19 de janeiro de 2013

O Anti-testemunho dos milionários pastores brasileiros



Ontem inúmeros sites brasileiros repercutiram a matéria da Revista Americana Forbes, aquela mesma que todo ano faz o levantamento dos mais ricos e poderosos do mundo.
Diz a matéria:
“A religião sempre foi um negócio rentável. E se acontecer de você ser um pregador evangélico brasileiro, as chances de ganhar na loteria celestial são realmente muito altas”  [Veja aqui]
Não é de hoje que os brasileiros acompanham o venal comercio da fé protagonizado por pastores na grande mídia tupiniquim. Esse mercado vai da ‘simples’ venda dos produtos do sincretismo religioso tais como; toalhinhas, lenços, adereços e outros apetrechos utilizados nas macumbas ‘evangélicas’ até as descaradas vendas de salvação, uma espécie de indulgência pós-moderna. Parece que o ‘mercado’ religioso avança em uma velocidade muito superior ao crescimento da economia nacional, da indústria, do PIB ou de qualquer coisa semelhante. Com o crescimento desse mercado pavoroso; cresce desesperadamente também, a necessidade dos verdadeiros seguidores do Evangelho denunciarem e se oporem a toda essa exploração feita em nome de Deus, que em nada contribui senão para o estigma; evangélico = alienado, pastor = explorador da fé alheia.
É necessário levantar-se contra o anti-testemunho protagonizado por gente que presta um enorme desserviço ao Reino de Deus. Lembremo-nos que Cristo deixou esse exemplo,afinal não fora Ele que com as próprias mãos derrubara a mesa do cambistas? Não foi o Cristo quem ao entrar no Templo fez um chicote e assim expulsou todos aqueles que transformavam a casa de Deus em um“covil de salteadores” ? Que diferença há; entre um mercador a porta de um templo no primeiro século, de vendedores de bençãos no século XXI?  Há inocência em quem prostitui a mensagem de Cristo para o seu próprio deleite? Não ingenuidade em quem transforma as ‘boas novas’ em produto para enriquecimento ilícito.  Não há como ficar calado diante disso, pois agir assim é negar as palavras do próprio Cristo que bradou:
“Não transformem a casa do meu Pai em um mercado” 
“in omnibus glorificetur Deus”.
Lucas Porto, que cansou do vendilhões da igreja moderna escreveu no blog pessoal AQUI
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