26 de dezembro de 2012

A Ignorância escatológica do Bento XVI


 

         Falando com um sotaque meloso, típico de quem tem a prótese dentária meio folgada,  Bento XVI comprova, mais uma vez, ser o falso profeta, que nada entende da Bíblia, usando, artificialmente, as interpretações dos seus antecessores, todas elas visando dignificar a "Nossa Senhora" de sua igreja apóstata, ignorando que existe apenas um SENHOR, e nenhuma "senhora" mencionada na Bíblia.

         Como todos os falsos profetas, Bentinho deveria ficar quieto no palácio dos césares modernos,  fumando os seus cigarros Malboro, em vez de tentar interpretar a Palavra de Deus, a qual está selada para os não nascidos de novo, e compreensível somente para os que depositam a sua fé exclusivamente no sacrifício vicário do Senhor Jesus Cristo.

         Na Praça de Espanha de Roma, por ocasião da festa de 2011 em honra à Imaculada Conceição, ele deu mais um exemplo de sua ignorância bíblica, ao interpretar a "mulher vestida de sol" do Apocalipse 12 como sendo "Maria, a mãe de Jesus". Se ele fosse livre para pensar; se não fosse um ex-nazista, líder da nova inquisição católica, e entendesse corretamente o Livro do Apocalipse, o qual, a partir do capítulo 6 se destina exclusivamente à nação de Israel,  iria verificar que essa mulher é simplesmente ISRAEL, a qual foge para as montanhas, a fim de se livrar da perseguição dos seus inimigos.

         O Vaticano é dominado pela "auris sacra famis"; portanto, só entende o que diz respeito à sua  "aurofilia". Portanto, não pode compreender a singeleza da Palavra de Deus. Por isso é que ele ajudou Hitler na II Guerra Mundial. Seus líderes atuais jamais poderiam fugir de sua grande responsabilidade pelo Holocausto Nazista, o qual foi inteiramente conhecido por Pio XII, apesar do seu silêncio completo durante toda a guerra sobre este  assunto de tamanha gravidade. O envolvimento do Catolicismo no Holocausto  foi para a Igreja de Roma um silêncio de ouro, o ouro dos nazistas, que o Vaticano abocanhou, quando  Hitler perdeu a guerra, escondendo-o, mais tarde, no Santuário de Fátima, conforme o excelente escritor Dave Hunt denunciou em seu livro "A Woman Rides the Beast", por mim traduzido há mais de 10 anos. Vejamos o que diz um historiador lusitano sobre o assunto:

"No princípio era o 'cascalho'. [Notem que não era o verbo, mas ocascalho!] Foi desta forma que os responsáveis do santuário de Fátima chamavam o ouro velho ou deteriorado que os devotos ofereciam nas suas peregrinações: fios, argolas, brincos, alfinetes, alianças ou aparentados. Ouro esse que, a partir de 1959, o Santuário achou por bem começar a derreter e  transformar em barras, guardando-o nos seus cofres. Porém, em 1970, e por razões de segurança, foi decidido recorrer ao depósito nos cofres do Pinto de Magalhães [grande banco particular de Portugal], no Porto. Aí, e para esse efeito, o Santuário tinha uma conta designada 'não oficial' ou 'Conta 2' e por isso  considerada ilegal. À luz da confiabilidade oficial, o resultado era simples; o ouro do Santuário, pura e simplesmente não existia. Foi em outubro daquele ano de 1970 que o Banco, a braços com dificuldades em importar ouro para vender nos balcões, decidiu colmatar a falta, recorrendo ao do Santuário, que ali se encontrava na situação de guarda à confiança. Eram, então, quase 198 quilos. Os contatos para obter a anuência do reitor, monsenhor Antonio Borges (já falecido), foram efetuados por um emissário do próprio Pinto de Magalhães. E acabaram bem sucedidos, com uma condição imposta pelo Santuário: o banco poderia fazer o que muito bem entendesse com o ouro, mas a quantidade utilizada nesses negócios deveria ser restituída na primeira oportunidade. Uma operação financeira posteriormente anulada, destinada a fazer entrar o ouro do Santuário no circuito oficial e a vendê-lo, fez o resto.

