismo e apoiam a mentira (1 Coríntios 6.10; Apocalipse 21.8).


Obviamente que o reverendo Marcos Amaral não tem interesse no Reino de Deus, mas em sua missão, como ele mesmo já disse no site do Sínodo de Guanabara,  de colocar a imagem IPB dentro do arcabouço que lhe interessa.


UM ALERTA AOS PRESBITERIANOS:

Estarei errado, se Deus quiser !!! Mas... o Reverendo Marcos Amaral, se continuar ganhando forças dentro da IPB (ele já presidente de Sínodo), ele introduzirá, ou formará, uma geração de presbiterianos que abrirão o caminho para o liberalismo teológico em nosso presbiterianismo brasileiro. Com o tempo a força moral baseada nos postulados da fé reformada enfraquecerá, e o presbiterianismo se partirá e seremos o que o presbiterianismo é hoje em muitos países, para o desagrado do Senhor.

JÁ OUVI FALAR DE PASTORES PRESBITERIANOS QUE VÃO APRESENTAR UM DOCUMENTO AO SUPREMO CONCÍLIO CONTRA O REVERENDO MARCOS AMARAL.

Esperam que sejam homens e presbiterianos para fazerem isso!

Via: MCA

Pastores pedem que cristãos voltem a ser “radicais”


Pastores pedem que cristãos voltem a ser “radicais”Pastores pedem que cristãos voltem a ser "radicais"
O palco da Igreja em Brook Hills, no Alabama, parecia um depósito de lixo. Seu pastor, David Platt, decidiu convidar os membros a trazerem para o templo pedaços de metal, de madeira, lonas, e outros “detritos” que tinham em casa. O objetivo era mostrar como vivem os pobres na Índia.
Afinal, a igreja havia decidido se lançar em uma campanha de intercessão por aquela nação marcada por questões sociais graves e pelo politeísmo. O lixo era apenas uma ferramenta para estimular os fieis a contribuírem financeiramente para cuidar de crianças pobres através de programas sociais da missão cristã Compassion International.
Isso tudo aconteceu em 2010 e a iniciativa rendeu 525.000 dólares para projetos sociais na Índia e despertou os membros a orarem durante um ano inteiro pela Índia. Sua igreja é filiada à Convenção Batista do Sul, uma das mais tradicionais do país. Platt é um dos pastores considerados “chave” no movimento “radical” que parece ter tomado a igreja nos EUA nos últimos anos.
Não por coincidência, Platt lançou seu livro “Radical: Separando sua fé do sonho americano” em maio de 2010 e a obra passou mais de dois anos na lista dos mais vendidos do The New York Times na categoria literatura cristã. O jovem pastor de 34 anos é conhecido pela ousadia de suas mensagens e pela convicção com que as prega.
“Estou convencido de que muitas pessoas em nossas igrejas estão simplesmente perdendo o sentido da vida cristã e que muito disso tem a ver com o que nós lhes vendemos como o Evangelho. Ou seja, esta oração, “aceite Jesus em seu coração, convide Cristo em sua vida está construída sobre areia movediça e corre o risco de desiludir milhões de almas”, disse ele em um vídeo muito comentado na internet ano passado.
A principal mensagem de Platt é que os cristãos do século 21 esqueceram o “Jesus radical” da Bíblia e decidiram ficar com um evangelho marcado por “individualismo, materialismo e universalismo” que “nos cegou para a pobreza mundial generalizada e o grande número de pessoas que nunca ouviu falar de Jesus, enquanto nos preocupamos apenas com nós mesmos e com o que podemos ganhar dos céus”.
