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"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18

19 de abril de 2017

Peça de teatro retrata virgem Maria como lésbica, nos EUA


Peça de teatro retrata virgem Maria como lésbica, nos EUA

Um teatro da cidade de Atlanta, Geórgia (EUA) está sob protestos dias antes de apresentar a peça intitulada "The Most Fabulous Story Ever Told" ("A História Mais Fabulosa Já Contada"). Em seu roteiro, a peça reescreve a história da criação para caracterizar dois casais homossexuais e também diz que Maria, a mãe de Jesus, era lésbica.
"O Primeiro Ato um relata os episódios principais do Antigo Testamento, porém com uma distorção: Em vez de Adão e Eva, nossos personagens principais são 'Adão e Steve' e Jane e Mabel, um casal da lésbicas com quem decidem começar a civilização (a procriação prova a Ser um desafio provocativo)", ironiza a sinopse da peça.

"Enquanto estes dois casais gays viajam no tempo, por séculos juntos como amigos e encontram vários personagens estranhos diferentes, nós os seguimos através de um concerto histórico enlouquecido que nos leva até oe dias de hoje em Nova York", acrescentou o texto da sinopse.
O teatro 'Atlanta's Out Front' está se programando para apresentar a peça a partir de 27 de abril. A casa de espetáculos é conhecida por priorizar seu público, que compreende gays, lésbicas, bissexuais e pessoas trans.
Um grupo cacristão lançou uma petição, para que o diretor da peça cancele a apresentação da peça.
Mais de 4.000 pessoas já assinaram a petição que afirma:
"Eu protesto veementemente contra a exibição da peça blasfema 'The More Fabulous Story Ever Told', que entre outras blasfêmias, se refere à Virgem Maria como uma lésbica. Por favor cancelem sua exibição. Referir-se a Maria como lésbica ou mesmo insinuar isso é uma blasfêmia indescritível, que eu rejeito com toda a minha alma. Temo que a ira de Deus cairá sobre nós se esta reparação não for feita", diz parte do texto.
"Se vocês continuarem com esta apresentação, vamos nos opor em voz alta, pacífica e legalmente em um protesto tão grande quanto podemos ajudar a tornar possível", acrescentou.
O diretor artístico da peça diz que não tem intenção de responder, mas acha que a petição ganhou grande projeção recentemente, devido ao fim de semana da Páscoa.
"Já estávamos nos ensaios há várias semanas e tivemos audições antes disso", disse Paul Conroy. "Acho que foi quando alguém nos procurou para falar sobre essa petição. Meu melhor palpite foi que era uma segunda-feira, o que significa que as pessoas estavam na igreja no domingo, dia anterior, e foi então que ela ganhou projeção".

Contextualização
A peça em questão vem mostrar mais uma vez a necessidade que muitos adeptos da militância LGBT têm de polemizar e associar personagens bíblicos à homossexualidade.
Enquanto afirmam "lutar por seus direitos", acabam promovendo desrespeito e intolerância equivalentes àqueles que tanto combatem.

Via: Guia-me

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