O mencionado emissário, Alfredo Barros, também já desaparecido, foi, durante alguns anos, o portador das peças de ouro do Santuário destinadas a serem derretidas e transformadas em barras. Até agosto de 1973, de Fátima continuaram a chegar, regularmente, diversos sacos, alguns totalizando para acima de 30 quilos, que continham uma variedade  razoável de peças doadas pelo peregrinos. Várias cartas testemunham esses envios, embora parte da correspondência trocada entre o Banco e a reitoria de Fátima tenha desaparecido sem deixar rasto, quando se encontrava, a pedido da PJ, à guarda do banco.  Na maioria dos casos, as missivas do Santuário descreviam ao pormenor a 'encomenda' e o Banco respondia, dando o peso final desse ouro, já em barra, e agradecendo a confiança nele depositada. Outras cartas ilustram apenas o bom relacionamento entre a entidade religiosa e sua correspondente financeira, tendo o Santuário louvado, não poucas vezes, a amabilidade com que os seus enviados – incluindo por vezes o próprio reitor – eram recebidos na sede do Banco Pinto de Magalhães... O ouro do santuário é tanto que circula sobre rodas dentro dos túneis do Santuário, que fazem lembrar as minas com vagões, carros e tudo."

Até aqui, temos um breve relato do ouro de Fátima colocado no Banco Pinto de Magalhães. Indagado pela revista "Visão" sobre quanto ouro nazista Portugal recebeu, o ilustre pesquisador e historiador,  Antonio Louçã, responde:  "Através do depósito C, o Banco Suíço, recebeu cerca de 48 toneladas, mas quatro foram devolvidas. Se contabilizarmos os depósitos A, B e C, ele terá recebido à volta de 123 toneladas. Mas existiu um canal paralelo de entrada de ouro e esse não é controlável. Segundo um documento do Reich Bank, só no mês de junho de 1944, entrou por mala diplomática uma quantidade de ouro relevante para cobrir os gastos da Legação Alemã em Portugal, que, depois, era colocado no mercado, vendido às ourivesarias ou a outras entidades particulares". 

A moral do Vaticano é mais elástica do uma goma de mascar completamente usada, a qual serve apenas para o lixo. Um dia Deus vai jogar no esgoto essa goma de mascar, que o Diabo tem mastigado a seu bel prazer e todo o seu ouro terá se transformado em cinzas. Uma coisa os protestantes já entenderam (pelo menos os que lêem e conhecem a Palavra de Deus): ISRAEL é "a mulher vestida de sol" e não "Maria Santíssima", conforme é chamado o ídolo favorito da Babilônia Romana.

 

Mary Schultze, 26/12/2012 - www.marybilbia.com

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4 comentários:

  1. Mary Schultze mais uma vez mata a cobra e mostra a cobra morta... muito bom artigo, esclarecedor e ácido, doa a quem doer.

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  2. A inveja mata e faz secar os ossos,cuidado!
    João falava dos cristãos que estavam fugindo da tirania do imperador romano na época.
    E que o bem iria vencer, com o imperador romano Constantino que proclamou o Cristianismo como religião oficial do império romano.
    Maria, representa os cristãos, foi o início de tudo!
    Sou evangélica, Israel não representa os cristãos,Maria sim.

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  3. Mais um seguidor de Macedo ou Soares que com eles totaliza a multidão de crentes que aparece nas estatisticas pesquisas como uma "só" religião. Bento XVI é o maior teólogo da atualidade assim reconhecido pelos protestantes históricos, a ponto de um destes líder sugerir a liderança do papa para todo o mundo cristão. Nota-se que o artigo foi escrito permeado de ódio e preconceito e escárnio. Bem típico dos filhos de Lutero e Macedo. Supresa alguma. Os filhos de Lutero fazem as obras de Lutero.

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  4. Pena.. comecei a ler achando que era algo sério... ledo engano!!

    Nunca vi tantas bobagens junta...mas como pode vir algo sério dessas igrejas fundo de quintal...

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