Mas ele não é o único a tentar recuperar uma compreensão mais rigorosa das exigências do Evangelho. Seis anos atrás, Shane Claiborne foi chamado de criador do movimento de “radicais comuns” quando lançou seu livro “A Revolução Irresistível”, onde faz uma crítica semelhante e apresenta uma proposta pacifista e de teor ecologico.
Recentemente, Kyle Idleman, pastor da Southeast Christian Church, em Louisville, Kentucky, escreveu “Not a fan” depois de perceber que estava pregando um Jesus “tão atraente, confortável e conveniente quanto possível.” Francis Chan pegou a onda com “Louco Amor” , um livro onde afirma que necessitamos “mais de Deus”, mesmo que estejamos “cercado por pessoas que acreditam ter o suficiente de Deus”.
Steven Furtick, cuja Igreja Elevation, na Carolina do Norte, é um das megaigrejas que mais crescem nos EUA, acrescentou sua obra “Greater” [Maior], onde explica que os cristãos estão atolados na mediocridade e deveriam abrir a “imaginação para a possibilidade de que Deus tem uma visão para a [nossa] vida muito maior que o que possuímos”. Todos estes têm vendido milhares de cópias de seus livros.
O sucesso de mercado dessa mensagem radical indica que existem pessoas ansiosas em ouvi-la. Sendo os EUA o maior produtor de literatura evangélica do mundo, não é difícil esperar que em breve esses e outros livros atinjam cristãos de boa parte do mundo que estejam insatisfeitos com a igreja atual.
Para os especialistas, trata-se de uma resposta aos pregadores da “teologia da prosperidade” e do liberalismo exagerado da “igreja emergente”. Esses pensadores não são teóricos, são pastores que conduzem igrejas, que desejam muito ver uma “fé radical em um Jesus radical”, como afirma Platt.
Não se trata de uma mudança de paradigma teológico nem uma nova doutrina, mas é um resgate de um cristianismo mais parecido com as suas origens, onde ser um seguidor de Jesus era algo “inconveniente, desconfortável e custoso” e a fé não era um fim em si mesma, mas um meio de se entender quem é Deus e o que Ele quer.
Esse movimento também tem apontado para uma “nova santidade” ou uma percepção nova de um antigo desafio, de ver conversão como uma mudança real de vida. Por enquanto, os novos radicais parecem ser, em sua maioria, jovens solteiros, que frequentam a faculdade e se preocupam com os pobres e com o planeta, além de pensar muito em seu próprio futuro.
O fato de uma revista importante como a Christianity Today ter colocado o assunto como sua matéria de capa e principal matéria na edição deste mês é um indicio que a questão está chamando atenção de um público maior.
Além disso, a mensagem radical gera cobranças sobre aqueles que a vem apregoando. Por exemplo, o pastor Platt anunciou que doaria todo o lucro obtido com seus livros para projetos missionários fora de sua igreja. O tempo mostrará se David Platt, Francis Chan, Shane Claiborne e Kyle Idleman vieram para ficar, mas é agradável saber que por trás de toda essa formulação existem ecos de figuras importante como Soren Kierkegaard, que protestou contra o cristianismo institucionalizado ou Dietrich Bonhoeffer, que lamentou a popularização da “graça barata”.
Por enquanto, a cada culto ainda sentam nos bancos milhares de cristãos que ignoram (ou se esquecem) do chamado para o sacerdócio universal dos membros da igreja e os desafios lançados por Jesus para cuidarmos dos pobres, influenciarmos positivamente o mundo à nossa volta e não vivermos para nós mesmos.
Fonte: Gospel Prime

