14 de fevereiro de 2017

Pastor monta hospital no Iraque e salva vida de terroristas: “Tratamos com compaixão"

O hospital tem socorrido pessoas feridas pelos conflitos no Iraque. (Foto: Divulgação/Samaritan's Purse)

Combatentes do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) estão sendo salvos pela ajuda de cristãos que trabalham num hospital da organização Bolsa do Samaritano, instalada em Mossul, no norte do Iraque.
Segundo o pastor Franklin Graham, presidente da organização, a equipe médica do hospital  estendeu seus cuidados não apenas aos cidadãos e soldados iraquianos, mas também aos jihadistas do EI.
A informação revelada por Graham no último sábado (11) no Facebook veio depois da decisão polêmica do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que restringe a entrada de refugiados e imigrantes em território norte-americano.
“Em nosso hospital instalado próximo a Mossul, no Iraque, estamos tratando os muçulmanos, civis feridos e, ao mesmo tempo, militantes do EI gravemente feridos. Nossas equipes médicas realizam cirurgias, curam suas feridas e os tratam com compaixão, os ajudando em nome de Jesus”, disse Franklin Graham.
Embora sua organização esteja auxiliando pessoas que vivem em países de guerra, o pastor afirma que isso não significa que as fronteiras dos EUA devem ser abertas. “Não devemos ser ingênuos. Não é porque estamos dando assistência médica aos militantes do EI, que iremos permitir que qualquer um deles imigrem para os Estados Unidos. Isso seria loucura”, ele diz.
“Deus nos diz para ajudar os desconhecidos e os necessitados; mas Deus não nos pede para expor as nossas cidades, nossas casas e nossas vidas. Lembre-se que Jerusalém tinha paredes, portas e, quando sofriam ameaças, seus portões eram fechados. Muitos grupos muçulmanos não deixaram em segredo seu profundo ódio contra este país. Existe uma incompatibilidade entre a lei islâmica e a nossa Constituição”, afirmou.
Hospital de campo
O hospital da Bolsa do Samaritano foi inaugurado no início de janeiro, a cerca de 10 quilômetros de Mossul, se tornando a unidade médica mais próxima da coalizão militar que se esforça para combater o grupo terrorista.
Logo nos primeiros dias de operação, o hospital e sua equipe de mais de 70 profissionais médicos já atenderam mais de cem pessoas gravemente feridas pelo conflito.
O diretor do hospital, Dr. Elliott Tenpenny, disse ao site The Christian Post que a maioria dos pacientes que o hospital recebe sofre de uma série de ferimentos graves causadas pela guerra, como ferimentos de metralhadoras, fuzis e outras armas de fogo, além de queimaduras. Ele acrescentou que "cada um deles carrega um trauma da guerra e todos precisam de cirurgias ou estão criticamente doentes e precisam de tratamento".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY
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