13 de dezembro de 2016

Amamos mais a nós mesmo do que a Deus.



A Reforma produziu uma era de grandes pensadores, artistas e obreiros porque elevou Deus às alturas e abaixou a cabeça humana diante da sua majestade. Nossos cultos (hoje) são muitas vezes mais celebrações de nós mesmo que de Deus, mais entretenimento que adoração. Nunca antes, nem mesmo na igreja medieval, os cristãos foram tão obcecados com si mesmo. Nunca antes as pessoas nutriam noções tão elevadas dos homens e tão pequenas de Deus. Os evangelistas (hoje) falam sobre Deus como se tivéssemos de ter pena dele em vez de adorá-lo, como se ele estivesse se derramando em lágrimas no céu, esperando que as coisas melhorem  e que as pessoas o “deixem fazer as coisas do seu modo”. Nunca antes, talvez, Deus tenha sido tão completamente esquecido e diminuído em nossa estima. Autoestima, autoimagem, autoconfiança, auto-isso, auto-aquilo tem substituído a conversa sobre os atributos de Deus. Ironicamente, isso tem criado o oposto da sua intenção. Quanto mais tempo gastamos contemplando nossa própria grandeza no espelho, mais claramente somos obrigados a ver as verrugas. Sem o conhecimento do Deus em cuja imagem fomos criados, e da graça que nos fez filhos de Deus, o narcisismo (amor-próprio) rapidamente se transforma em depressão (ódio a si mesmo).

Horton, M. As doutrinas da maravilhosa graça: Um antídoto contra o cristianismo cultural infiltrado no meio evangélico. 1° Edição. São Paulo: Cultura Cristã, 2003. p 304.
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