PREFEITO PASSA MAIS TEMPO NO MÉDICO DO QUE NA PREFEITURA

Dois vereadores da base de apoio do Prefeito Mário Roque disseram à reportagem que nas últimas semanas tiveram reuniões desmarcadas em três oportunidades. Na última delas, o Secretario de Obras Silvio Loyola, pessoa muito próxima do prefeito e da família, pediu sigilo por parte dos parlamentares, já que o Prefeito havia sido levado às pressas para Curitiba. 

Um dos secretários exonerados no início do mês e que preferiu não se identificar comentou que há grande preocupação por parte da equipe de governo. Estima-se que no último mês, Mario Roque tenha ficado quase que todo o tempo em consultas e exames médicos, principalmente em Curitiba, deixando as decisões importantes nas mãos de Raul Lück, o procurador de Município e advogado da família, o que tem levado a questionamentos por parte dos servidores, em especial em relação a continuidade do governo.

Com menos de três meses de governo, o Prefeito Mário Roque não está conseguindo realizar seu sonho de realmente voltar a governar a cidade.

 



26 de março de 2013

A denúncia como estilo de vida




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Ariovaldo Ramos
“As vestes de João eram feitas de pêlos de camelo; ele trazia um cinto de couro g e se alimentava de gafanhotos h e mel silvestre.” Mc 1.6
João vestia-se como o profeta Elias, cujo retorno ministerial representava, uma vez que João era cumprimento da profecia de que Elias viria antes, para converter o coração dos pais aos filhos (Lc1.17).
Para além de vestir-se para representar o ministério de Elias, a roupa do Batista era, em si, uma denúncia à usurpação da função sacerdotal.
João, por ser da descendência de Arão, deveria ter sido o sumo-sacerdote, se o tivesse sido só teria podido vestir as roupas apropriadas à sua posição, mas, como as suas roupas estavam, indevidamente, sendo usadas por outro, e ele não poderia vestir roupas comuns, as vestes sacerdotais foram substituídas por roupas feitas de pêlos de camelo.
Por ser o sumo-sacerdote
, João só poderia comer das comidas apropriadas aos sacerdotes, mas a sua refeição sacerdotal estava sendo usurpada por outro, mas, apesar disso, ele não podia comer das comidas comuns, daí, gafanhotos e mel silvestre.
O profeta veio do deserto, onde, provavelmente, vivera protegido pelas comunidades do deserto, até por ser quem era: a voz daquele que estava no deserto; e João, por aquele que estava no deserto, clamou contra toda a usurpação da glória e da casa de Deus.
João nos ensina o caminho do avivamento: começa com a denúncia que exige o arrependimento. João, antes de denunciar com a palavra, denunciava com o seu estilo de vida.
Eis o caminho: andemos nele.

fonte: Blog do Ariovaldo Ramos
Via: Pavablog

Anistia Internacional diz que escolha de Feliciano é ‘inaceitável’



SÃO PAULO - A ONG Anistia Internacional criticou nesta segunda-feira, 25, a permanência do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Em nota, a entidade avaliou ser "inaceitável" que um político considerado preconceituoso ocupe o comando do colegiado. A ONG também cobra providências para que a Casa substitua o pastor.
"As posições claramente discriminatórias em relação à população negra, LGBT e mulheres, expressas em diferentes ocasiões pelo deputado Marco Feliciano, o tornam uma escolha inaceitável para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Proteção de Minorias", diz a ONG.
O Anistia Internacional chamou a atenção dos parlamentares da Câmara e ainda advertiu que os direitos fundamentais não devem ser objeto de barganha política. A presidência da comissão foi delegada a Feliciano depois de um acordo fechado entre lideranças do PT e do PSC.
"A Anistia Internacional espera que os(as) parlamentares brasileiros(as) reconheçam o grave equívoco cometido com a indicação do Deputado Feliciano e tomem imediatamente as medidas necessárias à sua substituição. Direitos fundamentais não devem ser objeto de barganha política ou sacrificados em acordos partidários", traz a nota.
Feliciano tem sido alvo de protestos desde a sua indicação ao cargo. Em 2011, o pastor protagonizou uma polêmica ao escrever nas redes sociais que o amor entre pessoas do mesmo sexo leva "ao ódio, ao crime e à rejeição". Escreveu ainda que descendentes de africanos são "amaldiçoados".
Leia a íntegra da nota:
"A Anistia Internacional vem a público expressar sua preocupação com a permanência do Deputado Marco Feliciano na Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, mesmo após enorme mobilização de diferentes setores da sociedade brasileira, especialmente daqueles ligados às lutas pelos direitos de populações tradicionalmente vítimas de intolerância e violência, solicitando a sua substituição.
A Comissão de Direitos Humanos é uma instância fundamental para a efetivação das garantias de cidadania estabelecidas na Constituição. É essencial que seus integrantes sejam pessoas comprometidas com os direitos humanos e possuam trajetórias públicas reconhecidas pelo compromisso com a luta contra discriminações e violações que continuam a fazer parte do cotidiano da sociedade brasileira.
As posições claramente discriminatórias em relação à população negra, LGBT e mulheres, expressas em diferentes ocasiões pelo deputado Marco Feliciano, o tornam uma escolha inaceitável para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Proteção de Minorias. É grave que tenha sido alçado ao posto a despeito de intensa mobilização da sociedade em repúdio a seu nome.
A Anistia Internacional espera que os(as) parlamentares brasileiros(as) reconheçam o grave equívoco cometido com a indicação do Deputado Feliciano e tomem imediatamente as medidas necessárias à sua substituição. Direitos fundamentais não devem ser objeto de barganha política ou sacrificados em acordos partidários.
Anistia Internacional Brasil" 
O Estado de S. Paulo

25 de março de 2013

No paredão com o pastor.




Ed Ferreira/Estadão
Wyllys: 'Não é a minha privacidade, é minha identidade que torno pública'

Vamos dar uma espiadinha no que está acontecendo na Casa? De um lado, o pastor Marco Feliciano, da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, à frente da bancada evangélica e recém-empossado presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, prega a palavra sem papa na língua: “Quando você estimula uma mulher a ter os mesmos direitos do homem, ela querendo trabalhar, a sua parcela como mãe fica anulada”, “Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé” e “O reto não foi feito para ser penetrado”. Do outro, o deputado federal Jean Wyllys, jornalista com mestrado em letras e linguística, vencedor do Big Brother Brasil 2005 e “primeiro homossexual assumido da Câmara”, segundo ele próprio, encabeça uma frente multipartidária para tirar o pastor daquele posto que não lhe pertence: “Feliciano é um fundamentalista, racista e homofóbico. A comissão não é lugar para ele”. Quem vence a prova do líder?
Desde 7 de março, quando foi eleito com um miraculoso acordo que lhe garantiu 11 votos a favor e um em branco, apesar dos protestos de entidades de defesa dos direitos humanos País afora, Feliciano (PSC-SP) tem sobrevivido a todos os paredões. Jean Wyllys (PSOL-RJ) virou seu antagonista de primeira hora, ao retirar-se da sessão aos prantos, antes da coleta dos votos: “Isso é uma farsa, uma manobra para destruir a comissão”. No último dia 20, porém, o jogo começou a virar. E Feliciano não parece mais imunizado pelo anjo do Espírito Santo.

As 11h da manhã uma cerimônia lotou o auditório Nereu Ramos, no Anexo II da Câmara, para o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos - espécie de comissão do B para esvaziar a presidência do pastor e vocalizar a ira santa dos dissidentes. No início confuso do encontro, o áudio do Hino Nacional Brasileiro falhou nas caixas de som. Quando os presentes resolveram sair cantando à capela, os primeiros acordes da gravação voltaram a soar, produzindo uma enorme dissonância até que alguém a desligasse de vez. No palco, entre os deputados Chico Alencar (PSOL-RJ) e Luiza Erundina (PSB-SP), Jean empostou com entusiasmo sua voz de barítono e levou a mão ao peito nos versos do “se ergues da Justiça a clava forte”.
“Não é fácil encher esse auditório numa quarta-feira”, disse com seu humor característico o deputado Chico Alencar, um dos primeiros a falar. “Há pouco o Jean comentava comigo que não houve nenhuma orquestração aqui, ao contrário do que diz aquele vídeo sórdido postado na internet por um assessor do Feliciano. Não teve orquestração nem para o Hino Nacional, vocês viram.”

O vídeo, divulgado no YouTube no início da semana por um assessor lotado no gabinete de Feliciano, acusava os manifestantes contrários à sua permanência na comissão de incentivarem a pedofilia e organizarem “rituais macabros” em frente à sua igreja, além de “revelar” imagens de confessionário de Jean Wyllys - uma entrevista de TV em que o parlamentar admitiria que “foram os orixás” que deram a ele seu mandato.

Em seu discurso - saudado pela plateia com gritos de “Jean me representa” -, o deputado que diz ter sido criado no catolicismo, rezado do credo marxista na adolescência e abraçado “os mistérios e o sincretismo religioso” na vida adulta, defendeu “a liberdade de crer e de não crer”. Pregação aplaudida de pé por todos, do agnóstico Protógenes Queiroz (PcdoB-SP) a Pai Adailton de Ogum, paramentado “porque hoje é dia de Xangô, pai da Justiça”, passando pelo Pastor Welinton Pereira, metodista que discorda de Feliciano e ajudou a reunir 150 assinaturas de outros evangélicos pedindo sua saída da comissão. “Feliciano faz uma leitura equivocada da Bíblia.”
Já passava das 14h quando Jean Wyllys deixou o auditório sem pausa para o almoço e foi, metido em seu terno escuro de calça skinny, tomar lugar na Comissão de Cultura. Na sala ao lado, o tumulto já se formava à porta da Comissão de Direitos Humanos, com estudantes gritando: “Direitos humanos é uma conquista (sic), não queremos homofóbico racista”, “Não, não, não nos representa”, “Feliciano, vou te falar, eu fico aqui até você renunciar”. O pastor passou 8 minutos na mesa, delegou o comando ao vice e sumiu. Jean preferiu espiar de longe: “Não vou pra não acirrar. Tudo o que esse cara quer é personalizar a coisa entre mim e ele”.

Diante da gritaria dos manifestantes a sessão teve que ser encerrada. Foi quando o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que acompanhava os debates com sua risca perfeita no cabelo, batucando nervosamente a mão na mesa, explodiu. Chamou os estudantes pra porrada com impropérios publicáveis apenas na TV Câmara - que, como o pay-per-view do BBB, não tem censura e vê suas pérolas diariamente pescadas pelas redes sociais. No dia seguinte, Bolsonaro repetiu sem constrangimento cada palavra ao Aliás: “Falei que os pais deviam ter orgulho deles, porque dão a bunda de noite e fazem baderna de dia”.
“Você vê por que eu não dirijo a palavra a esse cara?”, diz Jean Wyllys, caminhando a passos incrivelmente largos para pernas tão curtas, no corredor de acesso ao Salão Verde da Câmara. Ali, os jovens que “badernaram” a reunião da Comissão de Direitos Humanos se reagrupam, sentados no chão. Uma jovem exibe uma mancha vermelha no maxilar: “Jean, levei um soco. E fui a segunda menina a apanhar”. O chefe da segurança da Câmara corre para desmenti-la: “Garanto que não houve, deputado”. Jean o aperta: “Eu avisei que vocês não estão lidando com bandido. Tem que ter um trato, maneirem, vocês são treinados pra isso”.

O antagonismo com colegas como Bolsonaro ou o Pastor Silas Malafaia vai muito além, afirma Jean, do que se convencionou chamar de diálogo democrático no parlamento. “Com o João Campos (PSDB-GO) eu ainda converso, pois nunca me ofendeu pessoalmente, mas não dá para ter contato com alguém que prega a ‘cura gay’ e te considera uma doença a ser erradicada.” Em novembro, Malafaia e ele protagonizaram um bate-boca ríspido quando a bancada evangélica tentou revogar uma resolução do Conselho de Psicologia que impede que os profissionais da área promovam terapias de “tratamento” da homossexualidade. Antes mesmo disso, desde o início de seu mandato, em fevereiro de 2011, Jean teve que lutar para se impor no ambiente machista do Congresso.
Exatamente por isso, escolheu como primeira arena de atuação a sisuda Comissão de Finanças e Tributação. Respaldou-se na assessoria da economista Maria Lúcia Fattorelli e propôs uma auditoria na dívida pública. “Entrei de sola para mostrar que assunto nenhum é privilégio de homens brancos e héteros.” Ganhou o respeito dos colegas machões e elogios do especialista Pauderney Avelino - que não se perca pelo nome.

Sem tom de arrogância mas sem sombra de modéstia, Jean Wyllys de Matos Santos não está surpreso com o protagonismo conquistado nos últimos dias. “Sempre fiz a diferença, onde quer que estive.” É de fato uma trajetória singular a que trouxe para o centro do noticiário político nacional o menino nascido “abaixo da linha da pobreza”, no município de Alagoinhas, leste da Bahia, em 1974. Viviam em casa de taipa iluminada por candeeiro e tomavam água de chafariz público.
A mãe, Inalva, era lavadeira. O pai, José, era alcoólatra e fazia bicos como pintor de geladeiras e automóveis. O “Wyllys”, que não é sobrenome, veio dos Aero-Willys que o pai coloria, mas nunca pôde ter. Em casa, Jean era “Jân”, primeiro homem depois de três filhas mulheres do casal, ao qual se seguiram mais três varões. Muitas vezes as crianças aguardavam com a mãe o chefe da família voltar da rua com alguma comida. Não raro, dormiam com fome. “Tenho muito orgulho do meu pai, que morreu em 2001. E hoje entendo que ele bebia porque também tinha desejos maiores, que a vida lhe negou.”

Foi a educação que mudou a vida do filho do meio da família Matos. Admirada com a perspicácia do menino, dona Iraci, sua professora de matemática na escola pública, sugeriu que ele prestasse concurso para o prestigiado colégio interno da Fundação José Carvalho, na vizinha Pojuca. Após um processo seletivo que levou mais de um mês, disputado por crianças de todo o Nordeste, Jean fez a diferença e ficou entre os 25 aprovados. Lá teve uma privilegiada formação humanista e também aulas de inglês, informática e até oratória. “Me abriu o mundo”, diz.
Saiu de lá com 19 anos, já empregado como analista de sistemas, para morar em Salvador. O começo, no bairro periférico de Beiru, foi difícil. Passou nos vestibulares da Católica e da Universidade Federal da Bahia, onde cursou jornalismo. Exerceu a profissão por quase dez anos, como repórter de cultura da Tribuna da Bahia e depois do Correio da Bahia, diário de propriedade do temido senador Antônio Carlos Magalhães. “Uma vez fui pular um carnaval enlouquecido, com o cabelo pintado de louro, e na quarta de cinzas me chamaram para cobrir o velório de um intelectual da Academia Brasileira de Letras, amigo pessoal do ACM. Cheguei na cerimônia sem paletó, parecendo um girassol. Tive certeza que ia ser demitido, então escrevi um texto daqueles de ir pra capa. E foi”, ri.

Sempre inquieto, trocou a carreira na imprensa pela vida acadêmica assim que concluiu o mestrado na UFBA. Transferiu-se para o Rio de Janeiro para lecionar na ESPM e na Universidade Veiga de Almeida. E, em 2004, decidiu se inscrever na seleção do famoso reality show da Rede Globo. “Como professor de Teoria da Comunicação me interessava saber como o programa funcionava”, justifica ele. “E disse de cara, no vídeo de inscrição, que era gay. Sempre foi minha intenção mostrar que ser homossexual não significa ter um destino imperfeito.” Outra vez, a estrela de Jean brilhou e ele não só encarnou uma representação positiva da homossexualidade na TV como ganhou o programa. Até hoje não conta o que fez com o dinheiro.

De celebridade instantânea voltou à anônima rotina de docente até 2010, quando recebeu o convite para se lançar candidato pelo PSOL. “Como quando me inscrevi no BBB, nunca achei que fosse ser eleito, mas aconteceu. E vi nisso outra oportunidade de cumprir o que se tornou a minha missão.” Foi por um triz: sumido há anos do noticiário, o ex-BBB foi eleito com 0,2% dos votos válidos e só conseguiu a vaga graças ao bom desempenho do colega Chico Alencar. Dois anos depois, Jean era apontado o melhor deputado federal do Brasil pelo voto dos internautas no site Congresso em Foco.

Hoje, ele divide seu tempo entre seu apartamento no Rio e um imóvel alugado no Distrito Federal. Conta que fez matrícula em uma academia de ginástica mas nunca apareceu - limita-se a pedalar pela cidade nas raras horas de folga. Nestas, também sai para jantar com “a única amiga de verdade, daquelas com quem se troca confidências” que fez na cidade, a deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS). Se perguntado por que, apesar da militância gay assumida, jamais aparece com alguém, conta que está solteiro, embora tenha tido alguns relacionamentos (o mais longo durou dois anos). A discrição, explica, é por respeito a quem estiver com ele. “Não é a minha privacidade, é a minha identidade que eu torno pública.”

Na quinta-feira, Jean foi o primeiro a ser informado pelo presidente Henrique Alves (PMDB-RN) de que a situação de Feliciano se tornara “insustentável”. Diante do desgaste, até o líder do PSC rogou que ele se afastasse. Até a última sexta, no entanto, Feliciano mantinha fé inabalável no acordo político-eleitoral com o PT que o levou ao cargo.

Tão perto de ganhar o prêmio, Jean evita cantar vitória. Para ele, se não for contido, o jogo dos “fundamentalistas” da Câmara não vai se limitar aos direitos das minorias. “Daqui a pouco, o pecado é o seu futebol, a sua cervejinha no fim de semana...” Alô, alô, você, como diria Pedro Bial.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,no-paredao-com-o-pastor,1012494,0.htm

A Vida Diária de um Apóstolo de Verdade por @augustuslopes





As cartas que Paulo escreveu à igreja de Corinto são as de maior cunho pessoal e que mais revelam como era a vida daquele que é considerado o maior apóstolo do Cristianismo, data vênia Pedro e os papistas.

Como era a vida diária de Paulo, um apóstolo de Cristo?

- evitava batizar muita gente, para que não se formasse um fã clube em torno do seu nome (1Co 1:14-17);

- evitava a ostentação de linguagem na pregação pelo mesmo motivo e pregava somente a Cristo e este crucificado (1Co 2:1-5).

- a razão é que ele queria evitar que pessoas se agregassem à igreja impressionadas por seus talentos e carismas e não pela fé em Jesus Cristo (1Co 2:5).

- ficava lembrando seu rebanho de que ele era um mero servo, junto com outros, e que seu sucesso em ganhar pessoas para Cristo se devia tão somente à graça de Deus e não a méritos próprios (1Co 3:5-9).

- insistia que Deus requeria dos apóstolos somente que fossem fiéis, e não que fossem bem sucedidos, diante da tentação de muitos de compararem os ministérios dele, de Apolo e de Pedro (1Co 4:1-3).

- era constantemente considerado – inclusive por pessoas que faziam parte das próprias igrejas que havia fundado – como condenado a morte, espetáculo ao mundo e aos anjos, louco, fraco e desprezível (1Co 4:9-10).

- em diversas ocasiões passou fome, sede e nudez; foi esbofeteado e não tinha moradia certa ou casa própria (1Co 4:11)

- trabalhava até cansar com as próprias mãos para garantir o seu sustento (1Co 4:12).

- era perseguido, injuriado, caluniado e considerado o lixo do mundo, mas não respondia nem revidava a nenhuma destas provocações (1Co 4:13).

- muitos achavam que ele não tinha o direito de receber sustento da igreja e nem de se fazer acompanhar de uma esposa nos trabalhos missionários intensos e cansativos. Por isto, ele trabalhava para se sustentar e se recusava a receber salário, ofertas, dízimos e contribuições das igrejas, quando fazer isto pudesse lançar dúvida sobre suas intenções (1Co 9:1-12).

- pregava e evangelizava nas igrejas de graça, sem nada pedir e nada receber, para não colocar empecilho ao Evangelho de Cristo (1Co 9:15-18), pois seu alvo era ganhar o maior número possível de pessoas.

- preocupava-se em ser irrepreensível, em controlar-se e manter suas paixões e desejos debaixo de controle, para poder ter autoridade para pregar (1Co 9:25-27).

- enfrentou a morte várias vezes no trabalho missionário, e em algumas delas considerou que sua hora de morrer tinha finalmente chegado (2Co 1:8-9).

- passava por constantes sofrimentos e angústias de coração por causa das igrejas e dos crentes a quem amava e por quem se preocupava individualmente (2Co 2:4).

- perdoava e pedia o perdão dos outros para aqueles que o haviam ofendido e prejudicado o seu trabalho (2Co 2:7-8).

- quando era necessário mostrar as suas credenciais de apóstolo, apontava para as multidões convertidas pelo Evangelho da cruz que pregava com simplicidade e no poder do Espírito (2Co 3:1-4).

- tomava o maior cuidado para não adulterar a mensagem do Evangelho, não andava com astúcia e nem procurava enganar seus ouvintes para tirar proveito financeiro deles (2Co 4:1-2).

- vivia como um condenado à morte, levando em seu corpo o morrer de Jesus na forma de privações, perseguições, sofrimentos, calúnias e injúrias, como meio da vida de Cristo se manifestar através dele (2Co 4:7-15).

- sua esperança e expectativa não estavam aqui, nas riquezas, propriedades e bens, mas o tempo todo ele faz menção da glória celestial, das coisas invisíveis e eternas que ele aguardava como recompensa de seus sofrimentos e trabalho (2Co 4:16-18).

- quando precisava se recomendar aos ouvintes como ministro de Cristo incluía em seu currículo as muitas aflições, angústias, privações, açoites, prisões, tumultos, vigílias e jejuns no trabalho do Senhor (2Co 6:4-10).

- ainda nesta lista incluía os 39 açoites recebidos dos judeus pelo menos 5 vezes, ser fustigado com varas 3 vezes, 3 naufrágios, apedrejamentos, perigos de salteadores e assassinos, além do peso constante da responsabilidade das igrejas que pesava sobre seus ombros (2Co 11:29).

- passou privações e teve de trabalhar arduamente para não ser pesado às igrejas onde receber oferta seria dar motivo para a acusação de mercenário (2Co 11:7-9).

- apresentava como motivo de gloria o fato de que uma vez teve que fugir de uma cidade escondido em um cesto e descido pelos irmãos pela muralha, para poder escapar com vida (2Co 11:30-33).

- lutava diariamente com um doloroso espinho na carne, que o abatia e fazia sofrer e clamar a Deus, mas sem resposta a não ser a provisão da graça para poder suportá-lo (2Co 12:7-10).

Muitos se consideram sucessores dos apóstolos, aqui e em Roma. É só comparar...


Extraído de: Facebook - Augustus Nicodemos

Evangélicos capixabas articulam projetos em nome da fé



Culto em espaço público e fim das rave são algumas bandeiras
Pastores da Quadrangular, Messias Donato e Rogerinho Pinheiro atuam nas Câmaras de Cariacica e Vitória (Foto: Chico Guedes e Ricardo Medeiros)
Pastores da Quadrangular, Messias Donato e Rogerinho Pinheiro atuam nas Câmaras de Cariacica e Vitória (Foto: Chico Guedes e Ricardo Medeiros)
Letícia Gonçalves, na Gazeta Online
De um projeto para ceder espaços públicos à realização de eventos religiosos – somente evangélicos ou católicos – ao que proíbe que travestis e homossexuais utilizem seus nomes sociais, os vereadores da chamada bancada evangélica na Grande Vitória se articulam para fazer valer os valores que defendem.
Embora não se denominem como uma bancada unificada, parlamentares evangélicos admitem que conversam entre si, até por afinidade.
Em Vitória, os vereadores derrubaram o veto do ex-prefeito João Coser (PT) a um projeto do ex-vereador – evangélico – Esmael Almeida (PMDB). O então vereador era contra um decreto municipal que permitia que travestis e transexuais usassem o nome social que adotaram em repartições públicas, incluindo escolas. Assim, os travestis e transexuais não têm mais esse direito.
O vereador Rogerinho Pinheiro (PHS), pastor auxiliar da igreja Quadrangular, defende a decisão da Câmara.
“Não é questão só homossexual. Eles poderiam escolher qualquer nome. Alguém poderia querer se chamar Batman ou Homem-aranha. Uma criança a partir de 6 anos em uma escola é muito mais influenciável para escolher”, alegou Rogerinho.
Ele diz ainda que o fato de ser evangélico interfere na atuação parlamentar apenas pelo fato de ter “amor pela vida”.
“Às vezes há assuntos polêmicos na Câmara e querem trazer isso para as nossas costas. Quero o melhor para a cidade, mas quando entra na questão religiosa eu defendo os evangélicos”, afirmou o vereador.
Rogerinho já solicitou uma sessão solene da Câmara para comemorar o Dia do Diaconato Quadrangular, em maio.
Projetos
Devanir Ferreira (PRB) é pastor da Igreja Universal do Reino de Deus e também vereador da Capital. Ele não tem projetos voltados especificamente aos evangélicos e diz que o mandato serve à população em geral.
Em Cariacica, o vereador Messias Donato (PTdoB), pastor da Quadrangular, apresentou os dois primeiros projetos desta legislatura na Casa. Um deles dispõe sobre a cessão de espaços públicos para eventos de associações e igrejas.
“O projeto é para abrir as portas para que possam ser realizados cultos e eventos em prédios públicos como escolas, ginásios e auditórios”, explica ele, ressaltando, porém, que o projeto não contemplaria eventos espíritas, umbandistas e de outras religiões.
Outra evangélica na Câmara de Cariacica é Ilma Chrizostomo (PSDB), que avalia não haver uma bancada religiosa articulada na Casa e afirma que seu mandato não é voltado apenas aos evangélicos. “A gente só pede a Deus direção sobre o que vamos fazer”, diz Ilma.
Rave
O vereador de Vila Velha Almir Neres (PSD), que também é pastor evangélico, já protagonizou a apresentação de duas proposições polêmicas na Casa.
“No mandato passado fiz dois projetos que as pessoas acham que fiz por ser evangélico, mas não foi. Um foi contra as festas rave. Também lutei muito para que o kit homofobia (kit anti-homofobia, que seria distribuído pelo governo federal) não passasse. Meus projetos proíbem práticas sociais ilícitas”, afirmou Neres, que foi reeleito para mais quatro anos na Câmara.
Para Rogério Cardoso (PSDB), que também integra o time evangélico no Legislativo canela-verde, é hora de formar uma bancada. “Dá para a gente fazer uma boa bancada evangélica. É só falarmos a mesma linguagem em projetos de cunho religioso”, acredita.
Curiosamente, Cardoso é presidente de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura se Almir Neres contratou uma funcionária fantasma.
Bancada evangélica
Vitória
Na Capital, os vereadores evangélicos são ao menos cinco: Devanir Ferreira (PRB), Rogerinho Pinheiro (PHS), Fabrício Gandini (PPS), Wanderson Marinho (PRP) e Davi Esmael (PSB). A Casa derrubou um veto do ex-prefeito João Coser e impediu que travestis e transexuais usassem seus nomes sociais.
Cariacica
Na Câmara de Cariacica, entre os evangélicos há Ilma Chrizostomo (PSDB), Messias Donato (PTdoB). Donato acredita ser possível a formação de uma bancada “da família” no Legislativo municipal.
Serra
Uma das representantes dos evangélicos na Câmara da Serra, Neidia Pimentel (PR) diz que não faz projetos baseados em convicção religiosa, mas que os evangélicos buscam propor projetos sociais, nos quais a igreja também se engaja.
Vila Velha
Em Vila Velha, Almir Neres (PSD), Rogério Cardoso (PSDB) e Belo (PTC) fazem parte da chamada bancada evangélica. Na Câmara já surgiram projetos para proibir festas rave e barrar um kit anti-homofobia.
dica do Nietzsche Ribeiro Robson
Fonte: http://domingosmassa.blogspot.com.br/2013/03/evangelicos-capixabas-articulam.html?spref=fb